sexta-feira, 7 de agosto de 2020

Os 12 jogadores portugueses com mais jogos na Liga dos Campeões

Uma dezena de jogadores que brilhou na Champions League
De regresso ao fim de quase cinco meses de ausência após a interrupção devido à pandemia de covid-19, a Liga dos Campeões foi criada em 1955 pela UEFA por proposta do jornalista francês Gabriel Hanot, que propôs uma competição continental numa altura em que disputavam provas regionais como Taça Latina (Europa Latina) ou a Taça Mitropa (Europa Central). O grande torneio de campeões nacionais teve como primeira designação Taça dos Clubes Campeões Europeus, algo que viria a manter até 1992.

Ao longo de mais de seis décadas, 22 equipas venceram a prova, 12 das quais mais do que uma vez. O clube mais bem-sucedido é o Real Madrid, que soma 13 troféus (1956, 1957, 1958, 1959, 1960, 1966, 1998, 2000, 2002, 2014, 2016, 2017 e 2018). Os emblemas espanhóis foram os que mais vezes venceram a competição (18), seguindo-se os ingleses (13) e os italianos (12).

Durante todo este tempo, a Taça/Liga dos Campeões tem sofrido algumas alterações de formato. Até 1992, era disputada somente por eliminatórias e tinha apenas como participantes os campeões nacionais e o detentor do título europeu. Depois ganhou uma fase de grupos – duas entre 1999 e 2003 –, foi aberta a mais equipas de vários países e desde 1999-00 que é contestada por 32 formações.

Disputada por quase cinco centenas de futebolistas portugueses, a Taça/Liga dos Campeões foi vencida pelo Benfica em 1960-61 e 1961-62 e pelo FC Porto em 1986-87 e 2003-04, conquistas em que participaram grande parte dos 59 jogadores lusos que levantaram o troféu. Cristiano Ronaldo (Manchester United e Real Madrid), Paulo Ferreira e Bosingwa (venceram a competição uma segunda vez pelo Chelsea), Paulo Sousa (Juventus e Borussia Dortmund), Pepe, Fábio Coentrão e Figo (Real Madrid), Raul Meireles (Chelsea), Ricardo Quaresma (Inter), Deco (Barcelona), Rui Costa (AC Milan) e Nani (Manchester United) venceram por outros clubes.

Vale por isso a pena recordar os 12 jogadores portugueses com mais jogos na Taça/Liga dos Campeões.


12. Rui Costa (60 jogos)

Rui Costa
Um dos principais talentos da chamada geração de ouro que em 1991 conquistou o título mundial de sub-20 em Lisboa, estreou-se na ainda Taça dos Campeões Europeus com a camisola do Benfica aos 19 anos, em outubro de 1991, numa vitória sobre os malteses do Hamrun Spartans no Estádio da Luz (4-0). Nessa época disputou sete jogos (quatro a titular) na competição.
Porém, o maestro deixou o Benfica a contragosto rumo à Fiorentina no verão de 1994 e só voltou a disputar a já designada por Liga dos Campeões em 1999-00. Com a camisola viola participou em 12 encontros (todos a titular) e marcou um golo ao Bordéus – o único que apontou na Champions -, ajudando a equipa de Florença a chegar à segunda fase de grupos.
No verão de 2001 mudou-se para o AC Milan e foi em San Siro que viveu o seu período de maior fulgor na competição. Em 2002-03 contribuiu com cinco assistências para a conquista do título europeu e dois anos depois foi finalista vencido, tendo disputado 35 jogos (19 a titular) pelos milaneses entre 2002 e 2006.
Depois voltou ao Benfica e participou na Liga dos Campeões em 2007-08, tendo atuado em seis jogos (todos a titular) numa campanha que culminou no terceiro lugar na fase de grupos e consequente repescagem para a Taça UEFA.



