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quarta-feira, 8 de julho de 2020

A minha primeira memória de… um jogo entre Boavista e Marítimo

Maritimista Paulo Sérgio e boavisteiro Whelliton em disputa de bola
21 de março de 2001. Uma quarta-feira, ao final da tarde. Meias-finais da Taça de Portugal. Estádio do Bessa em obras.  Transmissão televisiva a cargo da SIC. O Boavista, líder da I Liga com seis pontos de vantagem sobre FC Porto e Sporting quando estavam decorridas 25 das 34 jornadas, era claro favorito na receção ao Marítimo.

Prestes a conquistarem o primeiro título nacional da sua história, os axadrezados, orientados por Jaime Pacheco, sonhavam também com a presença no Jamor depois de terem eliminado Freamunde, Desp. Aves, Penafiel e Moreirense nas rondas anteriores.

sábado, 13 de junho de 2020

A minha primeira memória de... um jogo entre Boavista e Sp. Braga

Bracarense Edmilson e boavisteiro Erivan em luta pela bola
Vivíamos os primeiros meses do século XXI. A 17 de fevereiro de 2001, decorria a 21.ª jornada da I Liga e o Boavista era líder com 45 pontos, mais dois do que o Benfica (mais um jogo), mais seis do que o Sporting e mais sete do que o FC Porto e mais oito do que o Sp. Braga. Os axadrezados de Jaime Pacheco tinham ainda o melhor ataque e a melhor defesa do campeonato e só tinham perdido por uma vez até então, precisamente na receção aos bracarenses de Manuel Cajuda, na quarta ronda da prova.

domingo, 2 de fevereiro de 2020

A minha primeira memória de… um jogo entre V. Guimarães e Boavista

Elpídio Silva entre Cléber e Romeu, com Frechaut atento ao lance
A minha primeira memória de um jogo entre o Vitória de Guimarães e o Boavista remonta ao período do Boavistão mas também de um Vitória que tinha uma equipa com grande qualidade, embora nem sempre isso se traduzisse em boas classificações.

A 12 de outubro de 2001, quando as duas se defrontaram no Estádio D. Afonso Henriques para a 8.ª jornada da I Liga, os axadrezados de Jaime Pacheco envergavam o estatuto de campeão em título e de líder do campeonato, com um plantel em que pontificavam os internacionais portugueses Ricardo, Frechaut e Petit, o maestro boliviano Erwin Sánchez e o pistoleiro Elpídio Silva.

quinta-feira, 5 de dezembro de 2019

A minha primeira memória de… um clássico entre Benfica e Boavista

Benfiquista Van Hooijdonk e boavisteiro Litos em duelo aéreo
Não assisti de forma alguma ao primeiro jogo entre Benfica e Boavista de que tenho memória, mas tenho bem presente o resultado e algumas das circunstâncias que rodeavam o encontro. Realizou-se a 23 de setembro de 2000 e, mais do que o desfecho, ficou marcado pela estreia de José Mourinho como treinador principal.

domingo, 10 de novembro de 2019

Jogaram no FC Porto e no Boavista e contam como é a rivalidade do dérbi

Duda e Mário Silva, dois jogadores que passaram pelos dois clubes
Mais de 100 jogos no campeonato, uma final da Taça de Portugal e quatro decisões da Supertaça Cândido de Oliveira. O dérbi da Invicta tem mais de um século de história, ganhou maiores contornos no pós-25 de abril, protagonizou confrontos diretos na luta pelo título durante a viragem do milénio e, depois da travessia do Boavista no deserto das divisões inferiores durante quase uma década, vai voltando novamente a ganhar expressão.

domingo, 5 de maio de 2019

A minha primeira memória de… um jogo entre Vitória FC e Boavista

Bosingwa e Marco Ferreira meses antes de rumarem ao FC Porto
Lembro-me perfeitamente de onde estava, do resultado, da época e da jornada do primeiro jogo entre Vitória de Setúbal e Boavista de que tenho memória. Foi o encontro inaugural da edição 2002/03 da I Liga, que haveria de ser de me má memória para as duas equipas, teve lugar no Estádio do Bonfim.

Recordo-me que estava a passar férias na aldeia de que os meus pais são naturais, no Baixo Alentejo, e que, no meio de nada para fazer, ansiava pela noite para ver frente a frente o clube mais representativo do meu distrito e o vice-campeão nacional na noite de 22 de agosto de 2002, uma quinta-feira, devido à participação dos axadrezados na terceira pré-eliminatória da Liga dos Campeões.

quinta-feira, 4 de abril de 2019

A minha primeira memória de… um dérbi entre FC Porto e Boavista

Litos e Domingos em acesa disputa de bola na área axadrezada
A primeira edição do campeonato português que segui de fio a pavio foi a de 2000/01. O Sporting partia como campeão, mas desde a 6.ª jornada que o FC Porto se isolou na liderança e aparentava ser o principal candidato ao título, que seria o sexto em sete anos. O Boavista, por sua vez, não passava de um candidato às competições europeias, chegando a estar a oito pontos da liderança após a 12.ª ronda.

Porém, o mês de dezembro foi de volte-face na I Liga. O FC Porto perdeu em Braga e em Leiria, o Sporting foi derrotado na Luz e empatou em Paços de Ferreira, o Benfica perdeu em Alverca e empatou em casa com o Gil Vicente, enquanto o Boavista aproveitou para bater Alverca, Gil Vicente, Salgueiros e Desp. Aves.

sexta-feira, 8 de março de 2019

A minha primeira memória de… um clássico entre Sporting e Boavista

Martelinho e Rui Jorge em disputa de bola num jogo no Bessa
A minha primeira memória de um jogo entre Sporting e Boavista remonta à época da conquista do título por parte dos axadrezados, 2000/01, mas ainda estávamos longe de prever tal desfecho.

