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quarta-feira, 22 de abril de 2026

O antivedeta devoto a Cristo que ganhou a Bola de Ouro em 2007. Quem se lembra de Kaká?

Kaká somou 307 jogos e 104 golos pelo AC Milan
O antivedeta. Um craque cujas elegância, qualidade técnica e visão de jogo exibidas dentro das quatro linhas contrastavam com o comportamento muito discreto fora dos relvados. Conhecido pela devoção a Jesus Cristo, venceu a Bola de Ouro e a Liga dos Campeões pelo AC Milan em 2007.
 
Ricardo Izecson dos Santos Leite nasceu a 22 de abril de 1982, em Gama, Distrito Federal, no Brasil, mas no futebol todos o conhecem por Kaká, por ser assim que o irmão mais novo Digão o chamava quando era criança.
 
Amplamente considerado um dos melhores futebolistas da sua geração, fez toda a formação no São Paulo, estreando-se pela equipa principal em 2001, contribuindo para a conquista do Torneio Rio-São Paulo no ano de estreia e do supercampeonato paulista no ano seguinte.

sexta-feira, 17 de abril de 2026

O campeão europeu “infortunado” pelo FC Porto que virou comentador. Quem se lembra de Casagrande?

Casagrande passou pelo FC Porto no primeiro semestre de 1987
É um dos principais nomes do comentário desportivo no Brasil há cerca de três décadas, mas antes foi campeão europeu pelo FC Porto, em 1987. Um “campeão infortunado”, segundo palavras de Pinto da Costa, tendo custado um milhão de dólares e não ido além de nove jogos e dois golos de dragão ao peito.
 
Nascido a 15 de abril de 1963 em São Paulo, Walter Casagrande concluiu a formação e iniciou o percurso como sénior no Corinthians, mas um desentendimento com o treinador Oswaldo Brandão, numa altura em que tinha apenas 18 anos, motivou o seu empréstimo à Caldense.

terça-feira, 14 de abril de 2026

O trinco brasileiro que jogou no Benfica após brilhar no Mundial 1986. Quem se lembra de Elzo?

Elzo disputou 51 jogos pelo Benfica entre 1987 e 1989
Brilhou no Mundial 1986 no meio-campo da seleção brasileira, após roubar a titularidade ao conceituado Falcão. Apesar de um convite do Real Madrid, decidiu assinar pelo Benfica por dois motivos:  a abertura dos encarnados para que ficasse mais um ano no Atlético Mineiro e o sonho de conhecer Eusébio.
 
Médio de características defensivas nascido a 22 de janeiro de 1961 em Serrania, no estado brasileiro de Minas Gerais, começou a carreira em pequenos clubes paulistas como Ginásio Pinhalense, Inter de Limeira e Amparo.
 
Em 1984 foi contratado pelo Atlético Mineiro. Ao serviço do galo venceu dois campeonatos estaduais (1985 e 1986) e mostrou-se ao selecionador Telê Santana, que o chamou pela primeira vez em março de 1986, a poucos meses do Mundial do México.

segunda-feira, 13 de abril de 2026

O Golden Boy do FC Porto a quem Katsouranis partiu a perna. Quem se lembra de Anderson?

Anderson venceu dois campeonatos pelo FC Porto
Um médio ofensivo talentosíssimo que necessitou de apenas 24 jogos pelo FC Porto para render 30 milhões de euros, quatro vezes mais do que custou, e dar o salto para o Manchester United. Esteve apenas ano e meio vinculado aos dragões e, pelo menos, seis meses afastado dos relvados devido a uma perna partida… pelo benfiquista Katsouranis.
 
Nascido a 13 de abril de 1988 em Porto Alegre, no estado brasileiro de Rio Grande do Sul, ingressou nas camadas jovens do Grêmio em tenra idade e estreou-se pela equipa principal em outubro de 2004, aos 16 anos e seis meses, logo num escaldante GreNal, no qual marcou de livre, apesar da derrota por 1-3.

sexta-feira, 10 de abril de 2026

Um dos melhores laterais esquerdos de sempre. Quem se lembra de Roberto Carlos?

