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sexta-feira, 13 de março de 2026

O brasileiro contratado pelo Benfica para fazer esquecer Chalana. Quem se lembra de Wando?

Wando representou Sp. Braga, Benfica, Vitória FC e Marítimo
Chegou a Portugal com 19 anos, oriundo do Vasco da Gama, para brilhar no Sp. Braga. Afirmou-se de tal forma no Minho que em 1984 foi apresentado no Benfica como substituto de Chalana, uma responsabilidade que se revelou demasiado pesada.
 
Extremo nascido no Rio de Janeiro a 13 de março de 1963, Geovânio Bonfim Sobrinho, mais conhecido no mundo do futebol como Wando, concluiu a formação num dos mais conceituados emblemas cariocas, mas fez quase toda a carreira no futebol luso.
 

sexta-feira, 6 de março de 2026

O lateral marroquino que marcou pelo Benfica numa final da Taça. Quem se lembra de El-Hadrioui?

El-Hadrioui atuou 29 vezes de águia ao peito em 1997 e 1998 
Esteve ano e meio no Benfica e foi o dono da posição de lateral esquerdo desde a saída de Dimas até à chegada de Scott Minto. Marcou apenas um golo em 29 jogos de águia ao peito, mas fê-lo numa ocasião especial, uma final da Taça de Portugal… perdida para o Boavista.
 
Nascido na cidade de Taza, no norte de Marrocos, a 6 de março de 1972, era já um conceituado jogador no seu país, convocado para os Jogos Olímpicos de 1992 e para o Mundial 1994, quando Mário Wilson, que o havia orientado no FAR Rabat, o recomendou ao Benfica aquando da saída de Dimas para a Juventus, em janeiro de 1997.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

O patinho feio que sucedeu a Coentrão no Benfica. Quem se lembra de Emerson?

Emerson atuou em 39 jogos pelo Benfica em 2011-12
A posição de lateral esquerdo foi, durante vários anos, uma dor de cabeça para os vários treinadores do Benfica. Quique Flores insistiu em desviar David Luiz para lá e Jorge Jesus experimentou Shaffer e César Peixoto antes de se decidir pela adaptação, com grande sucesso, de Fábio Coentrão. Após a saída do canhoto das Caxinas para o Real Madrid, o problema voltou a colocar-se, com Emerson a não convencer.
 
Recrutado ao então campeão francês Lille no verão de 2011, o defesa brasileiro mostrou estar a anos-luz da vocação ofensiva do antecessor, algo essencial numa equipa que tantas e tantas vezes no campeonato jogava instalada no meio-campo adversário. A solidez defensiva que acrescentava era um atributo considerado insuficiente aos olhos dos adeptos, mas a aposta em 2011-12 recaiu quase sempre sobre Emerson, que relegou para o banco um campeão do mundo em título, Joan Capdevila.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

O alentejano da Mina de São Domingos que brilhou no Benfica. Quem viu jogar Valadas?

Valadas representou o Benfica entre 1934 e 1944
Talvez o primeiro grande futebolista alentejano, um extremo esquerdino natural da Mina de São Domingos que passou dois anos no Sporting antes de se tornar numa das principais figuras do Benfica nas décadas de 1930 e 1940.
 
Nascido a 16 de fevereiro de 1912, Alfredo Valadas começou a jogar futebol no Luso Sporting Clube de Beja e, aos 19 anos, apareceu em Lisboa a oferecer-se ao Sporting, clube do seu coração. Um treino bastou para convencer o treinador inglês Artur John a integrá-lo logo no plantel principal.
 
Em dois anos de leão ao peito, entre 1931 e 1933, marcou 24 golos em 38 jogos, não tendo conquistado qualquer título nem… arranjado emprego, um pedido que o jogador havia feito ao emblema leonino para ficar como seu jogador.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

O titular na Espanha campeã mundial que foi flop no Benfica. Quem se lembra de Capdevila?

Capdevila não foi além de 12 jogos de águia ao peito
O segundo campeão do mundo a jogar em Portugal, depois de Anderson Polga e antes de Iker Casillas, Adil Rami, Julian Draxler, Enzo Fernández, Nico Otamendi e Ángel Di María. Até chegou ao Benfica apenas um ano após ter sido titular na seleção espanhola que venceu o Mundial 2010, mas foi tudo menos feliz na Luz.
 
