segunda-feira, 9 de março de 2026

Morreu Dú, antigo guarda-redes de Estoril e Santa Clara. Quem se lembra dele?

Dú esteve no Santa Clara em 1987-88 e entre 1998 e 2003
Guarda-redes guineense relativamente baixo (1,79 m), à moda antiga, passou pelas camadas jovens do Sporting e jogou na I Liga ao serviço de Estoril e Santa Clara, naqueles que foram os pontos altos de uma carreira feita sobretudo nas divisões secundárias.
 
Nascido a 25 de fevereiro de 1969 em Bissau, mas radicado em Portugal desde tenra idade, Hidraldo José Carvalho Nogueira, mais conhecido no mundo do futebol como Dú, teve uma primeira passagem pelos açorianos em 1987-88, então na II Divisão Nacional, após ter terminado a formação em Alvalade ao lado de Jorge Cadete.

Hoje faz anos o autor de um dos mais icónicos golos da história do FC Porto. Quem se lembra de Vermelhinho?

Vermelhinho venceu seis troféus ao serviço do FC Porto
Disputou mais de 120 jogos pelo FC Porto, foi internacional A por Portugal e marcou presença no Euro 1984, mas é essencialmente recordado por ser o autor de um dos mais icónicos golos da história dos dragões, um chapéu ao guarda-redes do Aberdeen que confirmou o apuramento para a final da Taça das Taças de 1983-84.
 
Nascido a 9 de março de 1959 em São João da Madeira, no distrito de Aveiro, Carlos Manuel Oliveira da Silva, conhecido no mundo de futebol pela alcunha Vermelhinho, fez a formação e os primeiros anos de sénior no clube da terra, a Sanjoanense, tendo vivido um curto empréstimo ao Paços de Brandão pelo meio (1978-79).
 
A meio da sua terceira época ao serviço do Recreio de Águeda, em 1982-83, numa altura em que os Galos do Botaréu lutavam pela liderança na Zona Centro da II Divisão e consequente subida à I Divisão (que viriam a conseguir), o extremo esquerdo deu o salto para o FC Porto.

Neste dia em 2002, o Benfica venceu em Barcelos na estreia de Moreira a titular. Quem se lembra?

Gilista Douala em luta com o lateral benfiquista Armando Sá
Benfica e Gil Vicente já protagonizaram mais de quatro dezenas de encontros desde o início da década de 1990, entre os quais a final da Taça da Liga em 2011-12.

Em relação às minhas primeiras memórias de confrontos entre as duas equipas, tenho uma vaga ideia do empate a zero na Luz em dezembro de 2000, num jogo que maioritariamente acompanhei pela rádio numa tarde em que estive em Pinhal Novo a assistir a um Pinhalnovense-Fabril da antiga III Divisão. “Benfica triste e descrente ganhou um ponto e vá lá...”, resumiu o Record.

domingo, 8 de março de 2026

Neste dia em 2002, o Belenenses venceu com estrondo o FC Porto de Mourinho no Restelo (3-0) num jogaço de César Peixoto. Quem se lembra?

Comecei a acompanhar futebol em meados de 2000, já não a tempo de assistir aos jogos entre FC Porto e Belenenses em 1999-00, ainda que não me recordo dos encontros entre as duas equipas na época seguinte. Estranho, até porque teria razões para me lembrar, pois a formação de Belém venceu no Restelo (2-0) e empatou nas Antas (0-0) e se calhar até vi a transmissão televisiva. Em 2001-02, o emblema da Cruz de Cristo venceu na Invicta (1-2) no jogo da primeira volta, mas também não me lembro do jogo.

sexta-feira, 6 de março de 2026

O lateral marroquino que marcou pelo Benfica numa final da Taça. Quem se lembra de El-Hadrioui?

El-Hadrioui atuou 29 vezes de águia ao peito em 1997 e 1998 
Esteve ano e meio no Benfica e foi o dono da posição de lateral esquerdo desde a saída de Dimas até à chegada de Scott Minto. Marcou apenas um golo em 29 jogos de águia ao peito, mas fê-lo numa ocasião especial, uma final da Taça de Portugal… perdida para o Boavista.
 
