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segunda-feira, 18 de novembro de 2019

Portugal está no Euro 2020 e a classe de Bernardo é à prova de lama

Cristiano Ronaldo marcou o golo da tranquilidade aos 86 minutos
Portugal garantiu este domingo o apuramento para o Euro 2020 perante milhares de emigrantes no Luxemburgo, mas para festejar a oitava presença na fase final a seleção nacional teve a difícil tarefa de jogar futebol no batatal do estádio Josy Barthel e ultrapassar um adversário modesto mas atrevido, solto de pressão e com uma estratégia muito bem definida, que complicou a vida à equipa das quinas até ao apito final.

quinta-feira, 10 de outubro de 2019

A minha primeira memória de... um jogo entre Portugal e Luxemburgo

Rui Costa serviu Nuno Gomes para o segundo golo português
Quando pensei na minha primeira memória de um jogo entre Portugal e Luxemburgo, tive de puxar pela cabeça. Tinha a certeza de que as duas seleções se tinham defrontado na fase de qualificação para o Mundial 2006, mas tinha também uma vaga ideia de que se tinham encontrado na preparação para o Euro 2004 e que a equipa das quinas tinha vencido – se não tivesse provavelmente lembrar-me-ia do jogo na perfeição... -, mas não me recordava do resultado, do local e aproxidamente a altura em que a partida decorreu.

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Mundial 2014 (Q) | Rússia 4-1 Luxemburgo

fifa.com
Esta tarde, no Centralniy Stadion, em Kazan, Rússia derrotou o Luxemburgo por 4-1, em jogo de qualificação europeia para o Mundial 2014. Kokorin (2), Kerzhakov e Samedov marcaram para os russos, e Joachim para os luxemburgueses.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Jogo de Preparação | Portugal 5-0 Luxemburgo



Portugal derrotou hoje o Luxemburgo por 6-0, num jogo de preparação para o embate com o Chipre em Setembro.

Se a intenção era preparar a selecção para o jogo com o Chipre, penso que escolheram um mau adversário, porque o a liga cipriota já é uma liga com alguma competitividade, que já tem levado clubes à Liga dos Campeões, e mesmo o a selecção tem alguns jogadores e a jogar nos principais clubes gregos ao invés do Luxemburgo que é uma selecção que fica em último em todas as qualificações, que é facilmente goleada, que tem um campeonato sem qualquer expressão e que na Europa não significa nada.

E se a ideia é jogar com uma selecção que jogue fechada, com a linha mais baixa recuada, a verdade é que não acredito que o Chipre jogue assim depois de ter empatado 4-4 em Guimarães o ano passado, e penso que vão tentar bater o pé a Portugal no seu reduto.

Portugal começou a jogar com Rui Patrício; João Pereira, Bruno Alves, Pepe e Fábio Coentrão; André Santos, Ruben Micael e João Moutinho; Danny, Cristiano Ronaldo e Hélder Postiga.

Apesar da fraca qualidade dos luxemburgueses, estes tentaram dar luta, até porque alguns jogadores portugueses estavam demasiado confiantes e por vezes as coisas não estavam a sair-lhes bem, como foi o caso de Danny, que na minha opinião, fez um jogo péssimo.

O que é certo é que Portugal chegou à vantagem aos 25 minutos por Hélder Postiga, numa jogada confusa, primeiro como uma queda de Coentrão que parecia estar na luta pelo lance, e depois com uma falta sobre Cristiano Ronaldo na grande área, e chegou-se a pensar que o golo tinha sido anulado para haver a marcação de uma grande penalidade, algo que por motivos lógicos, não veio a acontecer.

Portugal com maior ou menor dificuldade foi controlando o jogo, fazendo uso da sua superioridade técnica e física, e chegou ao 2-0 através de um livre directo por Cristiano Ronaldo no final da primeira parte.

Na segunda parte, foram entrando vários jogadores, como Sílvio, Ricardo Carvalho, Varela, Hugo Almeida, Raul Meireles e Nani, mas nem por isso Portugal baixou os braços, antes pelo contrário, e chegou ao 3-0 num dos primeiros lances do segundo tempo, com um cruzamento de João Pereira a ser concluído com um golo quase inédito de cabeça de Fábio Coentrão.

Com tranquilidade, fase típica do seleccionador português, Portugal foi ampliando a vantagem, fazendo algumas jogadas de grande qualidade, uma que viu uma trivela de Coentrão acertar na trave e outras em que a velocidade de Nani e a dinâmica dos jogadores mais ofensivos de Portugal vieram à baila.

O 4-0 e o 5-0 foram grandes golos de Hugo Almeida, sobretudo o primeiro com um grande pontapé a longa distância, após amortecimento de cabeça de Silvestre Varela.

O segundo foi um toque de Karaté após cruzamento de Nani, num golo fácil do avançado do Besiktas, associado ao Benfica neste defeso.


Bem, em relação a notas sobre este jogo, destaco positivamente Rui Patrício e Ruben Micael, que mostraram que podem jogar como titulares na selecção, apesar das poucas internacionalizações.
Destaco ainda Varela que mostra ser uma boa alternativa a Nani, de João Pereira que parece ter agarrado um lugar na direita, e dos dois pontas-de-lança que mostraram eficácia.

Negativamente, a exibição de Danny que na minha opinião tem de ser a última opção (de entre os convocados de hoje) para aquela posição, porque Varela, Nani e Ronaldo estão bem à frente, sempre que os dois últimos ocupam a “pole position”.

Sobre a não utilização de Nuno Gomes, e então? Os dois pontas-de-lança marcaram, um deles até bisou, a equipa conseguiu uma mão cheia de golos e não mostrou falta de alguém com as características de Nuno Gomes, que até é um avançado que rende mais quando tem alguém directamente a apoiá-lo.
Sobre o Quim e o Castro, foram chamados para ambientarem-se ao clima da selecção, para uma possível chamada, mas com seis substituições para se poder fazer e com Patrício, André Santos e Ruben Micael a precisarem de minutos pela equipa das quinas, percebeu-se as suas não utilizações.

Venha daí o complicadíssimo jogo com o Chipre!
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