Joan Capdevila nasceu a 3 de fevereiro de 1978 em Tàrrega, na Catalunha, e começou por jogar futebol no modesto Unió Esportiva Tàrrega, chegando a atuar pela equipa principal antes de concluir a formação no Espanyol.
 

sábado, 3 de janeiro de 2026

Os quatro internacionais cabo-verdianos que jogaram pelo Benfica

Quatro tubarões azuis jogaram de águia ao peito
A ligação entre Portugal e Cabo Verde continua a ser umbilical. E o futebol é reflexo disso: há jogadores nascidos nas ilhas cabo-verdianas que são internacionais por Portugal e há futebolistas que vieram ao mundo em solo português que jogam pela seleção de Cabo Verde.
 
Talvez por ainda haver uma certa cultura que faz com que muitos jogadores priorizem a equipa das quinas em detrimento dos tubarões azuis, a maior dos elegíveis para jogar por Cabo Verde que têm passado pelo Benfica optaram por representar Portugal. Porém, antes do recém-contratado Sidny Lopes Cabral houve outros quatro futebolistas internacionais A por Cabo Verde que jogaram pela equipa principal das águias.
 
Vale por isso a pena recordá-los.

sexta-feira, 26 de dezembro de 2025

A primeira aposta de Mourinho no Benfica virou economista e comentador. Quem se lembra de Diogo Luís?

Diogo Luís disputou 28 jogos pela equipa principal do Benfica
Foi a primeira aposta de José Mourinho como treinador principal. Quando chegou ao Benfica, o técnico encontrou um grupo amorfo de jogadores e quis agitar ás águas com a chamada de três jogadores da equipa B: Geraldo, Nuno Abreu e Diogo Luís. O trio ficou conhecido por “Irmãos Metralha”, mas no caso do último, um promissor lateral esquerdo algo franzino e sem o mesmo nível de combatividade dos dois primeiros, levou com o rótulo por tabela.
 
Nascido a 10 de agosto de 1980 em Lisboa, com quase toda a formação feita de águia ao peito e mais de uma dezena de internacionalizações pelas seleções jovens, vinha de mais de um ano a jogar com regularidade nos bês encarnados quando Mourinho o decidiu lançar.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2025

O defesa que dedicou a vida ao Benfica. Quem se lembra de António Bastos Lopes?

Bastos Lopes jogou 387 vezes pelo Benfica entre 1973 e 1986
Um exemplo de devoção a um clube, o Benfica. Chegou à Luz como júnior em 1970 após ter começado a jogar futebol no Odivelas, subiu à equipa principal dois anos depois e por lá se manteve durante 15 temporadas, até ao final da carreira. Mais tarde voltou aos encarnados como treinador nas camadas jovens – atualmente é adjunto de Pedro Faria nos juvenis.
 
Nascido a 19 de dezembro de 1953 em Lisboa, António Bastos Lopes era um fiável defesa que começou como lateral direito e passou pelo lado esquerdo do setor mais recuado, mas que se tornou num central de qualidade. Depois de uns três primeiros anos na equipa principal marcados por uma escassa utilização, beneficiou da saída de Humberto Coelho para o Paris Saint-Germain em 1975 para se estabelecer como titular, resistindo à concorrência de Eurico Gomes, Carlos Alhinho e João Laranjeira. Já numa fase mais adiantada da carreira foi importante para a integração de centrais como Oliveira e Samuel.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2025

Foi futebolista, treinador, dirigente, árbitro, fundador de A Bola e militar. Recorde Ribeiro dos Reis

Ribeiro dos Reis foi jogador, treinador e dirigente no Benfica
Só viveu 65 anos, mas teve uma vida que deu para tudo: foi futebolista, treinador, árbitro, dirigente, jornalista e militar. E em quase todas essas funções se evidenciou ao mais alto nível.
 
