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quarta-feira, 11 de março de 2020

A minha primeira memória de... um jogo entre Liverpool e Atl. Madrid

Gerrard procura fugir a Ujfalusi no jogo do Vicente Calderón
Não vi os jogos, mas lembro-me bem deles. Na primeira edição da Liga Europa sob a nova designação, o Atlético Madrid eliminou o Sporting nos oitavos de final e o Liverpool afastou o Benfica nos quartos-de-final, com rojiblancos e reds a marcarem encontro para as meias-finais.

Recordo-me de ambas as equipas se terem defrontado e de o Atleti ter seguido em frente, à justa, mas confesso que já não me lembrava dos resultados. Felizmente que há Internet e várias bases de dados para me esclarecerem quanto a isso.

quinta-feira, 15 de agosto de 2019

Adrián. Dos treinos em Pilas a herói da Supertaça Europeia

Adrián defendeu o penálti decisivo, apontado por Abraham
Herói do Liverpool na Supertaça Europeia ao defender a grande penalidade de Tammy Abraham já depois de ter evitado vários golos do Chelsea durante os 120 minutos de jogo, Adrián San Miguel era um jogador livre dez dias antes de conquistar aquele que primeiro troféu da carreira.

terça-feira, 13 de agosto de 2019

A minha primeira memória de... um jogo entre Chelsea e Liverpool

Drogba e Dudek na final da Taça da Liga inglesa em 2004-05
Quando José Mourinho foi para o Chelsea, no verão de 2004, o clube em particular e o futebol inglês em geral aumentaram exponencialmente os níveis de mediatismo em Portugal. Tanto assim foi que, se não me falha a memória, vários jogos dos blues na Taça da Liga inglesa e na Liga dos Campeões (após a eliminação do FC Porto) foram transmitidos na RTP 1.

Os londrinos fizeram boa campanha na Taça da Liga e chegaram à final, onde defrontaram o Liverpool no Millennium Stadium, em Cardiff, uma vez que Wembley estava a sofrer obras de remodelação. Foi o primeiro de vários grandes duelos entre Mourinho e Rafa Benítez, que protagonizaram mais nessa mesma época de 2004-05.

segunda-feira, 27 de maio de 2019

A minha primeira memória de... uma final da Taça UEFA

Jordi Cruyff marcou o golo que atirou final para prolongamento
Já lá vão muitos anos, mas lembro-me da final, ainda que não possa garantir que a tenha assistido em direto. Creio que apenas fui acompanhando a marcha do marcador, que teimava em... marchar. Foram nove golos, o último deles de ouro, porque no início do século XXI vigorava uma regra que atribuía a vitória à primeira equipa a marcar no prolongamento. Foi assim, por exemplo, que a França ganhou a final do Euro 2000 à Itália. Neste caso, sorriu ao Liverpool, que venceu o Alavés por 5-4 na noite emocionante de 16 de maio de 2001.

terça-feira, 16 de abril de 2019

As minhas primeiras memórias de... jogos entre FC Porto e Liverpool

Deco e Gerrard num duelo entre dois génios em ascensão
As minhas memórias são enevoadas e remontam a tempos de infância em que a determinada hora já tinha que estar na cama, mas recordo-me perfeitamente que FC Porto e Liverpool mediram forças nos quartos de final da então Taça UEFA em 2000/01. E até me lembrava que os reds tinham vencido em Anfield por 2-0, só tinha a dúvida se o jogo das Antas, na primeira mão, tinha ficado empatado a zero ou a um. Foi a zero.

terça-feira, 12 de março de 2019

A minha primeira memória de… um jogo entre Liverpool e Bayern

Michael Owen, Bola de Ouro em 2001, fez o 3-0 para o Liverpool
Não foi apenas a minha primeira memória de um jogo entre Bayern e Liverpool como foi o único entre ambas as equipas entre abril de 1981 e fevereiro de 2019. É estranho que dois colossos do futebol europeu se tenham defrontado oficialmente apenas por uma vez no espaço de quase 38 anos, mas é a realidade.

sábado, 21 de julho de 2018

Joga no Belenenses e é irmão do guardião mais caro do Mundo. "Insisti para ele não ser guarda-redes"

Alisson assinou por cinco temporadas pelo Liverpool

O internacional brasileiro Alisson Becker tornou-se esta quinta-feira o guarda-redes mais caro de sempre. No entanto, o reforço que custou 75 milhões de euros ao Liverpool, proveniente da Roma, até podia nem ter sido guardião se tivesse seguido inicialmente os conselhos do irmão Muriel, cinco anos mais velho, que é guarda-redes do Belenenses.

