sábado, 25 de junho de 2022

Os 10 melhores combates de Johnny Gargano no NXT

Johnny Gargano passou seis anos e meio no NXT
Há quem o chame de Johnny Wrestling. Com um tamanho (1,78 m) inversamente proporcional ao talento, Johnny Gargano passou dez anos no circuito independente antes de protagonizar combates espetaculares atrás de combates espetaculares no NXT entre 2015 e 2021.
 
Nascido a 14 de agosto de 1987 em Cleveland, no estado norte-americano de Ohio, John Anthony Nicholas Gargano tem ascendência polaca e italiana e começou a treinar wrestling aos 16 anos na Cleveland All–Pro Wrestling (CAPW), com Shawn Michaels, Chris Jericho e Johnny Saint como principais referências.
 
Depois de passagens por companhias como Absolute Intense Wrestling, Pro Wrestling Ohio/Prime Wrestling, Chikara, Dragon Gate USA, Evolve e Pro Wrestling Guerrilla antes de assinar pela WWE em junho de 2015, integrando desde logo o NXT.
 
Desde então até dezembro de 2021, quando terminou contrato, conquistou o NXT Championship (uma vez), o NXT North American Championship (três), NXT Tag Team Championship (uma, ao lado de Tommaso Ciampa).
 
Vale por isso a pena recordar os dez melhores combates de Johnny Gargano na WWE, por ordem cronológica.

sexta-feira, 24 de junho de 2022

Os 10 melhores combates de John Morrison na WWE

John Morrison foi despedido da WWE em novembro de 2021
Eterna promessa adiada da WWE, John Morrison deu a entender que podia ser um aspirante a main-eventer assim que se separou de Joey Mercury e começou um percurso a solo, inicialmente como Johnny Nitro. Apesar dos três reinados como campeão intercontinental e dos dois meses em que deteve o ECW World Championship, participou em vários combates pelos principais títulos da companhia, mas nunca os conseguiu conquistar.
 
Nascido a 3 de outubro de 1979 em Los Angeles, na Califórnia, John Randall Hennigan de seu nome verdadeiro debutou nos ringues Supreme Pro Wrestling em 2002, no mesmo ano em que foi um dos vencedores do concurso da Tough Enough III, da WWE.
 
Depois de esporádicas aparições em março de 2004 como Johnny Blaze, Johnny Spade e Johnny Nitro enquanto assistente do então General Manager do Raw, Erick Bischoff, reapareceu mais de um ano depois no SmackDown como Johnny Nitro, parte do trio hollywoodesco MNM juntamente com a namorada Melina e Joey Mercury. Na estreia, os MNM bateram Eddie Guerrero e Rey Mysterio para conquistar o WWE Tag Team Championship.
 
Após três reinados como campeão de duplas, Nitro separou-se de Mercury (mas manteve-se ao lado de Melina) e mudou-se para o Raw, onde iniciou o seu percurso a solo, tendo conquistado pela primeira vez o Intercontinental Championship no Vengeance 2006.
 
Precisamente na edição do ano seguinte desse pay-per-view, Nitro substituiu Chris Benoit (no fim de semana em que este matou a mulher e o filho antes de se suicidar) e derrotou CM Punk para conquistar o ECW World Championship, que se encontrava vago. Semanas depois, apareceu reconfigurado como John Morrison, em alusão ao músico Jim Morrison, com quem tinha bastantes semelhanças físicas.
 
Nos anos que se seguiram, Morrison formou uma dupla bem-sucedida com The Miz na ECW e no SmackDown até abril de 2009, quando The Miz se mudou para o Raw durante o draft. Nessa altura Morrison partiu novamente para uma carreira a solo, que lhe valeu nova conquista do Intercontinental Championship.
 
Entre 2009 e 2011 teve várias oportunidades pelo World Heavyweight Championship e pelo WWE Championship, mas nunca os conseguiu ganhar, tendo saído da companhia pela porta pequena em novembro de 2011, quando o seu contrato expirou.
 
Após aventuras no circuito independente, em promotoras mexicanas e no Impact Wrestling, Morrison regressou à WWE em janeiro de 2020, mas sem o sucesso desejado, tendo apenas conquistado o SmackDown Tag Team Championship ao lado de The Miz antes de ser despedido em novembro do ano seguinte.
 
Vale por isso a pena recordar os dez melhores combates de John Morrison na WWE, por ordem cronológica.

quinta-feira, 23 de junho de 2022

Os oito senegaleses que jogaram no Portimonense antes de Moustapha Seck

Primeiros senegaleses surgiram no Portimonense em 1987
Anunciado esta terça-feira como reforço do Portimonense, o lateral esquerdo Moustapha Seck (ex-Leixões), nascido em Dakar, vai tornar-se no nono jogador senegalês a representar os algarvios, dando sequência a uma história que já tem mais de 35 anos, mas que estava parada há quase uma década.
 
