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quinta-feira, 6 de fevereiro de 2025

O goleador jugoslavo do Benfica que guiou o Salgueiros à UEFA. Quem se lembra de Filipovic?

Filipovic somou 41 golos em 84 jogos pelo Benfica entre 1981 e 1984
Ponta de lança de origem montenegrina que ganhou grande reputação na antiga Jugoslávia na década de 1970, brilhou ao serviço do Estrela de Vermelha entre 1969 e 1980, período no qual totalizou 302 golos em 520 jogos, assim como três campeonatos nacionais (1972-73, 1976-77 e 1979-80), uma taça jugoslava (1970-71) e o prémio de melhor marcador do campeonato em 1976-77. É, ainda hoje, o recordista de golos do clube de Belgrado nas competições europeias, com 28 remates certeiros entre Taça dos Campeões Europeus, Taça UEFA e Taça das Taças.
 
“Comecei a treinar no Estrela Vermelha com 15 anos e com 17 estava na primeira equipa, algo bastante complicado na altura. Tive a sorte de entrar numa geração de jogadores muito bons e assinei contrato com 18 anos – com 17 não podia e tive de esperar. Lembro-me que assinei contrato para dez anos! Fiz perto de 500 jogos pelo clube e continuo a ser o melhor marcador do clube em jogos internacionais, é um privilégio ter estes registos”, contou ao zerozero em setembro de 2024.

sábado, 4 de janeiro de 2025

O jugoslavo preterido por Robson que se revelou bom defesa com Queiroz. Quem se lembra de Vujacic?

Vujacic somou 78 jogos e nove golos pelo Sporting entre 1993 e 1997
Possante defesa (1,90 m) de origem montenegrina internacional pela Jugoslávia, representou os modestos Petrovac e Obilic, os alemães do Friburgo e os sérvios do Vojvodina e do Partizan antes de ser contratado para o Sporting pelo presidente Sousa Cintra, à revelia do treinador Bobby Robson, no verão de 1993.
 
Talvez por não ter sido tido nem achado na contratação, Robson não deu um único minuto de jogo a Budimir Vujacic, preferindo apostar em Carlos Jorge ou Emílio Peixe. Porém, a sorte do defesa mudou após uma derrota diante do Casino Salzburgo que ditou a eliminação na Taça UEFA, em dezembro de 1993, com o treinador a ser despedido em pleno voo de regresso a Lisboa.

quinta-feira, 8 de agosto de 2024

“O futebol é imprevisível porque todos os jogos começam 0-0”. As melhores frases de Vujadin Boskov

Boskov ganhou Serie A e Taça das Taças pela Sampdoria
Vujadin Boskov foi um dos melhores treinadores do mundo nas décadas de 1980 e 1990. Os seus melhores trabalhos foram à frente da Sampdoria, tendo vencido um campeonato (1990-91), duas Taças de Itália (1987-88 e 1988-89), uma Supertaça (1991) e uma Taça das Taças (1989-90) e chegado a uma final da Taça dos Campeões Europeus (1991-92). Tudo isto numa altura em que a concorrência era pesada no futebol transalpino, com o AC Milan de Arrigo Sacchi e dos neerlandeses Rijkaard, Gullit e Van Basten, o Inter dos alemães Brehme, Matthäus e Klinsmann, o Nápoles de Maradona e uma sempre forte Juventus.
 
Antes, havia vencido uma dobradinha espanhola (1979-80) e atingido uma final da Taça dos Campeões Europeus (1980-81) pelo Real Madrid, conquistado uma Taça dos Países Baixos pelo ADO Den Haag (1974-75) e uma Serie B pelo Ascoli (1985-86).

segunda-feira, 8 de abril de 2024

O croata que meteu o Sporting a jogar bom futebol apesar do 4.º lugar. Quem se lembra de Mirko Jozic?

Mirko Jozic orientou o Sporting em 1998-99
Nunca um treinador que tenha passado por um dos grandes do futebol português sem ter ido além do quarto lugar no campeonato terá deixado tão boa imagem como o croata Mirko Jozic, que orientou o Sporting em 1998-99.
 
Uma espécie de Carlos Queiroz da antiga Jugoslávia, começou a carreira de treinador aos 30 anos, depois de a de futebolista ter sido dada como terminada na sequência de uma grave lesão.
 
Guiou o modesto Junak à II Divisão da Jugoslávia e trabalhou durante 16 anos na Federação Jugoslava, entre 1972 e 1988, tendo conquistado o Campeonato do Mundo de sub-20 em 1987, ao leme de uma fantástica geração de jogadores como Zvonimir Boban, Robert Prosinecki, Predrag Mijatovic e Davor Suker.

terça-feira, 26 de março de 2024

O gigante jugoslavo que acumulou frangos na baliza do FC Porto. Quem se lembra de Kralj?

Kralj sofreu 15 golos em 12 jogos pelo FC Porto em 1998-99
Sempre ouvi dizer que Ivica Kralj foi uma desilusão na baliza do FC Porto. Para mim esse era ponto assente. Mas depois de ver vídeos dos golos de sofreu de dragão ao peito tenho de confessar que não esperava que fosse assim tão mau. Que frangueiro! Entre saídas em falso, bolas a passar-lhe por entre os dedos, falta de reação a remates aparentemente não indefensáveis, golos sofridos por mera má colocação entre os postes e um autogolo em Alverca, tenho a dizer que nunca vi algo parecido no futebol profissional. Sim, fez pior figura do que Roberto em Portugal.
 
Tudo começou com a saída de Vítor Baía para o Barcelona em 1996, que lançou uma maldição sobre a baliza portista que só haveria de ser resolvida com o regresso do n.º 99 às Antas – e mesmo o próprio Baía sofreu uma lesão grave que o afastou dos relvados entre agosto de 2000 e novembro de 2001. Enquanto o internacional português representou os catalães, o então treinador dos azuis e brancos, António Oliveira, experimentou Andrzej Wozniak, Lars Eriksson, Silvino, Hilário, Rui Correia e Costinha, mas nenhum convenceu.
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