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quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

Hoje faz anos o lateral que jogou no Brasil de 1982 e passou discreto pelo FC Porto. Quem se lembra de Edevaldo?

Edevaldo representou o FC Porto no primeiro semestre de 1986
Foi um dos laterais da seleção brasileira que encantou no Mundial 1982. Na altura representava o Internacional de Porto Alegre. Quatro anos depois reforçou o FC Porto, mas não foi além de três jogos disputados, porque João Pinto não lhe deu hipóteses.
 
Nascido a 28 de janeiro de 1958 em Campos dos Goytacazes, no estado do Rio de Janeiro, Edevaldo “Cavalo” começou a jogar futebol no Fluminense, clube que o catapultou para o escrete em 1980, ano em que venceu o campeonato carioca.
 
Em 1982 mudou-se para o Internacional e foi na condição de jogador do colorado que participou no Mundial de Espanha, como suplente de Leandro, tendo entrado apenas nos minutos finais da vitória sobre a Argentina na segunda fase de grupos (3-1). Nesse ano também venceu o tradicional torneio de verão organizado pelo Barcelona, o Troféu Joan Gamper.

terça-feira, 27 de janeiro de 2026

A eterna promessa que o Sporting descobriu em Angola. Quem se lembra de Zezinho?

Zezinho representou Sporting e Vitória de Setúbal
Nasceu em Angola, onde foi recrutado pelo Sporting no verão de 1972, rotulado de um central muito promissor.  Esteve 13 anos ligado aos leões, tendo vencido dois campeonatos, uma Taça de Portugal e uma Supertaça Cândido de Oliveira, mas somente em duas épocas se conseguiu afirmar como titular. Depois saiu para o Vitória de Setúbal, onde terminou a carreira.
 
Nascido em Chabango em 27 de janeiro de 1955, Zezinho começou a jogar futebol no Sporting Clube do Lubango, tendo sido descoberto pelo então treinador dos verde e brancos de Lisboa, o inglês Ronnie Allen, numa digressão da equipa leonina por África no início da temporada 1972-73.
 
Chegou a Lisboa em outubro de 1972 e começou por ingressar nos juniores do Sporting, mostrando desde logo atributos como elegância, capacidade no jogo aéreo e qualidade técnica, o que gerou desde cedo expetativas elevadas.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

A “unha” sueca do leão de Jorge Gonçalves. Quem se lembra de Eskilsson?

Eskilsson tornou-se internacional A e reforçou o Sporting em 1988
Uma das “unhas” com que o recém-eleito presidente Jorge Gonçalves reforçou o Sporting no verão de 1988, um avançado à imagem da perceção que havia acerca dos jogadores suecos: alto (1,85 m), loiro e… tosco. Foi a grande deceção leonina na temporada 1988-89 e também não foi propriamente feliz nas passagens que viria a ter por Sp. Braga e Estoril.
 
Hans Eskilsson nasceu a 23 de janeiro de 1966 em Östersund, no centro da Suécia. Começou por se destacar nas divisões secundárias do seu país ao serviço do clube local, o IFK Östersund, de onde saiu em 1985 para o IFK Norrköping, clube pelo qual se estreou no primeiro escalão sueco.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

O baixinho que somou 102 jogos pelo Sporting e chegou à seleção A. Quem se lembra de André Martins?

André Martins esteve ligado ao Sporting entre 2002 e 2016
Teve um auge curto, mas personificou uma história de superação. Na primeira metade de 2010-11 esteve emprestado pelo Sporting ao Belenenses, então na II Liga, mas foi muito pouco utilizado por Rui Gregório e José Mota. Depois foi cedido ao Pinhalnovense de Paulo Fonseca, na II Divisão B, e demorou a conquistar o seu espaço. Mas um ano depois estava a disputar as meias-finais da Liga Europa e a final da Taça de Portugal e em 2013 tornava-se internacional A.
 
Nascido a 21 de janeiro de 1990 em Santa Maria da Feira, André Martins começou a jogar futebol no Argoncilhe. De lá saiu em 2000 para o Feirense, que por sua vez o catapultou para o Sporting ainda enquanto infantil, em 2002.
 
Em fevereiro de 2006 somou a primeira de 47 internacionalizações pelas seleções jovens e no ano seguinte sagrou-se campeão nacional de juvenis. Já em 2007-08 e 2008-09 venceu o título nacional de juniores.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

O norueguês que Vale e Azevedo acusou de se ter “mijado nas calças”. Quem se lembra de Rushfeldt?

