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segunda-feira, 9 de dezembro de 2019

A minha primeira memória de... um jogo entre Zenit e equipas lusas

Madeirense Rúben Micael em luta com o central belga Lombaerts
Tenho uma vaga ideia de o Zenit ter defrontado o Vitória de Guimarães na Taça UEFA em 2005-06, mas a minha verdadeira primeira memória de um jogo entre a formação de São Petersburgo e uma equipa portuguesa remonta a agosto de 2009, quando os russos mediram forças com o Nacional no playoff de acesso à fase de grupos da edição inaugural da Liga Europa.

sábado, 1 de junho de 2019

Rúben Micael volta à Madeira após um ano como peixe fora de água

Rúben Micael assinou por uma temporada pelo Nacional
Quando Rúben Micael foi contratado pelo Vitória de Setúbal, já se sabia que o pragmático Lito Vidigal seria o treinador, mas quem está na disposição de contratar um jogador como o médio madeirense normalmente é porque pensa (ou devia pensar…) em ter bola e num estilo de jogo mais apoiado, técnico e elaborado. Porém, a verdade é que os sadinos sempre privilegiaram um futebol mais direto, físico e combativo.

sexta-feira, 10 de maio de 2019

A minha primeira memória de... um jogo entre FC Porto e Nacional

Paulo Ferreira e Paulo Assunção em disputa de bola
Ainda me lembro muito vagamente de o FC Porto ter goleado o Nacional nas Antas na primeira volta do campeonato de 2002/03, mas a verdadeira primeira memória de um jogo entre as duas equipas foi o da segunda metade dessa edição da I Liga, com os dragões a arrancarem uma vitória a ferros na Choupana.

Nessa segunda-feira de 24 de março de 2002, os homens de José Mourinho vinham de uma reviravolta na eliminatória com o Panathinaikos, nos quartos de final da Taça UEFA, prova que haveriam de vencer. Depois de perderem por 0-1 na Invicta, os azuis e brancos foram a Atenas vencer por 2-0 após prolongamento, com dois golos de Derlei.

sábado, 20 de abril de 2019

Luiz Phellype tomou o gosto e leva o Sporting à oitava vitória seguida

Tissone e Luiz Phellype lutam pela posse de bola
Num duelo entre extremos, um Sporting em terceiro lugar e a viver uma das melhores fases na temporada foi à Madeira bater um Nacional que também é terceiro, mas a contar do fim, e que está cada vez mais aflito para fugir à despromoção.

Quase sempre por cima no jogo, mas com dificuldades em traduzir essa superioridade em golos, a equipa de Marcel Keizer não contou com Bruno Fernandes ao nível das últimas jornadas, mas teve em jogadores que em condições normais não seriam titulares, Doumbia, Jovane Cabral e Luiz Phellype, três unidades a quererem mostrar serviço.

quinta-feira, 18 de abril de 2019

A minha primeira memória de... um jogo entre Sporting e Nacional

O leão Pedro Barbosa vigiado pelo nacionalista Luís Loureiro
A minha primeira memória de um jogo entre o Sporting e Nacional remontam a uma época em que os madeirenses não estavam na I Liga, 2000/01. Na verdade, foi devido a este duelo, a contar para os oitavos de final da Taça de Portugal, que ouvi pela primeira vez falar no emblema alvinegro, que na altura era 3.º classificado na II Liga. Por coincidência, os leões ocupavam a mesma posição no primeiro escalão.

terça-feira, 8 de janeiro de 2019

FC Porto, da direita para o golo, iguala recorde e fica mais tranquilo no topo

Brahimi abriu e fechou a contagem em mais uma vitória portista
Cada vez mais confortável na liderança da I Liga, o FC Porto saiu da jornada 16 na condição de única equipa a depender apenas de si mesma para ser campeã e com uma almofada de seis pontos para o segundo classificado, beneficiando da derrota em Tondela do Sporting, precisamente o próximo adversário dos dragões. São já oito os pontos de vantagem sobre os leões, mantendo os sete sobre o Benfica e os seus sobre o Sp. Braga.

