quinta-feira, 15 de dezembro de 2022

quarta-feira, 14 de dezembro de 2022

A história do Irão nos Mundiais

fonte: fifa.com
A seleção do Irão já conta com 6 participações em campeonatos do Mundo: 1978, 1998, 2006, 2014, 2018 e 2022. No entanto, esta seleção asiática tem sido discreta nas suas participações e raramente figura como favorita a ganhar jogos nas preferências das casas de apostas online, nem em sites especializados em apostas, como é o caso do casinorei. O Mundial Qatar 2022 veio confirmar a tendência das cinco participações anteriores: a seleção volta a não superar a fase de grupos.

terça-feira, 13 de dezembro de 2022

Os 10 melhores combates da carreira de Batista

Batista foi uma das principais estrelas da WWE entre 2005 e 2010
Figura de topo da WWE na segunda metade da década de 2000, Batista estreou-se no main roster aos 33 anos e lançou-se verdadeiramente como lutador a solo aos 36, mas foi a tempo de conquistar seis títulos mundiais, vencer dois Royal Rumbles, participar em dois main-events da WrestleMania, protagonizar rivalidades longas e intensas frente Triple H, The Undertaker e John Cena e convencer a indústria cinematográfica norte-americana a dar-lhe uma carreira de ator.
 
Nascido a 18 de janeiro de 1969 na capital dos Estados Unidos, Washington, D.C., e com ascendência grega e filipina, David Michael Bautista Jr. cresceu numa família pobre e com um ambiente criminal à sua volta. Aos 13 anos, roubava carros. Aos 17, afastou-se dos pais e foi morar sozinho. Mais tarde, foi segurança de uma boate até ser preso após agressão a dois clientes, sendo que um deles ficou inconsciente. Entretanto, dedicou-se ao culturismo antes de se decidir tornar num wrestler profissional no final da década de 1990, numa altura em que já tinha 30 anos.
 
Após ter tentado entrar na Power Plant da World Championship Wrestling (WCW), procurou a sorte na World Wrestling Federation (WWF), que o aconselhou a treinar com Afa Anoa'i na escola de wrestling Wild Samoan Training Center. Em 2000 assinou mesmo pela WWF e foi enviado para o território de desenvolvimento Ohio Valley Wrestling (OVW), onde se cruzou com outros lutadores que viriam a ter grande sucesso no main roster: John Cena, Brock Lesnar e Randy Orton.
 
A 9 de maio de 2002 estreou-se na programação da WWE, como Deacon Batista, um enforcer de Reverend D-Von. Após separar-se de D-Von, foi transferido para o Raw e renomeado Batista, juntando-se a Ric Flair e, em janeiro de 2003, também a Triple H e Randy Orton na stable Evolution.
 
Embora uma lesão lhe tivesse travado o ímpeto, terminou o ano de 2003 como campeão mundial de tag team, ao lado de Ric Flair, numa altura em que Triple H era campeão mundial e Randy Orton campeão intercontinental.
 
Um ano depois, o relacionamento entre Batista e Triple H começou a deteriorar-se, com o The Game a insultar o Animal após uma derrota às mãos de Chris Jericho e Batista a mostrar desaprovação por algumas atitudes de Triple H e Flair. No início de 2005, Batista venceu o Royal Rumble, após recusar a sugestão de Triple H em não participar no combate, e escolheu defrontar o campeão mundial Triple H em vez do campeão da WWE, JBL, colocando um ponto final aos Evolution. Na WrestleMania 21, Batista conquistou mesmo o World Heavyweight Championship pela primeira vez e ganhou um estatuto de figura de topo que não mais perdeu.
 
Após terminar a ligação à WWE em 2010, dedicou-se às artes marciais mistas (MMA) antes de voltar à promotora em 2014 e em 2019. Nesta última passagem pela companhia, fez apenas um combate e que viria a ser o último da carreira, frente a Triple H na WrestleMania 35.
 
Vale por isso a pena recordar os dez melhores combates da carreira de Batista, por ordem cronológica.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2022

Os 10 jogadores com mais jogos pelo Nacional na II Liga

Dez jogadores importantes na história do Nacional
Fundado a 8 de dezembro de 1910 por um grupo de jovens locais que se apaixonou pelo futebol em partidas do Campo do Brás, o Clube Desportivo Nacional chamava-se inicialmente Nacional Sport Grupo, por sugestão de Antonino Figueira, utilizando desde sempre as cores preta e branca.
 
