terça-feira, 11 de outubro de 2022

A minha primeira memória de… um jogo (oficial) entre Paris SG e equipas portuguesas

Parisiense Ronaldinho tenta ultrapassar boavisteiro Rui Óscar
Embora os jogos particulares entre Paris Saint-Germain e equipas portugueses já fosse de certa forma um hábito em pré-épocas ou digressões a meio da temporada, o primeiro encontro oficial entre os parisienses e formações lusas aconteceu no final de 2002, quando o emblema gaulês mediu forças com o Boavista na terceira eliminatória da Taça UEFA. Na altura, o Boavistão estava a dar os últimos sinais de vida, enquanto o PSG continuava a ser um projeto de colosso europeu que tardava em cumprir-se.
 
Do Boavistão campeão restavam Ricardo, Rui Óscar, Erivan, Pedro Santos, Elpídio Silva, Martelinho, Jorge Couto e Erwin Sánchez em final de carreira e o treinador Jaime Pacheco. Já o PSG apresentava como principal estrela Ronaldinho Gaúcho, que meses antes tinha brilhado no Mundial 2002, mas tinha também alguns jogadores internacionais por seleções de topo como o guarda-redes francês Lionel Letizi, o central argentino Mauricio Pochettino, o central/médio defensivo francês Frédéric Déhu e o médio ofensivo brasileiro André Luiz. Havia ainda o central Gabriel Heinze, que ainda não se tinha tornado internacional A pela Argentina, e os portugueses Hugo Leal e Filipe Teixeira enquanto o treinador era a antiga glória gaulesa Luis Fernández.

domingo, 9 de outubro de 2022

A minha primeira memória de… um jogo entre Barcelona e Celta de Vigo

Barça sentiu dificuldades para passar em Vigo em agosto de 2006
Estava de férias em Valença, cidade minhota a cerca de 35 quilómetros de Vigo, quando o campeão europeu Barcelona visitou o Celta, numa segunda-feira de verão, 28 de agosto de 2006. Ainda cheguei a alimentar a possibilidade de ver ao vivo jogadores como Deco, Samuel Eto’o ou o emergente Lionel Messi – a estrela da companhia, Ronaldinho, estava lesionado –, mas talvez por questões logísticas ou financeiras, limitei-me a ter conhecimento do resultado através de um jornal.
 
Na altura, o Barça de Frank Rijkaard era, além de detentor do título europeu, considerado de forma quase unânime uma das três melhores equipas do mundo, juntamente com o AC Milan de Carlo Ancelotti e o Chelsea de José Mourinho. Num sorteio da Champions, eram as equipas que todos queriam evitar. E Ronaldinho era o jogador da moda na altura, pois deliciava tudo e todos com os seus dribles imprevisíveis e tinha sido importante na conquista do título mundial conquistado pelo Brasil em 2002 e o principal símbolo do ressurgimento do Barça pós-Figo e Rivaldo.

sexta-feira, 7 de outubro de 2022

Os 10 jogadores com mais jogos pelo Sintrense no Campeonato de Portugal

Dez jogadores importantes na história recente do Sintrense
Fundado a 7 de outubro de 1911 por vários alunos da Escola Domingos José Morais, o Sport União Sintrense tem sido ao longo de mais de um século um dos clubes mais representativos do concelho de Sintra, participando assiduamente nos campeonatos nacionais desde meados da década de 1950.

Entre 1964 e 1978 e em 1989-90 competiu na II Divisão Nacional, na altura o segundo escalão do futebol português. Mais tarde participou por cinco vezes na já extinta II Divisão B (1990-91, 1992-93, 1993-94, 1998-99 e 2003-04) e desde 2013-14 que compete no Campeonato de Portugal.

Em termos de Taça de Portugal, o melhor que o Sintrense conseguiu foi chegar aos oitavos de final em 1969-70 e 1971-72.

Os rostos mais visíveis da formação do clube são os internacionais portugueses Luís Loureiro e Nélson Semedo, assim como o internacional guineense Mama Baldé.