Nascido na cidade de Taza, no norte de Marrocos, a 6 de março de 1972, era já um conceituado jogador no seu país, convocado para os Jogos Olímpicos de 1992 e para o Mundial 1994, quando Mário Wilson, que o havia orientado no FAR Rabat, o recomendou ao Benfica aquando da saída de Dimas para a Juventus, em janeiro de 1997.

O brasileiro que jogou pelo Belenenses e pela seleção… espanhola. Quem se lembra de Catanha?

Catanha teve duas passagens pelo Belenenses e jogou por Espanha
O protagonista de uma história de subida a pulso na carreira e também de uma improvável naturalização. Chegou ao Belenenses após passar apenas por modestos clubes brasileiros, destacou-se e seguiu para Espanha. Continuou a evoluir até se tornar opção para la roja.
 
Henrique Guedes da Silva, conhecido no mundo do futebol por Catanha, nasceu a 6 de março de 1972 em Recife, maior cidade do estado brasileiro de Pernambuco. No país de nascimento vestiu as camisolas de São Cristóvão, União São João, CSA e Paysandu, tendo chegado a Portugal no início de 1996.
 

quarta-feira, 4 de março de 2026

O “burrito” que representou a Argentina em três mundiais. Quem se lembra de Ariel Ortega?

Ortega somou 88 internacionalizações e 17 golos pela albiceleste
Conhecido como “El Burrito”, foi um dos futebolistas argentinos mais talentosos e carismáticos da Argentina das décadas de 1990 e 2000, tendo marcado presença em três mundiais e marcado uma era no River Plate.  
 
Ariel Ortega nasceu a 4 de março de 1974, na cidade de Ledesma, na província de Jujuy, destacou-se desde cedo pela qualidade técnica e visão de jogo, características que rapidamente o levaram à cantera do River.
 
Estreou-se na equipa principal em dezembro de 1991, quando tinha apenas 17 anos, e tornou-se uma figura central dos millonarios durante largos anos, ajudando o clube a conquistar vários títulos nacionais e a Taça Libertadores em 1996.

Neste dia em 2012, o Real Madrid de Mourinho e CR7 aplicou uma 'manita' ao Espanyol. Quem se lembra?

O possante avançado que o Marítimo catapultou para seleção e Benfica. Quem se lembra de Makukula?

Makukula jogou por Marítimo, Benfica e Vitória de Setúbal
Filho de um avançado zairense com o mesmo apelido que jogou no Leixões, no Vitória de Setúbal e no Desp. Chaves, cresceu em Portugal, venceu uma Taça UEFA pelo Sevilha, chegou à seleção A quando jogava no Marítimo, representou o Benfica e sagrou-se melhor marcador do campeonato turco.
 
Potente e possante ponta de lança (1,90 m) nascido a 4 de março de 1981 em Kinshasa, no antigo Zaire, atual República Democrática do Congo, veio para Portugal ainda criança, para acompanhar o pai. Começou por viver em Matosinhos, mas foi em Setúbal que começou a jogar futebol, nas camadas jovens do Vitória. Depois prosseguiu a formação no Desp. Chaves e no Vitória de Guimarães, com uma passagem pelo Brito pelo meio, mas quando transitou para sénior Jorge Mendes levou-o para o Salamanca.

terça-feira, 3 de março de 2026

A grande referência do futebol brasileiro na década de 1980. Quem se lembra de Zico?

Zico participou nos Mundiais de 1978, 1982 e 1986
Conhecido como o “Galinho de Quintino”, destacava-se pela sua técnica refinada, visão de jogo e habilidade goleadora, especialmente em lances de bola parada, sendo amplamente considerado um dos maiores futebolistas da história do futebol brasileiro.
 
Nascido a 3 de março de 1953 no Rio de Janeiro, Arthur Antunes Coimbra, conhecido no mundo do futebol como Zico, fez toda a formação e grande parte da carreira (de 1971 a 1983 e de 1985 a 1989) no Flamengo, clube no qual se tornou um verdadeiro ídolo.
 
Durante as décadas de 1970 e 1980 liderou o mengão em algumas das suas maiores conquistas, com destaque para a Taça Libertadores e a Taça Intercontinental de 1981, que consolidaram o emblema carioca como uma potência internacional. Ao serviço do Fla, marcou 508 golos em 731 jogos e tornou-se o maior símbolo da história do clube.