"Insisti bastante para ele ser jogador de campo, para não ser guarda-redes, porque ele tinha qualidade a jogar com os pés. Treinou duas semanas como médio, mas quis ser guarda-redes logo com 9 ou 10 anos", contou ao DN o guardião do Belenenses, cinco anos e meio mais velho do que dono da baliza da seleção brasileira, que a 2 de outubro completa 26 anos.

domingo, 15 de julho de 2018

Xherdan Shaqiri. Mais um velocista para o ataque do Liverpool

Shaqiri chega a Anfield após três temporadas no Stoke City

Sadio Mané, Mohamed Salah e Roberto Firmino brilharam no ataque do Liverpool na segunda metade da temporada passada, após a saída de Coutinho para o Barcelona. No entanto, tal como foi possível perceber depois da lesão do egípcio na final da Liga dos Campeões, faltava alguém no banco capaz de assegurar a mesma velocidade e dinâmica para ser uma alternativa viável ao trio de velozes e furiosos dos reds.

O escolhido para ocupar o lugar do faraó a partir da meia hora do jogo de Kiev foi Adam Lallana, que tem muita qualidade, mas outro tipo de características: é um organizador, não um agitador. Ben Woodburn ainda está verde e Danny Ings não está à altura do desafio.

terça-feira, 1 de maio de 2018

Mohamed na Sala(h) de Ronaldo e Messi

Salah recebeu o prémio de jogador do ano da Premier League
Esqueçam todos aqueles que, ao longo da última década, partilharam o pódio da Bola de Ouro com Cristiano Ronaldo e/ou Lionel Messi. Esqueçam Fernando Torres (2008), Xavi (2009, 2010 e 2011), Andrés Iniesta (2010 e 2012), Franck Ribéry (2013), Manuel Neuer (2014), Neymar (2015 e 2017) e Antoine Griezmann (2016). Nenhum deles apresentou argumentos – leia-se performances e números - para discutir o troféu de melhor jogador do mundo como Mohamed Salah está a fazer este ano ao serviço do Liverpool.

sábado, 13 de julho de 2013

Pré-Época | Preston North End 0-4 Liverpool

facebook.com/BrasilLFC
Esta tarde, no Estádio Deepdale, em Preston, o Liverpool goleou o Preston North End por 4-0. Coutinho (de grande penalidade), Ibe, Sterling e Iago Aspas marcaram os golos.
                                      

sábado, 18 de agosto de 2012

Premier League | West Bromwich 3-0 Liverpool


Esta tarde, no Estádio The Hawthrons, em Birmingham, o West Bromwich Albion derrotou o Liverpool por 3-0, num jogo a contar para a 1ª jornada da Premier League. Gera, Odemwingie (de grande penalidade) e Lukaku marcaram os golos do encontro.

terça-feira, 8 de maio de 2012

Premier League | Liverpool 4-1 Chelsea


Esta noite, em Anfield, o Liverpool goleou o Chelsea por 4-1, num jogo a contar para a 37ª (e penúltima) jornada da Premier League. Essien (na própria baliza), Henderson, Agger e Shelvey marcaram para os “reds”, e Ramires para os “blues”.

terça-feira, 1 de maio de 2012

Premier League | Liverpool 0-1 Fulham


Esta noite, em Anfield, o Fulham venceu pela primeira vez na sua história no terreno do Liverpool, por 1-0, num jogo em atraso da 34ª jornada da Premier League. O único golo do encontro foi apontado por Martin Skrtel na própria baliza.

sábado, 14 de abril de 2012

FA Cup | Liverpool 2-1 Everton



Esta tarde, em Wembley, o Liverpool bateu o seu rival Everton por 2-1 e apurou-se para a final da FA Cup, a Taça de Inglaterra, onde defrontará o vencedor do Chelsea – Tottenham. Jelavic abriu o marcador para os “toffees”, mas Suárez e Carroll fizeram a reviravolta para os “reds”.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Síntese | Jogos da última semana



Durante a última semana, estive ausente no que concerne às minhas análises a jogos de futebol devido a motivos de saúde. É verdade, por vezes até os críticos vão para o estaleiro! Neste post irei falar de uma forma sucinta de alguns jogos que vi no decorrer da última semana.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

domingo, 20 de novembro de 2011

Premier League | Chelsea 1-2 Liverpool



O Liverpool foi esta tarde a Stamford Bridge vencer o Chelsea por 2-1 num jogo a contar para a Premier League. Maxi Rodríguez e Glenn Johnson marcaram para os “reds”, Sturridge fez o golo dos “blues”.


