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sábado, 3 de janeiro de 2026

Os quatro internacionais cabo-verdianos que jogaram pelo Benfica

Quatro tubarões azuis jogaram de águia ao peito
A ligação entre Portugal e Cabo Verde continua a ser umbilical. E o futebol é reflexo disso: há jogadores nascidos nas ilhas cabo-verdianas que são internacionais por Portugal e há futebolistas que vieram ao mundo em solo português que jogam pela seleção de Cabo Verde.
 
Talvez por ainda haver uma certa cultura que faz com que muitos jogadores priorizem a equipa das quinas em detrimento dos tubarões azuis, a maior dos elegíveis para jogar por Cabo Verde que têm passado pelo Benfica optaram por representar Portugal. Porém, antes do recém-contratado Sidny Lopes Cabral houve outros quatro futebolistas internacionais A por Cabo Verde que jogaram pela equipa principal das águias.
 
Vale por isso a pena recordá-los.

sexta-feira, 26 de dezembro de 2025

A primeira aposta de Mourinho no Benfica virou economista e comentador. Quem se lembra de Diogo Luís?

Diogo Luís disputou 28 jogos pela equipa principal do Benfica
Foi a primeira aposta de José Mourinho como treinador principal. Quando chegou ao Benfica, o técnico encontrou um grupo amorfo de jogadores e quis agitar ás águas com a chamada de três jogadores da equipa B: Geraldo, Nuno Abreu e Diogo Luís. O trio ficou conhecido por “Irmãos Metralha”, mas no caso do último, um promissor lateral esquerdo algo franzino e sem o mesmo nível de combatividade dos dois primeiros, levou com o rótulo por tabela.
 
Nascido a 10 de agosto de 1980 em Lisboa, com quase toda a formação feita de águia ao peito e mais de uma dezena de internacionalizações pelas seleções jovens, vinha de mais de um ano a jogar com regularidade nos bês encarnados quando Mourinho o decidiu lançar.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2025

O defesa que dedicou a vida ao Benfica. Quem se lembra de António Bastos Lopes?

Bastos Lopes jogou 387 vezes pelo Benfica entre 1973 e 1986
Um exemplo de devoção a um clube, o Benfica. Chegou à Luz como júnior em 1970 após ter começado a jogar futebol no Odivelas, subiu à equipa principal dois anos depois e por lá se manteve durante 15 temporadas, até ao final da carreira. Mais tarde voltou aos encarnados como treinador nas camadas jovens – atualmente é adjunto de Pedro Faria nos juvenis.
 
Nascido a 19 de dezembro de 1953 em Lisboa, António Bastos Lopes era um fiável defesa que começou como lateral direito e passou pelo lado esquerdo do setor mais recuado, mas que se tornou num central de qualidade. Depois de uns três primeiros anos na equipa principal marcados por uma escassa utilização, beneficiou da saída de Humberto Coelho para o Paris Saint-Germain em 1975 para se estabelecer como titular, resistindo à concorrência de Eurico Gomes, Carlos Alhinho e João Laranjeira. Já numa fase mais adiantada da carreira foi importante para a integração de centrais como Oliveira e Samuel.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2025

Foi futebolista, treinador, dirigente, árbitro, fundador de A Bola e militar. Recorde Ribeiro dos Reis

Ribeiro dos Reis foi jogador, treinador e dirigente no Benfica
Só viveu 65 anos, mas teve uma vida que deu para tudo: foi futebolista, treinador, árbitro, dirigente, jornalista e militar. E em quase todas essas funções se evidenciou ao mais alto nível.
 
Nascido a 19 de julho de 1896 em Lisboa, António Ribeiro dos Reis começou a jogar futebol na Casa Pia e no Liceu Pedro Nunes, mas em 1913 ingressou no Benfica e por lá ficou até terminar a carreira, em 1925. Enquanto futebolista disputou o primeiro jogo de sempre da seleção nacional, diante de Espanha, em dezembro de 1921, e venceu três Campeonatos de Lisboa (1915-16, 1917-18 e 1919-20) de águia ao peito.
 

segunda-feira, 24 de novembro de 2025

O lateral que trocou o Sporting pelo Benfica na resposta ao verão quente. Quem se lembra de Marinho?

Marinho mudou-se do Sporting para o Benfica no verão de 1995
Representou Sporting e Benfica, mas não venceu mais do que duas Taças de Portugal e não chegou a internacional A por Portugal, após cinco jogos pela seleção de sub-21.
 
