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sábado, 27 de junho de 2026
domingo, 21 de junho de 2026
Neste dia em 2006, Argentina e Holanda empataram a zero no jogo que ditou o adversário de Portugal nos oitavos do Mundial. Quem se lembra?
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| Messi atuou no jogo que opôs Argentina e Países Baixos em 2006 |
Tendo eu nascido em 1992, não fui
a tempo de assistir à final do Mundial 1978 que deu o primeiro título à
Argentina nem à partida do Campeonato do Mundo de 1998 que ficou marcada e
decidida com um grande golo de Dennis Bergkamp, mas recordo-me de as seleções
celeste e laranja se terem defrontado na fase de grupos do Mundial 2006, realizado
na Alemanha.
Na altura, as duas históricas
candidatas à vitória final ficaram incluídas no chamado grupo da morte,
juntamente com a Costa do Marfim de Didier Drogba e dos irmãos Kolo e Yaya
Touré e com a sempre talentosa Sérvia e Montenegro (ex-Jugoslávia), que
tinha nas suas fileiras jogadores como Nemanja Vidic, Dejan Stankovic, Mateja
Kezman e Savo Milosevic.
Apesar das dificuldades, tanto a
Argentina de Roberto Ayala, Juan Pablo Sorín, Gabriel Heinze, Estebán Cambiasso,
Javier Mascherano, Juan Román Riquelme, Pablo Aimar, Maxi Rodríguez, Lucho
González, Javier Saviola, Hernan Crespo, Carlos Tévez e um jovem de 19 anos
chamado Lionel
Messi – e já agora, também o atual selecionador Lionel Scaloni, na altura
lateral direito do West
Ham –, como a Holanda de Edwin van der Sar, Khalid Boulahrouz, Phillip Cocu,
Rafael van der Vaart, Wesley Sneijder, Dirk Kuyt, Ruud van Nistelrooy, Robin
van Persie, Giovanni van Bronckhorst, Mark van Bommel e Arjen Robben conseguiram
apurar-se para os oitavos de final após as duas primeiras jornadas devido a
vitória sobre Costa do Marfim e Sérvia e Montenegro.
sábado, 20 de junho de 2026
sexta-feira, 12 de junho de 2026
Os recordes dos Mundiais: jogo com mais cartões vermelhos (Portugal-Países Baixos, em 2006)
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| Árbitro russo Valentin Ivanov mostrou 16 amarelos e quatro vermelhos |
A eterna “Batalha de Nuremberga”. Um
jogo que estava recheado de jogadores com qualidade técnica e que tinha tudo
para ser um excelente espetáculo, mas que rapidamente se tornou numa batalha
campal, uma partida quezilenta que entrou para a história pelos piores motivos:
mais cartões vermelhos na história dos Mundiais (quatro).
segunda-feira, 8 de junho de 2026
Os recordes dos Mundiais: a maior goleada (Hungria-El Salvador, em 1982)
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| Hungria foi a única a marcar 10 ou mais golos num jogo do Mundial |
Era uma Hungria
a anos-luz da de Puskás, Kocsis
ou Czibor, mas chegou para fazer história, ao conseguir a maior goleada da
história dos Mundiais. Ainda assim, um resultado insuficiente para ultrapassar
a fase de grupos.
domingo, 7 de junho de 2026
segunda-feira, 1 de junho de 2026
Os recordes dos Mundiais: seleção com mais golos numa edição (Hungria, em 1954)
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| Hungria marcou 27 golos em cinco jogos no Mundial 1954 |
A Hungria
de 1954 não era uma seleção de futebol. Era uma máquina trituradora de
adversários. Em cinco jogos, marcou 27 golos, uma média de 5,4 golos por partida.
Uma geração dourada que ficou à beira de conquistar o título mundial.
domingo, 31 de maio de 2026
Recorde aqui grandes jogos dos Mundiais
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| Campeonato do Mundo teve primeira edição em 1930 |
Surpresas completamente inesperadas,
triunfos históricos e inéditos, reviravoltas épicas, duelos com contexto
político, jogos marcados por golos bonitos e emblemáticos, defesas, fintas,
jogadas ou expulsões que ficaram na memória, gerações de ouro que ficaram pelo
caminho e muito mais. Tem sido esta a toda dos Campeonatos do Mundo.
sexta-feira, 29 de maio de 2026
Os recordes dos Mundiais: jogo com mais golos (Áustria-Suíça, em 1954)
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| Áustria e Suíça protagonizaram jogo com 12 golos em Lausanne |
Doze golos. Um recorde que ameaça
resistir ao tempo, mesmo na antecâmera de um Campeonato do Mundo em que se
perspetivam jogos mais desequilibrados.
sábado, 28 de fevereiro de 2026
Neste dia em 2001, Portugal bateu Andorra nos Barreiros (3-0) e Figo marcou aos 20 segundos. Quem se lembra?
