terça-feira, 12 de abril de 2022

Recorde os 13 jogos das equipas portuguesas em Anfield

Ambiente criado pelos adeptos faz de Anfield um estádio mítico
Anfield é um dos estádios mais míticos da Europa. Não pela dimensão, até porque apenas tem capacidade para pouco mais de 50 mil espetadores, mas pela atmosfera criada pelos adeptos do Liverpool, que galvanizam a sua equipa e tornam o ambiente para o adversário.
 
Inaugurado em 1884, na altura para acolher jogos do Everton – até porque o Liverpool só foi fundado em 1892 –, Anfield já recebeu 13 visitas de equipas portuguesas em partidas das competições europeias. Apenas uma formação lusa saiu da casa dos reds como vencedora, sendo que três alcançaram empates.
 
Vale por isso a pena recordar os 13 jogos de equipas portuguesas em Anfield.

domingo, 10 de abril de 2022

Os 10 jogadores com mais jogos pelo Recreio de Águeda no Campeonato de Portugal

Dez jogadores importantes na história recente do Recreio de Águeda
Fundado a 10 de abril de 1924, o Recreio Desportivo de Águeda viveu o maior momento da sua história desportiva quando participou pela primeira (e para já única) vez na I Divisão, em 1983-84.
 
A promoção foi conseguida após uma luta titânica com a Académica na Zona Centro da antiga II Divisão, com as duas equipas a terminarem o campeonato separadas por apenas um ponto.
 
Dois anos depois da inédia presença entre os grandes, os Galos do Botaréu voltaram a vencer a Zona Centro da II Divisão, o que daria direito à promoção ao patamar maior do futebol português, mas essa subida ficou anulada na secretaria, devido ao Caso Gerúsio, que terá jogado irregularmente num encontro frente ao Académico de Viseu. O Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol atribuiu derrota por 0-3 ao Recreio de Águeda, o que beneficiou O Elvas, que assim subiu à I Divisão. Os aguedenses ainda disputaram uma liguilha que dava acesso ao primeiro escalão, mas foram suplantados por Varzim, Desp. Aves e União da Madeira.
 
Em 1990-91 o clube do distrito de Aveiro disputou a edição inaugural da II Liga, mas foi imediatamente despromovido, numa temporada em que teve o velho capitão Mário Wilson e António Fidalgo como treinadores.
 
Desde então que tem jogado nas divisões não profissionais, tendo inclusivamente passado nove temporadas nos campeonatos distritais. Entre 2016-17 e 2020-21 competiu no Campeonato de Portugal, competição em que totalizou 54 vitórias, 41 empates, 48 derrotas e um saldo de 171-151 em golos ao longo de 143 jogos.
 
Após cinco participações consecutivas no anteriormente denominado Campeonato Nacional de Seniores, os aguedenses foram despromovidos aos distritais da AF Aveiro.
 
Vale por isso a pena recordar os dez jogadores com mais jogos pelo Recreio de Águeda no Campeonato de Portugal.

sábado, 9 de abril de 2022

A minha primeira memória de… um jogo entre Tottenham e Aston Villa

Adebayor bisou na receção dos spurs ao Villa em 2011-12
Sempre me habituei a ver jogadores de qualidade no Tottenham, alguns deles a marcar presença em grandes competições internacionais, como o alemão Christian Ziege (Mundial 2002), os ingleses Teddy Sheringham (Mundial 2002), Paul Robinson (Euro 2004 e Mundial 2006), Ledley King (Euro 2004 e Mundial 2010), Jermaine Jenas (Mundial 2006), Michael Carrick (Mundial 2006), Aaron Lennon (Mundiais 2006 e 2010), Michael Dawson (Mundial 2010), Peter Crouch (Mundial 2010) e Jermain Defoe (Mundial 2010), o português Hélder Postiga (Euro 2004) e o brasileiro Gomes (Mundial 2010). No entanto, coletivamente os spurs estavam a sentir bastantes dificuldades em utilizar toda essa qualidade para interferir na luta pelos lugares de acesso à Liga dos Campeões – a exceção foi em 2010-11, quando participaram na Champions e até chegaram aos quartos de final.

sexta-feira, 8 de abril de 2022

quinta-feira, 7 de abril de 2022

A minha primeira memória de… um jogo entre Sp. Braga e equipas escocesas

Bracarense Paulo Sérgio na partida de Edimburgo
A minha primeira memória de um jogo entre o Sp. Braga e equipas escocesas confunde-se com a minha primeira memória de partidas dos bracarenses em provas da UEFA. Como ainda não seguia futebol na década de 1990, aquando das participações dos minhotos na Taça UEFA (1997-98) e Taça das Taças (1998-99), só os vi a marcarem presença nas competições europeias em 2004-05, na Taça UEFA.
 