Roberto Carlos marcou golos que desafiavam as leis da física
Um dos melhores laterais esquerdos e um dos mais fortes rematadores de sempre, dono do pontapé-canhão mais famoso da história do futebol. Baixo (1,68 m), mas extremamente potente, era um especialista em livres diretos e marcou golos que pareciam impossíveis.
 
Nascido a 10 de abril de 1973, em Garça, no estado de São Paulo, cresceu no seio de uma família humilde e chegou a trabalhar numa fábrica de têxtil. No que ao futebol diz respeito, começou a jogar nas camadas jovens do União São João. Mesmo a competir na Série B, foi convocado para a seleção brasileira em março de 1992, tendo feito a estreia no dia 26 desse mês, numa vitória sobre os Estados Unidos num jogo particular (3-0). Um ano antes, sagrou-se vice-campeão mundial de sub-20, em Lisboa, tendo atuado os 120 minutos na final perdida para Portugal no desempate por penáltis.

terça-feira, 3 de março de 2026

A grande referência do futebol brasileiro na década de 1980. Quem se lembra de Zico?

Zico participou nos Mundiais de 1978, 1982 e 1986
Conhecido como o “Galinho de Quintino”, destacava-se pela sua técnica refinada, visão de jogo e habilidade goleadora, especialmente em lances de bola parada, sendo amplamente considerado um dos maiores futebolistas da história do futebol brasileiro.
 
Nascido a 3 de março de 1953 no Rio de Janeiro, Arthur Antunes Coimbra, conhecido no mundo do futebol como Zico, fez toda a formação e grande parte da carreira (de 1971 a 1983 e de 1985 a 1989) no Flamengo, clube no qual se tornou um verdadeiro ídolo.
 
Durante as décadas de 1970 e 1980 liderou o mengão em algumas das suas maiores conquistas, com destaque para a Taça Libertadores e a Taça Intercontinental de 1981, que consolidaram o emblema carioca como uma potência internacional. Ao serviço do Fla, marcou 508 golos em 731 jogos e tornou-se o maior símbolo da história do clube.

sábado, 28 de fevereiro de 2026

O maestro brasileiro que não encaixou no FC Porto de Adriaanse. Quem se lembra de Diego?

Diego somou sete golos em 63 jogos pelo FC Porto entre 2004 e 2006
Um dos melhores produtos da formação do Santos, que mostrou ao mundo Pelé, Neymar e Robinho. Reforçou o FC Porto campeão europeu no verão de 2004 com o intuito de suceder a Deco. Apesar de uma primeira época positiva, coroada com a conquista da Taça Intercontinental, nunca fez esquecer o luso-brasileiro e perdeu espaço após a chegada de Co Adriaanse ao comando técnico.  
 
Nascido a 28 de fevereiro de 1985 em Ribeirão Preto, no estado de São Paulo, evoluiu sobretudo nas camadas jovens do emblema da Vila Belmiro, patenteando desde tenra idade a qualidade técnica e visão de jogo que vieram a fazer dele um médio ofensivo importante no futebol brasileiro e europeu.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

O “Imperador” brasileiro que ditou leis em Itália. Quem se lembra de Adriano?

Adriano venceu quatro campeonatos pelo Inter
Conhecido como “Imperador”, foi um dos avançados mais talentosos da sua geração, destacando-se pela força física, potente remate com o pé esquerdo e capacidade de finalização.
 
Nascido a 17 de fevereiro de 1982, no Rio de Janeiro, e formado no Flamengo, Adriano transferiu-se cedo para a Europa, onde brilhou sobretudo ao serviço do Inter de Milão (2001 e de 2004 a 2009). No clube italiano viveu o auge da carreira, conquistando quatro títulos nacionais e afirmando-se como um dos melhores avançados do mundo. Representou ainda clubes como Parma (2002 e 2003), AS Roma (2010-11) e Corinthians (2011 e 2012)
 
Pela seleção principal do Brasil somou 50 internacionalizações e 29 golos e venceu a Copa América de 2004 e a Taça das Confederações de 2005, tendo sido o melhor marcador em ambas as competições.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

O lateral que jogou no Brasil de 1982 e passou discreto pelo FC Porto. Quem se lembra de Edevaldo?

Edevaldo representou o FC Porto no primeiro semestre de 1986
Foi um dos laterais da seleção brasileira que encantou no Mundial 1982. Na altura representava o Internacional de Porto Alegre. Quatro anos depois reforçou o FC Porto, mas não foi além de três jogos disputados, porque João Pinto não lhe deu hipóteses.
 