Eis a constituição das equipas:

Chelsea



À entrada para este jogo, o Chelsea está num desolador 4º lugar e tem agora a oportunidade de alcançar o Newcastle no 3º posto.
A equipa de André Villas-Boas ainda não venceu nenhuma equipa que luta por uma vaga na Liga dos Campeões, e começa assim a contestação ao treinador português.
Já vi alguns jogos dos londrinos esta temporada, penso que tem uma formação composta por grandes jogadores em quase todas as posições, mas que para este nível falta-lhe mais soluções ofensivas, pois Drogba esteve lesionado por algum tempo, Torres marca poucos golos, Anelka o mesmo e não há alternativas nas alas aos jogadores que actualmente actuam, onde há o incansável Juan Mata que é um grande dinamizador dos “blues” mas também Sturridge que ainda está muito verde para ser titular no Chelsea.


Liverpool



O Liverpool está a fazer um campeonato abaixo das expectativas, continuando abaixo dos lugares que dão acesso às competições europeias, perdendo muitos pontos em jogos em que a vitória era mais que uma obrigação.
Do pouco que vi dos “reds” esta época, arrisco-me a dizer que é Suárez + 10.


Os minutos iniciais foram muito intensos e disputados, sobretudo a meio-campo, com ligeiro ascendente do Chelsea que foi a primeira equipa a criar perigo, num remate de Mata que foi interceptado perto da linha de baliza por Glenn Johnson.

Pouco depois, o lateral do Liverpool subiu pelo flanco mas demorou demasiado a cruzar a bola e já com pouco ângulo Petr Cech conseguiu ficar com o esférico.

Aos 21’, deu a sensação de golo em Stamford Bridge. Um livre directo de Drogba enganou até o realizador que pensou que a bola tinha entrado, mas na verdade passou muito perto do poste, bateu no placard publicitário, voltou para três e bateu na rede do lado de fora, iludindo muitos espectadores.

Aos 33’, golo do Liverpool. Petr Cech arriscou na marcação do pontapé de baliza ao passar a bola por Obi Mikel, que face à pressão perdeu-a para Craig Bellamy, e o galês tabelou bem com Suárez para posteriormente assistir Maxi Rodríguez, que sozinho na esquerda, deu vantagem aos “reds”.


Para o segundo tempo, Villas-Boas mexeu na equipa a retirou de campo Obi Mikel para colocar Sturridge, e acertou em cheio na substituição, pois aos 55’, o recém-entrado atacante inglês acabaria por marcar ao desviar à boca da baliza um remate rasteiro e torto de Malouda.

Assim que alcançou o empate, o Chelsea colocou-se por cima do jogo, galvanizando os seus adeptos e tendo algumas oportunidades para chegar à vantagem, encostando por completo o Liverpool ao seu meio-campo defensivo. Entre as ocasiões para marcar destaca-se um pontapé de bicicleta de Malouda ao lado e poucos minutos depois o francês respondeu de primeira a um cruzamento de Ivanovic mas o remate saiu mais uma vez bastante desenquadrado com a baliza.

Na minha opinião já tarde do jogo, Fernando Torres e Raúl Meireles entraram na partida para substituir Didier Drogba e Ramires, mas até foi o Liverpool (que tinha colocado no jogo Henderson e Downing) que beneficiou com as alterações do seu adversário.
Primeiro, aos 86’, após uma grande jogada de Henderson na direita, Kuyt em boa posição atira ao lado, mas no minuto seguinte, a formação de Kenny Dalglish marcou mesmo, após uma grande arrancada no flanco direito por Glenn Johnson, este passou por Ashley Cole e de pé esquerdo na cara de Petr Cech fez o 1-2, resultado com que terminou a partida.


Foi um jogo intenso, sobretudo nos primeiros 10 minutos e em toda a segunda parte. Se o resultado é justo? Bem, na minha opinião ambas as equipas mostraram querer vencer, o Chelsea acabou por sofrer dois golos um pouco contra a corrente do jogo, mas há que dar mérito ao Liverpool que aproveitou as oportunidades e defendeu bem.


