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quarta-feira, 19 de fevereiro de 2025

O guardião bicampeão por Benfica e FC Porto que chegou à seleção no Varzim. Quem se lembra de Fonseca?

Fonseca foi feliz no FC Porto e no Varzim e jogou pela seleção
Guarda-redes natural de Matosinhos, fez toda a formação no Leixões, clube pelo qual se estreou como profissional em 1966-67. Na temporada seguinte tornou-se no dono da baliza dos bebés do Mar e também num internacional sub-21.
 
Em 1969 mudou-se para o Benfica, mas pouco jogou. Não foi além de um total de 16 encontros distribuídos por três épocas passadas na sombra de José Henrique. Ainda assim, sagrou-se bicampeão às ordens de Jimmy Hagan (1970-71 e 1971-72), tendo vencido também uma Taça de Portugal (1971-72).
 
Seguiu-se um empréstimo de um ano ao Leixões e duas temporadas no Ourense, da II Liga Espanhola.

sábado, 1 de fevereiro de 2025

O central poveiro que ganhou tudo pelo FC Porto. Quem se lembra de Lima Pereira?

Lima Pereira totalizou 265 jogos, 11 golos e 12 títulos pelo FC Porto
Defesa central nascido na Póvoa de Varzim e formado no Varzim, cumpriu sete épocas na equipa principal dos poveiros, entre 1971 e 1978, antes de reforçar o FC Porto numa fase em que já tinha 26 anos.
 
Discreto, foi ganhando o seu espaço aos poucos, tendo vencido o segundo título do bicampeonato de José Maria Pedroto logo na época de estreia, 1978-79, mas foi a partir de 1980-81 que se afirmou verdadeiramente como uma figura imprescindível no onze azul e branco. Nessa temporada de afirmação conseguiu ainda as primeiras de 20 internacionalizações pela seleção nacional A, estreando-se num empate caseiro num particular com a Bulgária (1-1), disputado precisamente no Estádio das Antas, a 15 de abril de 1981.

sexta-feira, 29 de novembro de 2024

O eterno capitão do Varzim. Quem se lembra de Alexandre?

Alexandre disputou mais de 400 jogos pelo Varzim entre 1992 e 2009
Um daqueles jogadores que se confundem com o próprio clube. Alexandre entrou nas camadas jovens do Varzim em 1983, subiu à equipa principal em 1992 e por lá permaneceu até 2009. E após pendurar as botas voltou aos poveiros para desempenhar as funções de coordenador técnico, diretor desportivo e até de treinador.
 
Defesa central de elevada estatura (1,89 m) nascido no Porto, dedicou quase toda a carreira ao emblema varzinista, com exceção aos dois últimos anos, quando representou o Esposende. “Para mim o dinheiro não é tudo. O melhor é sentir-me bem e gostar de estar onde estou. Faz-me alguma confusão este tipo de situações de renovações de contrato e dois meses depois pedirem para sair”, afirmou à Antena 1 em julho de 2008.

segunda-feira, 21 de outubro de 2024

O sucessor de Baía que se transferiu do Nacional para o Chelsea. Quem se lembra de Hilário?

Hilário disputou um total de 59 jogos pelo FC Porto entre 1996 e 2000
Guarda-redes natural de São Pedro da Cova, concelho de Gondomar, e com toda a formação feita no FC Porto, foi ganhar rodagem para a Naval na II Divisão B e para a Académica na II Liga quando transitou para sénior.
 
Em 1996-97, pouco depois de quase ter descido à II B nos estudantes e de ter sido suplente de Quim no Torneio de Toulon, ingressou na equipa principal dos dragões, então comandada por António Oliveira, e acabou por se tornar rapidamente no guarda-redes titular, destronando o polaco Andrzej Wozniak e ultrapassando o sueco Lars Eriksson na hierarquia, numa altura em que Vítor Baía tinha acabado de se transferir para o Barcelona.

quarta-feira, 9 de outubro de 2024

O especialista em livres que despontou no Vitória SC e foi campeão pelo Sporting. Quem se lembra de Quim Berto?

Quim Berto venceu um campeonato e uma Supertaça pelo Sporting
Defesa lateral de baixa estatura (1,68 m), exímio executante de livres, com capacidade ofensiva e uma polivalência que lhe permitia jogar tanto à direita como à esquerda, nasceu em Guimarães e fez toda a formação no Vitória Sport Clube, mas quando transitou de júnior para sénior teve de procurar a sorte noutras paragens.
 
Depois de duas boas épocas no Benfica Castelo Branco, recebeu o bilhete de volta ao Estádio Dom Afonso Henriques no verão de 1992, iniciando aí um bom trajeto de cinco temporadas como habitual titular dos vimaranenses. Nesse período amealhou 147 jogos e 10 golos ao serviço do emblema minhoto, ajudando o clube então presidido por Pimenta Machado a proezas como a eliminação da Real Sociedad na Taça UEFA em 1992-93 e do Parma na mesma competição em 1996-97 e a obtenção do quarto lugar no campeonato em 1994-95.
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