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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

O “Labreca” que esteve no título do Boavista e em grandes jornadas da seleção. Quem se lembra de Ricardo?

Ricardo somou 79 internacionalizações pela seleção A
Foi campeão pelo Boavista, finalista da Taça UEFA pelo Sporting e finalista do Euro 2004 e semifinalista do Mundial 2006 pela seleção nacional. Especialista a defender penáltis e com qualidade a jogar com os pés, foi um dos mais marcantes guarda-redes portugueses de sempre.
 
Ricardo Alexandre Martins Soares Pereira nasceu a 11 de fevereiro de 1976 no Montijo, filho de pai camionista e mãe empregada de escritório, e começou a jogar futebol nas ruas da sua cidade. O estilo irreverente com que se exibia entre os postes valeu-lhe a alcunha de “Labreca”, em alusão a um antigo guarda-redes daquela zona.
 
Fez toda a formação no Clube Desportivo do Montijo, mas dividiu-a entre a baliza e… o ataque. Só aos 16 anos é que se estabeleceu como guardião, mas tal não o impediu de conquistar a titularidade da equipa principal, na altura na II Divisão B, aos 19, ainda com idade de júnior.

quinta-feira, 12 de junho de 2025

O génio excêntrico de FC Porto e Sporting que chegou a selecionador. Quem se lembra de Oliveira?

António Oliveira brilhou de leão e dragão ao peito
Um dos jogadores mais geniais da história do futebol português, um criativo que gostava de atuar solto atrás dos avançados, onde podia dar largas à imaginação e talento que possuía. Um génio que, assegura quem o viu jogar, poderia ter ido mais longe na carreira não fosse a personalidade difícil que faziam dele uma espécie de enfant terrible.
 
Aos 13 anos já treinava com os seniores do Penafiel, mas como o clube duriense não tinha camadas jovens, resolveu mudar-se para o FC Porto, emblema no qual se começou a destacar como… lateral esquerdo. “Vi pela primeira vez o António a jogar nos nossos juniores, como defesa esquerdo! Eu, treinador de bancada, pensava que ele tinha talento a mais para jogar naquele posto. Contratado para treinador o José Maria Pedroto, após analisarmos o nosso plantel, ele foi da mesma opinião e disse-me que iria fazer dele, como avançado, um jogador que ficaria na nossa história. E mais do que ficar na nossa história ficou na do futebol português”, contou Pinto da Costa no livro Azul até ao Fim.

sexta-feira, 17 de janeiro de 2025

O central que rendeu €600 mil ao Paços, jogou em Espanha e foi campeão nos EUA. Quem se lembra de Rovérsio?

Rovérsio representou Gil Vicente, Osasuna e Paços de Ferreira
Defesa central brasileiro franzino, mas de elevada estatura (1,87 m), despontou no Santa Cruz, de onde se transferiu no verão de 2004 para o Gil Vicente, inicialmente por empréstimo e posteriormente (supostamente) a título definitivo.
 
Nas duas primeiras épocas que passou em Barcelos ajudou os gilistas a assegurar a permanência em campo, apesar de o Caso Mateus ter atirado a equipa minhota para a II Liga em 2006.
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