Rushfeldt durante um treino do Benfica em julho de 1999
Chegou a Lisboa após 80 golos em 83 jogos ao serviço de um Rosenborg que era cliente habitual na Liga dos Campeões. Foi apresentado e treinou mesmo de águia ao peito, mas a transferência não chegou a concretizar-se. O clube norueguês, farto de esperar pelo dinheiro, desviou-o para os espanhóis do Racing Santander, mas Vale e Azevedo deu a sua versão dos acontecimentos durante uma sessão do seu julgamento: “Quando o levei ao relvado da Luz, ele viu aqueles adeptos todos e tivemos de voltar aos balneários, pois ele tinha-se mijado nas calças.”
 
Sigurd Rushfeldt, que aterrou na capital portuguesa com o intuito de reforçar o Benfica em julho de 1999, deu os habituais toques na bola na velha Catedral e juntou-se à equipa então orientada por Jupp Heynckes, a estagiar na Áustria, mas a falta de garantias bancárias abortou o negócio. O então presidente dos encarnados, porém, alegou que a contratação tinha falhado porque o jogador não reunia condições psicológicas, uma versão desmentida pelo próprio e pelos seus representantes.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

O “feijão” que abriu caminho à noite mágica do FC Porto em Gelsenkirchen. Quem se lembra de Carlos Alberto?

Carlos Alberto somou 39 jogos e cinco golos pelo FC Porto
Chegou, viu e venceu no FC Porto de José Mourinho que viria a ganhar a Liga dos Campeões. Marcou até o golo inaugural da vitória sobre o Mónaco, em Gelsenkirchen, na final da Champions. Tinha 19 anos. Era suposto ser apenas o início, mas acabou por ser o ponto alto de uma carreira que ficou muito aquém do esperado.
 
Nascido a 11 de dezembro de 1984 numa clínica no Bairro das Laranjeiras, no Rio de Janeiro, Carlos Alberto fez a formação no Fluminense, clube no qual ganhou a alcunha de “feijão”, devido ao facto de adorar a comida típica brasileira.
 
Em 2002 subiu à equipa principal do tricolor carioca, tendo conquistado o título estadual logo nos primeiros meses. No ano seguinte deu continuidade ao seu desenvolvimento, tendo sido convocado para jogar a Gold Cup pela seleção do Brasil, que se apresentou com uma seleção de sub-23 e foi finalista vencida.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

O brasileiro vencedor de uma Taça da Liga pelo Vitória FC e vice-campeão pelo Sp. Braga. Quem se lembra de Matheus?

Matheus afirmou-se em Braga após brilhar em Setúbal
Um jogador talhado para façanhas improváveis: venceu uma Taça da Liga pelo Vitória de Setúbal, foi vice-campeão pelo Sp. Braga e decisivo para o primeiro apuramento dos bracarenses para a fase de grupos da Liga dos Campeões, bisou numa vitória dos minhotos sobre o Arsenal e foi finalista da Liga Europa pelo Dnipro.
 
Matheus Leite Nascimento nasceu a 15 de janeiro de 1983 em Ribeirópolis, no estado brasileiro de Sergipe. Avançado móvel capaz de desempenhar várias funções no ataque, começou por jogar… futsal. No futebol só se iniciou aos 20 anos, na Associação Olímpica de Itabaiana, de onde se mudou para o futebol português, mais precisamente para o Marco, no verão de 2005.

O lateral canhoto de Odemira que era especialista em livres. Quem se lembra de Nuno Amaro?

Nuno Amaro jogou por Farense, Gil Vicente e Leixões na I Liga
Odemira é o maior concelho do país em área (cerca de 1720 km²), mas não é propriamente um grande viveiro de craques. São raros os jogadores que de lá se catapultaram para a elite do futebol nacional, mas há sempre uma exceção que confirma a regra. Neste caso é um defesa lateral com um pé esquerdo calibrado que foi internacional jovem português e disputou 115 jogos na I Liga.
 
Os primeiros passos no futebol, porém, foram dados num concelho vizinho, Ourique, onde representou o Ourique Desportos Clube nos escalões de infantis e iniciados. Depois deu o salto para o Farense, onde concluiu a formação e iniciou o percurso como sénior em 1992. Paralelamente, somou oito internacionalizações pelas seleções jovens, dos sub-15 aos sub-17, todas entre julho de 1991 e setembro de 1992.

terça-feira, 13 de janeiro de 2026

O central que saltou da Académica para o Atlético Madrid e foi internacional A. Quem se lembra de Zé Castro?