Numa altura em que a seleção do Senegal tinha apenas três presenças na Taça das Nações Africanas (CAN) e ainda não tinha participado em Campeonatos do Mundo, chegaram a Portimão já na fase final da temporada 1986-87 dois avançados senegaleses: Karim e Diop.

quarta-feira, 22 de junho de 2022

Os 10 melhores combates de Daniel Bryan na WWE

Daniel Bryan passou quase 12 anos na WWE
Começou a ganhar nome das promotoras independentes quando lutava sob o seu nome verdadeiro, Bryan Danielson, mas foi sob o ring name Daniel Bryan, entre 2009 e 2021 na WWE, que ficou realmente mais conhecido, com a qualidade técnica, a barba vistosa e os cânticos "Yes!" como principais imagens de marca.
 
Filho de uma terapeuta e de um lenhador, Bryan Lloyd Danielson nasceu em Aberdeen, no estado de Washington, a 22 de maio de 1981, depois de mais de dez meses de gravidez. Após o divórcio dos pais, distribuiu jornais e trabalhou no McDonald’s enquanto adolescente antes de debutar no pro wrestling em 1999, quando tinha apenas 18 anos.
 
Depois de aparições esporádicas na WWE entre 2000 e 2003, o American Dragon foi-se tornando uma das principais estrelas da Ring of Honor, tendo conquistado o ROH World Championship e o ROH Pure Championship, além de ter proporcionado combates e feuds memoráveis.
 
Contudo, em agosto de 2009 assinou pela WWE e acabou por se estrear na programação em fevereiro de 2010, na altura no NXT e com The Miz como mentor. Entretanto estreou-se no roster principal como parte dos Nexus, mas foi despedido em junho por ser muito violento ao estrangular o ring announcer Justin Roberts com uma gravata.
 
Porém, em agosto regressou aos ringues no SummerSlam e iniciou aí um trajeto ascendente que o levaria a vencer o WWE Championship (por quatro vezes), o World Heavyweight Championship (uma), o WWE Intercontinental Championship (uma), o WWE United States Championship (uma), o WWE Tag Team Championship (uma, com Kane) e o WWE SmackDown Tag Team Championship (uma, com Rowan).
 
Em fevereiro de 2016, Daniel Bryan chegou a anunciar a retirada, na sequência de pelo menos uma dezena de concussões que originaram lesões cerebrais. No entanto, dois anos depois anunciou o regresso aos ringues, após várias avaliações neurológicas e físicas por parte de peritos em concussões e neurocirurgiões e neurologistas independentes.
 
Contudo, em maio de 2021 terminou contrato com a WWE, resistiu à pressão da promotora para o renovar, e quatro meses depois estreou-se na All Elite Wrestling (AEW).
 
Vale por isso a pena recordar os dez melhores combates de Daniel Bryan na WWE, por ordem cronológica.

domingo, 19 de junho de 2022

Os 10 melhores combates de Christopher Daniels na TNA

Christopher Daniels esteve na TNA entre 2002 e 2012
Uma das figuras mais emblemáticas dos primeiros anos da Total Nonstop Action (TNA), Christopher Daniels teve três passagens pela promotora (2002 a 2010, 2011, 2012 e 2021) e encarnou outras tantas personagens (Daniels, Curry Man e Suicide), ajudando a tornar a X Division numa das principais atrações do pro wrestling mundial.
 
Nascido a 24 de março de 1970 em Kalamazoo, no estado norte-americano de Michigan, Daniel Christopher Covell de seu nome verdadeiro debutou em ringue em abril de 1993, numa promotora chamada Windy City Pro Wrestling, sediada em Chicago.
 
Após passagens por companhias independentes dos Estados Unidos e do Japão e passagens pela World Wrestling Federation (WWF), World Championship Wrestling (WCW) e Ring of Honor (ROH), estreou-se pela TNA a 10 de julho de 2002, dando início a um percurso recheado de conquistas e bons combates.
 
Ao longo das duas primeiras passagens pela promotora venceu o X Division Championship (quatro vezes), o NWA World Tag Team Championship (seis: três com Low Ki e Elix Skipper nos Triple X, uma com James Storm e duas com AJ Styles) e o TNA World Tag Team Championship (duas, ambas com Kazarian). Paralelamente, venceu a World X Cup em 2004 (juntamente com Jerry Lynn, Chris Sabin e Elix Skipper) e a TNA World Cup of Wrestling em 2013 (ao lado de James Storm, Kazarian, Kenny King e Mickie James). Ficou a faltar um título mundial!
  
