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sexta-feira, 19 de junho de 2020

A minha primeira memória de... um jogo entre Man. United e Tottenham

Roy Carroll defendeu remate de Pedro Mendes já dentro da baliza
A minha primeira memória de um jogo entre Manchester United e Tottenham remonta a 4 de janeiro de 2005. Cristiano Ronaldo foi titular pelos red devils, mas foi um português dos spurs um dos protagonistas da noite, Pedro Mendes.

sexta-feira, 31 de janeiro de 2020

A minha primeira memória de... um jogo entre Man. United e Wolves

Kenny Miller festeja o golo que deu a vitória aos wolves
Ainda o Wolverhampton estava longe de ser invadido por um vasto grupo de jogadores portugueses quando protagonizou o primeiro duelo com o Manchester United de que tenho memória. Curiosamente havia um futebolista luso nos wolves, Silas, mas não foi incluído no lote de 16 convocados. Do outro lado estava Cristiano Ronaldo, que nessa tarde de 17 de janeiro de 2004 cumpriu os 90 minutos, numa altura em que tinha apenas 18 anos.

quarta-feira, 25 de dezembro de 2019

A minha primeira memória de… um jogo entre Man. United e Newcastle

Paul Scholes apontou um hat trick na goleada em St. James Park
Não vi o jogo nem me lembrava bem da época, mas recordava-me perfeitamente do (estrondoso) resultado e de que na altura se salientou bastante o facto de os adeptos do Newcastle terem ficado a aplaudir até ao fim nas bancadas apesar da goleada que a equipa deles estava a sofrer em casa, no St. James Park.

sábado, 27 de abril de 2019

A minha primeira memória de… um jogo entre Chelsea e Man. United

Fortune e Lampard em disputa de bola em agosto de 2004

Lembro-me bem do primeiro jogo entre Chelsea e Manchester United a que assisti. Os blues, adquiridos cerca de um ano antes pelo magnata russo Roman Abramovich num projeto pioneiro no futebol europeu, estavam em ascensão na hierarquia do futebol mundial e tinham contratado José Mourinho, recém-coroado campeão europeu pelo FC Porto, para assumir o comando técnico.

segunda-feira, 15 de abril de 2019

A minha primeira memória de... um jogo entre Barcelona e Man. United

Cristiano Ronaldo e Xavi em rara discussão pela posse de bola
Falar das minhas primeiras memórias de jogos entre Manchester United e Barcelona é o mesmo do que falar das primeiras vezes em que Cristiano Ronaldo e Lionel Messi partilharam um relvado. Já eram, a par de Kaká, os melhores do mundo, mas ainda não se imaginava que se tornassem em lendas do futebol mundial, ao nível dos melhores de todos os tempos.

terça-feira, 7 de agosto de 2018

Quando Ronaldo convenceu Ferguson a assinar o "casamento perfeito"

Cristiano Ronaldo destemido frente ao Manchester United

6 de agosto de 2003 é uma data histórica para o Sporting e para Cristiano Ronaldo. Foi precisamente neste dia, há 15 anos, que o novo Estádio José Alvalade foi inaugurado e que o avançado português se catapultou para uma brilhante carreira no futebol internacional.

Com o Manchester United como adversário, o então jovem extremo de 18 anos abriu o livro e mostrou um vasto reportório de dribles para trocar as voltas à defesa dos red devils, com o lateral direito irlandês John O'Shea a ser o principal visado pelos truques de magia de CR... 28, que ainda não se tinha estreado pela seleção nacional. O prodígio madeirense até já estava no radar do emblema de Old Trafford, mas foi aquela noite de festa para o Sporting, que venceu o encontro por 3-1, que acelerou a ida para o Inglaterra.

sábado, 3 de maio de 2014

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Liga dos Campeões | Real Madrid 1-1 Manchester United


Esta noite, no Estádio Santiago Bernabéu, Real Madrid e Manchester United empataram 1-1, num jogo a contar para a primeira-mão dos Oitavos-de-final da Liga dos Campeões. Welbeck deu vantagem aos “red devils”, e Cristiano Ronaldo restabeleceu a igualdade.
                                      

domingo, 20 de janeiro de 2013

Premier League | Tottenham 1-1 Manchester United


Esta tarde, no Estádio White Hart Lane, em Londres, Tottenham e Manchester United empataram 1-1, num jogo a contar para a 23ª jornada da Premier League. Van Persie deu vantagem aos “red devils”, mas Dempsey restabeleceu a igualdade.

sábado, 15 de dezembro de 2012

Premier League | Manchester United 3-1 Sunderland


Esta tarde, em Old Trafford, o Manchester United derrotou o Sunderland por 3-1, num jogo a contar para a 17ª jornada da Premier League. Van Persie, Cleverley e Rooney marcaram os golos dos "red devils", e Frazier Campbell para os "black cats".

domingo, 5 de agosto de 2012

Pré-Época | Valerenga 0-0 Manchester United


Esta tarde, no Estádio Ullevaal, em Oslo, Valerenga e Manchester United empataram sem golos, em mais um encontro de pré-época. Nani jogou os 90 minutos.

