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domingo, 10 de janeiro de 2021

A minha primeira memória de… um jogo entre Benfica e Estrela da Amadora

Benfiquista Roger tenta fugir ao estrelista Lázaro
Tinha presente de que, num sábado de manhã, numa ida à praça com o meu pai, fiquei a saber que o Benfica tinha vencido na véspera o Estrela da Amadora por 2-1 durante o campeonato de 2000-01. Passados cerca de 20 anos, até julgava que esse jogo era referente ao da primeira volta, disputado na Luz e que terminou com o mesmo resultado e a despedida de Jupp Heynckes do comando técnico encarnado, mas afinal era referente ao da segunda volta, na Reboleira.
 
Embora as águias tivessem concluído essa edição da I Liga na sexta posição, durante a viragem do ano (e do século) a formação então já orientada por Toni atravessou um momento bastante positivo, ao ponto de ter entrado no Estádio José Gomes em segundo lugar, após cinco vitórias consecutivas na prova, à frente dos rivais Sporting e FC Porto – o líder era o Boavista, com 20 jornadas já decorridas.

terça-feira, 15 de dezembro de 2020

A minha primeira memória de… um jogo entre Sporting e Mafra

Chinês Zhang causou enormes dificuldades a Carriço e companhia
Não há muito por onde escolher. A minha primeira memória de um jogo entre Sporting e Mafra foi precisamente do primeiro e até esta terça-feira único encontro oficial entre os dois clubes do distrito de Lisboa, referente a 20 de janeiro de 2010, quando os mafrenses se deslocaram a Alvalade para um encontro dos oitavos de final da Taça de Portugal.
 
Nessa altura, os leões orientados por Carlos Carvalhal procuravam salvar uma época que em termos de campeonato estava a correr francamente mal, uma vez que ocupavam o quarto lugar à 16.ª jornada, a 12 pontos dos líderes Sp. Braga e Benfica. Em termos de Taça, tinham afastado Penafiel e Pescadores da Costa da Caparica nas eliminatórias anteriores.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2020

A minha primeira memória de… um jogo entre Benfica e equipas belgas

Luisão em disputa de bola com norte-americano Onyewu
A minha primeira memória de um jogo entre o Benfica e uma equipa belga remonta a 2003, numa altura em que as águias vinham de dois anos seguidos sem competir nas competições europeias. Em 2003-04, os encarnados começaram por disputar o acesso à fase de grupos da Liga dos Campeões, mas sucumbiram perante a Lazio, perdendo tanto em Roma como no… Bessa. Sim, Bessa, porque a nova Luz estava a ser construída e o Jamor supostamente não teria condições para receber o jogo europeu.

Relegada para a Taça UEFA, a formação benfiquista teve pela primeira vez os belgas do La Louvière, um clube modesto que não tinha somado mais do que meia dúzia de presenças na I Liga Belga até então. Na época anterior les loups [os lobos] estiveram perto de descer de divisão, porém, venceram a Taça da Bélgica e por isso asseguraram o primeiro apuramento europeu de sempre.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2020

A minha primeira memória de… um jogo entre FC Porto e equipas gregas

Costinha e Paulo Sousa em jogo de Champions no Apostolos Nikolaidis
As minhas primeiras memórias de jogos entre FC Porto e equipas gregas foram frente a um clube que nos últimos anos tem estado afastado da ribalta, mas que não deixa de ser um gigante do futebol helénico, o Panathinaikos, único clube grego a atingir não só as meias-finais como a final da Taça/Liga dos Campeões.
 
Quando Panathinaikos e FC Porto se defrontaram na segunda fase de grupos da Champions em 2001-02, a formação de Atenas tinha no seu plantel alguns dos futuros vencedores do Euro 2004, nomeadamente o guarda-redes Nikopolidis, o central Goumas, o lateral direito que viria a jogar de dragão ao peito Seitaridis, o lateral esquerdo e futuro benfiquista Fyssas, o médio defensivo Basinas e o médio ofensivo e futuro benfiquista Karagounis. Mas haviam mais jogadores internacionais, como o central dinamarquês Henriksen, o lateral esquerdo croata Jarni, o médio português Paulo Sousa, o médio dinamarquês Michaelsen, o médio finlandês Kolkka, o médio croata Šarić, o avançado cipriota Konstantinou, o avançado polaco (mas nigeriano de gema) Olisadebe e o avançado croata Vlaović.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2020

A minha primeira memória de… um jogo entre AEK e equipas portuguesas

Majstorović saltou mais alto do que toda a gente na área benfiquista
A minha primeira memória de um jogo oficial entre o AEK e equipas portuguesas remonta aos derradeiros meses de 2009, quando a formação de Atenas defrontou o Benfica na fase de grupos da Liga Europa. Três anos antes, os dois conjuntos tinham-se defrontado num jogo de caráter particular na capital helénica, numa altura em que Fernando Santos orientava os encarnados, com vitória grega por 3-1.
 