Nascido a 28 de janeiro de 1958 em Campos dos Goytacazes, no estado do Rio de Janeiro, Edevaldo “Cavalo” começou a jogar futebol no Fluminense, clube que o catapultou para o escrete em 1980, ano em que venceu o campeonato carioca.
 
Em 1982 mudou-se para o Internacional e foi na condição de jogador do colorado que participou no Mundial de Espanha, como suplente de Leandro, tendo entrado apenas nos minutos finais da vitória sobre a Argentina na segunda fase de grupos (3-1). Nesse ano também venceu o tradicional torneio de verão organizado pelo Barcelona, o Troféu Joan Gamper.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

O “feijão” que abriu caminho à noite mágica do FC Porto em Gelsenkirchen. Quem se lembra de Carlos Alberto?

Carlos Alberto somou 39 jogos e cinco golos pelo FC Porto
Chegou, viu e venceu no FC Porto de José Mourinho que viria a ganhar a Liga dos Campeões. Marcou até o golo inaugural da vitória sobre o Mónaco, em Gelsenkirchen, na final da Champions. Tinha 19 anos. Era suposto ser apenas o início, mas acabou por ser o ponto alto de uma carreira que ficou muito aquém do esperado.
 
Nascido a 11 de dezembro de 1984 numa clínica no Bairro das Laranjeiras, no Rio de Janeiro, Carlos Alberto fez a formação no Fluminense, clube no qual ganhou a alcunha de “feijão”, devido ao facto de adorar a comida típica brasileira.
 
Em 2002 subiu à equipa principal do tricolor carioca, tendo conquistado o título estadual logo nos primeiros meses. No ano seguinte deu continuidade ao seu desenvolvimento, tendo sido convocado para jogar a Gold Cup pela seleção do Brasil, que se apresentou com uma seleção de sub-23 e foi finalista vencida.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2025

O brasileiro com potente remate que brilhou no Sporting. Quem se lembra de Rochemback?

Rochemback somou 100 jogos e 14 golos de leão ao peito
“Joga à defesa e ao ataque… Fábio Rochemback”, entoavam as claques do Sporting entre 2003 e 2005, período em que este médio brasileiro mostrou a sua melhor versão de leão ao peito.
 
Possante (1,83 m), dinâmico e dotado de qualidade técnica, visão de jogo e potente remate, este centrocampista de ascendência alemã nasceu a 10 de dezembro de 1981 em Soledade, no estado do Rio Grande do Sul. Começou por jogar futebol no Esporte Clube Missões, da sua cidade-natal, mas depressa captou a atenção dos olheiros de um dos principais clubes gaúchos, o Internacional de Porto Alegre.
 

segunda-feira, 3 de novembro de 2025

O “chuta-chuta” que acompanhou Jesus no Benfica e no Sporting. Quem se lembra de Bruno César?

Bruno César ganhou uma Taça da Liga pelo Benfica e outra pelo Sporting
Numa era em que o futebol se tornava cada vez mais padronizado e com tantos jogadores com o penteado da moda e um físico imaculado, Bruno César era uma espécie de elemento disruptor, que parecia ter viajado do passado. Com uma careca à Santo António precocemente desenvolvida e uma tendência natural para ser mais volumoso do que os demais, não hesitava em armar o remate onde o jogador comum optava pelo passe.
 
Dotado de um pé esquerdo bem calibrado e de uma cultura tática que lhe permitia jogar em várias posições, desde lateral esquerdo a extremo direito sem esquecer as funções de n.º 10, nasceu a 3 de novembro de 1988 em Santa Bárbara d'Oeste, no estado brasileiro de São Paulo, e começou por jogar futebol nas camadas jovens do modesto União Barbarense.

O lateral internacional brasileiro que não confirmou a reputação no Sporting. Quem se lembra de Gil Baiano?

Gil Baiano representou o Sporting em 1996-97
Há jogadores brasileiros oriundos dos estaduais que chegam a Portugal e afirmam-se ao mais alto nível. Outros vêm diretamente do Brasileirão e com internacionalizações no currículo, mas não conseguem confirmar a reputação na Europa. Gil Baiano, lateral direito com sete jogos pela canarinha que passou pelo Sporting em 1996-97, foi um desses casos.
 