11. Nani (60 jogos)

Nani
Disputou 60 jogos tal como Rui Costa, mas amealhou mais 386 minutos em campo – 4169 contra 3783.
Então ao serviço do Sporting, Nani também fez a estreia na Liga dos Campeões aos 19 anos, numa vitória em Alvalade sobre o Inter de Milão (1-0) em setembro de 2006. Nessa edição da Champions disputou seis jogos (quatro a titular) e marcou um golo ao Spartak Moscovo, não evitando a eliminação logo na fase de grupos.
Em 2007 transferiu-se para o Manchester United por 25,5 milhões de euros, uma quantia que fez dele a maior venda dos leões durante nove anos, e logo na temporada de estreia em Old Trafford conquistou o título europeu, ao lado do compatriota Cristiano Ronaldo. Em 2008-09 e 2010-11 também atingiu a final, mas em ambas as ocasiões foi derrotado pelo Barcelona de Pep Guardiola. Em sete anos nos red devils participou em 49 encontros e marcou quatro golos na Champions.
Em 2014-15 regressou ao Sporting por empréstimo do United e embora não tivesse ultrapassado a fase de grupos atingiu a sua melhor marca de golos numa só edição: quatro (em cinco partidas).



10. Ricardo Quaresma (60 jogos)

Ricardo Quaresma
Embora tivesse disputado tantos jogos quanto Rui Costa e Nani, Ricardo Quaresma esteve mais minutos em campo: 4312.
Após ter disputado a Taça UEFA nos primeiros anos de carreira, ao serviço de Sporting e Barcelona, o extremo estreou-se na Liga dos Campeões em 2004-05 pelo então detentor do troféu, o FC Porto. Pelos azuis e brancos atuou em 30 partidas (26 a titular) e marcou quatro golos na Champions entre 2004 e 2008, contribuindo para os apuramentos para os oitavos de final em 2004-05, 2006-07 e 2007-08.
Em 2008 transferiu-se para o Inter de Milão, então orientado por José Mourinho. Embora não tivesse sido particularmente feliz nos nerazzurri, venceu a Liga dos Campeões em 2009-10 e somou um total de oito partidas na competição (três a titular) entre 2008 e 2010.
Entretanto Quaresma passou pelos turcos do Besiktas e pelos árabes do Al Ahli Club antes de regressar ao Dragão. Em 2014-15 contribuiu com três golos em nove partidas (cinco a titular) para a caminhada até aos quartos de final, naquela que terá sido a melhor Champions da carreira.
Em 2015 o extremo voltou ao Besiktas e pelo emblema de Istambul disputou 13 jogos (todos a titular) e marca três golos entre 2016 e 2018.



9. João Moutinho (61 jogos)

João Moutinho
O único elemento desta lista que nunca conquistou a Liga dos Campeões. Já titular e capitão do Sporting com 20 anos acabadinhos de fazer, João Moutinho estreou-se na competição no mesmo jogo de Nani, numa vitória frente ao Inter em Alvalade (1-0) a 12 de setembro de 2006.
Entre 2006 e 2009 atuou em 20 jogos na Champions de leão ao peito e não só foi titular como cumpriu os 90 minutos em todos, tendo marcado dois golos na competição nesse período, contribuindo para o apuramento para os oitavos de final em 2008-09.
Em 2010 trocou Alvalade pelo Dragão e com a camisola do FC Porto disputou 14 encontros e marcou dois golos na prova milionária entre 2011 e 2013, ajudando os azuis e brancos a chegarem aos oitavos de final em 2012-13.
Entretanto transferiu-se para o Mónaco em 2013 e amealhou mais 27 partidas (22 a titular) e apontou um golo pelo emblema do Principado entre 2014 e 2018, contribuindo para uma brilhante campanha até às meias-finais em 2016-17.