Nascido a 19 de julho de 1896 em Lisboa, António Ribeiro dos Reis começou a jogar futebol na Casa Pia e no Liceu Pedro Nunes, mas em 1913 ingressou no Benfica e por lá ficou até terminar a carreira, em 1925. Enquanto futebolista disputou o primeiro jogo de sempre da seleção nacional, diante de Espanha, em dezembro de 1921, e venceu três Campeonatos de Lisboa (1915-16, 1917-18 e 1919-20) de águia ao peito.
 

segunda-feira, 24 de novembro de 2025

O lateral que trocou o Sporting pelo Benfica na resposta ao verão quente. Quem se lembra de Marinho?

Marinho mudou-se do Sporting para o Benfica no verão de 1995
Representou Sporting e Benfica, mas não venceu mais do que duas Taças de Portugal e não chegou a internacional A por Portugal, após cinco jogos pela seleção de sub-21.
 
Mário Teixeira da Costa, mais conhecido por Marinho, nasceu a 24 de novembro de 1970 na cidade alemã de Singen, onde os pais estavam emigrados, mas veio para Portugal bem a tempo de começar a jogar futebol nas camadas jovens do Sporting, aos 13 anos.
 
Médio de origem, estreou-se pela equipa principal a 8 de março de 1989, quando ainda era júnior, tendo sido lançado por Vítor Damas nos minutos finais de um jogo do campeonato em que os leões golearam o Vizela (4-1).

terça-feira, 18 de novembro de 2025

O campeão europeu pelo Real Madrid que não vingou no Benfica. Quem se lembra de Júlio César?

Júlio César chegou à Luz um ano após ter vencido a Liga dos Campeões
Foi maioritariamente titular no Real Madrid campeão europeu de 1999-00, passou pelo AC Milan e tinha fama de ser um central que saía bem a jogar, mas não confirmou no Benfica as credenciais que lhe eram atribuídas.
 
Júlio César Santos Correa nasceu a 18 de novembro de 1978 em São Luís do Maranhão, no Brasil, mas sempre foi pouco conhecido no seu país, onde nunca chegou a jogar. Após passar pelas camadas jovens dos mexicanos do América, estreou-se como futebolista profissional nos hondurenhos do Marathón, de onde saiu aos 17 anos para os espanhóis do Valladolid, em 1996.
 
Deu-se bem nos pucelanos, ao ponto de ter contribuído para um honroso 7.º lugar na liga espanhola em 1996-97, que valeu o apuramento para a Taça UEFA, e para classificações a meio da tabela nas duas épocas que se seguiram.

segunda-feira, 10 de novembro de 2025

O guarda-redes russo na origem da detenção de Vale e Azevedo. Quem se lembra de Ovchinnikov?

Ovchinnikov esteve quatro anos e meio em Portugal
Foi internacional russo em 35 ocasiões, esteve em dois Europeus e deixou boa imagem no futebol português, apesar de assombrado por dois monstros das balizas, Michel Preud’homme e Vítor Baía, e de ter estado na origem da detenção de Vale e Azevedo.
 
Nascido a 10 de novembro de 1970 em Moscovo, fez toda a formação no Dínamo local, mas não chegou a estrear-se pela equipa principal, tendo passado pelos georgianos do Dynamo Sukhumi antes de se começar a afirmar como um dos melhores guarda-redes russos ao serviço do Lokomotiv Moscovo entre 1991 e 1997.
 
Enquanto guardião dos moscovitas venceu duas taças da Rússia (1996 e 1997), foi eleito guarda-redes russo do ano em duas ocasiões (1994 e 1995) e tornou-se num habitual convocado para a seleção do seu país, pela qual se haveria de estrear a 17 de fevereiro de 1993, após cinco internacionalizações pela seleção de sub-21 da União Soviética e duas pela seleção B da Rússia. Não foi convocado por Pavel Sadyrin para o Mundial 1994, mas esteve entre os eleitos de Oleg Romantsev para o Euro 1996.

segunda-feira, 3 de novembro de 2025

O “chuta-chuta” que acompanhou Jesus no Benfica e no Sporting. Quem se lembra de Bruno César?