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| Pauleta e Nuno Gomes tentam passar pela defesa de Andorra |
O primeiro jogo entre Portugal e
Andorra remonta a agosto de 1999, ainda eu tinha sete anos e não acompanhava
futebol e nem sequer sabia que existia uma nação chamada Andorra. Por isso, o
meu primeiro jogo entre ambas as seleções remonta a 2001, quando se defrontaram
por duas vezes da fase de apuramento para o Mundial
2002, curiosamente naquela que foi a primeira vez que os andorranos
participaram numa fase de qualificação e numa altura que a seleção portuguesa
já não competia num Campeonato do Mundo desde 1986.
sexta-feira, 5 de dezembro de 2025
sábado, 11 de outubro de 2025
Recorde aqui grandes jogos das qualificações para Europeus e Mundiais
Vitórias inesperadas, triunfos inéditos, reviravoltas épicas, jogos marcados por grandes golos, goleadas que não estavam no programa, duelos renhidos entre seleções de topo, conflitos diplomáticos que foram levados para os relvados, partidas disputadas sob condições atmosféricas impróprias e muito mais. Tem sido essa a toada das fases de qualificação para Campeonatos da Europa e do Mundo.
Recorde aqui alguns dos grandes jogos das fases de apuramento para grandes competições.
Neste dia em 2000, Portugal foi a Roterdão vencer a Holanda com golos de Sérgio Conceição e Pauleta. Quem se lembra?
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| Luís Figo entre Reiziger e Frank de Boer no jogo de Roterdão |
A minha primeira memória de um
jogo entre Portugal e Holanda remonta a 11 de outubro de 2000, quando as duas
seleções estavam na moda. A equipa das quinas, orientada por António Oliveira,
misturava a geração de ouro de Fernando Couto, Rui Costa, João Vieira Pinto
(não utilizado neste jogo) e Luís Figo com uma vaga de jogadores como Sérgio
Conceição, Pauleta ou Simão. Já o selecionado de Louis van Gaal tinha
alguns dos principais talentos do Ajax de 1995 numa fase adiantada de
maturação, como Van der Sar, Reiziger, Frank de Boer, Seedorf, Overmars,
Kluivert e Davids, este último o mais vistoso devido aos famosos óculos de
proteção.
quinta-feira, 9 de outubro de 2025
Neste dia em 2004, Portugal cedeu um impensável empate no Liechtenstein. Quem se lembra?
| Nem com Ronaldo a seleção nacional venceu em Vaduz |
Só comecei a ver futebol em
meados de 2000, pelo que não vivi as goleadas de Portugal ao Liechtenstein por
8-0 (1994 e 1999), 7-0 (1995) e 5-0 (1999), mas tinha conhecimento desses
resultados quando as duas seleções se defrontaram a 9 de outubro de 2004, pouco
depois do Campeonato da Europa em solo lusitano no qual a equipa das quinas
orientada por Luiz Felipe Scolari foi finalista vencida.
Não vou estar aqui com rodeios.
Todos esperavam uma goleada portuguesa à moda antiga frente à seleção do
principado de língua alemã situado entre a Áustria e a Suíça, maioritariamente
composta por amadores, na partida de Vaduz. O guarda-redes Peter Jehle
(suplente dos suíços do Grasshoppers e então futuro guardião do Boavista)
e o médio ofensivo Mario Frick (do Ternara, da Série B de Itália) eram talvez
os jogadores com mais estatuto.
quarta-feira, 8 de outubro de 2025
Neste dia em 2005, Angola carimbou o apuramento para o Mundial da Alemanha. Quem se lembra?
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| Akwá marcou o golo decisivo no terreno do Ruanda |
8 de outubro de 2005 é, muito
provavelmente, o dia mais marcante da história do futebol angolano. Nesta data,
um golo solitário de Akwá
no terreno do Ruanda valeu aos palancas
negras a qualificação para o Mundial
2006, o único em que marcou presença, depois de uma intensa batalha com a
mais conceituada Nigéria
durante a fase de apuramento.
terça-feira, 7 de outubro de 2025
Neste dia em 2000, Portugal e Irlanda empataram na Luz (1-1) na qualificação para o Mundial 2002
| Luís Vidigal procura fugir a Niall Quinn |
As minhas primeiras memórias de
jogos entre Portugal e República da Irlanda são de partidas em que estiveram
frente a frente a chamada geração de ouro do futebol português, mas também uma
das melhores gerações de sempre, se não mesmo a melhor, da seleção irlandesa.