Vale por isso a pena recordar os dez melhores combates de Christopher Daniels na TNA, por ordem cronológica.

sábado, 18 de junho de 2022

Os 10 jogadores com mais jogos pelo Moreirense na II Liga

Dez jogadores importantes na história do Moreirense
“Em 1938, em novembro dia 1/Nasceu o pequeno Moreirense/Que igual não há nenhum”. O hino não engana e o pequeno Moreirense Futebol Clube tem vindo a agigantar-se no século XXI, quando fez a estreia na I Liga, somando já 12 presenças no primeiro escalão.
 
O clube de Moreira de Cónegos tem feito por colocar no mapa a freguesia do concelho de Guimarães, principalmente pela conquista da Taça da Liga em 2016-17 e pela obtenção de um histórico sexto lugar dois anos depois, numa campanha em que o emblema minhoto bateu o próprio recorde de pontos na I Liga: 52.
 
Antes, em 1999-00, atingiu pela primeira e única vez as meias-finais da Taça de Portugal, numa época em que até militava na II Divisão B – já em 1998-99, 2000-01, 2007-08, 2011-12 e 2017-18 os cónegos chegaram aos quartos de final.
 
Fundado por Álvaro Almeida e António Pinheiro da Rocha, funcionários com cargos de alta responsabilidade na Indústria Têxtil Cuca, localizada na vila, o Moreirense passou as três primeiras décadas de existência no distritais da AF Braga. Em 1979 estreou-se na III Divisão Nacional e seis anos depois na II Divisão.
 
Durante os anos 1990 os minhotos chegaram às ligas profissionais, mas após cinco épocas de classificações modestas acabaram por cair novamente na II Divisão B. Porém, essa despromoção foi apenas um recuo para ganhar balanço, pois com Manuel Machado no comando técnico o popular Moreira somou duas promoções consecutivas, além do título de campeão da II Liga, e chegou à elite do futebol português pela primeira vez em 2002.
 
Em 2022, após oito participações consecutivas na I Liga, o Moreirense foi despromovido ao segundo escalão, regressando assim a uma competição em que marcou presença em dez temporadas e que venceu em 2001-02 e 2013-14.
 
Vale por isso a pena recordar os dez jogadores com mais jogos pelo Moreirense na II Liga.

sexta-feira, 17 de junho de 2022

Os 10 melhores combates Ultimate X de sempre na TNA/Impact Wrestling

Ultimate X match já teve quase 50 edições
Um dos tipos de combates mais emblemáticos da TNA/Impact Wrestling e sobretudo da X Division, o Ultimate X é uma contenda disputada por três ou mais lutadores/as, com estruturas de metal a sustentarem dois cabos que se unem a partir de quatro cantos ao centro do ringue, onde está suspenso um cinturão ou um “X” grande e vermelho. Tal como num ladder match, vence a primeira pessoa a tomar posse do objeto pendurado.

Ao longo de quase 50 edições, o combate já envolveu não só wrestlers masculinos e femininos a competir individualmente, mas também tag teams. Na edição inaugural, Michael Shane bateu o até então campeão Chris Sabin e Frankie Kazarian para conquistar o TNA X Division Championship, no 59.º pay-per-view semanal da promotora, a 20 de agosto de 2003.

O Ultimate X match pelo Impact X Division Championship no Slammiversary deste domingo será o 47.º da história.

Vale por isso a pena conhecer a nossa lista de dez melhores Ultimate X matches de sempre, por ordem cronológica.

quinta-feira, 16 de junho de 2022

Os 10 melhores combates dos Motor City Machine Guns na TNA

Motor City Machine Guns estrearam-se como dupla na TNA em 2007
Embora já pertencessem aos quadros da anteriormente denominada Total Nonstop Action (TNA) há alguns anos, Alex Shelley e Chris Sabin estrearam-se como dupla na promotora japonesa Pro Wrestling Zero1-Max em 2006, tendo ainda mostrado o que valiam enquanto equipa na Pro Wrestling Guerrilla e na Ring of Honor, tendo nestas promotoras independentes começado a lutar sob o nome Motor City Machine Guns, devido ao facto de ambos serem provenientes da área metropolitana de Detroit.
 
Entretanto, a TNA exigiu que Shelley e Sabin deixassem de aceitar bookings de determinadas promotoras independentes e fez estrear os até então singles wrestlers da X Division estrear-se como dupla na companhia em abril de 2007.
 