Nascido em Tucano, no estado da Bahia, a 3 de novembro de 1966, mudou-se para Campinas ainda tenra idade e começou a jogar futebol nas camadas jovens do Guarani, chegando a estrear-se pela equipa principal em 1987 antes de se mudar para o Bragantino no ano seguinte, no âmbito da transferência Vitor Hugo para o bugre.

terça-feira, 28 de outubro de 2025

O “Anjo das Pernas Tortas” que chegou a piscar o olho ao Sporting. Quem viu jogar Garrincha?

Garrincha jogou 50 vezes pela seleção do Brasil e só perdeu uma vez
Se o rei Pelé está consensualmente sentado no trono de melhor futebolista brasileiro de todos os tempos, há um lote restrito de jogadores que vem logo a seguir. E Garrincha, contemporâneo da lenda do Santos, é um desses casos. Juntos ganharam dois títulos mundiais (1958 e 1962) e nunca perderam um jogo pela seleção do Brasil.
 
Extremo direito que brilhou sobretudo pelo escrete (de 1955 a 1966) e pelo Botafogo (1953 a 1965), nasceu a 28 de outubro – e não 18 de outubro, como o pai erradamente o registou – de 1933, no Rio de Janeiro. Como sequela de uma poliomielite ou por deficiência congénita, um mistério que nunca ficou totalmente esclarecido, ficou com as pernas tortas – a esquerda seis centímetros mais longa do que a direita, ambas curvadas –, mas esse handicap não o impediu de se tornar num génio do drible, com fintas que ultrapassavam adversários e levantavam estádios. Quem estava do seu lado chamava-o de anjo, tendo ficado conhecido como “O Anjo das Pernas Tortas”. Mas para quem estava do outro lado, era mais um demónio.
 
Manoel Francisco dos Santos era o seu nome verdadeiro, mas a irmã apelidou-o de “Garrincha” em alusão a um pássaro com esse nome, muito comum na América do Sul. A alcunha ficou e tornou-se no seu nome de guerra no mundo do futebol.

quinta-feira, 23 de outubro de 2025

A lenda do Brasileirão que teve uma passagem discreta pelo Sp. Braga. Quem se lembra de Léo Moura?

Léo Moura jogou uma vez pela seleção brasileira, em 2008
Disputou quase 500 jogos no Brasileirão entre 2001 e 2019, quase todos ao serviço de vários dos maiores clubes do país, e chegou a jogar pela seleção brasileira, mas a sua passagem pelo Sp. Braga pautou pela… discrição.
 
Recomendado no início de 2005 pelo então selecionador português ao emblema bracarense, então orientado por Jesualdo Ferreira, Luiz Felipe Scolari reconheceu ao lateral direito, na altura com 26 anos, qualidade para fazer todo o corredor direito e potencial para chegar à seleção principal do Brasil.
 
Felipão até não se enganou, uma vez que Léo Moura demonstrou essa capacidade ao longo de mais de duas décadas de carreira e chegou mesmo a internacional A pela canarinha, mas o defesa não foi além de oito jogos oficiais pelos arsenalistas, dos quais apenas três na condição de titular, na segunda metade da temporada 2004-05. Quis o destino que quem o tivesse tapado foi um jogador que hoje é um dos treinadores de eleição no Brasil, Abel (Ferreira).

quinta-feira, 25 de setembro de 2025

O antigo selecionador brasileiro que guiou o Marítimo à Europa. Quem se lembra de Sebastião Lazaroni?

Sebastião Lazaroni comandou o Marítimo em 2007-08
Treinador com um currículo à prova de bala, que incluía a conquista de uma Copa América pelo Brasil em 1989 e de troféus ao leme de clubes brasileiros, sauditas, chineses e japoneses, desaguou nas águas da ilha da Madeira na temporada 2007-08 para apurar o Marítimo para a Taça UEFA.
 
