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terça-feira, 20 de janeiro de 2026
terça-feira, 11 de outubro de 2022
A minha primeira memória de… um jogo (oficial) entre Paris SG e equipas portuguesas
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| Parisiense Ronaldinho tenta ultrapassar boavisteiro Rui Óscar |
Embora os jogos particulares
entre Paris
Saint-Germain e equipas portugueses já fosse de certa forma um hábito em
pré-épocas ou digressões a meio da temporada, o primeiro encontro oficial entre
os parisienses
e formações lusas aconteceu no final de 2002, quando o emblema gaulês mediu
forças com o Boavista
na terceira eliminatória da Taça
UEFA. Na altura, o Boavistão
estava a dar os últimos sinais de vida, enquanto o PSG
continuava a ser um projeto de colosso europeu que tardava em cumprir-se.
Do Boavistão
campeão restavam Ricardo, Rui Óscar, Erivan, Pedro Santos, Elpídio
Silva, Martelinho, Jorge Couto e Erwin Sánchez em final de carreira e o
treinador Jaime Pacheco. Já o PSG
apresentava como principal estrela Ronaldinho Gaúcho, que meses antes tinha
brilhado no Mundial
2002, mas tinha também alguns jogadores internacionais por seleções de topo
como o guarda-redes francês Lionel Letizi, o central argentino Mauricio
Pochettino, o central/médio defensivo francês Frédéric Déhu e o médio ofensivo
brasileiro André Luiz. Havia ainda o central Gabriel Heinze, que ainda não se
tinha tornado internacional A pela Argentina, e os portugueses Hugo Leal e
Filipe Teixeira enquanto o treinador era a antiga glória gaulesa Luis Fernández.
quarta-feira, 5 de outubro de 2022
A minha primeira memória de… um jogo entre Benfica e Paris Saint-Germain
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| Parisiense Vampeta protege a bola de Kandaurov |
Os primeiros jogos oficiais entre
Benfica
e Paris
Saint-Germain remontam a março de 2007, mas antes disso os dois emblemas
defrontaram-se em vários encontros de caráter particular. Por altura do início do
final dos anos 1990 e início do século XXI era até frequente ver as águias
deslocarem-se à capital francesa ou a outros pontos de França para realizarem
estágios de pré-época ou minidigressões durante paragens do campeonato, a fim
de manter e reforçar a ligação à comunidade emigrante.
A primeira partida de que me
recordo entre lisboetas
e parisienses
remonta a 7 de maio de 2001 e, se bem me lembro, terá sido transmitida pela TVI.
Na altura, as águias
orientadas por Toni ocupavam o 5.º lugar na I
Liga, a 19 pontos do líder Boavista,
a 15 do vice FC
Porto, a sete do Sporting
e a cinco do Sp.
Braga, pelo que, aquilo que interessava naquele momento era começar a
preparar a temporada seguinte. Se a memória não me atraiçoa, chegou-se até
falar que o reforço sonante Pedro Mantorras poderia integrar a comitiva que
viajou até Paris, algo que não veio acontecer. Nem o angolano nem três das
principais figuras da equipa: Robert Enke, João Tomás ou Van Hooijdonk.
quinta-feira, 10 de março de 2022
A minha primeira memória de… um jogo entre Sp. Braga e equipas francesas
| Sp. Braga e Paris Saint-Germain mediram forças em março de 2009 |
A minha primeira memória de jogos
entre Sp.
Braga e equipas francesas remontam precisamente aos primeiros duelos oficiais
entre os bracarenses
e clubes gauleses, em março de 2009, frente ao Paris
Saint-Germain, em partidas dos oitavos de final da Taça
UEFA.
Naquela altura, os minhotos eram
orientados por Jorge
Jesus, que incutia uma arrogância positiva a um plantel compostos
maioritariamente por jogadores que a dada altura das suas carreiras não
couberam nos chamados três grandes (João Pereira, Evaldo, César Peixoto,
Jorginho, Luís Aguiar, Alan e Rentería) e futebolistas recrutados em clubes
menores em Portugal (Vandinho, Mossoró, Paulo César e Matheus), sem esquecer
alguns investimentos no estrangeiro, nomeadamente no mercado brasileiro, e
alguma aposta na prata da casa (Eduardo, Stélvio e Orlando
Sá).
sexta-feira, 15 de julho de 2011
Torneio do Guadiana | Benfica 3-1 Paris SG

No regresso a Portugal, o Benfica regressou também às vitórias, vencendo os franceses do Paris SG por 3-1.
O Benfica repetiu praticamente os mesmos onze que tinha sido derrotado pelo Dijon, fazendo apenas entrar Bruno César e sair Saviola, com Gaitán a fazer a posição de segundo avançado e o ex-Corinthians actuando no lado esquerdo do meio-campo encarnado.
O Benfica começou bem, com gás, e depois de várias oportunidades conseguiu chegar-se à frente no marcador por Óscar Cardozo logo aos 10 minutos, assistido por um passe de Pablo Aimar com um ressalto pelo meio.
No entanto, quatro minutos depois o Paris SG empatou o jogo, num belo golo apontado pelo melhor dos parisienses no primeiro tempo, Nenê, um brasileiro de 28 anos com muita qualidade, que “chapelou” Artur Moraes.
A partir daí, o PSG teve cerca de 20 minutos no controlo do jogo, até quase ao final da primeira parte, quando o Benfica voltou à carga, especialmente num livre marcado por Cardozo no qual Douchez respondeu com uma grande defesa.
No segundo tempo o PSG trocou toda a equipa enquanto o Benfica alterou apenas o meio-campo e o ataque, com as entradas de Nuno Coelho, Urreta, Jara, Nolito, Saviola e o estreante Witsel.
Os franceses, comandados pela sua grande contratação, Kévin Gameiro (contratado por 11 milhões de euros ao Lorient), até conseguiram chegar primeiro à baliza encarnada, no entanto, Artur respondeu com um par de duas defesas consecutivas.
A partir daí, praticamente, só deu Benfica, comandados por Nolito, um jogador à Barcelona, com excelente qualidade técnica, mas sobretudo um jogador de equipa, com boa e frequente qualidade de passe, contribuindo para os dois golos que vieram a dar a vitória à equipa portuguesa, o primeiro por Jara e o 3-1 por Javier Saviola.
Até ao final, apenas um cabeceamento de Javi Garcia e um lance acrobático de Gameiro foram os lances dignos de registo.
Quanto a pontos fortes neste jogo, destaco a melhoria defensiva do Benfica, a qualidade técnica de Witsel apesar da falta de entrosamento, o bom trabalho de Matic, Artur Moraes a não mostrar a insegurança que muitos sentem quando vestem aquela camisola, a qualidade de Nolito, o regresso aos golos de Saviola e ainda Urreta que está a demonstrar “ganas” para ganhar um lugar na equipa.
Pela negativa, André Almeida que me parece ser o patinho feio daquela defesa, demonstrando nervosismo e não ser acertado tecnicamente, a desinspiração de Saviola até ao golo, o excesso de confiança revelado por Nolito na parte final do jogo e a pouca envolvência ofensiva dos laterais no jogo do Benfica, algo que era típico dos encarnados nos últimos anos, com Maxi Pereira e sobretudo Fábio Coentrão.
O próximo jogo das águias é já no Domingo, frente ao Anderlecht, também para o Torneio Guadiana.
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