Os Motor City Machine Guns rapidamente se tornaram uma das principais tag teams da TNA, impondo-se numa divisão em que pontificavam equipas como Beer Money, Team 3D, LAX, Triple X, The Steiner Brothers, British Invasion e Generation Me [Young Bucks], tendo conquistado o TNA/Impact World Tag Team Championship por duas vezes.
 
 
Vale por isso a pena recordar os dez melhores combates dos Motor City Machine Guns na TNA, por ordem cronológica.

quarta-feira, 15 de junho de 2022

Os 10 melhores combates de Chris Sabin na TNA

Chris Sabin esteve na TNA entre 2003 e 2014 e voltou em 2020
Um dos lutadores com mais anos de casa na companhia anteriormente denominada Total Nonstop Action (TNA) e agora designada por Impact Wrestling, Chris Sabin foi um dos talentos que abrilhantou a X Division antes de se sagrar campeão mundial.
 
Nascido a 4 de fevereiro de 1982 em Pinckney, no estado norte-americano do Michigan, Joshua Harter de seu nome verdadeiro inspirou-se numa personagem do videojogo Final Fantasy (Sabin Rene Figaro) para criar o ring name pelo qual viria a ser conhecido, tendo debutado nos ringues da Border City Wrestling de Scott D'Amore em 2000.
 
Em abril de 2003 assinou pela TNA e no mês seguinte conquistou pela primeira de oito vezes o TNA X Division Championship. Após quatro anos a solo, juntou-se com Alex Shelley durante o verão de 2007 para formar os Motor City Machine Guns, uma dupla que venceu por duas vezes o TNA/Impact World Tag Team Championship.
 
Mais tarde, em julho de 2013, bateu Bully Ray para conquistar (finalmente) o TNA World Heavyweight Championship durante o pay-per-view Destination X.
 
Em maio de 2014 saiu da TNA, mas regressou aos ringues da então já denominada Impact Wrestling em 2020.
 
Vale por isso a pena recordar os dez melhores combates de Chris Sabin na TNA, por ordem cronológica.

terça-feira, 14 de junho de 2022

Os 10 melhores combates de sempre pelo X Division Championship

X Division Championship foi criado a 19 de junho de 2002
“Não é sobre limites de peso, mas sim sobre não haver limites”. Foi assim que o comentador Mike Tenay descreveu a X Division, desde sempre caracterizada por combates velozes e furiosos entre lutadores capazes de executar golpes ousados e arriscados.
 
Instituído a 19 de junho de 2002 e inicialmente denominado NWA X Championship, o título desta divisão da anteriormente denominada Total Nonstop Action Wrestling (TNA) e atual Impact Wrestling tem sofrido várias alterações relativas a limite de peso, mas não perdeu a essência.
 
Com AJ Styles como primeiro detentor, o cinturão esteve 301 dias na posse de Austin Aries, um recorde que ainda longe de ficar ameaçado pelo atual campeão, Ace Austin, que detém o cinturão desde 23 de abril deste ano. Chris Sabin, com oito conquistas, é o recordista do número de reinados. Rockstar Spud foi a lutador mais leve (63,5 quilos) e Abyss o mais pesado (159 kg), enquanto Amazing Red (21 anos e quatro dias) foi o mais novo e Rob Van Dam (41 anos e 301 anos) foi o mais velho a sagrar-se campeão.
 
Vale por isso a pena conferir a nossa lista dos dez melhores combates de sempre pelo TNA/Impact X Division Championship, por ordem cronológica.

segunda-feira, 13 de junho de 2022

A minha primeira memória de… um jogo entre França e Croácia

Já tive por várias vezes a oportunidade de assistir a resumos do mítico jogo das meias-finais do Mundial 1998, no qual um bis de Lilian Thuram – os dois únicos golos do defesa gaulês em 142 internacionalizações – deu a volta à vantagem croata obtida através de um remate certeiro de Davor Suker, mas o primeiro jogo entre França e Croácia que me recordo de ter acompanhado em tempo real foi o da fase de grupos do Euro 2004.
 
Em pleno Estádio Municipal de Leiria, a França procurava dar sequência ao triunfo na ronda inaugural diante de Inglaterra (2-1), enquanto a Croácia tentava manter intactas as aspirações de chegar aos quartos de final após um empate a zero frente à Suíça.
 