Mesmo sem um início de jogo afirmativo ou uma exibição deslumbrante, a equipa de Sérgio Conceição voltou a fazer o necessário: marcar pelo menos mais um golo do que o adversário. E quando já são 18 vitórias consecutivas e se iguala o recorde de uma equipa da I Liga - Benfica de Jorge Jesus em 2010/11 -, é difícil questionar seja o que for.

quinta-feira, 24 de maio de 2018

Nacional. Atacar a Primeira com os melhores da Segunda

Riascos e Kalindi são os primeiros reforços do Nacional

Ainda se apanham as canas dos festejos da subida do Nacional, e já o mercado mexe para os lados da Choupana. De uma assentada, o clube insular anunciou no dia 15 as contratações de Kalindi (ex-Penafiel) e Riascos (ex-Oliveirense).

Nesta primeira abordagem, os alvinegros asseguraram dois jogadores que se destacaram na II Liga no decorrer da temporada que agora findou, e cujo salto para o patamar maior do futebol português era inevitável. Lá mais para a frente, certamente começarão a chegar futebolistas com experiência no primeiro escalão.

quinta-feira, 10 de maio de 2018

Santa Clara, Nacional e cinco pontos que os unem

Nacional e Santa Clara foram promovidos à I Liga

Nacional e Santa Clara estão de regresso à I Liga, um e 15 anos depois da última presença, respetivamente, alcançando a promoção a uma jornada do fim. Os madeirenses voltam a um patamar em que durante década e meia conseguiram registos dignos de um histórico do futebol português, enquanto os açorianos vão apenas para a quarta presença, sendo que apenas duas foram consecutivas.

Os números mostram que os nacionalistas alicerçaram a sua boa campanha na II Liga no melhor ataque da competição (72 golos) e a formação de Ponta Delgada na segunda defesa menos batida (38 golos sofridos, mais quatro do que o Arouca). No entanto, é mais o que os une do que aquilo que os separa:

segunda-feira, 8 de maio de 2017

Nacional: A queda de um mito

Nacional terminou I Liga em 4.º lugar por duas vezes
É com algum lamento que assisto à despromoção do Nacional à II Liga. Era daqueles clubes que se davam como certos por muitos e bons anos no patamar maior do futebol português, por onde permaneceu por 15 anos interruptos e, nos 14 anteriores, a salvo de qualquer sobressalto.

O emblema insular é um fenómeno recente – apareceu na I Divisão no final da década de 1980/início da de 1990 e reapareceu em 2002/03 -, mas já conquistou, com toda a certeza, o estatuto de histórico dos relvados nacionais.

Afinal, conseguiu cinco qualificações europeias e terminou no Top10 em onze destas últimas quinze temporadas. Mesmo perante um Braga a assumir o papel de quarto grande, alcançou o 4.º lugar em 2003/04 e 2008/09, com Casemiro Mior e Manuel Machado ao leme, respetivamente. Menções honrosas para a 5ª posição de 2005/06 e 2013/14 (ambas com Machado) e a 6ª de 2010/11 (Jokanovic/Ivo Vieira).

segunda-feira, 23 de março de 2015

A ascensão meteórica de Rui Correia

Rui Correia joga no Paços de Ferreira desde o verão de 2017
Formado no histórico Seixal, começou o trajeto no futebol sénior no Zambujalense (concelho de Sesimbra) e rapidamente deu o salto para um emblema de maior nome na Margem Sul, o Amora. Mas conheci-o no Fabril, na III divisão, em agosto de 2012. Logo no primeiro jogo, num amigável de pré-época com o Vitória de Setúbal, me impressionou. Central veloz, ágil, elegante e forte no jogo aéreo. Seria apenas uma boa exibição de alguém que se tinha preparado bem nas férias ou era mesmo craque?

Ao longo da temporada, fui verificando que se tratava mesmo da segunda opção. Fazia dupla com outro central de valor para aquele nível, Marinheiro, que entretanto deu o salto para o Atlético e hoje está no Benfica e Castelo Branco, mas sempre preferi Rui Correia. Considerava-o o mais talentoso e completo.

