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domingo, 4 de janeiro de 2026

Neste dia em 2009, o Trofense colocou um ponto final à invencibilidade do Benfica de Quique Flores no campeonato. Quem se lembra?

Benfiquista Rúben Amorim disputa a bola com Mércio
A minha primeira memória de um jogo entre Benfica e Trofense remonta precisamente ao primeiro duelo de sempre entre ambos os clubes – o que não é difícil, porque só foram dois e na mesma temporada (2008-09) –, a 4 de janeiro de 2009, na única presença do conjunto da Trofa na I Liga.
 
As águias, comandadas pelo espanhol Quique Flores, vinham de um quarto lugar na época anterior e já em 2008-09 tinham sido precocemente eliminadas da Taça de Portugal pelo Leixões em Matosinhos e protagonizado uma campanha desastrosa na Taça UEFA, com apenas um ponto em quatro jogos na fase de grupos. Ainda assim, os encarnados lideravam o campeonato ainda sem derrotas, com mais dois pontos do que Leixões e FC Porto e mais três do que o Sporting. No plantel, pontificavam nomes como Quim, Luisão, Maxi Pereira, David Luiz, Katsouranis, Pablo Aimar, Di María, Rúben Amorim, Carlos Martins, José Antonio Reyes, Óscar Cardozo, Nuno Gomes e David Suazo.

sábado, 3 de janeiro de 2026

Já há onzes! Siga aqui o Benfica-Estoril


Os quatro internacionais cabo-verdianos que jogaram pelo Benfica

Quatro tubarões azuis jogaram de águia ao peito
A ligação entre Portugal e Cabo Verde continua a ser umbilical. E o futebol é reflexo disso: há jogadores nascidos nas ilhas cabo-verdianas que são internacionais por Portugal e há futebolistas que vieram ao mundo em solo português que jogam pela seleção de Cabo Verde.
 
Talvez por ainda haver uma certa cultura que faz com que muitos jogadores priorizem a equipa das quinas em detrimento dos tubarões azuis, a maior dos elegíveis para jogar por Cabo Verde que têm passado pelo Benfica optaram por representar Portugal. Porém, antes do recém-contratado Sidny Lopes Cabral houve outros quatro futebolistas internacionais A por Cabo Verde que jogaram pela equipa principal das águias.
 
Vale por isso a pena recordá-los.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2025

Neste dia em 2001, houve dois penáltis, 51 faltas, 12 amarelos e um vermelho no último dérbi da velha Luz. Quem se lembra?

Jardel protagonista no 2-2 entre Benfica e Sporting
Foi o último jogo do antigo Estádio da Luz inteiro, antes de iniciar as obras de demolição que durante os meses seguintes diminuíram a capacidade do recinto. Foi também o último dérbi na velha Catedral. Mas o encontro ficou marcado na memória dos adeptos do futebol pelas imensas quezílias e pelas polémicas decisões do árbitro Duarte Gomes.
 
A contabilidade não deixa margem para dúvidas: 51 faltas, 12 cartões amarelos e um vermelho e dois penáltis (no mínimo) duvidosos.
 
O Sporting de Laszlo Bölöni partiu para essa jornada, a 15.ª, na liderança da I Liga, com mais um ponto que o FC Porto de Octávio Machado, dois que o Benfica de Toni e três que o Boavista de Jaime Pacheco, mas a zona cimeira da tabela classificativa esteve bem perto de ficar virada do avesso.

quinta-feira, 27 de novembro de 2025

Neste dia em 2008, o Benfica foi goleado na Grécia pelo Olympiacos (5-1). Quem se lembra?

Médio benfiquista Gilles Binya numa bola dividida no Pireu
A minha primeira memória de um jogo entre o Benfica e equipas gregas remonta a 27 de novembro de 2008, quando as águias se deslocaram ao Pireu para defrontar o Olympiacos num encontro da fase de grupos da Taça UEFA.

Afinal, só acompanho futebol desde meados de 2000, já os encarnados tinham defrontado o PAOK em 1999-00, e apenas tenho remotas memórias de alguns jogos particulares com o AEK e o Panathinaikos nos anos seguintes.

