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sábado, 5 de setembro de 2026

A promessa do Benfica que se retirou devido a uma anomalia cardíaca. Quem se lembra de Rui Baião?

Rui Baião somou 16 jogos e um golo pelo Benfica
Foi, em tempos, uma das maiores promessas do Benfica, tendo chegado a ser comparado com Rui Costa. Estreou-se, e logo como titular no onze de Toni, a 8 de abril de 2001, protagonizando uma boa reta final de época. Na temporada seguinte esteve quase sempre na sombra de Zahovic e acabou por deixar a Luz pela porta pequena.
 
Nascido a 4 de setembro de 1980 no Montijo, filho de um vidraceiro na siderurgia e de uma empregada de limpeza, começou por praticar atletismo na Moita, onde vivia. Depois de vários anos a jogar futebol de salão, em ringues, foi às captações do Barreirense e acabou por ficar… por insistência do amigo Nuno Camões, que impôs essa condição para representar os alvirrubros.
 
Acabou por ficar no pelado da Verderena apenas nos dois anos de iniciado, entre 1993 e 1995. Na primeira época sagrou-se campeão distrital. Na segunda competiu nos nacionais e defrontou Benfica e Sporting, mas como a equipa não passou à fase seguinte, transitou para os juvenis e sagrou-se campeão distrital da categoria.

quarta-feira, 26 de agosto de 2026

O internacional inglês das “big balls” que foi colocado à parte no Benfica. Quem se lembra de Michael Thomas?

Michael Thomas somou 25 jogos e um golo pelo Benfica
Foi um médio defensivo internacional inglês que disputou mais de 150 jogos tanto pelo Arsenal como pelo Liverpool, mas quando chegou ao Benfica, aos 31 anos, não deu conta do recado no meio-campo, motivando vaias dos adeptos e críticas na comunicação social. O treinador Graeme Souness saiu em defesa dele, considerando-o um jogador com “big balls”, imune à pressão, mas… acabou por tirá-lo da equipa.
 
Nascido a 24 de agosto de 1967 em Lambeth, na área metropolitana de Lisboa, era adepto do Tottenham durante a infância, mas começou a jogar futebol nas camadas jovens do Arsenal em 1982.

sexta-feira, 31 de julho de 2026

Uma das torres gémeas do Santos e flop do Benfica. Quem se lembra de André Luís?

André Luís brilhou no Santos antes de chegar ao Benfica
Chegou a ser uma grande promessa do futebol brasileiro. Internacional jovem canarinho, formou com Alex uma dupla de centrais campeã pelo Santos em 2002 que ficou conhecida como as “Torres Gémeas”. Venceu novamente o Brasileirão em 2004, mas logo a seguir falhou a missão de vingar no Benfica, não indo além de dois jogos em meia época. Mas… foi campeão.
 
Nascido a 31 de julho de 1979 em Porto Alegre, mas criado em Bagé, fez quase toda a formação no clube local, o Guarany, mas em 2000 mudou-se para o Santos. No mesmo ano representou a seleção olímpica brasileira que disputou os Jogos de Sydney, mas não foi utilizado no torneio.

quinta-feira, 30 de julho de 2026

O búlgaro que não desiludiu no Benfica, esteve num Mundial e brilhou no Marítimo. Quem se lembra de Iliev?

Iliev foi 34 vezes internacional A pela Bulgária
Um dos bons jogadores búlgaros que passaram pelo futebol português, um médio ofensivo que fez duas épocas interessantes no Benfica antes de ser dispensado por Manuel José e que voltou ao nosso país para brilhar com a camisola do Marítimo já depois de ter estado no Mundial 1998.
 
Nascido a 2 de julho de 1968 na cidade de Varna, a terceira maior da Bulgária, começou a jogar futebol no clube local, o Cherno More, no qual fez a formação e os primeiros anos de sénior, tendo amealhado cerca de 80 jogos e 20 golos entre 1988 e 1991.
 

quarta-feira, 13 de maio de 2026

O brasileiro contratado para substituir Paulo Bento no Benfica. Quem se lembra de Jamir?