8. Vítor Baía (62 jogos)

Vítor Baía
Vítor Baía é daqueles que ainda é do tempo da Taça dos Campeões Europeus, tendo feito a estreia na competição em setembro de 1990, aos 20 anos, numa goleada caseira do FC Porto sobre os norte-irlandeses do Portadown (5-0).
Na primeira passagem pelos dragões atuou em 25 jogos e sofreu 23 golos na prova milionária, tendo contribuído para a caminhada até às meias-finais em 1993-94.
Seguiu-se uma aventura no Barcelona, clube pelo qual só jogou uma vez na Champions, e logo num das mais inesperadas derrotas dos catalães na competição, em casa diante do Dínamo Kiev por expressivos 0-4 em novembro de 1997.
Em 1999 voltou às Antas para ficar, tendo saboreado a glória em 2003-04, quando juntamente com Jorge Costa levantou a taça na condição de capitão de equipa, numa campanha que lhe valeu também o prémio de melhor guarda-redes do ano para a UEFA. Nesta segunda aventura no clube do coração, entre 1999 e 2007, participou num total de 36 encontros e sofreu 40 golos no torneio.



7. Bosingwa (63 jogos)

José Bosingwa
Sem se dar muito por isso, Bosingwa fez uma carreira fantástica. A prova disso é o facto de se encontrar nesta lista e de ter vencido a Liga dos Campeões por duas vezes.
A estreia do luso-congolês na competição remonta aos tempos do Boavista, quando ainda era um médio. Tinha 19 anos quando Jaime Pacheco o lançou às ferras em Anfield (1-1) num dia que ficou na história mundial pelas piores razões: 11 de setembro de 2001. Nessa temporada disputou sete jogos (quatro a titular) pelos axadrezados na prova milionária.
Em 2003 continuou na cidade Invicta, mas trocou o Boavista pelo FC Porto. Entre 2003 e 2008, atuou em 31 encontros (23 a titular) de dragão ao peito na competição, tendo conquistado o título europeu em 2003-04, não saindo do banco na vitória sobre o Mónaco na final.
Em 2008 transferiu-se para o Chelsea, permanecendo em Stamford Bridge até 2012. Se no FC Porto venceu a competição na primeira época, nos blues teve de esperar pela última, 2011-12, para levantar o troféu, tendo estado em campo durante os 120 minutos da final diante do Bayern em Munique. Em quatro anos no emblema londrino, participou em 25 partidas (21 a titular).


6. Eusébio (64 jogos)

Eusébio
Era difícil que um jogador que tenha feito toda a carreira antes da década de 1990, quando foi introduzida a fase de grupos e o número de jogos da competição aumentou, entrasse nesta lista. Mas Eusébio entrou e está ainda colocado na sexta posição.
Embora tenha reforçado o Benfica numa época em que os encarnados se sagraram campeões europeus pela primeira vez, o Pantera Negra participou no título continental conquistado na temporada seguinte, 1961-62, brilhando durante toda a caminhada, mas sobretudo na final, quando marcou dois dos golos com que as águias bateram o Real Madrid por 5-3.
Eusébio não voltou a vencer a Taça dos Campeões Europeus, mas continuou a brilhar: finalista vencido em 1962-63, finalista vencido e melhor marcador da prova em 1964-65, melhor marcador em 1965-66 e finalista vencido e melhor marcador em 1967-68.



5. Deco (75 jogos)

Deco
Não é português de nascimento, mas naturalizou-se português, é um cidadão nacional como outro qualquer e por isso tem de fazer parte desta lista.
Deco estreou-se na Liga dos Campeões em 1999-00, jogando pela primeira vez na competição numa visita aos noruegueses do Molde (0-1) em setembro de 1999, numa campanha em que os azuis e brancos chegaram aos quartos de final.
Até 2004 disputou 35 encontros na prova milionária, todos na condição de titular, e apontou dois golos, entre os quais na vitória sobre o Mónaco (3-0) na final de 2003-04.  O belíssimo caminhada até ao título europeu valeu-lhe os prémios de jogador do ano e melhor médio do ano para a UEFA, assim como o de homem do jogo da final.
Depois transferiu-se para o Barcelona, clube pelo também foi feliz, sagrando-se campeão europeu em 2005-06, um troféu ao qual juntou o prémio de melhor médio do ano para a UEFA. Entre 2004 e 2008 atuou em 32 partidas (todas como titular) e marcou seis golos pelos catalães na Champions.
Após quatro anos com a camisola blaugrana, rumou a Inglaterra para representar o Chelsea. Em duas épocas em Stamford Bridge amealhou mais oito jogos (seis a titular) na competição, contribuindo para a caminhada até às meias-finais em 2008-09.