Mário Teixeira da Costa, mais conhecido por Marinho, nasceu a 24 de novembro de 1970 na cidade alemã de Singen, onde os pais estavam emigrados, mas veio para Portugal bem a tempo de começar a jogar futebol nas camadas jovens do Sporting, aos 13 anos.
 
Médio de origem, estreou-se pela equipa principal a 8 de março de 1989, quando ainda era júnior, tendo sido lançado por Vítor Damas nos minutos finais de um jogo do campeonato em que os leões golearam o Vizela (4-1).

terça-feira, 18 de novembro de 2025

O campeão europeu pelo Real Madrid que não vingou no Benfica. Quem se lembra de Júlio César?

Júlio César chegou à Luz um ano após ter vencido a Liga dos Campeões
Foi maioritariamente titular no Real Madrid campeão europeu de 1999-00, passou pelo AC Milan e tinha fama de ser um central que saía bem a jogar, mas não confirmou no Benfica as credenciais que lhe eram atribuídas.
 
Júlio César Santos Correa nasceu a 18 de novembro de 1978 em São Luís do Maranhão, no Brasil, mas sempre foi pouco conhecido no seu país, onde nunca chegou a jogar. Após passar pelas camadas jovens dos mexicanos do América, estreou-se como futebolista profissional nos hondurenhos do Marathón, de onde saiu aos 17 anos para os espanhóis do Valladolid, em 1996.
 
Deu-se bem nos pucelanos, ao ponto de ter contribuído para um honroso 7.º lugar na liga espanhola em 1996-97, que valeu o apuramento para a Taça UEFA, e para classificações a meio da tabela nas duas épocas que se seguiram.

segunda-feira, 10 de novembro de 2025

O guarda-redes russo na origem da detenção de Vale e Azevedo. Quem se lembra de Ovchinnikov?

Ovchinnikov esteve quatro anos e meio em Portugal
Foi internacional russo em 35 ocasiões, esteve em dois Europeus e deixou boa imagem no futebol português, apesar de assombrado por dois monstros das balizas, Michel Preud’homme e Vítor Baía, e de ter estado na origem da detenção de Vale e Azevedo.
 
Nascido a 10 de novembro de 1970 em Moscovo, fez toda a formação no Dínamo local, mas não chegou a estrear-se pela equipa principal, tendo passado pelos georgianos do Dynamo Sukhumi antes de se começar a afirmar como um dos melhores guarda-redes russos ao serviço do Lokomotiv Moscovo entre 1991 e 1997.
 
Enquanto guardião dos moscovitas venceu duas taças da Rússia (1996 e 1997), foi eleito guarda-redes russo do ano em duas ocasiões (1994 e 1995) e tornou-se num habitual convocado para a seleção do seu país, pela qual se haveria de estrear a 17 de fevereiro de 1993, após cinco internacionalizações pela seleção de sub-21 da União Soviética e duas pela seleção B da Rússia. Não foi convocado por Pavel Sadyrin para o Mundial 1994, mas esteve entre os eleitos de Oleg Romantsev para o Euro 1996.

segunda-feira, 3 de novembro de 2025

O “chuta-chuta” que acompanhou Jesus no Benfica e no Sporting. Quem se lembra de Bruno César?

Bruno César ganhou uma Taça da Liga pelo Benfica e outra pelo Sporting
Numa era em que o futebol se tornava cada vez mais padronizado e com tantos jogadores com o penteado da moda e um físico imaculado, Bruno César era uma espécie de elemento disruptor, que parecia ter viajado do passado. Com uma careca à Santo António precocemente desenvolvida e uma tendência natural para ser mais volumoso do que os demais, não hesitava em armar o remate onde o jogador comum optava pelo passe.
 
Dotado de um pé esquerdo bem calibrado e de uma cultura tática que lhe permitia jogar em várias posições, desde lateral esquerdo a extremo direito sem esquecer as funções de n.º 10, nasceu a 3 de novembro de 1988 em Santa Bárbara d'Oeste, no estado brasileiro de São Paulo, e começou por jogar futebol nas camadas jovens do modesto União Barbarense.

quinta-feira, 30 de outubro de 2025

O antigo guardião do Benfica que ocupou cargos de topo no Record e n’A Bola. Quem se lembra de Delgado?