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Premier League | Blackburn 0-2 Manchester United


Esta noite, no Ewood Stadium, o Manchester United venceu o Blackburn, num jogo a contar para a 31ª jornada da Premier League. Valencia e Ashley Young marcaram para os “red devils”, já na recta final do encontro.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Síntese | Jogos da última semana



Durante a última semana, estive ausente no que concerne às minhas análises a jogos de futebol devido a motivos de saúde. É verdade, por vezes até os críticos vão para o estaleiro! Neste post irei falar de uma forma sucinta de alguns jogos que vi no decorrer da última semana.

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Premier League | Manchester United 2-0 Stoke City



O Manchester United venceu esta noite o Stoke City por 2-0, em Old Trafford, numa partida a contar para a Premier League. Chicharito e Berbatov, apontaram os golos, ambos de grande penalidade.

sábado, 26 de novembro de 2011

Premier League | Manchester United 1-1 Newcastle



Esta tarde, em Old Trafford, Manchester United e Newcastle empataram a uma bola em mais um jogo a contar para a Premier League.


Eis a constituição das equipas:

Manchester United



Como já tenho vindo a dizer, os “Red Devils” esta temporada têm estado longe do nível exibicional de outrora. Tem valido à formação de Old Trafford a sua eficácia e a qualidade dos seus jogadores, que mesmo parecendo não mostrar grande força motivacional em campo, têm talento que chegue para conseguir com que o United vai vencendo jogos.
Depois da derrota em casa perante o City, a equipa de Alex Ferguson soma três vitórias consecutivas para a Premier League (Everton, Sunderland e Swansea City), todas elas pela margem mínima.
Dois acontecimentos pouco felizes marcaram a semana do colosso inglês: Anderson lesionou-se e só deve voltar em Fevereiro e o empate para a Liga dos Campeões em Manchester perante o Benfica, insuficiente para garantir já a qualificação para os Oitavos-de-final.


Newcastle



O Newcastle tem sido a grande revelação deste ano da Premier League.
A primeira derrota que sofreu esta temporada foi no passado fim-de-semana e em casa do líder Manchester City (3-1), ocupa o 4º lugar mas está em igualdade pontual com o Tottenham que é primeiro e está apenas a quatro pontos do United, isto para além de ter em simultâneo com Liverpool e “citizens” a melhor defesa da competição. A campanha dos “Magpies” só não é mais surpreendente porque no fundo trata-se de um gigante adormecido, que participou na Liga dos Campeões e chegou diversas vezes longe na Taça UEFA durante a primeira metade da última década, apesar da descida de divisão há anos atrás.
Demba Ba, avançado senegalês, é o melhor marcador da formação de Alan Pardew com oito golos marcados (entre os quais dois “hat-tricks”) em onze jogos.


Tal como lhe competia, a formação de Manchester teve um inicio forte, assumindo as despesas da partida e tentando logo desde cedo se colocar em vantagem no marcador, mas o Newcastle, cheio de personalidade, aguentou a intensidade dos “Red Devils” nos minutos iniciais e com o tempo conseguiu baixar o ritmo, e a partir daí assistimos a uma partida equilibrada em que as duas equipas mostraram vontade de marcar, olharam nos olhos uma da outra, marcando uma posição vincada sobre as suas ambições e nesta fase os “Magpies” até conseguiram ter mais bola e até jogar no meio-campo do adversários em alguns períodos.

À passagem da meia hora, o United voltou à carga e de rajada criou duas bolas ocasiões, primeiro por Giggs que desviou de forma subtil um cruzamento de Fábio mas Krul respondeu com uma grande defesa e logo a seguir, na sequência da marcação de um pontapé de canto Nani atirou por cima.

Até ao intervalo, a equipa de Ferguson conseguiu recuperar a vantagem na posse de bola, embora esteja a sentir imensas dificuldades para assumir a sua superioridade, visto que o Newcastle cheio de confiança foi a Old Trafford para vencer, jogando até com uma defesa demasiado subida em alguns momentos, situações que dificultavam as saídas para o ataque dos “Red Devils” mas que por vezes beneficiavam a velocidade de Wayne Rooney e sobretudo Chicharito, na minha opinião o mais inconformado na primeira parte.


