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sexta-feira, 15 de novembro de 2019

As minhas primeiras memórias de... clássicos entre Brasil e Argentina

Brasileiro Adriano procura ganhar o lance a Coloccini
Brasil e Argentina protagonizam aquele que, muito provavelmente, será o maior clássico de seleções do futebol mundial. Com mais de uma centena de edições, o superclássico das Américas realizou-se por três vezes na final da Copa América e por uma vez no jogo decisivo na Taça das Confederações, além de ter sido jogado em quatro Campeonatos do Mundo.

terça-feira, 8 de outubro de 2019

A minha primeira memória de... um jogo entre Argentina e Alemanha

Alemães e argentinos em jogo dos quartos do Mundial 2006
Os jogos entre Alemanha e Argentina são autênticos clássicos do futebol de seleções. Ambas defrontaram-se por sete vezes em mundiais, um recorde a par do Brasil-Suécia, três das quais em finais, o que também é recorde. Lembro-me vagamente de um jogo entre ambas as seleções na Taça das Confederações 2005, mas o primeiro de que tenho realmente memória remonta aos quartos de final do Mundial 2006.

sexta-feira, 7 de junho de 2019

A minha primeira memória de… um jogo entre Portugal e Holanda

Luís Figo entre Reiziger e Frank de Boer no jogo de Roterdão
A minha primeira memória de um jogo entre Portugal e Holanda remonta a 11 de outubro de 2000, quando as duas seleções estavam na moda. A equipa das quinas, orientada por António Oliveira, misturava a geração de ouro de Fernando Couto, Rui Costa, João Vieira Pinto (não utilizado neste jogo) e Luís Figo com uma vaga de jogadores como Sérgio Conceição, Pauleta ou Simão. Já o selecionado de Louis van Gaal tinha alguns dos principais talentos do Ajax de 1995 numa fase adiantada de maturação, como Van der Sar, Reiziger, Frank de Boer, Seedorf, Overmars, Kluivert e Davids, este último o mais vistoso devido aos famosos óculos de proteção.

quarta-feira, 18 de julho de 2018

Mundial 2018 | Onze Ideal

Cinco franceses, três belgas, dois ingleses e um croata



Terminou o Mundial da Rússia. A França conquistou o título vencendo todos os jogos da fase a eliminar e sem recurso a prolongamento, e naturalmente surge neste onze como a seleção mais representada. Os outros semifinalistas, Bélgica, Inglaterra e Croácia, são as outras formações que dão jogadores a esta equipa ideal.

terça-feira, 17 de julho de 2018

Mundial 2018 | Onze de Revelações

Dois ingleses, outros tantos russos e colombianos e um jogador do FC Porto



O Rússia 2018 foi considerado por muitos como o Mundial dos guarda-redes, mas infelizmente apenas cabe um em cada onze, incluindo neste onze de revelações. Sobram dez vagas para distribuir por jogadores que se projetaram em seleções menos poderosas ou que surpreenderam ao serviço das mais fortes.


quinta-feira, 12 de julho de 2018

Bélgica já foi campeã do mundo... antes de haver Mundial

A histórica seleção belga campeã olímpica em 1920
Apenas Brasil (1958, 1962, 1970, 1994 e 2002), Alemanha (1954, 1974, 1990 e 2014), Itália (1934, 1938, 1982 e 2006), Argentina (1978 e 1986), Uruguai (1930 e 1950), Inglaterra (1966), França (1998) e Espanha (2010) foram as únicas seleções a vencerem o Campeonato do Mundo. Mas a Bélgica também já foi campeã mundial... antes de haver Mundial.

Quando a FIFA ainda não organizava a competição, em 1920, os belgas venceram em Antuérpia o torneio de futebol dos Jogos Olímpicos, a principal competição de seleções na altura e considerada o antecedente do Campeonato do Mundo. "Este torneio é, na verdade, único em termos de competição. Reuniu as quinze melhores seleções do mundo, em representação de todos os países que praticam futebol. Nunca tantos futebolistas se tinham encontrado no mesmo torneio", relatou o diário desportivo francês L'Auto (ancestral do L'Equipe), num excerto reproduzido no domingo pelo Le Monde.

domingo, 8 de julho de 2018

O erro que trocou as voltas ao campeonato. E outros, da FIFA à Champions

O nove que na verdade era um seis
O sorteio do calendário da I Liga 2018/19, esta sexta-feira, ficou marcado por um erro que obrigou à sua repetição. Tudo aconteceu quando uma das assistentes que tirava os números da chave que daria origem ao calendário mostrou o número nove, que na verdade era um seis. Ou seja, virou o papel ao contrário. A chave anunciada como 219894, deveria ser, na realidade, 219864.

