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sexta-feira, 24 de abril de 2026

Um dos esteios do grande Paços de Ferreira de Paulo Fonseca. Quem se lembra de Tiago Valente?

Tiago Valente somou 120 jogos e cinco golos pelo Paços de Ferreira
Um dos titulares indiscutíveis no Paços de Ferreira de Paulo Fonseca que em 2012-13 alcançou um brilhante 3.º lugar na I Liga e o consequente apuramento para as pré-eliminatórias de acesso à fase de grupos da Liga dos Campeões. Mas, antes dessa afirmação, teve muito que penar.
 
Defesa central nascido a 24 de abril de 1985 em Macedo de Cavaleiros, no distrito de Bragança, Tiago Valente fez toda a formação na Mata Real, tendo transitado para a equipa principal pela mão de José Mota em 2004-05, época marcada pela conquista do título da II Liga e consequente promoção ao primeiro escalão. No final da temporada, foi chamado a representar a seleção nacional de sub-20 no Torneio de Toulon, tendo repetido a presença no ano seguinte.

quarta-feira, 1 de abril de 2026

O canhoto de Freamunde que saltou do Paços para a Roma. Quem se lembra de Antunes?

Antunes disputou 174 jogos e 19 golos pelo Paços de Ferreira
Um dos melhores laterais esquerdos portugueses no século XXI. Por uma razão ou por outra nunca esteve numa fase final, mas somou 13 internacionalizações, jogou nos campeonatos de Itália e Espanha e na Liga dos Campeões e foi campeão na Ucrânia e em Portugal.
 
Canhoto nascido a 1 de abril de 1987 em Freamunde, no concelho de Paços de Ferreira, fez toda a formação nos capões, tendo transitado para a equipa principal quando ainda era júnior de primeiro ano, em 2004-05. Lançado por Nicolau Vaqueiro na antiga II Divisão B, beneficiou de competir num nível mais competitivo do que a maioria dos jogadores da sua geração para merecer as primeiras chamadas às seleções jovens, nomeadamente os sub-18 e os sub-19, tendo sido convocado para o Campeonato da Europa de sub-19 em 2006.

sábado, 28 de março de 2026

O extremo baixinho e veloz que brilhou no Paços de Ferreira e no Boavista. Quem se lembra de Zé Manel?

Zé Manel jogou na I Liga durante dez anos, entre 2000 e 2010
Um extremo à moda antiga: baixinho (1,68 m), veloz, vertical e dotado de qualidade técnica e forte remate. Subiu a pulso desde a III Divisão Distrital da AF Braga, mas foi bem a tempo de disputar 271 jogos na I Liga, atuar na Taça UEFA e somar duas internacionalizações pela seleção B, tendo brilhado sobretudo ao serviço de Paços de Ferreira e Boavista.
 
Nascido a 22 de fevereiro de 1975 em Fraião, no concelho de Braga, começou a jogar futebol num pequeno clube local, o Maikes Fraião, tendo competido na II Divisão Distrital da AF Braga entre 1992 e 1994 e no terceiro escalão bracarense entre 1994 e 1996. “No meu tempo, não havia formação como hoje. Era praticamente juniores e seniores. Comecei na minha freguesia e não pude assinar o meu primeiro contrato, era menor. Quem assinou foram os meus pais. Nesse primeiro ano em que joguei federado, a minha freguesia tinha dificuldades em arranjar jogadores. Fizeram captações e eu, como muitos, fui treinar ao sábado de manhã e fui surpreendido no final, se queria fazer parte do plantel para a época seguinte. Assim começou”, recordou ao Maisfutebol em abril de 2019.

quinta-feira, 24 de julho de 2025

O central de Monte Gordo que disputou 126 jogos na I Divisão. Quem se lembra de João Armando?

João Armando brilhou no Paços de Ferreira entre 1999 e 2003
Um dos jogadores algarvios com melhor carreira nas últimas décadas, um defesa central natural de Monte Gordo, concelho de Vila Real de Santo António, que cresceu nas camadas jovens do Lusitano VRSA.
 
Após transitar para a equipa principal em 1990-91, época marcada pela única participação do emblema raiano na II Liga, foi ganhando o seu espaço no onze nas temporadas seguintes na II Divisão B, fazendo-se valer da agilidade, segurança e regularidade que oferecia.
 
Após duas épocas ao serviço do Benfica Castelo Branco na II B, entrou na I Liga pela porta da União de Leiria em 1995-96. Contribuiu para um honroso 7.º lugar e para a caminhada até às meias-finais da Taça de Portugal, mas sentiu dificuldades em afirmar-se como titular.

terça-feira, 3 de junho de 2025

O recordista do Paços de Ferreira que não teve sucesso nas Antas. Quem se lembra de Rafael?

Rafael jogou por Paços, FC Porto e Vitória SC em Portugal
Médio ofensivo/avançado natural de Porto Alegre que se iniciou nas camadas jovens do Grêmio e com passagem pelo futebol de praia, vertente na qual se sagrou campeão do mundo pelo Brasil, detém ainda hoje o recorde de jogador com mais golos pelo Paços de Ferreira numa época na I Liga: 17 em 2000-01.
 