Mesmo não sendo a seleção brilhante que conquistou Mundial 1998 e Euro 2000, o elenco de les blues continuava a ser incrível, com Zinédine Zidane à cabeça, mas também quatro jogadores do Arsenal que tinham vencido a Premier League sem derrotas (Patrick Vieira, Sylvain Wiltord, Thierry Henry e Robert Pirès) e cinco outros campeões europeus e/ou mundiais como Fabien Barthez, Lilian Thuram, Marcel Desailly, David Trezeguet e Bixente Lizarazu. Isto só para citar alguns dos escolhidos por Jacques Santini.

domingo, 12 de junho de 2022

sábado, 11 de junho de 2022

Os 10 jogadores com mais jogos pelo Bragança no Campeonato de Portugal

Dez jogadores marcantes na história recente do Bragança
Fundado a 11 de junho de 1943 por um comerciante benfiquista (Alberto Rodrigues) e um advogado portista (Eduardo Gonçalves) o Grupo Desportivo de Bragança, nasceu de uma tertúlia de amigos que se reuniam no café Machado, junto à Praça da Sé, onde foi congeminada a criação de um clube de futebol que representasse a cidade e a região.
 
Essa missão, diga-se, tem sido conseguida, uma vez que os brigantinos têm sido clientes habituais dos campeonatos nacionais desde a década de 1950, somando oito presenças na II Divisão Nacional, seis na II Divisão B, 39 na III Divisão e sete no Campeonato de Portugal. Ou seja, 60 participações nos campeonatos da Federação Portuguesa de Futebol, estando já garantida a 61.ª em 2022-23, quando os transmontanos regressarem ao Campeonato de Portugal.
 
Paralelamente, o Bragança atingiu os quartos de final da Taça de Portugal em 1979-80, 2000-01 e 2006-07, tendo sido eliminado nessa fase da prova por Benfica, FC Porto e Belenenses, respetivamente.
 
Vale por isso a pena recordar os dez jogadores com mais jogos pelo Bragança no Campeonato de Portugal.

sexta-feira, 10 de junho de 2022

Os 10 jogadores com mais jogos pelo Pampilhosa no Campeonato de Portugal

Pampilhosa competiu no Campeonato de Portugal entre 2013 e 2017
Fundado a 10 de junho de 1930, o Futebol Clube da Pampilhosa é a filial n.º 6 do FC Porto e viveu o período mais alto da sua história nas duas primeiras décadas do século XXI, quando participou durante 15 temporadas consecutivas nos campeonatos nacionais.
 
Em 2002-03, o emblema do concelho da Mealhada surgiu pela primeira vez na III Divisão, alcançando logo nessa temporada a subida à II Divisão B, patamar em que competiu consecutivamente entre 2003-04 e 2010-11 e ao qual voltou em 2012-13.
 
Posteriormente, participou nas quatro primeiras edições do Campeonato de Portugal, entre 2013-14 e 2016-17.
 
Desde 2017 remetido para os distritais da AF Aveiro, os ferroviários chegaram à 5.ª eliminatória da Taça de Portugal em 2004-05, quando foram eliminados pelo Sporting em Alvalade (1-4).
 
Vale por isso a pena recordar os dez jogadores com mais jogos pelo Pampilhosa no Campeonato de Portugal.

quinta-feira, 9 de junho de 2022

terça-feira, 7 de junho de 2022

Os 10 jogadores com mais jogos pelo Académico de Viseu na I Divisão

Académico de Viseu participou por quatro vezes na I Divisão
Fundado no início do século XX por um grupo de alunos da Escola Secundária Alves Martins e do colégio da Via Sacra, o que justificou o nome do clube e a predominância da cor negra, o Clube Académico de Futebol foi referenciado pela primeira vez na imprensa local de Viseu a 7 de junho 1914, data que assume como sendo a da sua fundação.
 
Nesse dia, o Académico de Viseu defrontou o Tondela no Campo do Viriato, no entanto, foi apenas um grupo informal até 1927, quando foram aprovados e entregues os Estatutos na Federação Desportiva de Viseu (atual Associação de Futebol de Viseu).
 
Presença assídua nos campeonatos nacionais desde os primórdios dos mesmos, na década de 1930, os academistas chegaram pela primeira vez à I Divisão em 1978-79, repetindo a presença no primeiro escalão por três vezes na década seguinte, em 1980-81, 1981-82 e 1988-89.

Contudo, em janeiro de 2006 o Clube Académico Futebol Clube sofreu um forte revés, ao ser declarado insolvente por decisão judicial e depois extinto. Porém, um grupo de sócios inconformados chegou a acordo com o Grupo Desportivo de Farminhão, que militava na I Divisão Distrital da AF Viseu e passou a chamar-se Académico de Viseu Futebol Clube, designação que mantém até aos dias de hoje.
 