Delgado brilhou no Portimonense antes de chegar ao Benfica
Hoje é mais conhecido como jornalista, mas foi, durante meia dúzia de anos, uma espécie de eterno suplente de Manuel Bento no Benfica, já depois de boas épocas nas balizas de Belenenses e Portimonense e de uma chamada à seleção nacional A que não se traduziu em internacionalizações.
 
José Manuel Delgado nasceu em Lisboa, a 30 de outubro de 1957, mas foi nas camadas jovens do Sp. Braga que se iniciou como futebolista. Quando entrou na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, em 1974, voltou à capital para concluir a formação no Sporting, clube que o catapultou para a seleção nacional de sub-18.
 
Na transição para sénior, porém, teve de procurar a sorte noutras paragens. Encontrou-a no Montijo, emblema pelo qual fez a estreia na I Divisão a 2 de janeiro de 1977, numa vitória caseira sobre o Belenenses (1-0). Fez mais nove jogos nessa época, tendo sofrido onze golos, não conseguindo impedir a despromoção à II Divisão. Após o fecho do campeonato, representou a seleção nacional de sub-21 no Torneio de Toulon, em França.

quarta-feira, 29 de outubro de 2025

O “Eusébio branco” de Guimarães campeão por Benfica e Sporting. Quem se lembra de Pedras?

Pedras foi três vezes internacional A por Portugal
Nasceu em Guimarães e começou a jogar no Vitória local, mas foi ao serviço de Benfica e Sporting que festejou campeonatos nacionais e com a camisola de outro Vitória, o de Setúbal, que se catapultou para a seleção nacional A.
 
José Maria Freitas Pereira veio ao mundo a 29 de outubro de 1941, filho de Maria Amélia de Freitas e Armando Pereira, relojoeiro na cidade-berço de quem herdou a alcunha de Pedras. Rapidamente se destacou em relação aos demais nos jogos de rua, o que tornou inevitável o ingresso dele e do irmão mais velho no principal clube da cidade.
 
Em abril de 1960 tornou-se no primeiro jogador do Vitória de Guimarães a jogar por uma seleção nacional, no caso a de sub-18, tendo participado no Campeonato da Europa da categoria ao lado de, entre outros, António Simões.

terça-feira, 23 de setembro de 2025

Fez-se internacional A no Vitória de Guimarães e jogou pelos três grandes. Quem se lembra de Romeu?

Romeu somou onze internacionalizações pela seleção nacional A
Um dos raros casos de jogadores que representaram os chamados três grandes do futebol português, Benfica, FC Porto e Sporting, mas que curiosamente somou a primeira de onze internacionalizações pela seleção nacional A quando ainda representava o clube que o projetou, o Vitória de Guimarães, em abril de 1974, pela mão de José Maria Pedroto.
 
No ano seguinte, este médio ofensivo que nasceu em Vila Praia de Âncora a 4 de março de 1954 e cresceu em Moçambique transferiu-se para o Benfica, mas não se afirmou, apesar da conquista de dois campeonatos (1975-76 e 1976-77). Na segunda de duas épocas na Luz, o treinador inglês John Mortimore colocou-o a lateral esquerdo numa visita ao Belenenses no Restelo (3-2) e nunca mais contou com ele na sua posição natural no meio-campo. Como o “cenoura” – alcunha motivada pelo cabelo ruivo – não falava inglês nem Mortimore português, o impasse arrastou-se até ao final da temporada, quando os encarnados o devolveram ao Vitória de Guimarães ao fim de apenas 16 jogos.

O rigoroso inglês que guiou o Benfica à conquista de dois campeonatos. Quem se lembra de John Mortimore?

Mortimore treinou o Benfica nas décadas de 1970 e 1980
Impunha rigor e disciplina e guiou o Benfica à conquista de dois campeonatos, outras tantas Taças de Portugal e uma Supertaça Cândido de Oliveira. Treinou as águias em dois períodos distintos, de 1976 a 1979 e de 1985 e 1987, tendo triunfado em ambas as ocasiões.
 
Era “muito exigente e tinha um grande rigor. Era impressionante no cumprimento do horário. Às 10h00 começava impreterivelmente o treino”, recordou ao Correio da Manhã o antigo capitão encarnado Diamantino Miranda, que deu conta de que o técnico passava dez minutos antes do apronto pela cabina em direção ao posto médico para se certificar que ninguém tinha falhado os compromissos.

segunda-feira, 22 de setembro de 2025

O capitão que ergueu a única Taça de Portugal do Leixões. Quem viu jogar Raul Machado?

