domingo, 21 de março de 2021

Os 10 jogadores com mais jogos pelo Leça na I Divisão

Dez jogadores que ficaram na história do Leça
Fundado a 21 de março de 1912, o Leça Futebol Clube viveu o seu período áureo na segunda metade da década de 1990, quando se sagrou campeão da II Liga e somou três presenças consecutivas na I Liga, tendo apenas descida de divisão por via administrativa, devido ao Caso Guímaro.
 
Na altura, o árbitro José Guímaro foi condenado por corrupção passiva após ter sido encontrado em sua casa um cheque de 500 contos passado pelo presidente leceiro, Manuel Rodrigues. Em causa terá estado um jogo frente ao Académico de Viseu em 1993, para o apuramento do campeão nacional da II Divisão B, que terá sido falseado através da intervenção do juiz da partida. No entanto, a história centenária do Leça está longe de se esgotar nesse acontecimento menos feliz.
 
Em 1941-42 o emblema do concelho de Matosinhos participou pela primeira vez na I Divisão após ter terminado o Campeonato do Porto na segunda posição, atrás do Académico do Porto e à frente do FC Porto. Porém, os verde e brancos não foram além do 12.º e último lugar.
 
Nas cinco décadas que se seguiram o Leça competiu quase sempre nos campeonatos nacionais, mas afastado das luzes da ribalta. Porém, viria a voltar ao convívio dos grandes entre 1995 e 1998, no culminar de uma ascensão meteórica iniciada em 1991-92 com a subida da III à II Divisão B. Em 1997-98 alcançou a melhor classificação da sua história, o 12.º lugar, mas acabou por descer de divisão na secretaria.
 
A partir dessa despromoção, os leceiros entraram numa espiral negativa que os haveria de levar em 2013 até aos distritais da AF Porto, de onde saíram em 2018, tendo já no horizonte a ambição de subir à II Liga.
 
Paralelamente, o melhor que o clube conseguiu na Taça de Portugal foi atingir os quartos de final em 1994-95.
 
Vale por isso a pena recordar os dez jogadores com mais jogos pelo Leça na I Divisão.
 
 

10. Cau (56 jogos)

Cau
Médio defensivo de origem cabo-verdiana formado no FC Porto e campeão mundial sub-20 por Portugal em 1991 – apesar de posteriormente ter sido revelado que ganhou o título com 24 anos –, não encontrou espaço na equipa principal portista e por isso foi ganhar rodagem para outras paragens. Já depois de ter passado por Rio Ave e Tirsense, assinou pelo Leça em 1993, aquando da subida dos leceiros à II Liga.
Na segunda época em Leça da Palmeira atingiu os quartos de final da Taça de Portugal e conquistou o título de campeão do segundo escalão e em 1995-96 reapareceu na I Liga para se fixar, tendo disputado 26 jogos (24 a titular) e apontado dois golos, frente a Campomaiorense e Sporting, este último na derradeira jornada e que se revelou decisivo para que fosse alcançada a permanência.
Na temporada seguinte atuou em 30 partidas (todas como titular), voltando a ser importante para que os verde e brancos assegurassem a manutenção.
No verão de 1997 mudou-se para o Salgueiros, tendo regressado ao Leça em 2004-05 para jogar na III Divisão.
 
 
 
 

9. Tozé (57 jogos)

Tozé
Se Cau foi campeão mundial de sub-20 em 1991, Tozé foi dois anos antes, e logo na condição de capitão de equipa.
Médio defensivo natural de Matosinhos e formado no vizinho Leixões, clube pelo qual se estreou na I Divisão em 1988-89, passou ainda pelo Tirsense antes de reforçar o Leça no verão de 1996, já com os leceiros estabelecidos no primeiro escalão.
Na primeira época com a camisola verde e branca disputou 24 jogos (21 a titular) no campeonato, ajudando a equipa a assegurar a permanência.
Em 1997-98 atuou em 33 partidas (31 a titular) e contribuiu para a obtenção do 12.º lugar na I Liga, a melhor classificação de sempre do clube apesar da despromoção administrativa que haveria de se seguir.
Após a descida de divisão manteve-se no patamar maior do futebol português com a camisola do Alverca.
 