Na segunda metade, os homens da casa entraram fortíssimos, e marcou logo aos 50’.
Wayne Rooney marcou um livre à entrada da área contra a barreira, na recarga o inglês rematou de pé esquerdo mas a bola é interceptada por Steven Taylor que atirou contra o peito de Chicharito e voltou para trás entrando na baliza.

No entanto, o United continuou com o “turbo” ligado e esteve bastante por perto do 2-0 até antes da hora de jogo, ora por Fábio (por cima) ora Rooney (de cabeça, também por cima), e até mesmo em lances em que faltou apenas um último toque para se ampliar o resultado mas por mérito da defesa do Newcastle ou de Krul isso nunca aconteceu.

A partir dos 60’, a formação de Alan Pardew conseguiu aliviar a pressão e na sequência de um lance de bola parada, Steven Taylor de cabeça assistiu Coloccini e este apesar de rematar forte e já perto da baliza permitiu uma extraordinária defesa a De Gea.

No minuto seguinte, o árbitro entendeu (mal) que Ben Arfa foi derrubado por Ferdinand na grande área dos “Red Devils” e na conversão da grande penalidade Ba fez o empate.

Durante algum tempo, os “Magpies” aproveitaram o desnorteamento da equipa do United com o golo sofrido, mostraram atrevimento e vontade de se colocar em vantagem, mas nos últimos 15 minutos, os de Manchester voltaram a ligar o “turbo”, encostaram os de Newcastle às cordas (sobretudo com a expulsão de Jonas Gutierrez) e foi por pura falta de sorte que não conseguiram fazer o segundo.

Aos 77’ Young falhou à boca da baliza após passe de Nani, aos 80’ Krul sem saber como defende de peito um cabeceamento de Vidic e com mais mérito poucos minutos depois fez uma fantástica defesa a uma trivela de Evra. Até ao final do jogo, Young ainda atirou ao poste e um cabeceamento de Rooney foi salvo em cima da linha de golo por Simpson, entre outras, um autêntico sufoco! Ainda assim, nenhum dos talentosos jogadores do United conseguiu desbloquear o resultado.

O empate até se aceita, afinal de contas, pouco se pode apontar ao Newcastle que teve uma grande atitude em Old Trafford, mostrando um grande atrevimento que é de louvar. É verdade que o United rematou mais e criou mais ocasiões de golo (23-9 em remates) e que se tivesse que haver um vencedor, seria o mais justo, até porque a grande penalidade que proporcionou o golo de Ba é inexistente, mas o futebol é assim e não se pode falar em total injustiça.


Falando das equipas, a formação de Alex Ferguson mostrou duas faces.
A sua versão apática, que introduz ao jogo um ritmo lento, sem grandes ocasiões, em que dá muita iniciativa ao adversário e não é objectiva a atacar, e depois, a sua versão intensa, em que parece que liga o “turbo”, o colectivo torna-se bastante pressionante, ataca imenso, encosta a outra equipa até perto da sua área e cria variadíssimas oportunidades para marcar, bolas que não entram por pura infelicidade. De um momento para o outro, temos um United desmotivado que é apenas uma equipa de topo em Inglaterra para um United que mostra uma incrível capacidade, em que no Mundo é dificilmente superada.
De Gea esteve bem quando foi chamado a intervir, Vidic esteve bem, esforçou-se a defender e a atacar, Ferdinand foi injustiçado porque um corte seu na opinião do árbitro foi uma rasteira a Ben Arfa e Evra fez mais um jogo em que não deixa dúvidas que é dos melhores laterais-esquerdos do mundo.
No meio-campo, hoje sim, vimos um jogador de carácter mais defensivo (Carrick) e outro mais ofensivo (Giggs), que seja mais útil no transporte da bola para o ataque, e a produção ofensiva foi muito maior do que no jogo com o Benfica em que Fletcher e Carrick a atacar funcionavam praticamente como um homem só.
Nani e Rooney não fizeram dos seus melhores jogos e Ashley Young muito menos, já Chicharito especialmente na primeira parte foi sempre o mais inconformado da equipa, marcou o golo (ainda que acidentalmente) e a poucos segundos do fim viu o tento da vitória ser-lhe anulado.
Não se percebe como com o 1-1 a persistir desde os 64’, só aos 87’ é que Alex Ferguson mexeu na equipa, sobretudo se tivermos em conta que muitos dos jogadores alinharam a meio da semana contra o Benfica. Mais uma vez reafirmo, não sou ninguém para criticar um técnico com tal currículo, mas é de estranhar a sua passividade perante resultados menos agradáveis.