Daí para cá, os viriatos iniciaram nova ascensão na hierarquia do futebol português, tendo saído dos distritais viseenses em 2007 e atingido a II Liga em 2013. Ainda a militar no segundo escalão, os beirões estiveram perto de regressar ao patamar maior do futebol português em 2018.
 
Paralelamente, o Académico atingiu as meias-finais da Taça de Portugal em 2019-20 e os quartos de final em 1978-79.
 
Vale por isso a pena recordar os dez jogadores com mais jogos pelo Académico de Viseu na I Divisão.

segunda-feira, 6 de junho de 2022

Os 10 jogadores com mais jogos pelo Louletano no Campeonato de Portugal

Dez jogadores importantes na história recente do Louletano
Fundado a 6 de junho de 1923 devido à fusão de duas associações desportivas na então vila de Loulé, o Louletano Desportos Clube viveu a fase de maior fulgor na sua história no início da década de 1990, quando disputou a II Liga durante quatro temporadas consecutivas.
 
Depois de largos anos nas divisões secundárias, sobretudo a III Divisão e os campeonatos distritais da AF Algarve, o emblema alvirrubro terminou em 3.º lugar na II Divisão – Zona Sul em 1989-90, o que lhe garantiu a presença na edição inaugural da II Liga na época seguinte. Em quatro participações, o melhor que o Louletano conseguiu foi o 10.º lugar em 1992-93.
 
Depois, entre 1994 e 2013 competiu por 17 vezes na II Divisão B. Ao longo desse período, os sotaventinos alcançaram o 2.º lugar em 1994-95, 2005-06 e 2006-07 e apenas não participaram na prova em 1997-98 e 2008-09, quando marcaram presença na III Divisão.
 
Posteriormente, os algarvios participaram nas nove primeiras épocas de existência do Campeonato de Portugal, entre 2013 e 2022, tendo atingido a fase de promoção à II Liga em 2014-15 e 2016-17 e a fase de acesso à Liga 3 em 2020-21.
 
Vale por isso a pena recordar os dez jogadores com mais jogos pelo Louletano no Campeonato de Portugal.

domingo, 5 de junho de 2022

De Milão ao Dragão. Recorde os 13 jogos oficiais entre Portugal e Suíça

Jogo entre Portugal e Suíça na qualificação para o Mundial 1994
Portugal é hoje um país futebolístico bem mais reputado do que a Suíça, mas ainda tem um histórico de confrontos desfavorável diante dos helvéticos, uma vez que contabiliza oito vitórias contra dez dos suíços – e cinco empates – em 23 encontros.
 
No entanto, se nos cingirmos apenas aos 13 jogos relativos a competições oficiais, o saldo é ligeiramente favorável aos lusos, que somam cinco triunfos contra quatro dos helvéticos, numa contabilidade em que também cabem quatro igualdades.
 
Os dois primeiros duelos entre portugueses e suíços – um oficial e outro não – remontam ao longínquo ano de 1938. De então para cá, têm-se defrontado pelo menos uma vez por década.
 
Vale por isso a pena recordar os 13 jogos oficiais entre Portugal e Suíça.

sábado, 4 de junho de 2022

A minha primeira memória de… um jogo entre Itália e Alemanha

Andrea Pirlo procura fugir a Miroslav Klose
Naqueles programas de histórias dos Mundiais que canais como a Eurosport ou o próprio Canal História transmitem na antecâmara de um Campeonato do Mundo, recordo-me de ter ficado impressionado por Franz Beckenbauer ter terminado o Itália-Alemanha das meias-finais do torneio de 1970 com o braço ao peito numa vitória transalpina por 4-3 (após prolongamento) e de assistir ao festejo efusivo Marco Tardelli após o segundo golo italiano no triunfo na final de 1982 (por 3-1), mas esses encontros realizaram-se ainda antes de eu nascer (a 26 de janeiro de 1992).
 
A minha primeira memória de um jogo entre as duas seleções remonta, por isso, às meias-finais do Mundial 2006, que teve precisamente a Alemanha como país anfitrião. Por jogarem em casa, a seleção germânica, comandada por Jurgen Klinsmann, reforçavam o seu estatuto de candidata à vitória final. Michael Ballack era talvez a grande estrela de uma equipa que, nestas fases finais, contava sempre com os golos de Miroslav Klose, na altura no Werder Bremen. Jens Lehmann tinha acabado de destronar Oliver Kahn na luta pela titularidade na baliza, enquanto jovens como Philipp Lahm, Bastian Schweinsteiger e Lukas Podolski se começavam a afirmar.

sexta-feira, 3 de junho de 2022

A minha primeira memória de… um jogo entre França e Dinamarca

Zidane com ligadura na perna no jogo diante da Dinamarca
Falar da minha primeira memória de um jogo entre França e Dinamarca é falar também do primeiro Mundial que segui, o de 2002, e da queda de uma equipa que poucos dias antes eu julgava ser invencível.
 