Curioso, perguntei a alguns sesimbrenses o que pensavam dele, pois tinha representado o Sesimbra nos dois anos anteriores. Surpreenderam-me. Disseram-me que não era muito bem visto porque lá era o filho do treinador, Manuel Correia, que também tinha sido central, destacando-se no Chaves no princípio da década de 1990.

O Fabril desceu de divisão mas eu sabia que o Rui ia subir, restava saber para qual. Foi para a II Liga, onde teve o Portimonense como trampolim para o primeiro escalão. Foi titular do início ao fim da época, tendo inclusivamente apontado três golos.

Depois surgiu o Nacional, uma equipa de meio da tabela da Liga, onde o mediatismo é obviamente maior. Nem preciso de seguir a campanha dos insulares, basta acompanhar o trajeto dos grandes para ficar a par das suas exibições. Depois de um início de temporada em que foi alternando a titularidade, está agora de pedra e cal no onze de Manuel Machado.

Vejo coisas dele que já via no Fabril. Continua a mostrar aquela agilidade, capaz de fazer cortes difíceis como se fosse um polvo a estender o tentáculo e a roubar a bola ao adversário. Continua a ter um bom posicionamento, parecendo ter o feeling de onde vai cair o esférico para conseguir uma interceção preciosa. Lembram-se desta, frente ao Sporting, na 1.ª mão das meias-finais da Taça de Portugal?


Mas ao observar o seu desempenho nesse  e noutros encontros, como diante do FC Porto, no sábado, constato que ainda não está totalmente adaptado ao ritmo da Liga. É algo que, não duvido, a experiência lhe trará. Tem mostrado as características que no início do texto lhe apontei, mas esses jogos que ainda lhe faltam ao mais alto nível não permitem que as exibe durante 90 minutos. É necessária concentração total. Ainda é batido muitas vezes no seu raio de ação, especialmente no jogo aéreo [ver golo de Tobias Figueiredo, no vídeo abaixo]. As exigências são outras, é verdade, mas nada que mais minutos nas pernas e anos de Liga não resolvam.


Também ainda não o vi a mostrar outra das suas qualidades: sair a jogar. Não sei se por indicação do treinador ou por falta de confiança, assim que o vejo com a bola nos pés, despacha-a imediatamente com pontapé para a frente ou passe longo. Quando perder este medo de comprometer e tiver oportunidade, irá revelar essa sua potencialidade, típica de um central moderno, que os clubes grandes gostam de ter nas suas fileiras.

Se já é titular no Nacional, aos 24 anos, então quando estiver mais adaptado às exigências de Liga e se sentir mais confiante, poderá dar mais um salto, continuando uma ascensão que tem estado a ser… meteórica.










sábado, 4 de maio de 2013

Liga ZON Sagres | Nacional 1-3 FC Porto

record.pt
Esta noite, no Estádio da Madeira, no Funchal, o FC Porto derrotou o Nacional por 3-1, num jogo a contar para a 28ª jornada da Liga ZON Sagres. James Rodríguez, Mangala e Lucho (de grande penalidade) marcaram para os dragões, e Candeias (de grande penalidade) para os nacionalistas.
                                      

domingo, 22 de abril de 2012

Liga ZON Sagres | Nacional 2-3 Sporting


Esta noite, na Choupana, o Sporting venceu o Nacional por 3-2, num jogo a contar para a 27ª jornada da Liga ZON Sagres. Mateus e Keita marcaram para os insulares, e Diego Rubio, Renato Neto e Wolfswinkel para os leões.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Síntese | Jogos da última semana



Durante a última semana, estive ausente no que concerne às minhas análises a jogos de futebol devido a motivos de saúde. É verdade, por vezes até os críticos vão para o estaleiro! Neste post irei falar de uma forma sucinta de alguns jogos que vi no decorrer da última semana.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Taça de Portugal | Sporting 2-2 Nacional



Sporting e Nacional empataram (2-2) esta noite no Estádio de Alvalade, na primeira mão das meias-finais da Taça de Portugal. Elias e Schaars marcaram para os leões, Rondón e Candeias para os insulares.

sábado, 10 de dezembro de 2011

Liga ZON Sagres | Sporting 1-0 Nacional



O Sporting venceu esta noite o Nacional em Alvalade por 1-0, com um golo de Onyewu, num jogo a contar para a Liga ZON Sagres.

domingo, 23 de outubro de 2011

Liga ZON Sagres | FC Porto 5-0 Nacional



O FC Porto goleou esta noite o Nacional por 5-0, num jogo a contar para a 8ª jornada da Liga ZON Sagres.