Bruno César ganhou uma Taça da Liga pelo Benfica e outra pelo Sporting
Numa era em que o futebol se tornava cada vez mais padronizado e com tantos jogadores com o penteado da moda e um físico imaculado, Bruno César era uma espécie de elemento disruptor, que parecia ter viajado do passado. Com uma careca à Santo António precocemente desenvolvida e uma tendência natural para ser mais volumoso do que os demais, não hesitava em armar o remate onde o jogador comum optava pelo passe.
 
Dotado de um pé esquerdo bem calibrado e de uma cultura tática que lhe permitia jogar em várias posições, desde lateral esquerdo a extremo direito sem esquecer as funções de n.º 10, nasceu a 3 de novembro de 1988 em Santa Bárbara d'Oeste, no estado brasileiro de São Paulo, e começou por jogar futebol nas camadas jovens do modesto União Barbarense.

quinta-feira, 30 de outubro de 2025

O antigo guardião do Benfica que ocupou cargos de topo no Record e n’A Bola. Quem se lembra de Delgado?

Delgado brilhou no Portimonense antes de chegar ao Benfica
Hoje é mais conhecido como jornalista, mas foi, durante meia dúzia de anos, uma espécie de eterno suplente de Manuel Bento no Benfica, já depois de boas épocas nas balizas de Belenenses e Portimonense e de uma chamada à seleção nacional A que não se traduziu em internacionalizações.
 
José Manuel Delgado nasceu em Lisboa, a 30 de outubro de 1957, mas foi nas camadas jovens do Sp. Braga que se iniciou como futebolista. Quando entrou na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, em 1974, voltou à capital para concluir a formação no Sporting, clube que o catapultou para a seleção nacional de sub-18.
 
Na transição para sénior, porém, teve de procurar a sorte noutras paragens. Encontrou-a no Montijo, emblema pelo qual fez a estreia na I Divisão a 2 de janeiro de 1977, numa vitória caseira sobre o Belenenses (1-0). Fez mais nove jogos nessa época, tendo sofrido onze golos, não conseguindo impedir a despromoção à II Divisão. Após o fecho do campeonato, representou a seleção nacional de sub-21 no Torneio de Toulon, em França.

quarta-feira, 29 de outubro de 2025

O “Eusébio branco” de Guimarães campeão por Benfica e Sporting. Quem se lembra de Pedras?

Pedras foi três vezes internacional A por Portugal
Nasceu em Guimarães e começou a jogar no Vitória local, mas foi ao serviço de Benfica e Sporting que festejou campeonatos nacionais e com a camisola de outro Vitória, o de Setúbal, que se catapultou para a seleção nacional A.
 
José Maria Freitas Pereira veio ao mundo a 29 de outubro de 1941, filho de Maria Amélia de Freitas e Armando Pereira, relojoeiro na cidade-berço de quem herdou a alcunha de Pedras. Rapidamente se destacou em relação aos demais nos jogos de rua, o que tornou inevitável o ingresso dele e do irmão mais velho no principal clube da cidade.
 
Em abril de 1960 tornou-se no primeiro jogador do Vitória de Guimarães a jogar por uma seleção nacional, no caso a de sub-18, tendo participado no Campeonato da Europa da categoria ao lado de, entre outros, António Simões.

terça-feira, 23 de setembro de 2025

Fez-se internacional A no Vitória de Guimarães e jogou pelos três grandes. Quem se lembra de Romeu?

Romeu somou onze internacionalizações pela seleção nacional A
Um dos raros casos de jogadores que representaram os chamados três grandes do futebol português, Benfica, FC Porto e Sporting, mas que curiosamente somou a primeira de onze internacionalizações pela seleção nacional A quando ainda representava o clube que o projetou, o Vitória de Guimarães, em abril de 1974, pela mão de José Maria Pedroto.
 
No ano seguinte, este médio ofensivo que nasceu em Vila Praia de Âncora a 4 de março de 1954 e cresceu em Moçambique transferiu-se para o Benfica, mas não se afirmou, apesar da conquista de dois campeonatos (1975-76 e 1976-77). Na segunda de duas épocas na Luz, o treinador inglês John Mortimore colocou-o a lateral esquerdo numa visita ao Belenenses no Restelo (3-2) e nunca mais contou com ele na sua posição natural no meio-campo. Como o “cenoura” – alcunha motivada pelo cabelo ruivo – não falava inglês nem Mortimore português, o impasse arrastou-se até ao final da temporada, quando os encarnados o devolveram ao Vitória de Guimarães ao fim de apenas 16 jogos.