Jamir somou 22 jogos e dois golos pelo Benfica em 1996-97
Mais um jogador do “Vietname do Benfica” que não deixou saudades. Foi contratado por indicação do treinador Paulo Autuori para suceder a Paulo Bento no meio-campo encarnado no verão de 1996. Ainda começou como titular e fez parte da célebre tática do pirilau, mas depois murchou e saiu da equipa.
 
Nascido a 13 de maio de 1972 em Porto Alegre, no estado brasileiro de Rio Grande do Sul, concluiu a formação e iniciou o percurso como sénior no modesto São José, de onde se mudou para o Grêmio em 1991.
 
Ao serviço do tricolor gaúcho venceu o campeonato estadual em 1993 e a Copa do Brasil em 1994.

sexta-feira, 24 de abril de 2026

O conceituado central belga que não foi feliz no Benfica. Quem se lembra de Vertonghen?

Vertonghen somou 89 jogos e um golo de águia ao peito de 2020 a 2022
Foi um dos bons centrais da sua geração, peça-chave do Tottenham vice-campeão europeu em 2018-19 e titularíssimo na geração de ouro da Bélgica que alcançou o terceiro lugar no Mundial 2018. No ocaso da carreira representou o Benfica, de onde saiu quando percebeu que ia ser suplente de António Silva.
 
Jan Vertonghen nasceu a 24 de abril de 1987, em Sint-Niklaas, na Bélgica, e cedo se destacou pela inteligência tática, capacidade de passe e versatilidade, podendo atuar tanto no centro como no lado esquerdo da defesa.
 

quinta-feira, 16 de abril de 2026

“Tenham cuidado, ele é perigoso, ele é o Oscar ‘Tacuara’ Cardozo”. Qual é a principal recordação que têm dele?

Cardozo disputou 172 golos em 293 jogos de águia ao peito
O avançado paraguaio Óscar Cardozo, que brilhou no Benfica entre 2007 e 2014, anunciou esta quarta-feira o termo da sua carreira, aos 42 anos, após mais de 20 épocas no ativo.
 
No verão de 2007, ‘Tacuara’ rumou ao emblema da Luz por cerca de nove milhões de euros, proveniente dos argentinos do Newell´s Old Boys, tendo sido, na altura, a segunda transferência mais cara da história dos encarnados, nos quais se tornou o estrangeiro com mais golos marcados.

terça-feira, 14 de abril de 2026

O trinco brasileiro que jogou no Benfica após brilhar no Mundial 1986. Quem se lembra de Elzo?

Elzo disputou 51 jogos pelo Benfica entre 1987 e 1989
Brilhou no Mundial 1986 no meio-campo da seleção brasileira, após roubar a titularidade ao conceituado Falcão. Apesar de um convite do Real Madrid, decidiu assinar pelo Benfica por dois motivos:  a abertura dos encarnados para que ficasse mais um ano no Atlético Mineiro e o sonho de conhecer Eusébio.
 
Médio de características defensivas nascido a 22 de janeiro de 1961 em Serrania, no estado brasileiro de Minas Gerais, começou a carreira em pequenos clubes paulistas como Ginásio Pinhalense, Inter de Limeira e Amparo.
 
Em 1984 foi contratado pelo Atlético Mineiro. Ao serviço do galo venceu dois campeonatos estaduais (1985 e 1986) e mostrou-se ao selecionador Telê Santana, que o chamou pela primeira vez em março de 1986, a poucos meses do Mundial do México.

segunda-feira, 30 de março de 2026

O central brasileiro que brilhou no Tirsense e em Inglaterra mas não no Benfica. Quem se lembra de Paredão?

Paredão brilhou no Tirsense antes de não vingar no Benfica
Entrou em Portugal pela porta da Académica, ajudou a construir o melhor Tirsense da história e deu-se mal no Benfica, mas depois foi para Inglaterra fazer épocas interessantes ao serviço de clubes como Sheffield Wednesday, Chelsea, Sunderland ou Bolton.
 