Curiosamente, até começou relativamente tarde no futebol de 11, em 1998, ano em que comemorou o 24.º aniversário, quando ingressou no Ypiranga. De lá saiu para a Mata Real em janeiro de 2000, por indicação de Henrique Calisto, após treinar à experiência no Gil Vicente, mas não teve propriamente impacto imediato. Limitado devido a alguns problemas físicos, atuou em 13 jogos e marcou um golo na segunda metade da época 1999-00, marcada pela conquista do título de campeão da II Liga e consequente promoção ao primeiro escalão.

sexta-feira, 17 de janeiro de 2025

O central que rendeu €600 mil ao Paços, jogou em Espanha e foi campeão nos EUA. Quem se lembra de Rovérsio?

Rovérsio representou Gil Vicente, Osasuna e Paços de Ferreira
Defesa central brasileiro franzino, mas de elevada estatura (1,87 m), despontou no Santa Cruz, de onde se transferiu no verão de 2004 para o Gil Vicente, inicialmente por empréstimo e posteriormente (supostamente) a título definitivo.
 
Nas duas primeiras épocas que passou em Barcelos ajudou os gilistas a assegurar a permanência em campo, apesar de o Caso Mateus ter atirado a equipa minhota para a II Liga em 2006.

sexta-feira, 8 de novembro de 2024

Um dos “Metralha” do Benfica de Mourinho e irmão de Bruno Alves. Quem se lembra de Geraldo?

Geraldo estreou-se pelo Benfica num dérbi com o Sporting
Geraldo nasceu e cresceu numa família que respira futebol. O pai é Washington Alves, defesa brasileiro que representou Sp. Espinho, Varzim e Rio Ave, entre outros, nas décadas de 1970 e 1980; um dos tios era o malogrado Geraldo Assoviador, médio internacional canarinho que esteve na Copa América 1975; e um dos irmãos é Bruno Alves, central internacional português que dispensa apresentações.
 
Com a bola como brinquedo preferido, teve no progenitor o primeiro treinador, em casa e nas camadas jovens do Varzim. No verão de 1999, após terminar o último ano de júnior e numa fase em que pensava desistir do futebol profissional e dedicar-se aos estudos, viu o tio Wilson meter uma cunha para ir treinar à experiência no Benfica B.

quinta-feira, 19 de setembro de 2024

O brasileiro importado por Vítor Urbano que brilhou nos rivais minhotos. Quem se lembra de Riva?

Riva passou quatro anos em Guimarães e dois em Braga
Riva ficou na memória dos seguidores do futebol português por ter ajudado o Vitória de Guimarães a alcançar dois apuramentos europeus consecutivos e um lugar no pódio da I Divisão em 1997-98 e o Sp. Braga a ficar à frente do Benfica em 2000-01, mas foi o Paços de Ferreira a sua porta de entrada em Portugal, em 1993-94.
 
“Olha, surgi para o futebol no Valério Doce de Itabira, e fui considerado o melhor jogador de base de Minas Gerais. Aí, o Cruzeiro me contratou para disputar o campeonato brasileiro. Depois do campeonato terminar, o empresário Adelson, junto com mister Vitor Urbano do Paços de Ferreira, me contratou por empréstimo”, contou ao portal Prémio Carreira em dezembro de 2016.

segunda-feira, 5 de abril de 2021

Os 10 jogadores com mais jogos pelo Paços de Ferreira na II Liga

Dez jogadores que ficaram na história do Paços de Ferreira
Fundado a 5 de abril de 1950, o Futebol Clube Vasco da Gama competiu nas divisões secundárias da Associação de Futebol do Porto durante mais de uma década até ganhar a designação atual: Futebol Clube Paços de Ferreira.
 
Por essa altura, também mudaram as cores do clube. O amarelo deu lugar a um equipamento em tudo semelhante ao do FC Porto, algo que vigorou até 15 de março de 1981, quando os sócios decidiram mudar novamente as cores para o amarelo e verde do concelho. Nessa fase, já os pacenses tinham alcançado os campeonatos nacionais, tendo subido à III Divisão e à II Divisão em anos consecutivos, em 1973 e 1974.
 
Porém, ainda havia bastante espaço para crescer. Depois de uma década e meia na II Divisão – Zona Norte, o Paços de Ferreira não só participou na edição inaugural da II Liga, em 1990-91, como se sagrou campeão e, consequentemente, foi promovido ao patamar maior do futebol português.

domingo, 5 de abril de 2020

Os 10 jogadores com mais jogos pelo Paços de Ferreira na I Liga

Dez jogadores emblemáticos da história do Paços de Ferreira
Fundado a 5 de abril de 1950, o Futebol Clube Vasco da Gama competiu nas divisões secundárias da Associação de Futebol do Porto durante mais de uma década até ganhar a designação atual: Futebol Clube Paços de Ferreira.

Por essa altura, também mudaram as cores do clube. O amarelo deu lugar a um equipamento em tudo semelhante ao do FC Porto, algo que vigorou até 15 de março de 1981, quando os sócios decidiram mudar novamente as cores para o amarelo e verde do concelho. Nessa fase, já os pacenses tinham alcançado os campeonatos nacionais, tendo subido à III Divisão e à II Divisão em anos consecutivos, em 1973 e 1974.

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