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quarta-feira, 19 de agosto de 2026

Um dos mais emblemáticos jogadores do Vitória SC no século XXI. Quem se lembra de Moreno?

Moreno disputou 217 jogos pelo Vitória de Guimarães
Um raro exemplo de longevidade num só clube, ainda que, no caso deste defesa central/médio defensivo, essa longa ligação ao Vitória de Guimarães seja dividida entre dois períodos.
 
Nascido a 19 de agosto de 1981 na localidade de Urgezes, no concelho vimaranense, fez quase toda a formação de rei ao peito, desde os infantis em 1991-92 aos juniores em 1999-00. Pelo meio, uma passagem de três anos pelos Amigos de Urgeses (1996 a 1999).
 
Quando transitou a sénior, como era habitual naquele tempo, passou por vários empréstimos, nomeadamente a Felgueiras, Macedo de Cavaleiros e Caçadores das Taipas, nas divisões secundárias.

sábado, 28 de março de 2026

O extremo baixinho e veloz que brilhou no Paços de Ferreira e no Boavista. Quem se lembra de Zé Manel?

Zé Manel jogou na I Liga durante dez anos, entre 2000 e 2010
Um extremo à moda antiga: baixinho (1,68 m), veloz, vertical e dotado de qualidade técnica e forte remate. Subiu a pulso desde a III Divisão Distrital da AF Braga, mas foi bem a tempo de disputar 271 jogos na I Liga, atuar na Taça UEFA e somar duas internacionalizações pela seleção B, tendo brilhado sobretudo ao serviço de Paços de Ferreira e Boavista.
 
Nascido a 22 de fevereiro de 1975 em Fraião, no concelho de Braga, começou a jogar futebol num pequeno clube local, o Maikes Fraião, tendo competido na II Divisão Distrital da AF Braga entre 1992 e 1994 e no terceiro escalão bracarense entre 1994 e 1996. “No meu tempo, não havia formação como hoje. Era praticamente juniores e seniores. Comecei na minha freguesia e não pude assinar o meu primeiro contrato, era menor. Quem assinou foram os meus pais. Nesse primeiro ano em que joguei federado, a minha freguesia tinha dificuldades em arranjar jogadores. Fizeram captações e eu, como muitos, fui treinar ao sábado de manhã e fui surpreendido no final, se queria fazer parte do plantel para a época seguinte. Assim começou”, recordou ao Maisfutebol em abril de 2019.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2025

O herói do Belenenses na final da Taça de Portugal de 1989. Quem se lembra de Juanico?

Juanico representou o Belenenses entre 1987 e 1991
Entre os adeptos do Belenenses, ninguém esquece aquela tarde de 28 de maio de 1989, sobretudo o golo da vitória por 2-1 sobre o Benfica, que valeu a conquista da terceira e última Taça de Portugal aos azuis do Restelo, ao minuto 81: na execução de um livre direto, Juanico encheu o pé direito e fez a bola embater na trave e entrar na baliza de Silvino. “Já tinha feito golos do género, mas este ainda hoje é falado”, disse o autor da proeza ao Diário de Notícias em março de 2018.
 
Embora tenha apontado o golo decisivo, não se considera um herói. “Fomos todos heróis, porque só com a vontade e humildade que tínhamos é que podíamos ganhar ao Benfica. O Jorge Martins [guarda-redes do Belenenses] fez uma exibição tremenda. Curiosamente, os autores dos golos, eu e o Chico Faria, fomos do Rio Ave para o Belenenses”, lembrou, recordando a festa que se seguiu. “Não dá para explicar. Foi uma alegria tremenda, que só quem passa por ela é que pode explicar. No final desse jogo, tinha 14 pessoas à minha espera para jantar, mas o presidente do Belenenses [Mário Rosa Freire] marcou mesa num restaurante. Eu disse-lhe que não ia jantar com eles, porque tinham vindo pessoas do Norte para me ver jogar e estar comigo, mas o presidente disse para eu levar essas pessoas, e levei”, afirmou, puxando a cassete atrás.

segunda-feira, 12 de maio de 2025

O polivalente canhoto das Taipas que ganhou quase tudo no futebol. Quem se lembra de César Peixoto?

César Peixoto representou FC Porto e Benfica
Futebolista canhoto natural de Caldas das Taipas que durante a carreira desempenhou várias posições, como lateral e extremo esquerdo, mas também médio centro, cresceu no seio de uma família humilde e começou por jogar à bola nas camadas jovens do Vitória de Guimarães.
 
Depois de passagens pela formação de Ribeira de Pena e Brito, foi ao Dom Afonso Henriques concluir a formação, mas quando transitou para sénior viu-se obrigado a ir ganhar rodagem ao serviço do clube da terra, os Caçadores das Taipas, na antiga II Divisão B em 1999-00 e na III Divisão na época seguinte.
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