Mais até do que acontece hoje em dia, nas décadas de 1990 e de 2000 o AEK era bastante competitivo no campeonato grego, mesmo que o título acabasse por fugir para o Olympiacos ou para o Panathinaikos, participou em algumas das primeiras edições da Liga dos Campeões com 32 clubes e era presença assídua nas competições europeias.

quinta-feira, 26 de novembro de 2020

A minha primeira memória de… um jogo entre Sp. Braga e equipas inglesas

Médio bracarense Andrés Madrid entre jogadores dos spurs

A minha primeira memória de um jogo entre o Sp. Braga e uma equipa inglesa remonta a 2007, numa época em que os bracarenses conseguiram chegar pela segunda vez aos oitavos de final da Taça UEFA – já o tinham feito em 1997-98, mas desta vez tinham ultrapassado não dois adversários, mas um percurso que contemplou uma ronda de qualificação, uma fase de grupos e eliminado os italianos do Parma nos 16 avos de final.

 

quarta-feira, 25 de novembro de 2020

A minha primeira memória de… um jogo entre FC Porto e equipas francesas

Derlei tenta passar pelo defesa Coulibaly no jogo das Antas

Tenho uma bastante vaga recordação da eliminatória entre FC Porto e Nantes para a Taça UEFA em 2000-01, mas a minha primeira memória a sério de jogos entre dragões e equipas francesas é relativa a um duplo confronto entre os portistas e o Lens dois anos depois, a contar para a 3.ª ronda da segunda competição europeia de clubes.

 

O emblema da Invicta, então orientado por José Mourinho, tinha afastado Polónia Varsóvia e Áustria Viena nas eliminatórias anteriores e começava a demonstrar um poderio que o haveria de levar à vitória na competição.

terça-feira, 17 de novembro de 2020

A minha primeira memória de… um jogo entre Suíça e Ucrânia

Ucraniano Andriy Shevchenko apertado por  Johan Djourou
Um jogo entre Suíça e Ucrânia está longe de ser um encontro particularmente apetecível para os adeptos portugueses, mas a verdade é que já se realizou nos oitavos de final num Campeonato do Mundo, em 2006.

Não assisti a esse encontro, mas recordo-me particularmente do desfecho da partida, com contornos bastante curiosos: a Ucrânia venceu nas grandes penalidades por 3-0, um resultado que eu nunca tinha visto num desempate por penáltis; e a Suíça era eliminada da competição sem ter sofrido qualquer golo, algo que nunca tinha acontecido.

segunda-feira, 16 de novembro de 2020

A minha primeira memória de… um jogo entre Espanha e Alemanha

Torres em disputa de bola com Frings sob o olhar de Schweinsteiger
Falar da minha primeira memória de um jogo entre Espanha e Alemanha é falar da final do Euro 2008. Desde que comecei a acompanhar futebol até então, ambas as seleções apenas se tinham defrontado em partidas de caráter particular.

Curiosamente, la roja e die mannschaft até nem tinham grandes estrelas do futebol mundial na altura. Ao olhar para os 30 primeiros classificados da Bola de Ouro do ano anterior, por exemplo, não havia um único jogador alemão na lista, e havia apenas dois espanhóis: Cesc Fàbregas (8.º) e Iker Casillas (27.º).

sábado, 14 de novembro de 2020

A minha primeira memória de… um jogo entre Espanha e Suíça

Gelson Fernandes marcou único golo do jogo em lance atabalhoado
A minha primeira memória de um jogo entre Espanha e Suíça remonta à primeira jornada da fase de grupos do Mundial 2010 - curiosamente, o duelo anterior entre as duas seleções também tinha sido num Campeonato do Mundo, o de 1994.