 

8. Alfaia (68 jogos)

Alfaia
Defesa central timorense, mas desde tenra idade radicado no Alto Alentejo, passou por clubes como Estrela de Portalegre, Campomaiorense, O Elvas, Académica e Rio Ave antes de assinar pelo Leça no verão de 1993.
Na segunda época com a camisola verde e branca atingiu os quartos de final da Taça de Portugal e sagrou-se campeão da II Liga.
Em 1995-96 estreou-se finalmente no primeiro escalão, disputando 19 jogos (17 a titular) no campeonato.
Na temporada seguinte impôs-se como titular, tendo atuado em 29 partidas (todas no onze inicial) e apontado três golos, um ao Salgueiros e dois ao Rio Ave, ajudando uma vez mais os leceiros a assegurar a permanência.
Em 1997-98 perdeu algum espaço, até pela a ascensão de um menino emprestado pelo FC Porto chamado Ricardo Carvalho, mas ainda assim foi utilizado em 20 encontros (19 a titular) e marcou um golo ao Salgueiros, contribuindo para a melhor classificação de sempre do clube na I Liga, o 12.º lugar, apesar da despromoção administrativa que viria a acontecer.
Após a descida à II Liga permaneceu mais dois anos no clube, regressando depois a O Elvas.
 
 

7. Cristóvão (69 jogos)

Cristóvão
Médio formado no Benfica e com selo das seleções jovens nacionais, passou pelos seniores de clubes como Torreense, Atlético, Louletano, Olhanense, Famalicão e Estrela da Amadora antes de ingressar no Leça no verão de 1994.
Com impacto imediato na equipa, atingiu os quartos de final da Taça de Portugal e sagrou-se campeão da II Liga na primeira época de verde e branco.
Em 1995-96 manteve o estatuto de titular na I Liga, tendo disputado 33 encontros (31 a titular) no campeonato.
No entanto, nas épocas seguintes foi perdendo espaço. Em 1996-97 atuou em 24 partidas (21 a titular) e na temporada que se seguiu não foi além de 12 jogos (dois a titular).
Após a descida de divisão administrativa devido ao Caso Guímaro permaneceu mais um ano no clube, na II Liga, antes de voltar a Lisboa para encerrar a carreira no Olivais e Moscavide.
 
 