Eis a constituição das equipas:

FC Porto



O FC Porto está numa “mini-crise” de resultados, visto que só ganhou dois dos seus últimos seis jogos, e este jogo segunda imprensa. Ainda assim, neste período despachou a Académica por 3-0 e o Pêro Pinheiro por 8-0, entrou nesta jornada na liderança do campeonato (partilhando-a com o Benfica), seguiu em frente na Taça de Portugal e continua com tudo em aberto na Liga dos Campeões.
Para este jogo, há algumas (grandes) surpresas: Mangala vai fazer dupla de centrais com Rolando em detrimento de Otamendi ou Maicon, Defour e Belluschi vão actuar no meio-campo, ocupando as vagas que geralmente são de João Moutinho e Guarín, Varela vai jogar no lugar de James, e Walter vai ser o ponta-de-lança, relegando Kléber para o banco de suplentes.


Nacional



Quanto ao Nacional, tem feito um campeonato algo abaixo das expectativas, ocupando a segunda metade da tabela classificativa, e tendo marcado por esta altura apenas 3 golos e sofrido 12, que é como quem diz, tem um dos piores ataques e defesas da competição.
Ainda não vi nenhum jogo dos insulares esta temporada, mas parecem estar a um nível mais baixo do que o que nos tem habituado.


O FC Porto não entrou com um ritmo muito forte no jogo, efectuando passes lentos, previsíveis e mal calculados e não aumentando intensidade nas transições ofensivas de forma a criar desequilíbrios. Foi tanta a sonolência dos jogadores que vestiam de azul e branco que nos primeiros minutos nunca estiveram perto da baliza do Nacional e falharam imensos passes, não conseguindo superiorizar-se de forma evidente em termos de percentagem de posse de bola, uma situação que acabou por durar até ao final do encontro.
O factor de maior interesse no inicio era saber quem era aquele misterioso jogador loiro dos dragões que eu não estava a reconhecer… afinal era Hulk, que apresentou nesta partida um visual renovado.

Os madeirenses tinham o jogo a correr a seu favor, com um ritmo baixo, ainda que fossem inconsequentes, e quando nada o fazia prever, aos 24’ Defour remata do meio da rua, a bola desvia em Neto e acaba por trair o guarda-redes Marcelo, estava feito o 1-0.

O ritmo continuou baixo e minutos depois numa transição rápida comandada por Mateus, este assiste Mário Rondón que atirou à malha lateral. Foi a melhor oportunidade dos insulares em todo o jogo.

Aos 40’, novo golo do Porto! Na sequência de um canto marcado no lado esquerdo, Rolando salta mais alto e desvia a bola para Walter que á boca da baliza não perdoou. O avançado brasileiro estava em posição de fora-de-jogo, no entanto, a equipa de arbitragem validou o golo.

Longe de fazer uma exibição brilhante, os campeões nacionais chegaram ao intervalo com uma vantagem tranquila, fruto de dois golos algo estranhos (um foi desviado por um defesa adversário e outro estava em fora-de-jogo), perante um adversário que não mostrou nem ambição nem argumentos para evitar a derrota.

Na segunda parte, a intensidade do jogo ainda conseguiu ser mais baixa, assistiu-se a um jogo bastante sonolento, no qual os jogadores do Nacional fizeram praticamente figura de corpo presente, já que praticamente pararam de atacar. Os portistas agradeceram, que sem suar muito, iam trocando a bola com tranquilidade e esperando que o tempo passasse para garantir os três pontos.