Quanto ao Newcastle, reforço o seu atrevimento.
É realmente uma equipa de primeira metade da tabela, que não tinha derrotas até à jornada passada e está a ter uma série terrível de jogos (City na semana anterior, United hoje e Chelsea no próximo fim-de-semana). Não estou completamente esclarecido quanto ao valor desta formação para tentar prever a que lugares se destina no final da época, espero ver a partida com os “blues” em St. James Park para dissipar as dúvidas, mas pela posição que ocupa e pela qualidade dos seus jogadores pelo menos é candidata às competições europeias.
Os “Magpies” não têm nenhum futebolista do “Outro Mundo”, mas têm de facto atletas de grande valia, de selecção, especialmente aquele meio-campo que me parece todo ele muito talentoso (Obertan, Guthrie, Cabaye e Jonás Gutierréz). O próprio guarda-redes (Tim Krul) fez grandes defesas, o sector mais recuado pareceu-me organizado e na frente Bem Arfa no apoio a Demba Ba é uma dupla que deve dar trabalho a qualquer defesa.


Com este empate, é esta a classificação provisória da Premier League:

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Liga dos Campeões | Manchester United 2-2 Benfica



O Benfica foi esta noite empatar em Old Trafford (2-2) frente ao Manchester United, e desta forma garantir o apuramento para os Oitavos-de-final da Liga dos Campeões.


Eis a constituição das equipas:

Manchester United



O United escusa apresentações, todos sabem do palmarés, prestígio e valor desta equipa, que ainda assim a nível exibicional tem estado furos abaixo do esperado.
Uma vitória apura os homens de Manchester para os Oitavos-de-final e não é esperado que facilitem em Old Trafford esta noite.
Para este jogo as ausências são: Michael Owen, Danny Welbeck, Tom Cleverley e Darron Gibson (lesões) e Vidic (castigo).
No entanto, a grande surpresa foi Wayne Rooney ter ficado de fora dos eleitos para esta partida, sendo o pouco utilizado Berbatov o escolhido para a frente de ataque. O lateral-direito Fábio e o médio Carrick, ambos com poucos minutos esta temporada, serão titulares.


Benfica



Já o Benfica, tem aquele que até agora promete ser o encontro mais difícil da época, e aquele em que a equipa corre sérios riscos de terminar a invencibilidade dos encarnados na presente temporada, ainda assim Jorge Jesus assumiu que o objectivo passa por ganhar e garantir em Inglaterra a passagem aos Oitavos.
O treinador benfiquista apenas não pode contar com os argentinos Saviola e Enzo Pérez, ambos devido a lesão, e não apresenta grandes surpresas no onze inicial.


A formação portuguesa começou muito bem e aos 4’ já estava em vantagem, após uma boa jogada colectiva, Gaitán fez uma diagonal pela direita e ao tentar colocar a bola no coração da área, esta sofreu sucessivos desvios de Evra e Jones e acabou por entrar na baliza do United. Surpresa em Old Trafford!

Dois minutos depois, o Benfica quis mostrar que a vantagem que tinha não era obra do acaso e Bruno César, na sequência de um canto vê um remate seu passar perto da trave.

Só por volta dos 20’ o United conseguiu reagir, sair do seu meio-campo com a bola controlada e ir em busca de um resultado mais positivo, e nesse período só Nani parecia inconformado, exemplo disso foi uma arrancada espectacular em que passou por quatro adversários e só foi travado em falta por Garay.

À passagem da meia hora, os “red devils” marcaram. Na sequência de um livre marcado a meio do meio-campo dos lisboetas, a bola chega ao extremo português dos campeões ingleses que da esquerda fez um cruzamento milimétrico para a cabeça de Berbatov, que fez assim o empate. Apesar de o tento ser validado, o búlgaro estava em posição irregular.

Logo a seguir, Ashley Young surge isolado e remata forte mas Artur conseguiu defender com os pés.

O jogo ía assim empatado para intervalo, para a segunda metade esperava-se que os britânicos entrassem por cima e tentassem a todo o custo marcar, e foi a isso que assistimos. Nos últimos 45 minutos o United jogou praticamente sempre no meio-campo das águias, dispondo das principais oportunidades para facturar.