Fazendo uma análise a ambas as formações, volto a bater na mesma tecla no que concerne aos londrinos. Villas-Boas tem jogadores pouco completos que acrescentam pouco, e posso dar uma série de exemplos: Ivanovic jogou a lateral e é pouco rápido, não tem grande domínio de bola e até me pergunto porque razão não foi o mais móvel David Luiz a ocupar essa posição, ou então, porquê Bosingwa no banco? Obi Mikel é um “6” que defensivamente é melhor que Meireles, sem dúvida, mas o português também defende bem e sobretudo é extremamente importante a transportar o jogo. Nas alas, Sturridge parece estar ainda verde, falta-lhe experiência e potenciar algumas qualidades, mas ao olharmos para as alternativas vemos um pouco explosivo Malouda que só na segunda parte apareceu e esteve quase sempre mal, até na assistência que acabou por fazer tentou rematar à baliza, e deixou de acompanhar Glenn Johnson no 1-2. Na frente de ataque, Didier Drogba está em sub-rendimento, e já se sabe que Fernando Torres também não é o goleador que foi outrora.
Para uma equipa que quer lutar pelo título inglês, foram mostrados muito poucos argumentos comparativamente ao que já vi das equipas de Manchester.
Quanto a outros jogadores, é difícil pedir mais de John Terry mas David Luiz teve muito nervoso, Ramires, Lampard e Mata tentaram dinamizar o ataque mas não fizeram dos seus melhores jogos. E como já disse, Torres e Meireles entraram bastante tarde.
Villas-Boas continua sem vencer concorrentes directos.

No que concerne ao Liverpool, sendo os menos favoritos neste jogo, não deixaram de mostrar ambição e organização e foi assim que basicamente venceram a partida.
Tinha dito que do pouco que vi, esta equipa parecia Suárez e mais dez mas hoje vi mais, vi os “reds” a ter no uruguaio o seu melhor jogador mas com uma boa dinâmica no ataque criada por Craig Bellamy, Kuyt e também Maxi Rodríguez. E porque não falar de Henderson que entrou no segundo tempo?
A defesa não tremeu, antes pelo contrário, susteve muito bem a grande pressão que o Chelsea exerceu na segunda parte, e até foi um jogador desse sector que resolveu o jogo após uma grande arrancada, falo de Glenn Johnson.
Desta vez, pareceu-me uma formação que com alguns ajustes pode fazer coisas bonitas em Inglaterra.


Com esta vitória do Liverpool no terreno do Chelsea, fica assim a classificação da Premier League:

sábado, 22 de outubro de 2011

Premier League | Liverpool 1-1 Norwich



Liverpool e Norwich empataram esta tarde a uma bola num jogo disputado em Anfield, a contar para a 9ª Jornada da Premier League.


Eis a constituição das equipas:

Liverpool



Ainda não vi nenhum jogo do Liverpool esta temporada, mas pelos relatos parecem estar alguns furos acima que na temporada anterior, em que não se qualificaram sequer para a Liga Europa.
Na semana passada ao que parece fizeram um excelente jogo frente ao Manchester United em Anfield, com alguns críticos a apontarem como injusto o empate com que a partida terminou.
O melhor marcador da equipa é o uruguaio Luis Suárez (4 golos).
Esta temporada os principais reforços são José Enrique (ex-Newcastle), Stewart Downing (ex-Aston Villa), Charlie Adam (ex-Blackpool) e Jordan Henderson (ex-Sunderland), habituais titulares na formação da cidade dos Beatles.
Actualmente ocupam a 5ª posição, com 14 pontos, fruto de quatro vitórias, dois empates e duas derrotas, com um saldo de 11-9 em golos.


Norwich



Quanto ao Norwich, é uma equipa que já tinha visto em acção com o Manchester United, e que mostrou muita disciplina táctica.
Comandados por Paul Lambert, a principal estrela dos canários é mesmo o colectivo, que trabalha muito bem fruto da concentração, solidariedade e bom posicionamento que pelo menos demonstrou em campo frente aos “red devils”.
Actualmente ocupam o 9º lugar, com 11 pontos, uma posição tranquila na tabela classificativa, derivados de três vitórias, dois empates e três derrotas, e um “score” de 10-11 em golos.


O Liverpool entrou fortíssimo neste jogo! Logo aos 2’, na sequência de um pontapé de canto, Skrtel cabeceou forte direito á trave.
Três minutos depois, Luis Suárez tem uma excelente jogada individual na grande área do Norwich e rematou forte ao lado.
Aos 11’, Craig Bellamy tem um grande trabalho na esquerda e coloca a bola no avançado uruguaio dos “reds”, que enviou a bola ao ferro da baliza do Norwich, e na recarga Downing não teve a calma suficiente para fazer golo.

A partir daí, o jogo acalmou e o Norwich até conseguiu povoar o meio-campo adversário, com a sua principal oportunidade a ser um tiro fortíssimo de Hoolahan já dentro da grande área para uma grande defesa de Reina. De resto, algumas ocasiões que acabaram por ser inconsequentes.