4. Ricardo Carvalho (86 jogos)

Ricardo Carvalho
Ricardo Carvalho é considerado um dos melhores centrais portugueses de todos os tempos, se não mesmo o melhor. Porém, andou de empréstimo em empréstimo até afirmar-se na equipa principal do FC Porto.
Embora tenha feito parte do plantel em 1998-99, só em setembro de 2001 se estreou na competição, aos 23 anos, cumprindo os 90 minutos numa vitória no terreno dos noruegueses do Rosenborg (2-1). Até 2004 atuou em 21 jogos (todos a titular) e marcou um golo pelos azuis e brancos, tendo conquistado o título europeu em 2003-04, numa época em que venceu o prémio de melhor defesa do ano e foi incluído na melhor equipa do ano para a UEFA.
Depois deu o salto para o Chelsea, acompanhando José Mourinho e Paulo Ferreira. Pelos blues bem perseguiu a conquista de mais uma Liga dos Campeões, mas o melhor que conseguiu foi ser finalista vencido em 2007-08, perdendo para o Manchester United no desempate por grandes penalidades. Entre 2004 e 2010 participou em 47 encontros (46 a titular) e somou dois remates certeiros.
Seguiu-se novo reencontro com José Mourinho, desta vez no Real Madrid, em 2010 e 2013. Durante as três temporadas que passou no Santiago Bernabéu foi sempre semifinalista, somando mais 12 partidas (todas a titular) na Champions.
Entretanto mudou-se para o Mónaco e em 2014-15 marcou presença em seis jogos (todos a titular), contribuindo para a caminhada até aos quartos de final.



3. Pepe (98 jogos)

Pepe
Contratado ao Marítimo em 2004 precisamente para suceder a Ricardo Carvalho, foi ganhando paulatinamente o seu espaço no FC Porto, tendo feito a estreia na Liga dos Campeões em setembro desse ano, num empate a zero em casa diante do CSKA Moscovo (0-0).
Entre 2004 e 2007 participou em 18 jogos (16 a titular) pelos portistas e marcou dois golos, ajudando os azuis e brancos a chegar aos oitavos de final da Champions em 2004-05 e 2006-07.
Depois deu o salto para o Real Madrid, prosseguindo a carreira no Santiago Bernabéu durante uma década. Em 2013-14 ajudou os merengues a lograr o tão desejado décimo título europeu e foi escolhido para a equipa do ano para a UEFA, voltando a conquistar a prova milionária em 2015-16 e 2016-17. Em dez anos na capital espanhola disputou 71 encontros (65 como titular) e marcou um golo ao Borussia Dortmund em 2012-13.
Em 2017 rumou aos turcos do Besiktas e em 2017-18 ajudou-os a chegar aos oitavos de final da competição, numa campanha em que atuou em seis partidas (todas como titular).
Em janeiro de 2019 voltou ao FC Porto e foi a tempo de disputar três jogos (todos a titular) pelos dragões na fase a eliminar, contribuindo para a eliminação da Roma nos oitavos de final.



2. Luís Figo (103 jogos)

Luís Figo
Embora ocupe o segundo lugar desta lista, a estreia de Luís Figo na Liga dos Campeões só aconteceu à beira dos 25 anos, num jogo em que até marcou, mas não evitou a derrota do Barcelona no terreno do Newcastle, em setembro de 1997.
Pelos catalães o extremo disputou 24 jogos (todos a titular) e marcou sete golos na competição entre 1997 e 2000, contribuindo para a caminhada até às meias-finais em 1999-00.
No verão de 2000 mudou-se para o rival Real Madrid, clube pelo qual saboreou a glória, tendo conquistado o título europeu em 2001-02. Em edições seguintes foi eleito para a equipa do ano para a UEFA (2003) e o jogador com mais assistências na Champions (2004-05). Durante os cinco anos que passou no Santiago Bernabéu participou em 48 encontros (todos como titular) e somou 16 remates certeiros na Champions.
Já trintão, transferiu-se em 2005 para o Inter de Milão, contribuindo para a caminhada até aos quartos de final em 2005-06. Já sem o brilho de outros tempos, atuou em 21 partidas (17 a titular) e marcou um golo na prova até 2009.