"Este sorteio teve um erro e o calendário que foi gerado não é o correto. Haverá um novo calendário. Tivemos um erro de leitura e um número foi virado. Pedimos desculpa. Por uma questão de transparência temos de criar um novo calendário quer para a I Liga quer para a II Liga", justificou Sónia Carneiro, diretora executiva da Liga.

segunda-feira, 25 de junho de 2018

N'Golo Kanté. A formiguinha que enche o campo

Kanté está a ser uma das figuras de França no Mundial

Explodiu no Leicester campeão inglês (2015/16), agarrou o lugar num Chelsea que também viria a vencer a Premier League (2016/17) e é peça fulcral na seleção francesa. N'Golo Kanté, 27 anos, é uma autêntica formiguinha, um recuperador de bolas incansável e por excelência.

Um jogador da sua altura (1,68 m), para atuar à frente da defesa em equipas e seleções de topo, tem de ser mesmo muito bom. E este médio natural de Paris, que no seu país passou pelos modestos JS Suresnes, US Boulogne e Caen, é mesmo muito bom.

domingo, 24 de junho de 2018

Falta La Furia a La Roja

Resultado espanhol frente ao Irão foi melhor do que a exibição

Se os adeptos portugueses ficaram preocupados com a exibição diante de Marrocos (1-0), os espanhóis não ficaram mais confiantes depois do desempenho no jogo deles frente ao Irão (1-0). A seleção agora a cargo de Fernando Hierro sentiu bastantes dificuldades para penetrar na defesa iraniana, apenas marcou num lance furtuito e não conseguiu comandar as operações quando se colocou em vantagem, sofrendo para a manter.

O tiki-taka continua a ser a imagem de marca de nuestros hermanos, mas neste Mundial está a primar pela falta de objetividade e intensidade. Iniesta, Isco e David Silva circulam muito a bola e vão fazendo inúmeras permutas posicionais, mas tantas e tantas vezes de forma lenta, pouco fluída e demasiado horizontal. A equipa adversária, se bem posicionada, de certa forma acaba por controlar a partida mesmo sem o esférico.

quarta-feira, 20 de junho de 2018

Inglaterra. Bolas paradas disfarçaram excesso de cautelas

Primeira substituição de Southgate passou pela saída de Sterling

Para a história vão ficar o bis de Harry Kane e os três pontos amealhados, mas quem viu o duelo de segunda-feira com a Tunísia facilmente reconhecerá que os dois golos de bola parada disfarçam uma exibição menos conseguida de Inglaterra em jogo corrido, sobretudo na segunda parte.

A falta disponibilidade física e mental poderão ser argumentos válidos para justificar um eventual desempenho negativo de uma seleção favorita num tipo de competição como o Campeonato do Mundo, mas os ingleses correram o risco de perder dois pontos muito por culpa do excesso de cautelas com que abordaram a partida.

Alcançar Eusébio. O próximo objetivo de Ronaldo


segunda-feira, 18 de junho de 2018

Aaron Mooy. O operário mais elegante dos Socceroos

Aaron Mooy é titula indiscutível no meio-campo australiano

A Austrália não conseguiu surpreender a França no arranque do Mundial, não somou qualquer ponto, mas deixou a imagem de uma equipa com uma alma imensa, ciente das suas fragilidades, mas a querer praticar um futebol apoiado e sobretudo a fazer da entrega ao jogo a sua principal arma. No capítulo da combatividade, poucas seleções do torneio estarão ao nível dos Socceroos.

Numa formação recheada de operários dispostos a sacrificar-se pelo coletivo até à última gota de suor, o que mostrou mais capacidade para simultaneamente sujar os calções e mostrar alguma classe foi Aaron Mooy, médio dos ingleses do Huddersfield.

quinta-feira, 14 de junho de 2018

A minha primeira memória de… um Mundial

Golo de Papa Bouba Diop foi o primeiro que vi num Mundial

Tendo nascido eu em 1992, ainda não via futebol em 1998 – e muito menos em 1994 -, pelo que a minha primeira memória da fase final de um Campeonato do Mundo remonta a 2002. Nas semanas anteriores, tinha devorado revistas e recortes de jornais com informações não só sobre as 32 seleções, mas também sobre os países representados. Sabia quase tudo sobre cada um. Frequentava o 4.º ano e, por morar perto da escola, ia almoçar a casa. E foi precisamente à hora de almoço que começou o jogo inaugural desse torneio organizado por Coreia do Sul e Japão.  

sábado, 9 de junho de 2018

Os favoritos, as possíveis surpresas e as tradições. Quem ultrapassará a fase de grupos do Mundial 2018?

Tudo a postos na Rússia para o 21.º Campeonato do Mundo
A espera está prestes a terminar. Quatro anos depois, o Campeonato do Mundo está de regresso. Ao longo das últimas semanas, sobretudo após a conclusão das competições de clubes, os feitos de jogadores e seleções de outrora foram relembrados vezes sem conta. Os Mundiais que consagraram Pelé (1958 e 1970) e Maradona (1986) lideram o leque de recordações, onde não faltam os elogios aos desempenhos da Holanda de 1974 e ao Brasil de 1982 ou das peripécias das vitórias caseiras de Inglaterra (1966), Argentina (1978) e França (1998).

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