Nascido a 30 de março de 1972 em Porto Alegre, no estado brasileiro de Rio Grande do Sul, Emerson Thome ganhou estatuto na Premier League com o próprio nome, mas em Portugal sempre foi conhecido pela alcunha de Paredão.
 
Formado no Internacional, clube no qual também iniciou a carreira profissional, reforçou a Académica, então na II Liga, em 1992-93, não indo além de três jogos até final da época, uma escassa utilização justificada por motivos burocráticos. “Por causa da antiga lei dos estrangeiros só tive condições de jogar quando libertaram um jogador que era o Earl, de Trinidad e Tobago, numa altura em que lá estavam também o Latapy e o Lewis. Ele depois saiu e entrei na vaga dele quase a meio de março. Fiz apenas três jogos na Académica, na II Liga, na altura. A Académica tinha uma equipa espetacular. Acabámos em quarto lugar, quase a subir de divisão. Tinha o Zé do Carmo, Latapy, Lewis, Tó Luís. Uma equipa engraçada”, recordou ao Maisfutebol em outubro de 2017.

quinta-feira, 26 de março de 2026

O lateral paraguaio que não deixou saudades no Benfica. Quem se lembra de Rojas?

Rojas disputou 42 jogos pelo Benfica entre 1999 e 2001
Há quem diga que foi muito regular no Benfica: jogava sempre mal. Atuava à direita ou à esquerda na defesa e esteve em alguns dos piores momentos dos encarnados na viragem do milénio: a goleada sofrida em Vigo (0-7), a chocante eliminação na Taça UEFA às mãos do Halmstads e derrotas difíceis de digerir para a Taça de Portugal diante de Sporting (1-3 na Luz) e FC Porto (0-4 nas Antas).
 
Lateral nascido a 26 de janeiro de 1971 em Posadas, na Argentina, foi jogar para o país dos avós, o Paraguai, quando tinha 20 anos. Começou pelo Cerro Corá em 1991, mas no ano seguinte mudou-se para o mais conceituado Libertad, no qual se começou a destacar.

quinta-feira, 19 de março de 2026

O sadino que defendeu a baliza do Benfica em duas finais europeias. Quem se lembra de Silvino?

Silvino disputou 258 jogos com a camisola do Benfica
Antes de se tornar num dos melhores treinadores de guarda-redes do seu tempo, Silvino Louro foi um guardião marcante no futebol português ao longo de cerca de duas décadas, desde que se estreou na baliza do clube da sua cidade-natal, o Vitória de Setúbal, em 1978, até ter pendurado as luvas, no Salgueiros, em 2000.
 
Pelo meio uma carreira carregada de êxitos, na qual se contabilizam 23 internacionalizações, seis campeonatos, duas Supertaças e três Taças de Portugal. Esteve também em duas finais da Taça dos Campeões Europeus.
 
Nascido à beira-Sado, aproveitou as saídas de António Vaz e Jorge Martins para se tornar no titular do Vitória, quando tinha apenas 19 anos. Rapidamente também chegou à seleção nacional de sub-21, mas não se julgue que a partir daí foi sempre a subir. Entre 1980 e 1982 esteve tapado por Amaral e teve de procurar espaço noutras paragens, tendo-o encontrado noutro Vitória, o de Guimarães.

sexta-feira, 13 de março de 2026

O brasileiro contratado pelo Benfica para fazer esquecer Chalana. Quem se lembra de Wando?

Wando representou Sp. Braga, Benfica, Vitória FC e Marítimo
Chegou a Portugal com 19 anos, oriundo do Vasco da Gama, para brilhar no Sp. Braga. Afirmou-se de tal forma no Minho que em 1984 foi apresentado no Benfica como substituto de Chalana, uma responsabilidade que se revelou demasiado pesada.
 