Vale por isso a pena recordar os dez jogadores com mais jogos pelo Sintrense no Campeonato de Portugal.

quinta-feira, 6 de outubro de 2022

A minha primeira memória de… um jogo entre Sp. Braga e equipas belgas

Bracarense Alan tenta ultrapassar Axel Witsel
Não me recordava exatamente da época nem da etapa da prova nem sequer do resultado, mas lembro-me perfeitamente de o Sp. Braga ter defrontado o Standard Liège na Taça UEFA na segunda metade da primeira década do século XXI. Felizmente, há toda uma Internet para me avivar a memória: o duplo confronto teve lugar em março de 2009, nos 16 avos de final, e teve vitória bracarense na Pedreira na primeira-mão (3-0) e empate na Bélgica no segundo jogo (1-1). Foi o primeiro jogo de sempre entre os arsenalistas e uma equipa belga.
 
Apurado num grupo difícil, que incluía Wolfsburgo (campeão alemão nessa temporada), AC Milan (de Kaká, Ronaldinho, Pirlo, Shevchenko e companhia), Portsmouth (com internacionais ingleses como David James, Sol Campbell, Peter Crouch e Jermain Defoe) e Heerenveen, o Sp. Braga de Jorge Jesus encontrou pela frente, nos 16 avos de final, o Standard Liège que tinha vencido um grupo também nada fácil, com Estugarda, Sampdoria, Sevilha e Partizan.

quarta-feira, 5 de outubro de 2022

A minha primeira memória de… um jogo entre Benfica e Paris Saint-Germain

Parisiense Vampeta protege a bola de Kandaurov
Os primeiros jogos oficiais entre Benfica e Paris Saint-Germain remontam a março de 2007, mas antes disso os dois emblemas defrontaram-se em vários encontros de caráter particular. Por altura do início do final dos anos 1990 e início do século XXI era até frequente ver as águias deslocarem-se à capital francesa ou a outros pontos de França para realizarem estágios de pré-época ou minidigressões durante paragens do campeonato, a fim de manter e reforçar a ligação à comunidade emigrante.
 
A primeira partida de que me recordo entre lisboetas e parisienses remonta a 7 de maio de 2001 e, se bem me lembro, terá sido transmitida pela TVI. Na altura, as águias orientadas por Toni ocupavam o 5.º lugar na I Liga, a 19 pontos do líder Boavista, a 15 do vice FC Porto, a sete do Sporting e a cinco do Sp. Braga, pelo que, aquilo que interessava naquele momento era começar a preparar a temporada seguinte. Se a memória não me atraiçoa, chegou-se até falar que o reforço sonante Pedro Mantorras poderia integrar a comitiva que viajou até Paris, algo que não veio acontecer. Nem o angolano nem três das principais figuras da equipa: Robert Enke, João Tomás ou Van Hooijdonk.

terça-feira, 4 de outubro de 2022

A minha primeira memória de… um jogo entre Sporting e equipas francesas

Sportinguista Liedson vigiado de perto por Mathieu
É comum há vários anos o Sporting defrontar uma ou outra equipa francesa durante a pré-época, até porque era tradição realizar estágios em países com muitos emigrantes. Recordo-me, por exemplo, de os leões terem defrontado Lyon e Paris Saint-Germain em Alvalade em julho de 2002 e Mónaco e Bastia em solo gaulês um ano depois.
 
Mas em termos oficiais, a minha primeira memória de um jogo entre verde e brancos e formações francesas remonta a 1 de dezembro de 2004, numa partida a contar para a fase de grupos da Taça UEFA. Na altura, cada grupo era composto por cinco equipas, que se defrontavam apenas por uma vez. E o Sporting recebeu o Sochaux em Alvalade, numa altura em que o apuramento para a fase a eliminar estava praticamente assegurado – Newcastle, Panionios e Dínamo Tbilisi completavam o agrupamento.

domingo, 2 de outubro de 2022

A minha primeira memória de… um jogo entre Real Madrid e Osasuna

Merengue Cristiano Ronaldo ganha nas alturas a Lolo
O Osasuna é daqueles clubes que, mesmo sem temporadas de grande transcendência, me habituei a ver entre a elite do futebol espanhol, tendo marcado presença ininterrupta em La Liga entre 2000-01 e 2013-14. Nesse período o melhor que conseguiram foi um surpreendente quarto lugar no campeonato em 2005-06 – à frente do Sevilha vencedor da Taça UEFA, do Villarreal de Riquelme e companhia, do Deportivo da Corunha e do Atlético Madrid, entre outros. Em 2004-05 o conjunto de Pamplona foi finalista vencido da Taça do Rei e em 2006-07 chegou às meias-finais da Taça UEFA.
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