Chegou a Lisboa após 80 golos em
83 jogos ao serviço de um
Rosenborg que era cliente habitual na
Liga
dos Campeões. Foi apresentado e treinou mesmo de águia ao peito, mas a transferência
não chegou a concretizar-se. O clube norueguês, farto de esperar pelo dinheiro,
desviou-o para os espanhóis do
Racing Santander, mas
Vale
e Azevedo deu a sua versão dos acontecimentos durante uma sessão do seu
julgamento: “Quando o levei ao relvado da
Luz,
ele viu aqueles adeptos todos e tivemos de voltar aos balneários, pois ele
tinha-se mijado nas calças.”
Sigurd Rushfeldt, que aterrou na
capital portuguesa com o intuito de reforçar o
Benfica
em julho de 1999, deu os habituais toques na bola na
velha
Catedral e juntou-se à equipa então orientada por
Jupp Heynckes, a estagiar
na Áustria, mas a falta de garantias bancárias abortou o negócio. O então
presidente dos
encarnados,
porém, alegou que a contratação tinha falhado porque o jogador não reunia
condições psicológicas, uma versão desmentida pelo próprio e pelos seus
representantes.