Extremo nascido no Rio de Janeiro a 13 de março de 1963, Geovânio Bonfim Sobrinho, mais conhecido no mundo do futebol como Wando, concluiu a formação num dos mais conceituados emblemas cariocas, mas fez quase toda a carreira no futebol luso.
 

sexta-feira, 6 de março de 2026

O lateral marroquino que marcou pelo Benfica numa final da Taça. Quem se lembra de El-Hadrioui?

El-Hadrioui atuou 29 vezes de águia ao peito em 1997 e 1998 
Esteve ano e meio no Benfica e foi o dono da posição de lateral esquerdo desde a saída de Dimas até à chegada de Scott Minto. Marcou apenas um golo em 29 jogos de águia ao peito, mas fê-lo numa ocasião especial, uma final da Taça de Portugal… perdida para o Boavista.
 
Nascido na cidade de Taza, no norte de Marrocos, a 6 de março de 1972, era já um conceituado jogador no seu país, convocado para os Jogos Olímpicos de 1992 e para o Mundial 1994, quando Mário Wilson, que o havia orientado no FAR Rabat, o recomendou ao Benfica aquando da saída de Dimas para a Juventus, em janeiro de 1997.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

O patinho feio que sucedeu a Coentrão no Benfica. Quem se lembra de Emerson?

Emerson atuou em 39 jogos pelo Benfica em 2011-12
A posição de lateral esquerdo foi, durante vários anos, uma dor de cabeça para os vários treinadores do Benfica. Quique Flores insistiu em desviar David Luiz para lá e Jorge Jesus experimentou Shaffer e César Peixoto antes de se decidir pela adaptação, com grande sucesso, de Fábio Coentrão. Após a saída do canhoto das Caxinas para o Real Madrid, o problema voltou a colocar-se, com Emerson a não convencer.
 
Recrutado ao então campeão francês Lille no verão de 2011, o defesa brasileiro mostrou estar a anos-luz da vocação ofensiva do antecessor, algo essencial numa equipa que tantas e tantas vezes no campeonato jogava instalada no meio-campo adversário. A solidez defensiva que acrescentava era um atributo considerado insuficiente aos olhos dos adeptos, mas a aposta em 2011-12 recaiu quase sempre sobre Emerson, que relegou para o banco um campeão do mundo em título, Joan Capdevila.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

O alentejano da Mina de São Domingos que brilhou no Benfica. Quem viu jogar Valadas?

Valadas representou o Benfica entre 1934 e 1944
Talvez o primeiro grande futebolista alentejano, um extremo esquerdino natural da Mina de São Domingos que passou dois anos no Sporting antes de se tornar numa das principais figuras do Benfica nas décadas de 1930 e 1940.
 
Nascido a 16 de fevereiro de 1912, Alfredo Valadas começou a jogar futebol no Luso Sporting Clube de Beja e, aos 19 anos, apareceu em Lisboa a oferecer-se ao Sporting, clube do seu coração. Um treino bastou para convencer o treinador inglês Artur John a integrá-lo logo no plantel principal.
 
Em dois anos de leão ao peito, entre 1931 e 1933, marcou 24 golos em 38 jogos, não tendo conquistado qualquer título nem… arranjado emprego, um pedido que o jogador havia feito ao emblema leonino para ficar como seu jogador.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

O titular na Espanha campeã mundial que foi flop no Benfica. Quem se lembra de Capdevila?

Capdevila não foi além de 12 jogos de águia ao peito
O segundo campeão do mundo a jogar em Portugal, depois de Anderson Polga e antes de Iker Casillas, Adil Rami, Julian Draxler, Enzo Fernández, Nico Otamendi e Ángel Di María. Até chegou ao Benfica apenas um ano após ter sido titular na seleção espanhola que venceu o Mundial 2010, mas foi tudo menos feliz na Luz.
 