6. Serifo (72 jogos)

Serifo
Extremo guineense bastante veloz, ingressou no Leça em 1987, proveniente do Benfica de Bissau, e por lá ficou durante uma década e meia, tornando-se num dos jogadores mais carismáticos e acarinhados do clube.
Quando chegou a Leça da Palmeira, foi para jogar na III Divisão, e após ter subido à II Divisão B em 1990, descido à III no ano seguinte, subido duas divisões até chegar à II Liga em 1993, sagrou-se campeão do segundo escalão e atingiu os quartos de final da Taça de Portugal em 1994-95. “Foi fantástico. O Leça tinha poucos adeptos, mas toda a gente vivia intensamente o clube. É um sítio pequeno, mas muito bonito. Habituei-me a esse ambiente, a andar na rua e a falar com todos”, recordou ao Maisfutebol em maio de 2019. “Não me esqueço do jogo da subida à I Liga, em Paços de Ferreira. Tivemos dois jogadores expulsos na primeira parte e vencemos 1-0. O Sérgio [Conceição] fez um jogo brilhante, fez o corredor direito de cima a baixo”, acrescentou.
Pelo meio brilhou numa eliminatória da prova rainha em Alvalade, em dezembro de 1993, marcando um bonito golo, com um chapéu a Lemajic.
Na estreia no patamar maior do futebol português, em 1995-96, disputou 23 jogos (18 a titular) e ajudou os leceiros a assegurar a permanência.
Na temporada seguinte atuou em 22 encontros (17 a titular) e apontou dois golos, frente a Desp. Chaves e Sp. Espinho, voltando a ser importante para a manutenção.
Por fim, em 1997-98 foi utilizado em 27 partidas (25 no onze inicial) e somou quatro remates certeiros, diante de Marítimo, Sp. Braga, Salgueiros e Académica, que contribuíram para a obtenção da melhor classificação de sempre do clube na I Liga, o 12.º lugar, apesar de depois ter surgido o Caso Guímaro. “Nem gosto de falar disso. Já estávamos na I Liga, acabámos essa terceira época no 12º lugar e andámos perto dos lugares europeus. O nosso treinador, o grande Vítor Manuel, via passar um avião no treino e dizia ‘meus meninos, para o ano somos nós a andar nas nuvens da UEFA’. E depois… acontece esse escândalo e o Leça desce”, confessou ao portal desportivo. “Não queria acreditar. Vi a notícia na televisão, mas inicialmente não liguei. Nós ainda fizemos a pré-época para jogar na I Liga. Fomos surpreendidos, foi um choque. Estávamos a estagiar na Urgeiriça e de repente aconteceu aquilo. Uma tristeza”, aditou.
Após a despromoção administrativa continuou no clube até 2003, encerrando a carreira após a descida à II Divisão B. “Apaixonei-me pelo Leça e fiquei preso a essa emoção. Sempre fui assim. Cheguei a Portugal com 18 ou 19 anos, e fui acolhido pelo Leça. Depois… sim, tive várias abordagens de outros clubes, inclusivamente dos três grandes, mas as direções do Leça tentaram sempre que eu ficasse. E eu fui ficando. Foram 16 anos em Leça da Palmeira, centenas de jogos”, contou.
Em 2009 voltou ao clube para ser adjunto de Pedro Mesquita. “Correu bem, mas o clube continuava com os problemas financeiros do costume. Gostei da experiência”, assumiu.
 
 
 

5. Armando (77 jogos)

Armando
Defesa lateral de baixa estatura (1,69 m) capaz de jogar à direita e à esquerda, começou a jogar futebol no clube da terra que o viu nascer, o Paços de Ferreira, mas em 1992 mudou-se para o Leça, então a militar na II Divisão B.
Na primeira época no emblema do concelho de Matosinhos alcançou a promoção à II Liga e dois anos depois sagrou-se campeão do segundo escalão e atingiu os quartos de final da Taça de Portugal.
Em 1995-96 estreou-se na I Liga, tendo disputado 27 jogos (23 a titular) no campeonato, ajudando os leceiros a assegurar a permanência.
Na temporada que se seguiu também contribuiu para a manutenção, tendo atuado em 23 partidas (19 a titular).
Por fim, em 1997-98 foi utilizado em 27 encontros (25 a titular), revelando-se um jogador importante para a obtenção do 12.º lugar, a melhor classificação de sempre dos verde e brancos no patamar maior do futebol português.
Após a despromoção administrativa causada pelo Caso Guímaro, permaneceu mais duas temporadas no Leça, na II Liga, tendo encerrado a carreira em 2000-01 ao serviço do vizinho e rival Leixões.
 
 

4. Zé da Rocha (86 jogos)

Zé da Rocha
Médio cabo-verdiano, entrou no futebol português pela porta do Académico Viseu em 1990, tendo ainda passado por Gil Vicente, Académica e Rio Ave antes de ingressar no Leça no verão de 1995, aquando da subida dos leceiros à I Liga.
Na primeira época no clube disputou 23 jogos (22 a titular) e marcou um golo ao Campomaiorense no campeonato.
Em 1996-97 foi novamente importante para que fosse alcançada a permanência, tendo atuado em 33 partidas (todas a titular) e faturou por quatro vezes, diante de Salgueiros, FC Porto, Benfica e Sp. Espinho.
Na temporada que se seguiu foi utilizado em 30 encontros (27 a titular) e marcou um golo ao Benfica, contribuindo para a obtenção da melhor classificação de sempre do clube no primeiro escalão, o 12.º lugar.
Após a descida de divisão administrativa permaneceu mais quatro anos no clube, até 2002, rumando depois ao Feirense. Entretanto, em abril de 2000, tornou-se internacional por Cabo Verde.
 