O rigoroso inglês que guiou o Benfica à conquista de dois campeonatos. Quem se lembra de John Mortimore?

Mortimore treinou o Benfica nas décadas de 1970 e 1980
Impunha rigor e disciplina e guiou o Benfica à conquista de dois campeonatos, outras tantas Taças de Portugal e uma Supertaça Cândido de Oliveira. Treinou as águias em dois períodos distintos, de 1976 a 1979 e de 1985 e 1987, tendo triunfado em ambas as ocasiões.
 
Era “muito exigente e tinha um grande rigor. Era impressionante no cumprimento do horário. Às 10h00 começava impreterivelmente o treino”, recordou ao Correio da Manhã o antigo capitão encarnado Diamantino Miranda, que deu conta de que o técnico passava dez minutos antes do apronto pela cabina em direção ao posto médico para se certificar que ninguém tinha falhado os compromissos.

segunda-feira, 22 de setembro de 2025

O capitão que ergueu a única Taça de Portugal do Leixões. Quem viu jogar Raul Machado?

Raul Machado levantou a Taça de Portugal nas Antas em 1960-61
O Leixões tem nas suas vitrinas uma Taça de Portugal. E quem a ergueu, em pleno Estádio das Antas após triunfo sobre o FC Porto, foi o central Raul Machado, que na altura tinha apenas 23 anos. Depois desse feito foi para o Benfica conquistar seis campeonatos e duas Taças de Portugal.
 
Nascido em Matosinhos a 22 de setembro de 1937, entrou para a equipa principal dos bebés do Mar em 1958-59, época marcada pela promoção à I Divisão. Nas temporadas que se seguiram reforçou o estatuto, com destaque para a conquista da prova rainha em 1960-61 e para a caminhada até aos quartos de final da Taça das Taças em 1961-62.

quarta-feira, 17 de setembro de 2025

O brasileiro do Benfica que disse que fazer golos era a sua profissão. Quem se lembra de Lima?

Lima ajudou o Benfica a atingir a final da Taça dos Campeões em 1990
Chegou a Portugal no verão de 1988 e apresentou-se: “Lima limão, fazer golos é a minha profissão.” Com 16 golos em 49 jogos pelo Benfica, não foi propriamente uma estrela, mas também não foi um flop. Os adeptos encarnados agradecem-lhe, sobretudo, o contributo na caminhada até à final da Taça dos Campeões Europeus em 1989-90.
 
Nascido a 17 de setembro de 1962 em Camapuã, em Mato Grosso do Sul, começou por se destacar no Campeonato Mato-Grossense. Em 1978, ao serviço do Operário, foi considerado o jogador revelação do estadual. Dois anos depois, sagrou-se melhor marcador, feito que repetiu em 1982 e 1983.

sexta-feira, 12 de setembro de 2025

O bicampeão europeu pelo Benfica enquanto gozava uma licença sem vencimento na CUF. Quem se lembra de Mário João?

Mário João só jogou por CUF e Benfica em 14 anos de carreira
Em 1957 pediu uma licença sem vencimento à CUF para jogar no Benfica, quando Otto Glória implementou o profissionalismo, e cinco anos depois a empresa escreveu-lhe uma carta a ameaçar despedi-lo se não voltasse para a fábrica para trabalhar a tempo inteiro, o que o fez regressar à casa-mãe. Pelo meio venceu duas Taças dos Campeões Europeus (1960-61 e 1961-62), dois campeonatos (1959-60 e 1960-61) e duas Taças de Portugal (1958-59 e 1961-62).
 
Nascido no Barreiro a 6 de junho de 1935, cresceu ao lado do campo da CUF e desenvolveu imediatamente intimidade com a bola. Aos 15 anos, inscreveu-se no clube-empresa e sagrou-se vice-campeão nacional de juniores logo na primeira época.
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