Raul Machado levantou a Taça de Portugal nas Antas em 1960-61
O Leixões tem nas suas vitrinas uma Taça de Portugal. E quem a ergueu, em pleno Estádio das Antas após triunfo sobre o FC Porto, foi o central Raul Machado, que na altura tinha apenas 23 anos. Depois desse feito foi para o Benfica conquistar seis campeonatos e duas Taças de Portugal.
 
Nascido em Matosinhos a 22 de setembro de 1937, entrou para a equipa principal dos bebés do Mar em 1958-59, época marcada pela promoção à I Divisão. Nas temporadas que se seguiram reforçou o estatuto, com destaque para a conquista da prova rainha em 1960-61 e para a caminhada até aos quartos de final da Taça das Taças em 1961-62.

quarta-feira, 17 de setembro de 2025

O brasileiro do Benfica que disse que fazer golos era a sua profissão. Quem se lembra de Lima?

Lima ajudou o Benfica a atingir a final da Taça dos Campeões em 1990
Chegou a Portugal no verão de 1988 e apresentou-se: “Lima limão, fazer golos é a minha profissão.” Com 16 golos em 49 jogos pelo Benfica, não foi propriamente uma estrela, mas também não foi um flop. Os adeptos encarnados agradecem-lhe, sobretudo, o contributo na caminhada até à final da Taça dos Campeões Europeus em 1989-90.
 
Nascido a 17 de setembro de 1962 em Camapuã, em Mato Grosso do Sul, começou por se destacar no Campeonato Mato-Grossense. Em 1978, ao serviço do Operário, foi considerado o jogador revelação do estadual. Dois anos depois, sagrou-se melhor marcador, feito que repetiu em 1982 e 1983.

sexta-feira, 12 de setembro de 2025

O bicampeão europeu pelo Benfica enquanto gozava uma licença sem vencimento na CUF. Quem se lembra de Mário João?

Mário João só jogou por CUF e Benfica em 14 anos de carreira
Em 1957 pediu uma licença sem vencimento à CUF para jogar no Benfica, quando Otto Glória implementou o profissionalismo, e cinco anos depois a empresa escreveu-lhe uma carta a ameaçar despedi-lo se não voltasse para a fábrica para trabalhar a tempo inteiro, o que o fez regressar à casa-mãe. Pelo meio venceu duas Taças dos Campeões Europeus (1960-61 e 1961-62), dois campeonatos (1959-60 e 1960-61) e duas Taças de Portugal (1958-59 e 1961-62).
 
Nascido no Barreiro a 6 de junho de 1935, cresceu ao lado do campo da CUF e desenvolveu imediatamente intimidade com a bola. Aos 15 anos, inscreveu-se no clube-empresa e sagrou-se vice-campeão nacional de juniores logo na primeira época.

terça-feira, 9 de setembro de 2025

O húngaro que morreu em campo, a sorrir, com a camisola do Benfica. Quem se lembra de Fehér?

Miklós Fehér morreu quando tinha apenas 24 anos
O FC Porto abriu-lhe as portas do futebol português, mas foi no Salgueiros e no Sp. Braga que mostrou ser goleador e no Benfica que ficou imortalizado com um busto e a propriedade eterna da camisola 29, infelizmente pelos piores motivos, uma morte prematura após cair inanimado em campo, de águia ao peito, aos 24 anos.
 
Nascido em 20 de julho de 1979 em Tatabánya, no noroeste da Hungria, iniciou a carreira e começou a dar nas vistas ao serviço do Győri ETO, pelo qual se estreou durante a temporada de 1995-96, quando tinha apenas 16 anos. Depois de 23 golos em 62 jogos no campeonato húngaro ao longo de três temporadas e após ter participado no Europeu de sub-18 e ser eleito melhor jovem futebolista húngaro do ano em 1997, foi detetado pelo departamento de prospeção do FC Porto, que o contratou no verão de 1998.

sábado, 6 de setembro de 2025

O campeão em quatro divisões em Portugal que jogou na Bundesliga e foi estrela na Suíça. Quem se lembra de Carlitos?