Em pouco tempo, Fábio com tudo para marcar permitiu nova defesa de Artur, Luisão lesionou-se e Fletcher confirmou a superioridade da sua formação na segunda parte ao marcar na sequência de um cruzamento de Evra, numa recarga, pois o guarda-redes brasileiro do Benfica defendeu o primeiro remate.

No entanto, a sequência de acontecimentos num curto espaço de tempo neste jogo não se ficou por aqui, e dois minutos depois, após um mau alívio de De Gea que foi direito a Bruno César, este remata torto, a bola embate em Ferdinand e acaba por ressaltar numa zona em que Aimar à vontade a enviou para a baliza, igualando de novo a partida.

Os “red devils” foram de novo em busca da vitória, mas foi falhando objectividade na hora de concretizar, como numa oportunidade claríssima de Berbatov aos 79’ em que atirou por cima ou nas inúmeras vezes em que os jogadores do United se deixaram antecipar pelas saídas a punho de Artur Moraes.

Do outro lado, Jorge Jesus efectuou uma série de alterações tendo em vista a defesa do resultado, como as trocas de Gaitán por Matic e de Aimar por Ruben Amorim, mas engane-se quem pense que pelas substituições o Benfica deixou de atacar, pois até esteve bem próximo de levar a vitória, quando Rodrigo finalmente apareceu no jogo perto do fim, teve uma boa jogada individual mas rematou à malha lateral.


A partida terminou com empate a dois, que na minha opinião aceita-se, pois apesar do domínio dos homens de Manchester na segunda parte, faltou objectividade na hora de chegar ao golo e pouco se pode apontar à exibição que o Benfica fez em Old Trafford.


Fazendo uma análise às equipas, pergunto-me porque razão Alex Ferguson voltou a inventar?
Como é possível uma equipa como o United jogar com dois “pivots” defensivos e nenhum ter especiais atributos no que concerne ao transporte da bola pelo meio-campo adversário? E pior que tudo, como foi possível mantê-los durante todo o encontro mesmo num período em que estavam a encostar o Benfica à sua zona defensiva? Não havia o habitual titular Anderson, mas porque não Park ou Giggs? Já agora, porquê esperar pelos 80’ para finalmente se fazer uma substituição? Porque demorou Chicharito tanto tempo para entrar?
Sinto que não sou ninguém para lançar criticas ao técnico escocês, afinal, ele já vencia títulos neste clube ainda eu nem era nascido, e duas décadas e meia depois de ter chegado a Old Trafford, isso continua a acontecer com frequência, mas questiono as opções que tomou, e até nem falo das opções por Fábio e Berbatov, porque ambos até estiveram bem.
De resto, De Gea esteve algo nervoso, Ferdinand e Jones ficaram mal vistos nos golos sofridos, Evra esteve bem, Fletcher foi melhor que Carrick (não percebo como o inglês jogou os 90 minutos), Valencia e Ashley Young foram algo inconsequentes, Berbatov marcou mas foi demasiadas vezes apanhado em fora-de-jogo e podia ter facturado mais vezes, e Nani foi mesmo o mais inconformado, o melhor jogador do United nesta partida. Chicharito entrou tarde e não teve tempo para muito.


Quanto ao Benfica, é verdade que os seus golos foram originados de situações não muito habituais e algo fortuitas, mas teve todo o mérito, fez o que lhe competia e cumpriu o objectivo que foi o apuramento para a fase seguinte.
Artur Moraes foi gigante e para mim o melhor em campo, a defesa não tremeu muito, os laterais não subiram tanto como habitualmente e a lesão de Luisão é uma grande preocupação, até porque há um Benfica – Sporting à porta.
O meio-campo anulou o já por si habitualmente pouco produtivos ofensivamente Fletcher e Carrick, e mesmo Valencia e Ashley Young (que jogou pelo meio) não tiveram grandes situações para brilhar. Gaitán teve alguns bons lances e deve ter confirmado a Ferguson que é um grande jogador e que seria um investimento bem empregue. Rodrigo andou sempre muito apagado, mas apareceu na parte final para um remate que cheirou a golo.


Com este empate, o Benfica garante o apuramento, até porque tem vantagem nos confrontos directos com Manchester United e Basileia e essas duas formações encontram-se na última jornada, que é como quem diz, não podem ganhar as duas e mesmo em caso de empate na Suiça ou de vitória dos helvéticos e admitindo um cenário em que os lisboetas perderiam para o Otelul Galati, os encarnados têm vantagem e seria impossível ficarem em 3º.

Eis a classificação à 5ª Jornada:

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