Nos últimos 15 minutos, o Liverpool voltou à carga, talvez não intensamente como no começo do desafio, mas com um volume de jogo ofensivo que esteve diversas vezes à distância de um pequeno toque que desviasse a bola para a baliza.

Luis Suárez foi sempre o mais inconformado da equipa da casa, muitas vezes parecia mesmo ser ele e mais dez, e não era de estranhar que os seus colegas o procurassem para que ele com a sua incrível capacidade conseguisse desbloquear o empate, e foi mesmo numa bola longa enviada para o uruguaio que surgiu o golo do Liverpool, mesmo nos últimos segundos da primeira parte. A bola enviada para o ex-Ajax acabou por sobrar para Bellamy que entrou na área dos canários e atirou em jeito para o 1-0.


O inicio da segunda parte foi muito disputado, o Liverpool procurava o mais confortável 2-0 mas a equipa forasteira, sempre muito organizada, tinha de procurar o empate e colocou em campo Holt, um ponta-de-lança mais posicional, de grande porte físico, o que fazia prever algum jogo directo para a área dos “reds”.

Aos 51’, Suárez esteve perto de marcar. Quem mais poderia ser? Em mais um lance de classe ultrapassou dois adversários e atirou ao poste.

Á passagem da hora de jogo, o pior cenário para a formação penta-campeã europeia acabou por se tornar uma realidade. Um grande cruzamento de Pilkington na direita encontra a cabeça do recém-entrado Holt, que igualou a partida. Reina e Carragher ficaram muito mal batidos na tentativa de interceptar o lance.

Cerca de cinco minutos depois, novo cruzamento para o Norwich, desta vez pela esquerda, novamente para a cabeça de Holt, mas desta vez Pepe Reina respondeu com uma grande defesa.

Nesta fase o jogo estava muito partido, o Liverpool tinha a responsabilidade de vencer perante um adversário com outros objectivos e por isso avançou para o ataque, sempre com Suárez ao comando das operações. Mas a inconformidade do uruguaio não teve só efeitos positivos, porque também se traduziu em frustração, levando-o muitas vezes a reclamar intensamente com colegas e árbitro.

Perto dos 80’, finalmente Kenny Dalglish colocou Andy Carroll em campo, um ponta-de-lança posicional que na primeira metade da última temporada impressionou pelo Newcastle, e que já é internacional por Inglaterra. A sua altura seria um argumento diferente para tentar de levar de vencida os canários, no entanto, não teve muitas oportunidades, fruto também do pouco tempo que esteve em jogo. Devia ter entrado mais cedo no jogo, até porque algumas unidades do ataque do Liverpool não estavam a ter um grande rendimento, sobretudo Kuyt.

Apesar do “forcing” final, os “reds” não conseguiram o segundo golo, mesmo quando já se jogava para lá do tempo regulamentar e dos descontos dados pelo árbitro, que deu três minutos de compensação e aos 90+4’ Suárez num remate de primeira proporcionou uma grande defesa a Ruddy.

Com este empate, ambas as equipas ficaram praticamente na mesma da tabela classificativa, no entanto, com este jogo o Liverpool atrasa-se na corrida aos lugares que dão acesso às competições europeias, sobretudo à Liga dos Campeões.


Analisando as equipas, penso que este Liverpool não querendo exagerar foi Suárez e mais dez.
O uruguaio foi o único que esteve sempre inconformado, que procurou o golo, que passou o jogo a chatear a defesa adversária e que acusou a frustração por não conseguir marcar com algumas atitudes a quente, dignas de um sul-americano.
Bellamy também fez um bom trabalho no flanco esquerdo, Downing não foi tão explosivo como lhe competia, Kuyt esteve muito desaparecido e Gerrard está sem ritmo, muito distante da qualidade a que habitou os adeptos desta modalidade.
Defensivamente, apesar de alguns sustos, os “reds” não tiveram mal à excepção do golo em que Reina e Carragher foram muito mal batidos.

Quanto ao Norwich, pouco acrescento ao que tinha dito depois do jogo frente ao United.
É uma equipa pobre em qualidade técnica, no entanto, com muito coração, organização, bom posicionamento e solidariedade, que assumiu uma postura sempre bastante lúcida nos mais diversos momentos do jogo, ainda que tenha tido alguma sorte por não sair de Anfield com uma derrota.
Desta vez destaco dois jogadores: Ruddy, um guarda-redes que muitas vezes parecia ter asas, e Holt, que compreende-se não ter jogado de inicio pois procurava-se gente mais móvel no ataque, mas que para jogos do campeonato do Norwich deverá ser um ponta-de-lança muito útil.
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