Na altura, la roja carregava o estatuto de campeã europeia e era naturalmente uma das principais favoritas à conquista do título mundial. Um favoritismo que depois da vitória no Euro 2008 foi reforçado pelo surgimento do tiki-taka do Barcelona de Pep Guardiola e de jogadores que não tinham participado no Campeonato da Europa, nomeadamente o central Gerard Piqué, o médio defensivo Sergio Busquets e do extremo Pedro Rodríguez, todos do Barça. Num plano secundário, o médio defensivo Javi Martínez e o ponta de lança Fernando Llorente (ambos do Athletic Bilbau), o médio ofensivo Juan Mata (Valencia) e o extremo Jesús Navas (Sevilha) também faziam parte da renovação.

sexta-feira, 13 de novembro de 2020

A minha primeira memória de… um jogo entre Portugal e França (ou... o primeiro grande desgosto que o futebol me deu)

Figo e Zidane, os craques das seleções de Portugal e França
Recordar o primeiro jogo entre Portugal e França de que tenho memória é como lembrar o primeiro grande desgosto que o futebol me deu, a 28 de junho de 2000. Naquela altura, eu estava finalmente a apaixonar-me por futebol, aos oito anos, numa altura em que se disputava o Campeonato da Europa. Ouvia falar muito de Luís Figo, que era um dos melhores do mundo, e não fazia ideia que a equipa das quinas não estava habituada a fases finais de grandes competições, nem tampouco que os gauleses eram campeões mundiais. E também não tinha noção de quem eram e onde jogavam grande parte dos jogadores das outras seleções.

terça-feira, 10 de novembro de 2020

A minha primeira memória de… um jogo entre Portugal e Andorra

Pauleta e Nuno Gomes tentam passar pela defesa de Andorra

O primeiro jogo entre Portugal e Andorra remonta a agosto de 1999, ainda eu tinha sete anos e não acompanhava futebol e nem sequer sabia que existia uma nação chamada Andorra. Por isso, o meu primeiro jogo entre ambas as seleções remonta a 2001, quando se defrontaram por duas vezes da fase de apuramento para o Mundial 2002, curiosamente naquela que foi a primeira vez que os andorranos participaram numa fase de qualificação e numa altura que a seleção portuguesa já não competia num Campeonato do Mundo desde 1986.

quarta-feira, 4 de novembro de 2020

A minha primeira memória de… um jogo entre Benfica e equipas escocesas

Nuno Assis tenta fugir a um defesa escocês no Celtic Park

A minha primeira memória de um jogo entre o Benfica e uma equipa escocesa remonta a 2006, quando as águias marcaram presença na fase de grupos da Liga dos Campeões pelo segundo ano consecutivo.

 

Na época anterior, os encarnados tinham atingido os quartos de final, com Ronald Koeman ao leme, mas em 2006-07 não entraram bem na competição, uma vez que empataram a zero no terreno do Copenhaga na jornada inaugural e depois perderam em casa diante do Manchester United (0-1).

segunda-feira, 2 de novembro de 2020

A minha primeira memória de… um jogo entre FC Porto e Marselha

Drogba e Costinha disputam a bola no Velódrome

A minha primeira memória de um jogo entre o FC Porto e o Marselha remonta aos derradeiros meses de 2003. Embora tanto dragões como marselheses tivessem ganhado protagonismo europeu ao longo das décadas de 1980 e 1990, foi necessário esperar até ao início do século XXI para que se pudessem finalmente defrontar num jogo oficial.

 

Na altura, o FC Porto era o detentor do campeonato português, da Taça de Portugal e da Taça UEFA, enquanto o Marselha regressava à Liga dos Campeões após três anos de ausência e procurava recuperar a hegemonia em França.

quarta-feira, 28 de outubro de 2020

A minha primeira memória de… um jogo entre Sp. Braga e equipas ucranianas

Luiz Adriano e Luís Aguiar em disputa de bola a meio-campo

A minha primeira memória de um jogo entre o Sp. Braga e equipas ucranianas remonta, de facto, ao primeiro encontro oficial de sempre entre os bracarenses e formações da Ucrânia. Aconteceu a 28 de setembro de 2010 e ficou marcado pela primeira vez que o hino da Liga dos Campeões soou na cidade dos Arcebispos.