Embora tivesse conquistado os primeiros campeonatos da Madeira durante a década de 1930 e conseguido alcançar a hegemonia na ilha na década seguinte, o emblema do Funchal só pode participar pela primeira vez na III Divisão Nacional em 1975, tendo subido à II Divisão em 1978 e à I Divisão em 1987.
 
Desde então os nacionalistas já somaram 20 presenças na I Liga, mas estão a competir pela 12.ª vez na II Liga. Em 2017-18 sagraram-se campeões do segundo escalão, mas em 2001-02 e 2019-20 também almejaram a subida de divisão.
 
Ao clube da Choupana, que animou o futebol português no início do século XXI, faltou a somente presença numa final. E esteve bem perto de acontecer por quatro ocasiões, pois os alvinegros caíram nas meias-finais da Taça de Portugal em 2008-09, 2011-12 e 2014-15 e nas da Taça da Liga em 2010-11. Uma falha no palmarés encoberta por uma gracinha europeia, ao eliminar o Zenit da Liga Europa em 2009-10.
 
Vale por isso apenas recordar os dez futebolistas com mais jogos pelo Nacional na II Liga.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2022

Os 10 melhores combates de sempre do ROH Final Battle

Final Battle vai realizar-se pela 21.ª vez em 2021
Implementado em 2002, quando a Ring of Honor (ROH) começou a levar a cabo alguns eventos especiais ao longo do ano, o Final Battle tornou-se desde então num dos espetáculos mais emblemáticos da promotora. A 10 de dezembro 2022 vai realizar-se pela 21.ª vez.
 
A edição de 2009 do show foi o primeiro pay-per-view da ROH na internet e o primeiro a ser transmitido em direto.
 
Vale por isso a pena conferir a nossa lista de dez melhores combates da história do Final Battle, por ordem cronológica.

terça-feira, 6 de dezembro de 2022

Os 10 jogadores com mais jogos pelo Carregado no Campeonato de Portugal

Carregado competiu no Campeonato de Portugal em 2013-14
Fundada a 6 de dezembro de 1950 por fusão do Clube de Caçadores com o Desportivo Juventude Carregadense, a Associação Desportiva do Carregado tem passado quase toda a sua existência nos campeonatos distritais da AF Lisboa, mas na primeira década do século XXI viveu uma ascensão meteórica que culminou na participação na II Liga em 2009-10.
 
Para se ter a noção, o emblema do concelho de Alenquer competiu pela primeira vez na III Divisão Nacional em 2001-02, subiu à II Divisão B em 2007 e demorou duas épocas a chegar às ligas profissionais. Na altura a formação do Oeste até ficou em quarto e último lugar no playoff de promoção, mas beneficiou das descidas administrativas do Estrela da Amadora e do Vizela à II Divisão B para conseguir o passaporte para a II Liga.
 
Entretanto o Carregado voltou à II Divisão B, participou na edição inaugural do Campeonato de Portugal (2013-14) e acabou por cair nos distritais lisboetas em 2014, competindo presentemente na Série 1 da III Divisão Distrital da AF Lisboa.
 
Nessa única presença no anteriormente denominado Campeonato Nacional de Seniores, 28 futebolistas jogaram pelo Carregado na prova. Vale por isso a pena recordar os dez que o fizeram por mais vezes.

domingo, 4 de dezembro de 2022

A minha primeira memória de… um jogo entre Barreirense e Quinta do Conde

Barreirense e Quinta do Conde jogaram final da Taça AFS em 2012
Não assisti ao jogo ao vivo, mas lembro-me perfeitamente de Futebol Clube Barreirense e Associação para o Desenvolvimento da Quinta do Conde se terem defrontado na final da Taça da Associação de Futebol de Setúbal 2011-12 no Campo Vale da Abelha, em Paio Pires, no feriado 25 de abril (quarta-feira).
 
Os alvirrubros haviam iniciado em 2006, ano da despromoção da II Liga à II Divisão B, uma queda a pique que incluiu a venda dos terrenos do Campo Dom Manuel de Mello e um período de cerca de quatro anos com a casa às costas. A própria massa adepta tinha desmobilizado. O Barreirense era uma social e desportivamente uma sombra daquilo que representava meia dúzia de anos antes, mas em 2011-12 a boa campanha da equipa de futebol sénior na I Distrital da AF Setúbal e o regresso a casa pela porta do novo e modesto Campo da Verderena fez renascer esse fervor, com direito a uma recém-criada claque: a Brigada Camarra.
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