 
 

3. Vladan (91 jogos)

Vladan
Guarda-redes de elevada estatura (1,94 m) nascido na Jugoslávia, radicou-se em Portugal em janeiro de 1993, quando reforçou a Ovarense. Um ano e meio depois transferiu-se para o Leça e logo no primeiro ano no clube sagrou-se campeão da II Liga e atingiu os quartos de final da Taça de Portugal.
Em 1995-96 estreou-se na I Liga, tendo disputado 30 jogos e sofrido 46 golos, ajudando os leceiros a assegurar a permanência.
Na temporada seguinte melhorou o registo e voltou a garantir a manutenção: 33 encontros, 40 golos encaixados.
Já em 1997-98 atuou em 29 partidas (27 a titular) e sofreu 41 golos, mas contribuiu para a obtenção da melhor classificação de sempre, o 12.º lugar.
Após o rebentar do Caso Guímaro e da consequente despromoção administrativa permaneceu mais dois anos no clube, tendo encerrado a carreira em 2000, quando ainda tinha 29 anos.
O seu irmão, Vladimir Stojkovic, esteve vinculado ao Sporting entre 2007 e 2011 e é 84 vezes internacional AA pela Sérvia. O seu filho, também Vladimir Stojkovic, fez quase toda a formação no Sporting e está presentemente vinculado à Académica. Ambos são igualmente guarda-redes.
 
 
 

2. Nando (97 jogos)

Nando
Lateral esquerdo nascido na cidade angolana de Calulo, mas radicado no Algarve desde tenra idade, despontou no Torralta, estreou-se na I Liga com a camisola do Rio Ave e jogou ainda por Vitória de Setúbal, Penafiel e Ovarense na II Liga antes de reforçar o Leça no verão de 1994.
Na primeira época no emblema do concelho de Matosinhos, este internacional jovem português sagrou-se campeão da II Liga e atingiu os quartos de fina da Taça de Portugal.
No regresso ao patamar maior do futebol português, em 1995-96, disputou 32 jogos (31 a titular) no campeonato.
Na temporada que se seguiu ajudou novamente os leceiros a assegurar a permanência, tendo atuado mais uma vez em 32 partidas (30 a titular) e apontou dois golos, frente a Sp. Espinho e União de Leiria.
Por fim, em 1997-98 foi utilizado em 33 encontros (32 a titular) e faturou por duas vezes, diante de FC Porto e Varzim, contribuindo para a obtenção do 12.º lugar, a melhor classificação de sempre do clube no primeiro escalão.
Depois da descida administrada causada pelo Caso Guímaro continuou mais um ano no clube, rumando depois ao Marco.
 
 
 