Vamos por partes. Comecei a ver futebol em 2000 e fui logo brindado pela conquista do título europeu por parte de França, que com maior ou menor dificuldade eliminou Espanha e Portugal nos quartos e nas meias-finais e bateu a Itália na final. Zinédine Zidane era a figura máxima de uma geração de ouro do futebol gaulês, que tinha um elevado número de jogadores nos maiores clubes do mundo. Fabien Barthez, Marcel Desailly, Lilian Thuram, Bixente Lizarazu, Emmanuel Petit, Patrick Vieira, Thierry Henry e David Trezeguet eram naquela altura, aos meus olhos e não só, jogadores de top mundial.

quinta-feira, 2 de junho de 2022

Os 10 jogadores com mais jogos pelo Sp. Covilhã na II Liga

Dez jogadores importantes na história recente do Sp. Covilhã
Fundado a 2 de junho de 1923, Sporting Clube da Covilhã nasceu da fusão de vários grupos do concelho que se organizavam para jogar futebol desde o início da década de 1920, numa altura em que o Sporting Clube de Portugal vivia uma fase pujante de criação de filiais.
 
Os leões da serra, criado a partir da união de grupos como Montes Hermínios, Victoria Luso Sporting, União Desportiva da Covilhã, Estrela Football Club e Grupo Desportivo Escola Industrial, tornaram-se na oitava filial dos leões de Lisboa.
 
Com pouco mais de duas décadas de existência, os serranos ascenderam à I Divisão em 1948, iniciando aí o período áureo da sua história, tendo permanecido nove anos seguidos – e 13 em 14, até 1962 - no primeiro escalão. Nessa fase os verde e brancos também atingiram a final da Taça de Portugal em 1956-57, tendo perdido no jogo decisivo frente ao Benfica.
 
Depois de uma longa travessia no deserto, o Sp. Covilhã regressou à I Divisão no final da década de 1980, primeiro em 1985-86 e depois em 1987-88, mas foi rapidamente despromovido em ambas as épocas, carregando a lanterna-vermelha nas duas.
 
Posteriormente, o conjunto da Beira Baixa participou por 19 vezes na II Liga desde 1996-97 – vai para a 20.ª presença em 2022-23 –, tendo obtido como melhor classificação o quarto lugar alcançado em 2014-15.
 
Vale por isso a pena recordar os dez jogadores com mais jogos pelo Sp. Covilhã na II Liga.

quarta-feira, 1 de junho de 2022

Os 10 jogadores com mais jogos pelo Ginásio de Alcobaça no Campeonato de Portugal

Ginásio participou no Campeonato de Portugal em 2016-17
Fundado a 1 de junho de 1946, o Ginásio Clube de Alcobaça resultou da fusão do Alcobaça Futebol Clube (fundado em 1918) e do Clube Desportivo Comércio e Indústria de Alcobaça (1932) e conheceu o ponto alto da sua história em 1982, quando subiu à I Divisão e chegou às meias-finais da Taça de Portugal.
 
Nesse ano, o Ginásio venceu ao sprint uma corrida renhida com a Académica de Coimbra – na altura com a designação de Académico – pelo primeiro lugar da II Divisão – Zona Centro, terminando o campeonato com os mesmos 46 pontos dos estudantes, numa luta que se estendeu à secretária, devido a um jogo entre a briosa e o Guarda que teve de ser repetido.
 
Numa primeira instância os estudantes até beneficiaram da decisão da Federação Portuguesa de Futebol, mas os alcobacenses venceram o recurso que lhes permitiu uma presença inédita entre a elite do futebol nacional. Pelo meio, houve um protesto da decisão inicial que interrompeu a clássica de ciclismo Porto-Lisboa. “Em protesto com a decisão federativa os nossos adeptos decidiram cortar a Estrada Nacional e interromper a corrida. Ficou o pelotão ali parado em frente ao Mosteiro de Alcobaça. Lembro-me de o falecido Rui Tovar, em reportagem para a RTP, de microfone na mão, espantado com aquilo. Coisa inédita: uma corrida de ciclismo ser interrompida por causa do futebol. Apesar da confusão, explicámos com calma os motivos do nosso protesto aos ciclistas, eles perceberam e até ficaram do nosso lado quando ouviram a história”, recordou ao Maisfutebol o guarda-redes Horácio Luís.
 