Mais uma vez, quando tudo parecia tranquilo e sem acção nas duas balizas, o FC Porto voltou a marcar. Livre de Belluschi, defesa algo deficiente de Marcelo para a zona frontal à baliza onde Sapunaru atirou para o fundo das redes num dos golos mais fáceis da sua carreira, estavam decorridos 66 minutos. A defesa nacionalista nem sequer reagiu ao lance.

Alguns minutos depois, Vítor Pereira mexeu na equipa e retirou Defour e Belluschi (que não gostou de ser substituídos) para colocar em campo Guarín e João Moutinho, dois habituais titulares que recentemente têm feito exibições não muito positivas, algo que o próprio médio português admitiu no final do jogo com o APOEL.

O jogo estava resolvido, não havia pressão mas Moutinho estava com vontade de mostrar serviço, mostrando humildade e profissionalismo ao aceitar a sua condição de suplente e dar o seu melhor para recuperar o posto, tanto que fez duas assistências para golo ainda antes do final do jogo.
A primeira surgiu perto dos 90’, quando Guarín praticamente o isolou perante Marcelo, mas não foi egoísta e colocou a bola em Kléber que com a baliza escancarada fez o 4-0.

Dois minutos depois, já para lá da hora, numa jogada dentro da grande área dos insulares, o ex-capitão do Sporting colocou a bola em Hulk que fez um chapéu a Marcelo, no último e mais bonito golo da noite.


Este resultado acabou por ser demasiado pesado para o Nacional, tendo em conta que o FC Porto também jogou num ritmo muito baixo.
Só para se ter a noção da pouca intensidade que este jogo teve, o árbitro, Cosme Machado, chegou ao final da partida sem mostrar um único cartão amarelo.


Quanto ao desempenho das equipas, é praticamente impossível destacar alguém, tanto pela positiva ou pela negativa, ambas as equipas foram muito homogéneas.

No FC Porto, Helton arriscou em alguns dribles em zonas algo proibidas, Mangala cometeu uma fífia mas até foi seguro, Walter e Kléber fizeram a sua função (marcar), Hulk voltou aos golos e João Moutinho entrou com uma vontade que se traduziu em duas assistências nos últimos momentos do jogo. De resto, pouco há a dizer.

No Nacional, há que destacar a falta de atitude que a equipa teve, e ao que parece tem tido esta temporada, já que ocupa uma posição muito baixa na tabela e não está a ter o atrevimento que nos habituou ao longo dos anos. Onde está aquela formação bastante complicada de bater que disputa os lugares europeus?
Marcelo parece-me ser um guarda-redes que não está à altura do legado de Diego Benaglio e Rafael Bracali. Mateus comandou as poucas transições rápidas do ataque na primeira parte com alguma qualidade, e Rondón como principal artilheiro causou algum perigo mas também foi inconsequente.

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Liga Sagres | Sporting 3-1 Nacional



O Sporting despediu-se ontem do campeonato com uma vitória em pleno Estádio José Alvalade, que ficou marcado pela despedida de Derlei e a consagração de Nené como o melhor marcador da Liga Sagres.
Os "leões" começaram bem o jogo com dois golos do "Ninja" nos primeiros sete minutos, a preocupação dos defesas insulares em marcar Liedson e impedi-lo de marcar era tanta que se esqueceram duas vezes do brasileiro que ontem fez o seu último jogo da carreira.
Sete minutos depois, livre a meio do meio-campo sportiguista, Nené sem dar muito balanço desfere um tiro indefensável para Rui Patricio.
O jogo chegou assim a intervalo.
Na segunda parte, não houve muitas situações de golo, o Sporting controlou o jogo, o Nacional chegou-se algumas vezes à baliza leonina mas aos 90 minutos Rodrigo Tiui é derrubado na área adversário e na conversão da grande penalidade, Romagnoli fez o 3-1.
Com esta vitória o Sporting termina o campeonato com 66 pontos, fruto de 20 vitórias, 6 empates e 4 derrotas, tendo ficado a quatro pontos do FC Porto, 1º classificado, e com sete de vantagem sobre o Benfica que foi 3º.
Se o FC Porto é tetra-campeão, o Sporting é vice-tetra-campeão.
Nos próximos dias irei fazer uma análise à época leonina e tentarei prever o ano de 2009/2010.
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