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sábado, 2 de novembro de 2019

O lado racional e o lado emocional dos irmãos Horta

André Horta e Ricardo Horta jogam juntos no Sp. Braga
Ricardo e André, os manos Horta, constituem um raro caso de dois irmãos que jogam na mesma equipa ao mais alto nível. Passaram ambos pelas camadas jovens de Benfica e Vitória de Setúbal, viveram experiências no estrangeiros, têm estatura física idêntica, utilizam preferencialmente o pé direito e são dois jogadores com uma qualidade técnica acima da média na I Liga portuguesa, mas dentro de campo expressam o futebol de cada um de forma diferente ao serviço do Sp. Braga.

segunda-feira, 19 de agosto de 2019

Do samba ao susto, com o capitão a brilhar. E o Sporting venceu finalmente nesta época

Luiz Phellype foi titular e fez a assistência para o golo inaugural
Ao nono jogo da temporada, o terceiro de cariz oficial, o Sporting finalmente saiu vitorioso, batendo o sempre complicado Sp. Braga, agora orientado por Ricardo Sá Pinto, que regressou a Alvalade na pele de adversário. Os homens de Marcel Keizer chegaram ao intervalo a vencer por dois golos de vantagem, mas sofreram um à entrada do último quarto de hora da segunda parte pelo seu ex-jogador Wilson Eduardo e não evitaram alguns sustos até ao apito final.

domingo, 18 de agosto de 2019

Sá Pinto regressa a Alvalade como adversário. Como irá reagir?

Ricardo Sá Pinto em Alvalade no comando técnico do Belenenses
Este domingo vai ser especial para Ricardo Sá Pinto. Ao leme de um Sp. Braga ambicioso e que quer destronar um dos chamados três grandes do pódio da I Liga, vai regressar a Alvalade, uma casa que já foi sua e onde é muito admirado pelos sportinguistas. Afinal, foram 227 jogos, 49 golos, um campeonato, duas Taças de Portugal, outras tantas Supertaças e o estatuto de capitão como jogador, um título de juniores e uma meia-final da Liga Europa como treinador e ainda uma curta como diretor desportivo pelo meio.

sexta-feira, 15 de março de 2019

A minha primeira memória de... um jogo entre Vitória FC e Sp. Braga

Vitóriae Sp. Braga são dois históricos do futebol português
A minha primeira memória de um jogo entre Vitória de Setúbal e Sporting de Braga foi de muito má memória para os sadinos, pois ditou-lhes a última descida de divisão.

Para o último encontro da 32.ª jornada de 2002/03, disputado numa segunda-feira (19 de maio) no Estádio do Bonfim, a formação orientada por Carlos Cardoso entrou com a corda na garganta, a oito pontos da primeira equipa acima da zona de despromoção e com apenas nove em disputa. Basicamente, teria de os ganhar todos. Do outro lado estavam uns bracarenses que, pela primeira vez em muitos anos, lutavam pela permanência, partindo para este jogo com apenas três pontos de vantagem sobre a primeira equipa abaixo da zona de despromoção, o Beira-Mar.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

A minha primeira memória de… um clássico entre FC Porto e Sp. Braga

Duelo aéreo entre Zé Nuno Azevedo e Pena
Comecei a ver futebol em meados de 2000, mas o primeiro jogo entre FC Porto e Sp. Braga de que me recordo é de 2002. Já vi os resumos dos confrontos de 2000/01 e do primeiro de 2001/02, mas não me lembro de nenhum. A minha primeira memória é de um duelo no Estádio das Antas para os quartos de final da Taça de Portugal no qual os portistas estiveram a vencer, mas acabaram por perder por 1-2 ou 1-3. Ainda hoje tenho presente o golo do gigante central bracarense Idalécio com a nuca.

Fazendo uma pesquisa pela Internet, a memória fica avivada. De facto, o FC Porto esteve a vencer por 1-0 com um golo de Capucho aos 51 minutos, mas o Sp. Braga deu a volta no espaço de três minutos, por Castanheira (71’) e Idalécio (74’), a 16 de janeiro de 2002, uma quarta-feira.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2019

As minhas primeiras memórias de… Miklós Fehér

Fehér viveu em Braga a melhor época da carreira
Desde aquela trágica noite de 25 de janeiro de 2004 que pode parecer suspeito dizer que tive ótimas primeiras impressões de Miklós Fehér e que sempre o tive em muito boa conta como futebolista, pois há a tendência para engradecer a título póstumo, mas é a realidade.