 

Vice-campeão nacional pela primeira (e por enquanto única) vez na época anterior, os minhotos superaram os conceituados Celtic e Sevilha para marcar presença pela primeira vez na fase de grupos da Champions. Depois dessas façanhas incríveis nas rondas preliminares, os bracarenses chocaram com a realidade logo na jornada inaugural, quando foram goleados em Londres pelo Arsenal (0-6).

quarta-feira, 14 de outubro de 2020

A minha primeira memória de… um jogo entre Itália e Holanda

Holandês Kluivert procura fugir à marcação de italiano Nesta
Falar da minha primeira memória de um jogo entre Itália e Holanda é recuar aos primórdios do meu trajeto como adepto de futebol. Apanhei um logo um Euro 2000 que ficou marcado por um grande desempenho da seleção portuguesa, que foi eliminada pela França nos últimos minutos do prolongamento das meias-finais. Na segunda semifinal do torneio, um dia após a eliminação lusa, Itália e Holanda defrontaram-se na Arena de Amesterdão.

Tenho bem presente que não acompanhei a transmissão do encontro, mas recordo-me perfeitamente que tinha ido às compras com os meus pais e que assisti ao desempate por grandes penalidades numa televisão no estabelecimento comercial em que me encontrava, a antiga Feira Nova, no Barreiro.

terça-feira, 13 de outubro de 2020

A minha primeira memória de… um jogo entre Portugal e Suécia

Fernando Meira em ação num lance no jogo de Gotemburgo
A minha primeira memória de um jogo entre Portugal e Suécia remonta a 16 de outubro de 2002, num dos infinitos encontros de preparação que a seleção nacional disputou entre um Mundial 2002 de má memória e o Euro 2004 que haveria de organizar.

Quatro dias depois a artilharia pesada ter empatado a um golo no Restelo diante da Tunísia (1-1), o selecionador nacional interino Agostinho Oliveira promoveu uma autêntica revolução no onze, tanto a nível de jogadores como de sistema tático.

Em 3x4x3, Portugal alinhou com Quim na baliza; Beto, Fernando Meira e Fernando Couto a comporem o trio de centrais; Sérgio Conceição a fazer todo o corredor direito e Rui Jorge a encarregar-se da ala esquerda; Petit e Hugo Viana na sala de máquinas do meio-campo; e Capucho e Marco Ferreira no apoio a Romeu no ataque. Figo, Rui Costa e Pauleta só entraram aos 80 minutos.

quarta-feira, 30 de setembro de 2020

A minha primeira memória de… um jogo entre AC Milan e equipas portuguesas

João Pinto procura fugir a Maldini no jogo da 2.ª mão, em Alvalade
A minha primeira memória de um jogo entre o AC Milan e equipas portuguesas remonta aos últimos meses de 2001, quando o colosso italiano mediu forças com o Sporting na terceira eliminatória da Taça UEFA – infelizmente, já não fui a tempo das desavenças entre George Weah e Jorge Costa e do bis de Jardel em San Siro num encontro com o FC Porto em 1996.

Embora o AC Milan seja um nome que mete respeito no futebol europeu, a verdade é que os rossoneri não viviam um momento particularmente feliz. Carlos Ancelotti estava no comando técnico há apenas duas semanas, após o despedimento de Fatih Terim, e nem a chegada de Rui Costa estava a surtir efeitos positivos.  Na temporada anterior os milaneses não foram além de um sexto lugar no campeonato e já não venciam qualquer troféu desde que se sagraram campeões de Itália em 1998-99. Demasiado pouco para aquele que tinha sido o clube da moda do início da década de 1990.

quinta-feira, 24 de setembro de 2020

A minha primeira memória de… um jogo entre Sporting e equipas escocesas

Liedson em dificuldades para se impor ante os defesas escoceses
Tendo eu nascido em 1992 e só ter pouco mais de um ano e meio quando o Sporting defrontou o Celtic numa eliminatória da Taça UEFA no final de 1993, as minhas primeiras memórias de jogos entre leões e equipas escocesas remontam a abril de 2008, quando os verde e brancos mediram forças com o Glasgow Rangers nos quartos de final da segunda prova europeia.

Na altura, ainda estava fresca a campanha que tinha levado o Sporting à final da Taça UEFA em 2005. Por isso, a equipa portuguesa tinha razões para acreditar que podia chegar longe na competição, até porque vinha da Liga dos Campeões, onde só tinha sido superado pelo Manchester United e pela Roma na fase de grupos, antes de ter afastado Basileia e Bolton da Taça UEFA.
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