Nessa época, os insulares não só igualaram a sua melhor classificação de sempre na I Liga, o quinto lugar – feito antes alcançado em 1992-93, 1993-94, 1997-98 e posteriormente em 2009-10 e 2011-12 – como estabeleceram o recorde do clube de menos golos sofridos numa época no primeiro escalão (28). Apenas FC Porto (13) e Benfica (21) sofreram menos golos nesse campeonato. Paralelamente, tiveram também o quarto melhor ataque da prova, com 39 remates certeiros, sendo apenas superado pelos três grandes. Na Taça de Portugal foram eliminados pelo Sporting em Alvalade.

segunda-feira, 4 de agosto de 2025

Jaguaré, o brasileiro que foi o primeiro guarda-redes a usar luvas em Portugal

Jaguaré defendeu a baliza do Sporting em 1935-36
Um pioneiro. Um dos primeiros três brasileiros da história do Sporting, reforçou os leões em novembro de 1935, aos 30 anos, trazendo no currículo três internacionalizações pela seleção canarinha e uma passagem pelo Barcelona.
 
Esteve cerca de meio ano em Portugal, até abril de 1936, tempo suficiente para ficar na história como o primeiro guarda-redes a usar luvas no futebol luso – já o havia sido no Brasil – e a iniciar as modas de cuspir na bola antes dos penáltis e de provocar adversários nos balneários. A cuspidela deu jeito num dérbi, quando confundiu o avançado benfiquista Aníbal José, que primeiro atirou por cima e depois para defesa do goleiro após o árbitro mandar repetir o pontapé. Por causa disso, meteu-se em problemas com os jogadores encarnados já nas cabines.

segunda-feira, 16 de junho de 2025

O herói do FC Porto na final de Viena. Quem se lembra de Juary?

Juary marcou o golo que decidiu a final da Taça dos Campeões de 1987
Arma secreta de Artur Jorge, saltou do banco após o intervalo na final de Viena, que consagrou o FC Porto como campeão europeu em 1987, para endossar a bola para o calcanhar de Madjer no lance do golo do empate e para marcar, a passe do argelino, o golo que sentenciou a reviravolta sobre o Bayern Munique.
 
Essa foi a principal recordação que Juary deixou aos adeptos portugueses em geral e aos portistas em particular, mas não foi a única. Até porque estamos a falar não de um herói improvável, mas de um avançado internacional brasileiro, que esteve numa Copa América (1979) e disputou 100 jogos na Serie A italiana, 21 dos quais pelo poderoso Inter de Milão.

sexta-feira, 16 de maio de 2025

O brasileiro que chegou a ser a contratação mais cara do Sporting. Quem se lembra de Elias?

Elias somou 65 jogos e seis golos ao serviço do Sporting
Médio que no Brasil jogava numa posição à qual chamam de segundo volante, equivalente ao que por cá se chama de número 8, começou a jogar futebol como avançado nas camadas jovens do Palmeiras, mas quando transitou para o futebol sénior foi dispensado pelo verdão.
 
Obrigado a ganhar rodagem noutras paragens, passou pelo Náutico, clube no qual viveu um drama e salários em atraso, tendo passado por um período de inatividade que o levou inclusivamente à depressão.
 
Em 2007 conseguiu a possibilidade de fazer testes no São Bento e ficou no clube, tendo sido transformado em centrocampista pelo treinador Freddy Rincón. Depois passou por Juventus de São Paulo e Ponte Preta antes de chegar a um dos maiores emblemas brasileiros, o Corinthians, onde foi colocado pela empresa Traffic, que comprou o seu passe.

quarta-feira, 23 de abril de 2025

O flop de Estoril, Estrela da Amadora e Farense que virou craque do PSG. Quem se lembra de Christian?

Christian passou discreto em Portugal antes de brilhar no PSG
Um estranho caso de um jogador que passou despercebido onde parecia ser mais fácil sobressair e que acabou por atingir um patamar inimaginável. Não deixou saudades aos adeptos de Estoril, Estrela da Amadora e Farense, mas esteve em duas fases finais ao serviço da seleção brasileira e brilhou em clubes como Paris Saint-Germain, Internacional de Porto Alegre ou Grêmio.
 
Com formação dividida entre os dois principais emblemas do Rio Grande do Sul, este veloz e possante ponta de lança (1,86 m e 83 kg) deixou o Internacional para ingressar no Estoril Praia quando tinha apenas 18 anos, no início de 1994, tendo atuado em 13 jogos (oito a titular) e marcado três golos até ao final de uma época marcada pela despromoção à II Liga.
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