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sábado, 15 de março de 2025

O trinco com alcunha de craque que subiu a pulso desde os distritais. Quem se lembra de Mozer?

Mozer disputou 127 jogos pelo Sp. Braga e 103 pelo Rio Ave
Possante médio (1,87 m) de características defensivas, protagonizou uma subida a pulso na carreira. Iniciou-se nos campeonatos distritais, mas foi progredindo, progredindo, ao ponto de ter disputado quase 200 jogos na I Liga, dez nas competições europeias, uma final da Taça de Portugal e uma decisão da Supertaça Cândido de Oliveira.
 
Natural de Paranhos, na cidade do Porto, começou a jogar futebol nos iniciados do Pedras Rubras, passando depois pelas camadas jovens de Boavista e Rio Ave. Foi nos juniores vila-condenses que Rui Miguel Batista Araújo passou a ser… Mozer. “Foi o massagista do Rio Ave, o senhor José, quando uma vez joguei com o Benfica. Ele achou que a minha fisionomia coincidia com a do Mozer e colocou-me a alcunha”, revelou o trinco ao Record em dezembro de 2003.

terça-feira, 11 de março de 2025

Fábio Coentrão, o canhoto das Caxinas potenciado por Jesus que venceu tudo pelo Real Madrid

Fábio Coentrão somou 52 internacionalizações pela seleção nacional A
Um dos melhores laterais esquerdos de sempre do futebol português. Um promissor extremo que a dada altura ameaçou tornar-se numa promessa adiada, mas que com o treinador certo ganhou intensidade e a capacidade para desempenhar uma posição que melhor explorava a sua verticalidade e qualidade no cruzamento. Foi a embalar desde trás na ala canhota que tocou o céu e passou de “Figo das Caxinas” para modelo a seguir para aspirantes à posição de lateral. As lesões não lhe permitiram estender o auge da carreira, mas foi a tempo de ganhar tudo pelo Real Madrid.
 
Natural das Caxinas, um núcleo piscatório no concelho de Vila do Conde, desde cedo mostrou ter um talento para o futebol que não permitia que lhe dissessem para se dedicar à pesca. Aos 16 anos começou a treinar com a equipa principal do Rio Ave e aos 17 estreou-se mesmo pelos vila-condenses na I Liga, tendo sido lançado por António Sousa nos minutos finais de uma derrota em casa às mãos do Sp. Braga, a 14 de outubro de 2005. No mês seguinte somou a primeira de 25 internacionalizações pelas seleções jovens, pelos sub-18.

terça-feira, 25 de fevereiro de 2025

O capitão do Boavista campeão. Quem se lembra de Litos?

Litos somou 24 golos em 221 jogos pelo Boavista
O capitão e um dos esteios da equipa do Boavista campeã nacional em 2000-01. Natural de Paranhos, no concelho do Porto, entrou para as camadas jovens dos axadrezados no final da década de 1980 e desde cedo se tornou uma das referências da sua geração, tornando-se numa presença regular nas seleções jovens nacionais, pelas quais somou 45 internacionalizações, a partir de final de 1989.
 
Esteve no Campeonato da Europa de sub-16 em 1990, mas quando transitou para o futebol sénior passou por três empréstimos consecutivos, a Campomaiorense, Estoril e Rio Ave, antes de se fixar na equipa principal dos boavisteiros em 1995-96. Pelo meio marcou também presença no Campeonato do Mundo de sub-20 em 1993 e nas edições de 1993 e 1994 do Torneio de Toulon.

sexta-feira, 27 de setembro de 2024

O gigante central que somou 242 jogos na I Liga. Quem se lembra de Idalécio?

Idalécio representou o Sp. Braga entre 1996 e 2002
Um gigante de 1,96 m e que calçava o 47 nascido em Alcochete, mas que se fez homem e futebolista no Algarve, tendo integrado a equipa do Farense que disputou a Taça UEFA em 1995-96 e um bom Sp. Braga na era pré-António Salvador, quarto classificado da I Liga em 1996-97 e 2000-01 e finalista da Taça de Portugal em 1997-98. No primeiro escalão do futebol português, patamar em que representou ainda Nacional e Rio Ave, somou 242 jogos entre 1995 e 2006.
 
Depois de ter passado os primeiros anos de vida no Montijo, onde começou a jogar futebol no Atlético do Montijo e no Desportivo do Montijo, mudou-se com a mãe e o irmão para Loulé, quando os pais se separaram. Praticou basquetebol, ténis, natação e atletismo, mas acabou por se decidir pelo futebol. Fez os derradeiros anos de formação no Louletano e chegou a ser chamado à seleção nacional de sub-18. Quando subiu a sénior foi ganhar rodagem para o Almancilense, então na III Divisão Nacional, e depois regressou ao emblema de Loulé, pelo qual jogou na II Liga entre 1992 e 1994. Mas desengane-se quem pensa que se afirmou rapidamente.
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