Embora tivesse a hegemonia do futebol grego, o Olympiacos vinha a fazer campanhas discretas nas competições europeias, não indo além dos oitavos de final da Liga dos Campeões em 2007-08. Nesse aspeto até o rival Panathinaikos parecia mais pujante, uma vez que tinha atingido os quartos de final da Champions em 2001-02 e quartos da Taça UEFA em 2002-03.

terça-feira, 4 de novembro de 2025

Neste dia em 2004, o Benfica caiu com estrondo em Estugarda

Já não tenho a certeza se assisti ao jogo através da televisão, mas tenho memória de ter acontecido e do resultado. Numa época em que a então Taça UEFA estreou uma fase de grupos em que as 40 equipas eram distribuídas por oito grupos (de cinco) e defrontavam dois adversários em casa e dois fora, o Benfica teve de se deslocar ao terreno do Estugarda, na altura uma das mais poderosas equipas alemãs e cliente habitual das provas europeias.

sábado, 18 de outubro de 2025

Neste dia em 2005, o Benfica arrancou um empate a um golo com o Villarreal no El Madrigal

Geovanni numa disputa de bola em El Madrigal
Nos últimos anos tenho ouvido muitas vezes que o Benfica não tem dimensão europeia, pela forma como tem saído precocemente da Liga dos Campeões, mas quando comecei a ver futebol os encarnados raramente iam à Champions e chegaram a estar duas épocas consecutivas sem competir internacionalmente (2001-02 e 2002-03).
 
Embora tivesse ouvido falar muito naquela altura dos 7-0 que o Celta de Vigo espetou às águias nos Balaídos, a minha primeira memória de um jogo oficial entre Benfica e equipas espanholas remonta à fase de grupos da Liga dos Campeões de 2005-06, quando a formação lisboeta, então orientada por Ronald Koeman, defrontou por duas vezes o Villarreal.

sexta-feira, 17 de outubro de 2025

A bola entrou ou não? Neste dia em 2004, rebentou uma das maiores polémicas do futebol português

Vítor Baía terá defendido a bola já dentro da baliza?
17 de outubro de 2004. Disputava-se a 6.ª jornada da I Liga e havia clássico na Luz, com o líder Benfica a receber o campeão nacional e europeu FC Porto, rival sobre o qual tinha quatro pontos de vantagem.
 
Antes do jogo, a discussão estava centrada na presença dos Super Dragões no reduto encarnado, uma vez que membros da claque organizada dos azuis e brancos compraram bilhetes para setores dispersos do estádio, o que chegou a colocar em risco a realização do encontro. Na génese deste caso esteve o envio, por parte do Benfica, de apenas 1500 bilhetes para o FC Porto, num recinto com capacidade ara 65 mil.
 
A verdade é que tudo correu bem fora das quatro linhas, sem problemas de maior, tendo os adeptos portistas ficado no setor 27 da Bancada Coca-Cola, atrás de uma das balizas.

Neste dia em 2006, o Benfica sofreu uma pesada derrota no Celtic Park (0-3)

Nuno Assis tenta fugir a um defesa escocês no Celtic Park

A minha primeira memória de um jogo entre o Benfica e uma equipa escocesa remonta a 2006, quando as águias marcaram presença na fase de grupos da Liga dos Campeões pelo segundo ano consecutivo.

 

Na época anterior, os encarnados tinham atingido os quartos de final, com Ronald Koeman ao leme, mas em 2006-07 não entraram bem na competição, uma vez que empataram a zero no terreno do Copenhaga na jornada inaugural e depois perderam em casa diante do Manchester United (0-1).

quinta-feira, 16 de outubro de 2025

As 15 vezes em que os grandes foram tombados por equipas secundárias na Taça de Portugal

Gondomar, Naval e Atlético causaram surpresas em casa dos grandes
A terceira eliminatória da Taça de Portugal vai jogar-se entre esta sexta-feira e domingo, com BenficaFC Porto e Sporting a entrar na competição como claros favoritos a seguir em frente perante a oposição de Desp. Chaves (sexta, 19:30), Celoricense (sábado, 18:00) e Paços de Ferreira (sábado, 20:15), respetivamente. Mas a história diz que os grandes devem ter cautela frente a adversários de escalões inferiores na Taça. Em toda a história, os três foram eliminados por 15 vezes por equipas de outras divisões, a última das quais há apenas dois anos.
 
Nas listas de carrascos de águias, dragões e leões, há um clube que faz o pleno: Vitória de Setúbal. Os sadinos passaram 72 dos 91 anos de campeonatos nacionais na I Divisão, mas aproveitaram três dos outros 19 para serem tomba-gigantes na prova rainha do futebol português, que conquistaram por três vezes (1964-65, 1966-67 e 2004-05).
 
Por outro lado, há um treinador que, com o emblema de cada um dos três grandes na lapela, já foi tombado na Taça por equipas de escalões inferiores. Esse técnico dá pelo nome de Fernando Santos e é o mesmo que em 2016 fez a Europa tombar aos pés de Portugal.
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