Zé Castro disputou 40 jogos pelo Atlético e 148 pela Académica
Protagonizou uma transferência rara ao saltar diretamente da Académica para o Atlético Madrid, passou onze anos no futebol espanhol, chegou a internacional A e voltou a Coimbra para encerrar a carreira com uma descida de divisão.
 
Defesa central não muito alto (1,83 m) nascido na cidade dos estudantes a 13 de janeiro de 1983, ingressou nas camadas jovens da briosa em 1990 e sempre se destacou por aquilo a que hoje se chama de “sair a jogar”. Em 2002-03 transitou para sénior, tendo começado pela equipa B, e na época seguinte estreou-se na equipa principal pela mão de Vítor Oliveira, tendo atuado os 90 minutos numa goleada sofrida nas Antas aos pés do FC Porto de José Mourinho (1-4).

O guarda-redes que se fez internacional A no Salgueiros. Quem se lembra de Jorge Silva?

Jorge Silva defendeu a baliza do Salgueiros em 125 jogos
Em tempos um promissor guarda-redes que saltou do Sp. Lamego para os juniores do FC Porto, foi internacional jovem português, precisou de cerca de quatro minutos em campo para conquistar um título nacional pelos dragões e de um para se tornar internacional A… enquanto jogador do Salgueiros.
 
Guardião nascido a 13 de janeiro de 1972 em Lamego, no distrito de Viseu, dava nas vistas por um cabelo comprido que em determinado momento transformou em rabo de cavalo. Mas certamente terão sido nas suas qualidades entre os postes que o FC Porto reparou antes de o recrutar para os juniores em 1988.
 
Uma vez internacional pelos sub-18 e outra pelos sub-20, em jogos realizados em abril e dezembro de 1990, respetivamente, integrou pela primeira vez o plantel principal portista em 1990-91, com Artur Jorge como treinador, mas teve de esperar mais meia década para se estrear oficialmente.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

O problemático internacional italiano que foi flop no FC Porto. Quem se lembra de Osvaldo?

Osvaldo marcou um golo em 12 jogos pelo FC Porto
Currículo não lhe faltava: era internacional A pela Itália e tinha jogado em clubes importantes como AS Roma, Juventus, Inter de Milão e Boca Juniors. Tinha tudo para ser, em 2015-16, um reforço de peso para um FC Porto que tinha acabado de Jackson Martínez. Mas este avançado ítalo-argentino, com fama de problemático, foi uma total desilusão no Dragão.
 
Apenas apontou um golo em 12 partidas pelos azuis e bancos, despedindo-se ainda a meio da época, após ter visto um cartão vermelho direto numa partida diante do União da Madeira. “À minha maneira”, como cantam os Xutos & Pontapés, ou “I did it my way”, como entoava Frank Sinatra. Por falar em canções, Dani Osvaldo decidiu retirar-se do futebol pouco mais de meio ano após ter deixado o FC Porto, aos 30 anos, para se dedicar à carreira… musical.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2026

O açoriano vencedor da Taça das Taças e campeão pelo Sporting como jogador e treinador. Quem se lembra de Mário Lino?

Mário Lino é uma das maiores lendas vivas do Sporting
Uma das maiores lendas vivas do Sporting, que ajudou a estabelecer a tradição do leão campeão em ano de Mundial. Como jogador venceu dois campeonatos e uma Taça de Portugal e foi um dos heróis da conquista da Taça da Taças; e como treinador ganhou um título nacional e a duas Taças de Portugal, além de um campeonato e uma Taça na condição de adjunto.
 
Nascido a 9 de janeiro de 1937 na cidade da Horta, na ilha açoriana do Faial, foi o primeiro futebolista de relevo natural dos Açores. Começou a jogar no Fayal Sport como médio ofensivo com apenas 13 anos e chegou a atuar pela equipa principal, mas em 1954 mudou-se para o Lusitânia, tornando-se no primeiro futebolista a transferir-se entre clubes açorianos, numa transação avaliada em… 15 contos.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2026

O campeão mundial de sub-17 pelo Brasil que desiludiu no FC Porto. Quem se lembra de Leandro do Bonfim?