Joan Capdevila nasceu a 3 de fevereiro de 1978 em Tàrrega, na Catalunha, e começou por jogar futebol no modesto Unió Esportiva Tàrrega, chegando a atuar pela equipa principal antes de concluir a formação no Espanyol.
 

sábado, 3 de janeiro de 2026

Os quatro internacionais cabo-verdianos que jogaram pelo Benfica

Quatro tubarões azuis jogaram de águia ao peito
A ligação entre Portugal e Cabo Verde continua a ser umbilical. E o futebol é reflexo disso: há jogadores nascidos nas ilhas cabo-verdianas que são internacionais por Portugal e há futebolistas que vieram ao mundo em solo português que jogam pela seleção de Cabo Verde.
 
Talvez por ainda haver uma certa cultura que faz com que muitos jogadores priorizem a equipa das quinas em detrimento dos tubarões azuis, a maior dos elegíveis para jogar por Cabo Verde que têm passado pelo Benfica optaram por representar Portugal. Porém, antes do recém-contratado Sidny Lopes Cabral houve outros quatro futebolistas internacionais A por Cabo Verde que jogaram pela equipa principal das águias.
 
Vale por isso a pena recordá-los.

sexta-feira, 26 de dezembro de 2025

A primeira aposta de Mourinho no Benfica virou economista e comentador. Quem se lembra de Diogo Luís?

Diogo Luís disputou 28 jogos pela equipa principal do Benfica
Foi a primeira aposta de José Mourinho como treinador principal. Quando chegou ao Benfica, o técnico encontrou um grupo amorfo de jogadores e quis agitar ás águas com a chamada de três jogadores da equipa B: Geraldo, Nuno Abreu e Diogo Luís. O trio ficou conhecido por “Irmãos Metralha”, mas no caso do último, um promissor lateral esquerdo algo franzino e sem o mesmo nível de combatividade dos dois primeiros, levou com o rótulo por tabela.
 
Nascido a 10 de agosto de 1980 em Lisboa, com quase toda a formação feita de águia ao peito e mais de uma dezena de internacionalizações pelas seleções jovens, vinha de mais de um ano a jogar com regularidade nos bês encarnados quando Mourinho o decidiu lançar.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2025

O defesa que dedicou a vida ao Benfica. Quem se lembra de António Bastos Lopes?

Bastos Lopes jogou 387 vezes pelo Benfica entre 1973 e 1986
Um exemplo de devoção a um clube, o Benfica. Chegou à Luz como júnior em 1970 após ter começado a jogar futebol no Odivelas, subiu à equipa principal dois anos depois e por lá se manteve durante 15 temporadas, até ao final da carreira. Mais tarde voltou aos encarnados como treinador nas camadas jovens – atualmente é adjunto de Pedro Faria nos juvenis.
 
Nascido a 19 de dezembro de 1953 em Lisboa, António Bastos Lopes era um fiável defesa que começou como lateral direito e passou pelo lado esquerdo do setor mais recuado, mas que se tornou num central de qualidade. Depois de uns três primeiros anos na equipa principal marcados por uma escassa utilização, beneficiou da saída de Humberto Coelho para o Paris Saint-Germain em 1975 para se estabelecer como titular, resistindo à concorrência de Eurico Gomes, Carlos Alhinho e João Laranjeira. Já numa fase mais adiantada da carreira foi importante para a integração de centrais como Oliveira e Samuel.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2025

Foi futebolista, treinador, dirigente, árbitro, fundador de A Bola e militar. Recorde Ribeiro dos Reis

Ribeiro dos Reis foi jogador, treinador e dirigente no Benfica
Só viveu 65 anos, mas teve uma vida que deu para tudo: foi futebolista, treinador, árbitro, dirigente, jornalista e militar. E em quase todas essas funções se evidenciou ao mais alto nível.
 
Nascido a 19 de julho de 1896 em Lisboa, António Ribeiro dos Reis começou a jogar futebol na Casa Pia e no Liceu Pedro Nunes, mas em 1913 ingressou no Benfica e por lá ficou até terminar a carreira, em 1925. Enquanto futebolista disputou o primeiro jogo de sempre da seleção nacional, diante de Espanha, em dezembro de 1921, e venceu três Campeonatos de Lisboa (1915-16, 1917-18 e 1919-20) de águia ao peito.
 
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