A armada lusa, comandada por
António Oliveira, era composta por jogadores como Fernando Couto, Jorge Costa,
Rui Costa, João Pinto, Sá
Pinto, Figo e Sérgio
Conceição. Do outro lado, Mick McCarthy tinha à sua disposição um vasto
leque de jogadores que atuavam Premier
League, como o médio e capitão Roy Keane (Manchester
United), o guarda-redes Shay Given (Newcastle), o lateral direito Stephen
Carr e o defesa central Gary Doherty (ambos do Tottenham),
o defesa central Richard Dunne (Manchester
City), o defesa central Gary Breen (Coventry City), o lateral direito Gary
Kelly, o lateral esquerdo Ian Harte e o avançado Robbie Keane (todos do Leeds),
o lateral esquerdo Steve Staunton (Aston Villa), o médio defensivo Mark
Kinsella (Charlton), o médio Matt Holland (Ipswich), o extremo Kevin Kilbane e
o avançado Niall Quinn (ambos do Sunderland). E se olharmos para os
futebolistas que competiam no Championship, dois nomes saltam à vista: o do
lateral direito Steve Finnan (Fulham) e o do extremo Damien Duff (Blackburn).
Era muita gente a jogar num nível bastante elevado, uma espécie de Inglaterra B.
E se a estes juntarmos o defesa John O’Shea, que haveria de se estrear pela
seleção meses mais tarde, temos aqui todos os principais nomes do futebol
irlandês das duas últimas décadas.
terça-feira, 9 de setembro de 2025
A minha primeira memória de… um jogo entre Argentina e Equador
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| Caicedo procura fugir à marcação de Garay em Quito |
Numa
altura em que ambas as seleções pareciam ter o apuramento para o Mundial 2014
bem encaminhado, na noite de terça-feira de 11 de junho de 2013 coloquei-me à
frente da televisão para assistir ao jogo entre o Equador e a Argentina, disputado
em Quito e referente à fase de qualificação para o Campeonato do Mundo.
sexta-feira, 4 de julho de 2025
Neste dia em 2006, Itália venceu a Alemanha em Dortmund com dois golos no final do prolongamento para se apurar para a final do Mundial
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| Andrea Pirlo procura fugir a Miroslav Klose |
Naqueles programas de histórias
dos Mundiais que canais como a Eurosport ou
o próprio Canal História transmitem
na antecâmara de um Campeonato do Mundo, recordo-me de ter ficado impressionado
por Franz Beckenbauer ter terminado o Itália-Alemanha
das meias-finais do torneio de 1970 com o braço ao peito numa vitória
transalpina por 4-3 (após prolongamento) e de assistir ao festejo efusivo Marco
Tardelli após o segundo golo italiano no triunfo na final de 1982 (por 3-1), mas
esses encontros realizaram-se ainda antes de eu nascer (a 26 de janeiro de
1992).
A minha primeira memória de um
jogo entre as duas seleções remonta, por isso, às meias-finais do Mundial 2006,
que teve precisamente a Alemanha como país anfitrião. Por jogarem em casa, a
seleção germânica, comandada por Jurgen Klinsmann, reforçavam o seu estatuto de
candidata à vitória final. Michael Ballack era talvez a grande estrela de uma
equipa que, nestas fases finais, contava sempre com os golos de Miroslav Klose,
na altura no Werder Bremen. Jens Lehmann
tinha acabado de destronar Oliver Kahn na luta pela titularidade na baliza,
enquanto jovens como Philipp Lahm, Bastian Schweinsteiger e Lukas Podolski se
começavam a afirmar.
sexta-feira, 27 de junho de 2025
Neste dia em 2010, a Alemanha goleou Inglaterra no Mundial num jogo marcado por um golo fantasma de Lampard. Quem se lembra?
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| Bola pontapeada por Lampard tocou no interior da baliza |
Recordo-me de que, quando
Portugal se apurou para o Mundial
2002, houve um jornal desportivo que produziu uma revista dedicada ao
balanço da qualificação lusa e falou sobre as seleções já apuradas para o
torneio. Uma dessas seleções era Inglaterra, e no espaço reservado aos three lions estavam enumerados os vários
resultados da fase de apuramento, entre os quais dois frente à Alemanha que me
chamaram à atenção: derrota por 0-1 em casa e sobretudo a goleada por 1-5 fora.
Foi a derrota mais pesada de sempre da mannschaft
em casa desde a Segunda Guerra Mundial e derrota mais volumosa dos germânicos
em apuramentos para fases finais.
segunda-feira, 30 de dezembro de 2024
“Arranjei logo companhia” e “uma fila de carros a abanar”. O “granel” de Saltillo contado por Futre
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| Futre com três mexicanas em Saltillo, no México |
As semanas da seleção
portuguesa que antecederam o Mundial 1986 dividem-se em dois grandes
momentos.
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