Carlitos foi internacional sub-21 por Portugal (sete jogos/dois golos)
Um bom exemplo do que é subir a pulso na carreira. No espaço de quatro anos, foi campeão na III Divisão (pelo Amora, em 2000-01), II Divisão B (Estoril, 2002-03), II Liga (Estoril, 2003-04) e I Liga (Benfica 2004-05). Pelo meio, ainda deu a Portugal o terceiro lugar no Europeu de sub-21 em 2004. Depois de fazer o pleno no futebol luso, foi para a Suíça vencer dois campeonatos (pelo Basileia, em 2007-08 e 2009-10), jogou na Bundesliga (pelo Hannover, entre 2010 e 2012) e apurou o Estoril para a Liga Europa em anos consecutivos (2013 e 2014). Ficou a faltar a seleção nacional A.
 
Filho de pai cabo-verdiano e mãe portuguesa, nasceu em Lisboa e ainda viveu no antigo Casal Ventoso, foi viver para a margem sul do Tejo ainda em tenra idade. Foi no clube do bairro, o Arrentela, no concelho do Seixal, que se iniciou o trajeto inspirador de Carlitos, fã de Romário, no futebol.

quinta-feira, 28 de agosto de 2025

Um dos heróis da única Taça do Leixões e sete vezes campeão pelo Benfica. Quem se lembra de Jacinto?

Jacinto triunfou no Leixões antes de dar o salto para o Benfica em 1962
Defesa matosinhense e formado no Leixões, numa altura em que era comum muitos produtos da formação ascenderem à equipa principal do clube, os chamados “bebés do Mar”, foi lançado às feras ainda com 19 anos, em 1960-61, e logo nessa época contribuiu para a conquista da Taça de Portugal, a única do emblema alvirrubro.
 
Versátil, podendo alinhar como lateral ou central com igual eficácia, começou como defesa esquerdo, mas foi no eixo defensivo que jogou (ao lado de Raul Machado), devido a problemas de saúde do histórico Raúl Oliveira, na final ganha ao FC Porto (2-0) em pleno… Estádio das Antas, a 9 de julho de 1961.

quarta-feira, 27 de agosto de 2025

O brasileiro que saiu do FC Porto para o Benfica e naturalizou-se português. Quem se lembra de Paulo Pereira?

Paulo Pereira passou quase oito anos no futebol potuguês
Um raro caso de um jogador que saiu diretamente do FC Porto para o Benfica, com um polémico processo de naturalização à mistura que reacendeu o conflito norte-sul.
 
Defesa brasileiro capaz de atuar a central ou lateral e irmão gémeo do mais conceituado Paulo Silas, internacional canarinho que jogou no Sporting, entrou no futebol português em dezembro de 1988 pela porta de um FC Porto em remodelação, na ressaca da conquista do título europeu no ano anterior. Na altura tinha 23 anos e era proveniente dos mexicanos do Monterrey, após ter despontado no modesto São Bento.
 
Com a expetativa não de assumir desde logo a titularidade, mas de assegurar o futuro de uma equipa onde começavam a entrar jovens como Vítor Baía, Domingos, Secretário, Fernando Couto, Rui Jorge, Folha, Jorge Couto ou Jorge Costa, sagrou-se campeão nacional na segunda (1989-90) e na quarta época (1991-92) que passou nas Antas.

segunda-feira, 25 de agosto de 2025

O ala do Boavista que vestiu a camisola 10 no Benfica. Quem se lembra de Nelo?

Nelo fez grande parte da carreira no Bessa e foi internacional A
Lateral/médio esquerdo portuense, foi uma das grandes figuras do Boavistão entre 1988 e 1997, período no qual somou 202 jogos, nove golos e três troféus com a camisola axadrezada. Chegou a internacional A (11 jogos) e foi levado para o Benfica no tempo da revolução no plantel operada pelo presidente Manuel Damásio e o treinador Artur Jorge, mas não conseguiu replicar na Luz o êxito que teve no Bessa.
 
Formado no Boavista, teve muito que penar até se fixar no plantel principal, tendo passado por empréstimos a Felgueiras e Farense antes de se afirmar verdadeiramente na casa-mãe a partir da temporada 1990-91. Contudo, quando o conseguiu agarrou de tal forma o lugar que logo em outubro de 1990 foi convocado para a seleção nacional A, estreando-se num triunfo sobre a campeã europeia Holanda no Estádio das Antas (1-0).
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