Mais uma casa cheia no anfiteatro
do Ginásio Clube de Corroios, no último sábado, 18 de julho, no espetáculo “Morte
Súbita”, do
Wrestlefest.
O prato forte do evento era o combate
Morte Súbita, uma
Royal Rumble à
portuguesa, com 20 lutadores e possibilidade de eliminações também por
pinfall
ou submissão, e desta feita com o grande atrativo de o
Campeonato
Nacional Absoluto de
Nico Angelo estar em jogo.
Ainda assim, confesso, foi o
evento do
Wrestlefest
do qual sai menos agradado, ainda que lhe atribua uma nota positiva (um
satisfaz menos, digamos). Não teve algo que considero elementar num show de
wrestling, que é pelo menos uma vitória de um
babyface sobre um
heel.
Começou com um
babyface vs.
babyface que em Portugal poucas vezes
resulta em pleno; depois foi interrompido por um combate que não foi nada mau,
mas que não contou para a trama, somente para uma obra de ficção que será
transmitida pela
RTP; e teve no final da primeira parte um duelo entre
dois wrestlers pouco populares, que acabou com uma vitória do
heel sobre
o
babyface via submissão, de forma limpa. Na segunda parte, o público
esteve realmente entusiasmado a absorver tudo o que estava a acontecer no
combate Morte Súbita, mas fiquei com o nariz torcido por duas ausências mal
explicadas.