Leandro do Bonfim disputou seis jogos pelo FC Porto em 2004-05
Chegou a ser considerado uma das maiores promessas do futebol brasileiro. Sagrou-se campeão mundial de sub-17 em 2001 e marcou um grande golo na final com a Croácia, mas a sua passagem pelo FC Porto pautou pela discrição: apenas seis jogos em dois anos e meio de contrato, todos na segunda metade da época 2004-05.
 
Nascido a 8 de janeiro de 1984 em Salvador, no estado da Bahia, despontou no Vitória local, que o catapultou para as seleções jovens do Brasil. Em 2000 destacou-se num torneio de sub-16 em Inglaterra e no ano seguinte sagrou-se campeão mundial de sub-17 em Trindade e Tobago, deixando água na boca com o soberbo e decisivo golo na final. O selecionador dessa seleção brasileira, Sérgio Farias, mostrava-se rendido: “Ele é um jogador que entra com facilidade na área adversária. Sai driblando mesmo, no meio dos centrais. Ele tem mais técnica do que Juninho Paulista e ainda pode evoluir. Sinceramente, não o acho parecido; acho-o melhor.”

quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

O avançado do Benim que marcou pelo Vitória FC à Sampdoria. Quem se lembra de Tchomogo?

Tchomogo representou os dois Vitórias e o Portimonense
Uma das descobertas francófonas que Luís Norton de Matos levou para o Vitória de Setúbal no verão de 2005. Acabou por ficar só meia época no Bonfim, rescindindo na sequência de salários em atraso, mas deixou boa imagem, tendo apontado um golaço à Sampdoria para a Taça UEFA.
 
Avançado móvel nascido a 7 de janeiro de 1978 em Bohicon, no Benim, começou a jogar futebol num clube local, o ASPAC, que o catapultou para a seleção principal do seu país e de onde saltou para o futebol europeu, mais precisamente para o Grenoble, do quarto escalão francês.

terça-feira, 6 de janeiro de 2026

Manuel Gomes, histórico guarda-redes eborense. Quem o conhecia?

Gomes no Juventude de Évora em 1975-76
Guarda-redes natural de Évora, fez uma boa e longa carreira, passada maioritariamente no futebol eborense, mas com passagens também por Norte e Centro do país, onde representou Desp. Chaves e Benfica Castelo Branco, respetivamente.
 
Tal como muitos guardiões, começou a jogar à… frente, como avançado, mas como mostrava aptidões para defender entre os postes, os treinadores indicaram-lhe o caminho da baliza.
 
Produto das camadas jovens do Lusitano de Évora, transitou para sénior em 1969-70, quando ainda era júnior, beneficiando da lesão do habitual titular, o consagrado Antoninho. Nessa altura chegou a treinar no Vitória de Setúbal, mas os lusitanistas não autorizaram a transferência.

O mundialista colombiano contratado pelo Belenenses por WhatsApp. Quem se lembra de Abel Aguilar?

Abel Aguilar disputou nove jogos pelo Belenenses em 2015-16
Uma daquelas contratações surpresa, dignas de videojogo. Afinal, falamos de um habitual convocado e por vezes titular de uma grande seleção colombiana na qual pontificavam nomes como Radamel Falcao, James Rodríguez ou Juan Cuadrado, a reforçar um Belenenses a lutar pela permanência. Mas aconteceu mesmo, no final de janeiro de 2016.
 
Verdade seja dita que o contexto ajudou, porque este médio de características defensivas, que atuou em três jogos na caminhada cafetera até aos quartos de final do Mundial 2014, estava sem jogar há cerca de meio ano e tinha acabado de rescindir os franceses do Toulouse. E também ajudou o facto de o treinador dos azuis, o espanhol Júlio Velásquez, conhecer bem o jogador. “O Júlio conhecia Aguilar dos tempos em que ele jogava em Espanha e até têm amigos em comum, por isso o mérito é todo do nosso treinador, que fez um excelente trabalho”, adiantou ao Diário de Notícias o presidente da SAD, Rui Pedro Soares, revelando que as negociações foram “bastante fáceis” e até… originais. “O empresário do jogador estava em Londres e as negociações foram todas feitas através de mensagens de WhatsApp. Nós dissemos o que podíamos oferecer e eles aceitaram de imediato”, contou o dirigente, acrescentando que “foi determinante a influência do treinador e o facto de o Abel Aguilar gostar muito de Lisboa”.

sábado, 3 de janeiro de 2026

Os quatro internacionais cabo-verdianos que jogaram pelo Benfica

Quatro tubarões azuis jogaram de águia ao peito
A ligação entre Portugal e Cabo Verde continua a ser umbilical. E o futebol é reflexo disso: há jogadores nascidos nas ilhas cabo-verdianas que são internacionais por Portugal e há futebolistas que vieram ao mundo em solo português que jogam pela seleção de Cabo Verde.
 