Na altura, os arsenalistas então orientados por Jesualdo Ferreira começavam a trilhar o caminho que os levaria a quarta potência futebolística nacional, apostando já num estilo de recrutamento que ainda hoje se mantém: um misto de excedentários dos três grandes (Paulo Santos) e de figuras de equipas secundárias do campeonato nacional (Abel, Nunes, Jorge Luiz, Kenedy, Luís Loureiro, Vandinho e Jaime), com alguns produtos da formação pelo meio (Paulo Jorge e Castanheira).
 
Na primeira eliminatória da Taça UEFA, que dava acesso à edição inaugural da fase de grupos da prova, o Sp. Braga teve pela frente o Hearts, na altura uma espécie de terceiro grande da Escócia (atrás de Celtic e Rangers), uma vez que tinha concluído as duas anteriores edições do campeonato escocês no pódio. Num plantel recheado de desconhecidos para o comum adepto português, salientavam-se os nomes de internacionais escoceses como o guarda-redes Craig Gordon (atualmente ao serviço do clube, aos 39 anos), os centrais Steven Pressley e Andy Webster, o lateral Robbie Neilson, o médio centro Paul Hartley e o médio esquerdo Jamie McAllister, assim como o central internacional canadiano Kevin McKenna, o lateral esquerdo internacional irlandês Alan Maybury e o médio internacional australiano Patrick Kisnorbo. O treinador era o antigo internacional escocês Craig Levein, que tinha marcado presença no Mundial 1990.

quarta-feira, 6 de abril de 2022

terça-feira, 5 de abril de 2022

A minha primeira memória de… um jogo entre Benfica e Liverpool

Luisão colocou o Benfica em vantagem na eliminatória
A minha primeira memória de um jogo entre Benfica e Liverpool é a mesma de qualquer adepto benfiquista nascido após os primeiros anos da década de 1980 e, sobretudo, a melhor memória dos benfiquistas relativamente a duelos com os reds.
 
Após passar um grupo equilibrado, com Villarreal, Lille e Manchester United, com os encarnados a deixarem os red devils fora da Europa na derradeira jornada da fase de grupos da Liga dos Campeões, o Benfica então orientado por Ronald Koeman recebeu a notícia de que o campeão europeu Liverpool seria o adversário nos oitavos de final.
 
Se as águias continuavam vivas naquele que era o seu regresso à Champions após sete anos de ausência, nas competições domésticas as coisas não estavam a correr de feição, uma vez que tinham sido eliminadas da Taça de Portugal em casa diante do Vitória de Guimarães e ocupavam o quarto lugar no campeonato, a oito pontos do líder FC Porto, três do vice Sporting, um do terceiro classificado Sp. Braga e apenas um ponto de vantagem sobre o quinto Nacional e o sexto Boavista.
 
Já o Liverpool de Rafael Benítez não tinha propriamente grandes estrelas, mas defendia o estatuto de campeão europeu, tinha acabado de vencer um grupo da Liga dos Campeões que também tinha o Chelsea de José Mourinho (além de Bétis e Anderlecht) e seguia nos primeiros lugares da Premier League, logo atrás do mesmo Chelsea e do Manchester United. Steven Gerrard (curiosamente suplente utilizado na primeira-mão) e Xabi Alonso eram, talvez, as principais individuais do conjunto de Anfield, secundados por Pepe Reina, Sami Hyypia, Jamie Carragher, Steve Finnan, Luis García, Fernando Morientes, John Arne Riise, Harry Kewell ou Peter Crouch.

domingo, 3 de abril de 2022

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