1. Constantino (97 jogos)

Constantino
Disputou o mesmo número de jogos de Nando, mas amealhou mais 230 minutos em campo – 7809 contra 7579.
Também conhecido por Tino Bala, é, de longe, o melhor marcador de sempre do Leça na I Divisão, com 42 golos, é provavelmente o primeiro nome que vem à cabeça de qualquer adepto quando se fala no clube do concelho de Matosinhos. “Eu nunca vi ninguém como o Tino Bala. Fazia golos de todas as formas e feitios. Esperava, desaparecia, fugia para espaços estranhos e surgia a finalizar. Nasceu mesmo para fazer golos”, confessou Serifo ao Maisfutebol.
Avançado goleador de baixa estatura (1,70), foi formado e revelado pelo Salgueiros, mas não encontrou muito espaço na equipa principal e por isso foi rodar para as divisões secundárias, tendo passado por Recreio de Águeda, Desp. Aves e União de Lamas antes de reforçar o Leça no verão de 1993 por indicação de... Reinaldo Teles. 
"Quem me diz para ir para o Leça foi o Reinaldo Teles, do FC Porto, que teve uma reunião comigo e me aconselhou a ir para o Leça, mas com contrato apenas com o Leça, porque o treinador desse primeiro ano na II Liga é o Frasco, antiga glória do FC Porto. Fui muito bem-recebido por todos, o Leça tinha um relvado fantástico, boas instalações e os adeptos sempre gostaram de mim", recordou a O Blog do David.
Na segunda época em Leça da Palmeira sagrou-se campeão na II Liga e atingiu os quartos de final da Taça de Portugal, mas foi no primeiro escalão que verdadeiramente explodiu, tendo sempre superado a dúzia de golos nas três épocas em que representou os leceiros no patamar maior do futebol português. “Massacrámos quase todas as equipas e fomos promovidos com mérito. Essa equipa era fantástica, há quem diga que é a melhor da história do Leça. Tínhamos uma união enorme. Lembro-me que íamos jantar todos tantas e tantas vezes. Tudo começava nesses jantares. Aliás, o Leça sempre foi conhecido pela união das suas equipas. Por isso, conseguia fazer pequenos milagres”, recordou ao Maisfutebol em maio de 2019.
Em 1995-96 disputou 30 jogos (22 a titular) e apontou 15 golos, ajudando os verde e brancos a alcançarem pela primeira vez a permanência na I Liga. Desp. Chaves (três), Farense, Salgueiros, Tirsense (quatro), Vitória de Guimarães, Felgueiras, Campomaiorense (dois) e União de Leiria (dois) foram as vítimas de Constantino, sendo apenas superado pelo portista Domingos (25 golos) e pelo benfiquista João Pinto (18) na tabela de marcadores.
Na época seguinte foi titular nas 34 jornadas e voltou a ter dezenas e meia de remates certeiros para amostra, apontados a União de Leiria (três), Salgueiros, Rio Ave, Marítimo, Belenenses (quatro), FC Porto (dois), Gil Vicente, Estrela da Amadora e Vitória de Guimarães, voltando a ser essencial para que a manutenção fosse atingida. Nessa temporada, apenas foi batido pela concorrência do portista Jardel (30 golos), do boavisteiro Jimmy Hasselbaink (20) e do estrelista Gaúcho (16).
Curiosamente, foi em 1997-98, quando o Leça obteve a melhor classificação da sua história, o 12.º lugar, que Constantino teve o seu registo menos bom – mas ainda assim invejável – com a camisola verde e branca: 12 golos. As vítimas foram FC Porto (dois), Estrela da Amadora, Campomaiorense, Vitória de Setúbal, Rio Ave (dois), Farense, Vitória de Guimarães, Salgueiros, Belenenses e Benfica.
Entretanto rebentou o Caso Guímaro e os leceiros foram despromovidos na secretaria. "O Caso Guímaro foi uma injustiça para o Leça numa altura em que o Leça estava estabilizado na I Liga. Isso quase que acabou com o clube, que caiu para os distritais", lamentou.
Após a descida de divisão, Constantino mudou-se para os espanhóis do Levante, tendo ajudado o emblema de Valência a subir à II Liga.
Depois de passagens por Campomaiorense e União de Lamas, regressou ao Leça em 2001 para mais três temporadas no clube, as duas primeiras na II Liga e a última na II Divisão B.
Após encerrar a carreira iniciou a de treinador, tendo desempenhado as funções de adjunto na equipa principal dos leceiros entre 2006 e 2009. 
"Sinto-me uma referência do Leça. Ainda hoje falam dos meus golos no clube, os adeptos no Facebook dizem-me sempre que fui o goleador Tino Bala, mas foi com a ajuda de todos os meus companheiros que atingi o estatuto de goleador", afirmou ao nosso blogue.
Atualmente é funcionário de uma empresa municipal responsável pela gestão das infraestruturas desportivas em Matosinhos.
 









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