Paralelamente, os ginasistas tiveram um percurso brilhante na Taça de Portugal, tendo eliminado os mais conceituados AtléticoFarense e Rio Ave na caminhada até às meias-finais, etapa em que os azuis foram eliminados com uma derrota tangencial diante do Sporting em Alvalade (1-2).
 
Em 1982-83, na única época na I Divisão, o Ginásio de Alcobaça concluiu o campeonato na 16.ª e última posição, com 15 pontos – na altura em que a vitória valia dois pontos -, fruto de quatro vitórias, sete empates e 19 derrotas, tendo marcado 20 golos e sofrido 56.
 
Três anos depois, o emblema do distrito de Leiria desceu da II à III Divisão. Em 1990-91 participou na edição inaugural da II Divisão B (Zona Centro) e desde 1997 que tem alternado entre o último patamar nacionais e os campeonatos distritais, de onde não sai desde 2017, após ter competido no Campeonato de Portugal durante uma época (2016-17).
 
Vale por isso a pena recordar os dez jogadores com mais jogos pelo Ginásio de Alcobaça no Campeonato de Portugal.

terça-feira, 31 de maio de 2022

domingo, 29 de maio de 2022

Os 10 jogadores com mais jogos pelo Tondela na II Liga

Dez jogadores marcantes na história do Tondela
Fundado a 6 de junho de 1933, o Clube Desportivo de Tondela nasceu após dois clubes da então vila de Tondela, o Tondela Foot-Ball Club e o Operário Atlético Clube, rivais que se entenderam para dar origem a um clube mais grandioso e que adotaria as cores verde e amarela do município.
 
Após três participações na III Divisão Nacional ao longo da década de 1950, os beirões só se tornaram uma presença assídua nas competições nacionais a partir do final dos anos 1970.
 
No entanto, foi já em pleno século XXI que os tondelenses protagonizaram uma ascensão meteórica na hierarquia do futebol português, uma vez que saíram da I Divisão Distrital da AF Viseu em 2005 e atingiram a I Liga dez anos depois, num percurso em que os auriverdes conquistaram os títulos nacionais da III Divisão (2008-09) e da II Liga (2014-15). No palmarés do autoproclamado “Maior das Beiras” constam ainda cinco títulos distritais da AF Viseu (1940-41, 1941-42, 1949-50, 1985-86 e 2004-05).
 
A este percurso ascendente seguiram-se sete participações consecutivas no primeiro escalão, com o Tondela a obter em 2017-18 a melhor classificação da sua história, o 11.º lugar.
 
Este trajeto entre a elite vai ser interrompido este ano, com a descida à II Liga. No entanto, foi também em 2022 que o clube viveu o melhor momento da sua história, a presença na final da Taça de Portugal – com derrota ante o FC Porto no Jamor (1-3).
 
Numa altura em que está de regresso à II Liga, vale a pena recordar os dez jogadores com mais jogos pelo Tondela no segundo escalão.

sexta-feira, 27 de maio de 2022

Croatas no Benfica. Um treinador e quatro jogadores antes de Musa

Os cinco croatas que passaram pelo Benfica antes de Musa
Anunciado recentemente como reforço do Benfica para 2022-23, o ponta de lança Petar Musa vai juntar-se a uma ainda curta lista de croatas que passaram pelas águias. O avançado que na época que agora findou esteve emprestado ao Boavista pelo Slávia Praga, vai juntar-se a um grupo de cinco compatriotas (um treinador e quatro jogadores). Vale a pena recordá-los.

quinta-feira, 26 de maio de 2022

A minha primeira memória de… um jogo entre Portugal e Espanha em sub-17

João Coimbra tenta fugir a um jogador espanhol
A minha primeira de um jogo entre Portugal e Espanha em sub-17 foi também a minha primeira memória de uma conquista de um título por parte de uma seleção portuguesa de futebol – a única que vi até 2016 – e uma das minhas primeiras memórias de jogadores que viriam a atingir a seleção A, como Miguel Veloso, João Moutinho ou Vieirinha. Quando esses três jogadores e outros como Mário Felgueiras, João Coimbra, Carlos Saleiro, Bruno Gama e Manuel Curto chegaram ao futebol profissional, já estava familiarizado com esses nomes.

A jogar em casa, os meninos de António Violante tinham despachado Áustria, Dinamarca e Hungria na fase de grupos antes de eliminar a Inglaterra de James Milner e Aaron Lennon através de um desempate por grandes penalidades nas meias-finais. Na final, agendada para o Estádio do Fontelo, em Viseu, o adversário era a Espanha de Adán e David Silva.
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