O zairense que ganhou a Taça pelo Estrela e deixou marca em Guimarães. Quem se lembra de Basaúla?

Basaúla brilhou no Estrela, no Vitória SC e n'O Elvas
Um dos vários zairenses que chegaram ao futebol português no final da década de 1980. Venceu a Taça de Portugal pelo Estrela da Amadora, deixou marca no Vitória de Guimarães e representou ainda O Elvas, Belenenses, Tirsense, Moreirense, Vasco da Gama de Sines e União de Montemor.
 
Nascido a 3 de março de 1965 em Léopoldville (atual Kinshasa), no antigo Zaire (atual República Democrática do Congo), começou a carreira no Vita Club, do seu país. Tinha já tudo acertado com os franceses do Nice, mas veio (de barco e à revelia do clube zairense) de passagem a Portugal no verão de 1986 juntamente com N’Dinga, numa altura em que N’Kama já estava a treinar no Benfica, e Pimenta Machado não os deixou sair. “Tinha sido avisado pelo Valter Freire que tinha sido treinador no Congo e já nos conhecia. Acabámos por ficar por aqui”, lembrou ao Maisfutebol em março de 2018.

sábado, 28 de fevereiro de 2026

Principais recordes e estatísticas da Elimination Chamber

Elimination Chamber teve edição inaugural em 2002
A ideia foi dada por Triple H, inspirado nos combates tradicionais do Survivor Series, no Royal Rumble e nos WarGames da WCW e introduzida na trama por Eric Bischoff em novembro de 2002: uma imponente jaula de aço (cinco metros de altura e onze de diâmetro), seis participantes - dois a abrir as hostilidades e os restantes quatro fechados em cápsulas e a entrarem a cada cinco minutos – e um sistema de eliminações via assentamento ou submissão.
 
A edição inaugural teve lugar no Survivor Series 2002 e a segunda no SummerSlam no ano seguinte. Depois o Elimination Chamber passou a ser o main-event do primeiro PPV do ano, o New Year's Revolution, a poucas semanas do Royal Rumble, mas desde 2008 que se estabeleceu como uma das derradeiras paragens da estrada para a Wrestlemania, em fevereiro. A exceção foi em 2015, quando decorreu no final de maio, e em 2016, quando não se realizou.
 
Possivelmente uma das melhores invenções na WWE no século XXI, foi palco de combates por títulos mundiais e por vagas no main-event da Wrestlemania. Em 2015 acolheu pela primeira vez um combate de tag team e três anos depois uma contenda feminina.
 
Eis os principais recordes e estatísticas, por participante, do combate Elimination Chamber.

Neste dia em 2001, Portugal bateu Andorra nos Barreiros (3-0) e Figo marcou aos 20 segundos. Quem se lembra?

Pauleta e Nuno Gomes tentam passar pela defesa de Andorra

O primeiro jogo entre Portugal e Andorra remonta a agosto de 1999, ainda eu tinha sete anos e não acompanhava futebol e nem sequer sabia que existia uma nação chamada Andorra. Por isso, o meu primeiro jogo entre ambas as seleções remonta a 2001, quando se defrontaram por duas vezes da fase de apuramento para o Mundial 2002, curiosamente naquela que foi a primeira vez que os andorranos participaram numa fase de qualificação e numa altura que a seleção portuguesa já não competia num Campeonato do Mundo desde 1986.

O maestro brasileiro que não encaixou no FC Porto de Adriaanse. Quem se lembra de Diego?

Diego somou sete golos em 63 jogos pelo FC Porto entre 2004 e 2006
Um dos melhores produtos da formação do Santos, que mostrou ao mundo Pelé, Neymar e Robinho. Reforçou o FC Porto campeão europeu no verão de 2004 com o intuito de suceder a Deco. Apesar de uma primeira época positiva, coroada com a conquista da Taça Intercontinental, nunca fez esquecer o luso-brasileiro e perdeu espaço após a chegada de Co Adriaanse ao comando técnico.  
 