1. Cristiano Ronaldo (169 jogos)

Cristiano Ronaldo
Sem surpresas, (de longe) o futebolista português com mais jogos na Liga dos Campeões e um segundo em geral, estando apenas a oito jogos do líder deste ranking, o guarda-redes espanhol Iker Casillas. Além disso, é o futebolista com mais golos na competição, 128, mais 14 do que Lionel Messi.
A gloriosa história de Cristiano Ronaldo na Champions começou em outubro de 2003, numa derrota do seu Manchester United no terreno do Estugarda, mas teve de esperar três anos para marcar na competição e cinco para atingir a final e ganhá-la pela primeira vez.
Na época seguinte voltou a chegar à final, mas saiu derrotado pelo Barcelona de Pep Guardiola, colocando nesse jogo um ponto final a uma história de 52 jogos (48 a titular) e 15 golos na prova milionária.
Seguiu-se a inesquecível passagem de nove anos pelo Real Madrid. Após não ter ido além das meias-finais nas primeiras quatro épocas no Santiago Bernabéu, apesar de ter sido o melhor marcador da prova em 2012-13 (12 golos), ajudou os merengues a conquistar a tão desejada la decima em 2013-14, em pleno Estádio da Luz, vencendo ainda o prémio de melhor marcador da competição (17 golos) e melhor jogador da UEFA, tendo sido igualmente escolhido para a equipa ideal do ano.
Em 2014-15 caiu nas meias-finais, mas dividiu o prémio de melhor marcador com Messi e Neymar (dez golos) e voltou a ser escolhido para a equipa ideal do ano, mas nas três temporadas que se seguiram não só foi líder isolado da tabela dos marcadores (16 golos em 2015-16, 12 em 2016-17 e 15 em 2017-18) como voltou a vencer o título europeu em todas, elevando para cinco o número de Champions no palmarés, e a ser escolhido para a equipa ideal da temporada.
Até trocar o colosso da capital espanhola pela Juventus no verão de 2018 disputou 101 jogos (100 a titular) com a camisola blanca na liga milionária e apontou 105 golos.
Já ao serviço do emblema de Turim atuou em 16 encontros (todos a titular) desde que aterrou em Itália e apontou oito golos, tendo ajudado a vecchia signora a chegar aos quartos de final em 2018-19. Na presente temporada vai tentar fazer melhor.
Além do recorde de melhor marcador de sempre, Cristiano Ronaldo é detentor de outros na história da Liga dos Campeões: mais vezes melhor marcador (sete) e mais anos consecutivos como melhor marcador (seis), mais golos numa só época (17 em 2013-14), mais hat-tricks numa só época (três em 2015-16), mais velho a apontar um hat-trick (34 anos e 35 dias), mais hat-tricks (oito, os mesmos de Messi), mais golos na fase a eliminar (65), mais golos na fase a eliminar numa só época (10 em 2016-17), primeiro a atingir os 100 golos e os 100 golos por um só clube (pelo Real Madrid), primeiro a marcar nos seis jogos de uma fase de grupos (2017-18), mais golos na fase de grupos numa só época (11 em 2015-16), mais épocas consecutivas a marcar pelo menos 10 golos (sete), mais jogos seguidos sempre a marcar (11), mais jogos fora seguidos sempre a marcar (12), mais jogos caseiros seguidos sempre a marcar (sete, os mesmos de Lewandowski e Henry), mais golos em casa (67, os mesmos de Messi) e com mais golos fora (57), mais bis (35), mais golos de livre direto (12), mais épocas consecutivas a marcar (14, as mesmas de Raúl), mais golos de penálti (15) e mais assistências (40).





















1 comentário:

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