Comecei a acompanhar futebol em meados de 2000 e a primeira época que acompanhei de fio a pavio foi a de 2000/01, precisamente a melhor da carreira do malogrado avançado húngaro. Logo nas primeiras seis jornadas do campeonato, Fehér apontou sete golos pelo Sp. Braga, dois dos quais ao Sporting e um ao Benfica, ou seja, em jogos de elevado grau de mediatismo.

terça-feira, 22 de janeiro de 2019

As minhas primeiras memórias de… um clássico entre Sporting e Sp. Braga

Fehér e Schmeichel foram protagonistas em setembro de 2000

Falo-vos de memórias no plural e não no singular porque faz todo o sentido coloca-las no mesmo saco. Ainda o Sp. Braga não era o Sp. Braga dos dias de hoje, que ameaça conquistar o título nacional mais ano menos ano, enquanto o Sporting vivia um bom período, com dois campeonatos ganhos no espaço de três anos. Ainda assim, os leões não ganharam um único dos cinco primeiros jogos de que me recordo entre as duas equipas, entre setembro de 2000 e de 2002.

segunda-feira, 24 de dezembro de 2018

Fome do Benfica deu em fartura frente a Sp. Braga irreconhecível

Pizzi deu o mote para a goleada com um golo aos 19 minutos
Costuma dizer-se que não há fome que não dê em fartura e o Benfica que o diga. Depois de quatro vitórias pela margem mínima e exibições pálidas frente a V. Setúbal, AEK, Marítimo e Montalegre, as águias deixaram-se embalar pelo apetite da quadra natalícia e encheram a barriga de golos (6-2) frente a um Sp. Braga que apareceu na Luz com sinais de indisposição, completamente irreconhecível.

sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

A minha primeira memória de… um jogo entre Benfica e Sp. Braga

Tiago, Dani, Barroso e Poborsky no duelo de outubro de 2000
Ainda o Sp. Braga não era o Sp. Braga que é hoje na única época em que ficou à frente do Benfica no campeonato, em 2000/01, quando fechou a I Liga no quarto lugar e as águias em sexto, a pior classificação de sempre dos encarnados. E foi precisamente o primeiro duelo entre ambas as equipas nessa temporada, no antigo Estádio da Luz a 2 de outubro de 2000, o primeiro encontro de que tenho memória entre benfiquistas e bracarenses.

Numa fase em que o campeonato estava apenas na 6.ª jornada, ainda se estava longe de se imaginar que os encarnados, então orientados por José Mourinho, terminassem em posição tão baixa, apesar do mau arranque. Já a formação orientada por Manuel Cajuda, por alguns considerado o pai do Sp. Braga atual, tinha entrado nessa ronda como líder isolado.

quinta-feira, 4 de outubro de 2018

Domingos vê Sp. Braga "mais próximo dos grandes" do que em 2009/10

Domingos guiou o Sp. Braga ao 2.º lugar em 2009/10
Domingos Paciência é uma figura incontornável na história do Sp. Braga. Não conquistou qualquer título, algo que apenas Rui Sim-Sim (Taça de Portugal 1965/66), José Peseiro (Taça da Liga 2012/13) e Paulo Fonseca (Taça de Portugal 2015/16) conseguiram, mas alcançou a melhor classificação de sempre dos minhotos na I Liga em 2009/10, o segundo lugar, e atingiu a final da Liga Europa em 2010/11.

Agora, oito anos após ter deixado a pedreira, há uma sensação de déjà vu na Cidade dos Arcebispos. Tal como nessa época, os arsenalistas arrancaram muito bem na I Liga, ao ponto de a liderarem com seis jornadas já decorridas, apesar da eliminação precoce na Liga Europa.

quinta-feira, 9 de agosto de 2018

A minha primeira memória de… um jogo da I Liga ao vivo

Jardel e Ricardo Rocha foram protagonistas no 2-2 de Alvalade

Já perdi a conta ao número de jogos da I Liga que assisti ao vivo, mas jamais me esquecerei do primeiro. Ainda me recordo mais ou menos daquele sábado, 2 de março de 2002, em que o meu pai me levou ao velhinho Estádio José Alvalade para assistir a um Sporting – Sp. Braga, tinha eu 10 anos. O meu pai bem quis esperar por um horário mais apetecível, como um sábado ou um domingo às 16.00, mas as transmissões televisivas já aí insistiam em empurrar os encontros dos três grandes para a noite – nesta caso, para as 20.00.

Lembro-me vagamente de termos ficado instalados na curva sul do antigo anfiteatro leonino, perto da estação de metro do Campo Grande, e de ter comido um cachorro ainda antes do jogo iniciar.

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