Nascido a 28 de fevereiro de 1985 em Ribeirão Preto, no estado de São Paulo, evoluiu sobretudo nas camadas jovens do emblema da Vila Belmiro, patenteando desde tenra idade a qualidade técnica e visão de jogo que vieram a fazer dele um médio ofensivo importante no futebol brasileiro e europeu.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

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Neste dia em 2005, Mourinho ganhou o primeiro troféu no Chelsea, a Taça da Liga inglesa. Quem se lembra?

Quando José Mourinho foi para o Chelsea, no verão de 2004, o clube em particular e o futebol inglês em geral aumentaram exponencialmente os níveis de mediatismo em Portugal. Tanto assim foi que, se não me falha a memória, vários jogos dos blues na Taça da Liga inglesa e na Liga dos Campeões (após a eliminação do FC Porto) foram transmitidos na RTP 1.

Os londrinos fizeram boa campanha na Taça da Liga e chegaram à final, onde defrontaram o Liverpool no Millennium Stadium, em Cardiff, uma vez que Wembley estava a sofrer obras de remodelação. Foi o primeiro de vários grandes duelos entre Mourinho e Rafa Benítez, que protagonizaram mais nessa mesma época de 2004-05.

O zairense do Belenenses que obrigou a um alargamento do campeonato. Quem se lembra de Mapuata?

Mapuata representou o Belenenses entre 1986 e 1988
Marcou 22 golos em dois anos no Belenenses, um dos quais numa vitória sobre o Barcelona na Taça UEFA, e festejou sempre com um salto mortal. É normalmente lembrado por essa façanha, mas também por ter sido o protagonista de um caso que motivou o alargamento da I Divisão de 16 para 20 equipas.
 
Nascido a 27 de fevereiro de 1965 no antigo Zaire, atual República Democrática do Congo, Mapuata despontou no CS Imana do seu país, mas estava nos belgas do Standard Liège quando surgiu o convite do Belenenses, no verão de 1986.
 

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

O japonês que continua a bater recordes de longevidade. Quem viu jogar Miura?

Miura disputou oito jogos pela Oliveirense em 2023 e 2024
Nasceu a 26 de fevereiro de 1967, em Shizuoka, no Japão. Tem a mesma idade de, por exemplo, Roberto Baggio, que já pendurou as botas há mais de duas décadas, mas… continua no ativo, preparando-se para iniciar a 41.ª temporada como futebolista profissional.
 
Conhecido como “King Kazu”, o atacante Kazuyoshi Miura é amplamente reconhecido como um dos futebolistas mais longevos da história e conta com uma carreira que atravessa cinco décadas e quatro continentes, o que o torna numa figura singular no desporto-rei.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

O versátil coreano do Manchester United de Ferguson. Quem se lembra de Park Ji-sung?

Park Ji-sung jogou no Manchester United entre 2005 e 2012
Um dos melhores futebolistas asiáticos de sempre, um jogador que fazia da disciplina tática, inteligência, resistência e versatilidade as suas grandes valências. Mostrou-se ao muito ao serviço da seleção da Coreia do Sul no Mundial 2002, confirmou qualidades no PSV e foi muito útil ao Manchester United de Alex Ferguson ao longo de sete anos.
 
Park Ji-sung nasceu a 25 de fevereiro de 1981, em Suwon, na Coreia do Sul, e jogava preferencialmente como médio, no centro ou nas alas.
 

A antiga promessa da baliza do Belenenses. Quem se lembra de Botelho?

Botelho esteve ligado ao Belenenses entre 1991 e 2000
Filho do antigo guarda-redes António Botelho, que defendeu as balizas de Sporting, Boavista, Benfica e seleção nacional, foi internacional jovem português e deu a entender, a certa altura, que o Belenenses teria nele um guardião para muitos e bons anos, mas acabou por cair para a sombra de Marco Aurélio antes de fazer carreira sobretudo nas divisões secundárias.
 
Nascido a 25 de fevereiro de 1976 na cidade do Porto, numa altura em que o pai jogava no Boavista, mas foi para a margem sul com cinco/seis anos e cresceu no concelho do Seixal, tendo começado a jogar futebol no Seixal Futebol Clube, de onde passou para o Amora.
 
Deu o salto para o Belenenses em 1991, como juvenil, e no ano seguinte somou duas internacionalizações pela seleção nacional de sub-17 nos Jogos da CPLP.
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