Talvez por ainda haver uma certa cultura que faz com que muitos jogadores priorizem a equipa das quinas em detrimento dos tubarões azuis, a maior dos elegíveis para jogar por Cabo Verde que têm passado pelo Benfica optaram por representar Portugal. Porém, antes do recém-contratado Sidny Lopes Cabral houve outros quatro futebolistas internacionais A por Cabo Verde que jogaram pela equipa principal das águias.
 
Vale por isso a pena recordá-los.

terça-feira, 30 de dezembro de 2025

O fiel adjunto de Pedroto que guiou o FC Porto à final da Taça das Taças. Quem se lembra de António Morais?

António Morais venceu uma Supertaça e uma Taça pelo FC Porto em 1983-84
Foi, durante década e meia, o fiel adjunto de José Maria Pedroto, acompanhando-o em quatro clubes entre 1967 e 1983: FC Porto, Vitória de Setúbal, Boavista e Vitória de Guimarães. Mas também escreveu história em nome próprio, tendo guiado os dragões à final da Taça das Taças em 1983-84 e orientado o Sporting em 1987-88.
 
António Morais nasceu em Vila Nova de Gaia a 30 de dezembro de 1934 e começou o seu trajeto futebolístico enquanto jogador, tendo integrado o plantel principal do FC Porto entre 1952 e 1962. Nesse período sagrou-se campeão nacional em 1958-59 e venceu a Taça de Portugal em 1957-58, além de cinco taças da Associação de Futebol do Porto (1956-57, 1957-58, 1959-60, 1960-61 e 1961-62). Depois passou por Sp. Braga e Tirsense, ajudando os arsenalistas a conquistar o título de campeão nacional da II Divisão em 1963-64.

Mostrou o rabo aos escoceses, passou pelos três grandes e foi a um Mundial. Quem se lembra de Paulo Santos?

Paulo Santos brilhou na baliza do Sp. Braga entre 2004 e 2008
Passou por Sporting, Benfica e FC Porto, mas foi enquanto guarda-redes do Sp. Braga que se tornou internacional A e mundialista, quase duas décadas depois de ter iniciado um percurso nas seleções jovens.
 
Paulo Santos nasceu em Odivelas a 11 de dezembro de 1972 e começou a ir à baliza nas camadas jovens do Sporting, entre 1984 e 1989. Pelo meio somou 15 internacionalizações pela seleção de sub-16, tendo marcado presença no Europeu e no Mundial da categoria em 1989 ao lado de Figo, Abel Xavier, Peixe, Capucho, Gil ou Bino.
 
No Campeonato da Europa, realizado na Dinamarca, ergueu o troféu de campeão continental e foi eleito melhor guarda-redes da prova. Já no Campeonato do Mundo, disputado na Escócia, teve uma atitude que lhe custou caro. Num jogo tenso diante da Guiné Conacri no fecho da fase de grupos, no qual Portugal esteve desde cedo a perder e reduzido a nove unidades, o guarda-redes, que passou o encontro a ser insultado por adeptos locais, baixou os calções e mostrou o rabo aos escoceses durante os festejos o golo do empate.

sexta-feira, 26 de dezembro de 2025

A primeira aposta de Mourinho no Benfica virou economista e comentador. Quem se lembra de Diogo Luís?

Diogo Luís disputou 28 jogos pela equipa principal do Benfica
Foi a primeira aposta de José Mourinho como treinador principal. Quando chegou ao Benfica, o técnico encontrou um grupo amorfo de jogadores e quis agitar ás águas com a chamada de três jogadores da equipa B: Geraldo, Nuno Abreu e Diogo Luís. O trio ficou conhecido por “Irmãos Metralha”, mas no caso do último, um promissor lateral esquerdo algo franzino e sem o mesmo nível de combatividade dos dois primeiros, levou com o rótulo por tabela.
 
Nascido a 10 de agosto de 1980 em Lisboa, com quase toda a formação feita de águia ao peito e mais de uma dezena de internacionalizações pelas seleções jovens, vinha de mais de um ano a jogar com regularidade nos bês encarnados quando Mourinho o decidiu lançar.
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