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sábado, 28 de março de 2026

O extremo baixinho e veloz que brilhou no Paços de Ferreira e no Boavista. Quem se lembra de Zé Manel?

Zé Manel jogou na I Liga durante dez anos, entre 2000 e 2010
Um extremo à moda antiga: baixinho (1,68 m), veloz, vertical e dotado de qualidade técnica e forte remate. Subiu a pulso desde a III Divisão Distrital da AF Braga, mas foi bem a tempo de disputar 271 jogos na I Liga, atuar na Taça UEFA e somar duas internacionalizações pela seleção B, tendo brilhado sobretudo ao serviço de Paços de Ferreira e Boavista.
 
Nascido a 22 de fevereiro de 1975 em Fraião, no concelho de Braga, começou a jogar futebol num pequeno clube local, o Maikes Fraião, tendo competido na II Divisão Distrital da AF Braga entre 1992 e 1994 e no terceiro escalão bracarense entre 1994 e 1996. “No meu tempo, não havia formação como hoje. Era praticamente juniores e seniores. Comecei na minha freguesia e não pude assinar o meu primeiro contrato, era menor. Quem assinou foram os meus pais. Nesse primeiro ano em que joguei federado, a minha freguesia tinha dificuldades em arranjar jogadores. Fizeram captações e eu, como muitos, fui treinar ao sábado de manhã e fui surpreendido no final, se queria fazer parte do plantel para a época seguinte. Assim começou”, recordou ao Maisfutebol em abril de 2019.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2025

O herói do Belenenses na final da Taça de Portugal de 1989. Quem se lembra de Juanico?

Juanico representou o Belenenses entre 1987 e 1991
Entre os adeptos do Belenenses, ninguém esquece aquela tarde de 28 de maio de 1989, sobretudo o golo da vitória por 2-1 sobre o Benfica, que valeu a conquista da terceira e última Taça de Portugal aos azuis do Restelo, ao minuto 81: na execução de um livre direto, Juanico encheu o pé direito e fez a bola embater na trave e entrar na baliza de Silvino. “Já tinha feito golos do género, mas este ainda hoje é falado”, disse o autor da proeza ao Diário de Notícias em março de 2018.
 
Embora tenha apontado o golo decisivo, não se considera um herói. “Fomos todos heróis, porque só com a vontade e humildade que tínhamos é que podíamos ganhar ao Benfica. O Jorge Martins [guarda-redes do Belenenses] fez uma exibição tremenda. Curiosamente, os autores dos golos, eu e o Chico Faria, fomos do Rio Ave para o Belenenses”, lembrou, recordando a festa que se seguiu. “Não dá para explicar. Foi uma alegria tremenda, que só quem passa por ela é que pode explicar. No final desse jogo, tinha 14 pessoas à minha espera para jantar, mas o presidente do Belenenses [Mário Rosa Freire] marcou mesa num restaurante. Eu disse-lhe que não ia jantar com eles, porque tinham vindo pessoas do Norte para me ver jogar e estar comigo, mas o presidente disse para eu levar essas pessoas, e levei”, afirmou, puxando a cassete atrás.

segunda-feira, 12 de maio de 2025

O polivalente canhoto das Taipas que ganhou quase tudo no futebol. Quem se lembra de César Peixoto?

César Peixoto representou FC Porto e Benfica
Futebolista canhoto natural de Caldas das Taipas que durante a carreira desempenhou várias posições, como lateral e extremo esquerdo, mas também médio centro, cresceu no seio de uma família humilde e começou por jogar à bola nas camadas jovens do Vitória de Guimarães.
 
Depois de passagens pela formação de Ribeira de Pena e Brito, foi ao Dom Afonso Henriques concluir a formação, mas quando transitou para sénior viu-se obrigado a ir ganhar rodagem ao serviço do clube da terra, os Caçadores das Taipas, na antiga II Divisão B em 1999-00 e na III Divisão na época seguinte.
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