Quando as duas equipas se defrontaram na primeira volta, à 12.ª jornada, os leões eram os principais perseguidores do líder FC Porto, enquanto os boavisteiros apresentavam-se a seis pontos dos vizinhos da Invicta. E o empate a zero que se registou em Alvalade e que deixou o Boavista a oito pontos dos portistas ainda contribuiu menos para se prever atempadamente que seriam os homens de Jaime Pacheco a sagrarem-se campeões nacionais.

domingo, 22 de julho de 2018

André Claro. Um reforço para toda a linha ofensiva do Boavista

André Claro assinou contrato pelo Boavista até 2020

À procura de garantir sangue novo para o ataque, até para colmatar as saídas de jogadores ofensivos como Renato Santos, Ricardo Clarke, Kuca, Iván Bulos, Rui Pedro ou Leonardo Ruiz, o Boavista encontrou no mercado a oportunidade de recrutar André Claro ao Estoril, recém-despromovido à II Liga.

Jorge Simão ganha assim um futebolista mais do que familiarizado com o principal patamar do futebol português, no qual já tem cinco épocas de experiência – e não mais um brasileiro de qualidade duvidosa e habituado a jogar apenas a 10 km/h. Depois de duas temporadas intermitentes no Arouca (2013/14 e 2014/15), o futebolista agora de 27 anos viveu no Vitória de Setúbal o melhor período da carreira, no qual apontou 18 golos em 58 jogos - ninguém marcou tanto nos sadinos quanto ele nesses 18 meses, antes de rumar à Amoreira, onde atuou na última época e meia com um registo bem inferior: três golos em 37 partidas.

sexta-feira, 19 de maio de 2017

Iuri está (mais do que) pronto a rugir

Iuri Medeiros soma 72 jogos, 5707 minutos e 18 golos na I Liga
Numa fase em que já se começa a projetar a próxima temporada do Sporting, Iuri Medeiros é um dos homens de quem se fala. A terminar o terceiro empréstimo e após ter participado em quatro pré-épocas da equipa principal, parece ter chegado o momento de o extremo de 22 anos – contratualmente ligado aos leões até 2022 e com cláusula de €60 milhões – se fixar no plantel de Jorge Jesus.

Depois de muito ler e ver, tive finalmente a oportunidade de observar in loco o que o açoriano está a valer durante o jogo entre Vitória e Boavista (0-1), na segunda-feira, no Estádio do Bonfim. A qualidade da partida deixou a desejar, mas o talentosíssimo internacional sub-21 confirmou tudo aquilo que tinha lido e visto, destoando por completo dos outros jogadores em campo.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Vitória sem bata no laboratório de Sánchez

O Vitória foi surpreendi com três golos de bola parada

Liga | Boavista 4-0 Vitória


No futebol, há dois jogos dentro de um só jogo. O da bola corrida, e o da bola parada. No da bola corrida, geralmente a equipa mais valiosa exibe de uma forma mais clara a sua superioridade, traduzindo esse ascendente no número de ataques, remates, cantos e até posse de bola. No da bola parada, a diferença de forças dilui-se e uma equipa menos apta no jogo jogado, mas com um ou dois bons executantes, pode ter argumentos para chegar ao golo.

Esta tese ajuda a explicar o descalabro sadino no Bessa. Logo aos três minutos, um Boavista que para o campeonato não marcava há quatro jogos e não vencia há doze, adiantou-se no marcador face a um positivamente surpreendente Vitória através de um livre executado de forma soberba por Renato Santos.

terça-feira, 18 de agosto de 2015

Das boas transições ao amargo empate

Suk foi a principal arma do Vitória nas bolas divididas
O Vitória abandonou o 4x3x3 habitual das últimas temporadas e aderiu à moda do 4x4x2 (ou 4x1x3x2), seguindo Benfica, Sporting, SC Braga e Paços de Ferreira. Mas muito mais importante que o sistema tático é o modelo de jogo, ou seja, as movimentações dos jogadores e o movimento que eles dão à bola.

Apesar da presença de dois homens no ataque, cada treinador dá-lhes uma utilização diferente. No Sporting e no Benfica, por exemplo, Slimani e Mitroglou ficam mais fixos na área enquanto o outro avançado (Teo Gutiérrez e Jonas, consoante o caso) jogam mais soltos. Quim Machado optou por dar grande liberdade não só a um deles, mas a ambos. Suk e André Claro, muito móveis, caem alternadamente no flanco e baixam para receber a bola.

terça-feira, 17 de março de 2015

Futuro é sintético

Diz-se que o futebol é um desporto de inverno. É verdade que o frio convida mais e limita menos a prática da modalidade que o calor, mas se assim é, porque é nessa época do ano que os relvados estão em pior estado?

A inovação e o desenvolvimento tecnológico forneceram ao desporto relvados sintéticos. Não ficam empapados, não se tornam batatais e a água pode ser escoada rapidamente à vassourada. Digo, por experiência própria, que os pés até assentam melhor nesse tipo de pisos, enquanto nos naturais até podem enterrar um pouco, tornando-se mais pesados  e dificultando movimentos.

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