sexta-feira, 7 de fevereiro de 2025

PPV Review - WWE Royal Rumble 2025


Data: 1 de fevereiro de 2025
Arena: Lucas Oil Stadium
Localidade: Indianapolis, Indiana
 

A torre inglesa que ajudou a crescer o Benfica de Souness. Quem se lembra de Brian Deane?

Brian Deane marcou oito golos em 24 jogos pelo Benfica em 1998
O Benfica de 1997-98, que começou por ser orientado por Manuel José, protagonizou uma fantástica recuperação na tabela classificativa já com Graeme Souness no comando técnico, recuperação essa que esteve umbilicalmente associada ao contributo do gigante (1,90 m) avançado inglês Brian Deane, autor de sete golos e cinco assistências na segunda volta.
 
Ponta de lança que despontou no modesto Doncaster Rovers, mudou-se em 1988 para o Sheffield United, que pagou 25 mil libras pelos seus serviços para jogar na terceira divisão. Deane começou desde logo a corresponder o investimento em campo e contribuiu com 22 golos para a subida à Second Division em 1989 e com 21 para a promoção à First Division em 1990.

Marcelo disse adeus aos relvados. Qual é a melhor memória que têm dele?

Marcelo venceu cinco Champions pelo Real Madrid
O lateral esquerdo internacional brasileiro Marcelo anunciou esta quinta-feira o adeus aos relvados enquanto jogador, aos 36 anos.
 
Com o amor pelo futebol transmitido pelo avô, despontou no Fluminense e viu, aos 18 anos, o Real Madrid abriu-lhe a porta, para uma aventura de 16 épocas, num percurso em que chegou a ser um dos capitães.
 
Nesse período conquistou 25 títulos pela equipa espanhola (quatro mundiais de clubes, cinco Ligas dos Campeões, três Supertaças europeias, seis Ligas espanholas, duas Taças do Rei e cinco Supertaças de Espanha), mas também venceu troféus pelo Brasil (duas medalhas olímpicas e uma Taça das Confederações) e pelo Fluminense (uma Taça Libertadores e uma Taça sul-americana).

UCL Fantasy - Live Updates (Playoff)


As principais notícias e dados relevantes sobre as equipas que vão estar no playoff de acesso aos oitavos de final da Liga dos Campeões.

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2025

O goleador jugoslavo do Benfica que guiou o Salgueiros à UEFA. Quem se lembra de Filipovic?

Filipovic somou 41 golos em 84 jogos pelo Benfica entre 1981 e 1984
Ponta de lança de origem montenegrina que ganhou grande reputação na antiga Jugoslávia na década de 1970, brilhou ao serviço do Estrela de Vermelha entre 1969 e 1980, período no qual totalizou 302 golos em 520 jogos, assim como três campeonatos nacionais (1972-73, 1976-77 e 1979-80), uma taça jugoslava (1970-71) e o prémio de melhor marcador do campeonato em 1976-77. É, ainda hoje, o recordista de golos do clube de Belgrado nas competições europeias, com 28 remates certeiros entre Taça dos Campeões Europeus, Taça UEFA e Taça das Taças.
 
“Comecei a treinar no Estrela Vermelha com 15 anos e com 17 estava na primeira equipa, algo bastante complicado na altura. Tive a sorte de entrar numa geração de jogadores muito bons e assinei contrato com 18 anos – com 17 não podia e tive de esperar. Lembro-me que assinei contrato para dez anos! Fiz perto de 500 jogos pelo clube e continuo a ser o melhor marcador do clube em jogos internacionais, é um privilégio ter estes registos”, contou ao zerozero em setembro de 2024.

Os 5 treinadores do Benfica com maior percentagem de vitórias na I Divisão (mínimo de 60 jogos)

Quatro dos cinco melhores treinaram o Benfica na última década
Na história centenária e recheada de êxitos do Benfica, é comum dizer-se que a década de 1960 foi o período áureo do clube e glorificar-se treinadores que levaram os encarnados a finais da Taça dos Campeões Europeus, como Béla Guttmann, Sven-Göran Eriksson, Fernando Riera ou o próprio Toni.
 
No entanto, nenhum destes nomes está entre os cinco técnicos que, tendo comandado as águias em 60 ou mais jogos, tenham obtido melhor percentagem de vitórias na I Divisão. Um dos que está neste top é precisamente o atual treinador, Bruno Lage.
 
Saiba aqui quem são os cinco treinadores que, tendo comandado o Benfica num mínimo de 60 jogos, tiveram uma percentagem mais alta de vitórias no campeonato.

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2025

FC Porto não ganha há quatro jogos no campeonato. Lembra-se da última vez em que tal aconteceu?

FC Porto esteve quatro jogos sem vencer no início de 2001
Os treinadores vão mudando, mas o FC Porto vai continuando a sentir dificuldades para sair de uma crise de resultados que já o afastou da Taça da Liga e Taça de Portugal, que o levou a sofrer mais do que o suposto para prosseguir na Liga Europa e que o vai deixando a oito pontos do primeiro lugar na I Liga.
 
Quando os dragões visitaram o Nacional, no fecho da 17.ª jornada, a 12 de janeiro, tinham a possibilidade de subir à liderança isolada do campeonato, com dois pontos de avanço sobre o Sporting, mas não só perderam na Choupana (2-0), como foram derrotados na ronda seguinte pelo Gil Vicente em Barcelos (3-1) e não foram além de empates com Santa Clara (1-1 em casa) e Rio Ave (2-2 em Vila do Conde). De um cenário de possível liderança isolada passaram para o terceiro lugar, a oito pontos do líder Sporting e a dois do vice-líder Benfica e com apenas dois pontos de avanço sobre o quarto classificado, o Sp. Braga.
 
Nesta série negativa de quatro jogos, os azuis e brancos foram dirigidos por ex-treinador Vítor Bruno nos dois primeiros, pelo interino José Tavares no terceiro e pelo vigente Martín Anselmi.
 
Uma sequência de quatro encontros sem vencer para o campeonato é algo que nunca se tinha visto para os lados do Dragão, sendo necessário recuar até ao tempo das Antas, no início de 2001. Recorde aqui essa série negativa de há 24 anos.

Um pequeno bombardeiro e três grandes tiros ao lado. Os italianos que jogaram no Benfica antes de Belotti

Quatro italianos jogaram no Benfica antes de Belotti
A história de jogadores italianos no Benfica é uma história recente, que teve início já neste século, e ainda curta, com apenas quatro futebolistas transalpinos a jogar de águia ao peito antes de Andrea Belotti, ponta de lança de 31 anos cedido pelo Como no mercado de inverno. Mas é já uma história que conta com um ídolo e três atletas que não deixaram saudades, ainda que por motivos diferentes.
 
Curiosamente, dois dos que não deixaram saudades sagraram-se campeões nacionais pelos encarnados, sendo que um deles até tem um bicampeonato no currículo. Já o tal que se tornou ídolo deixou a Luz ao fim de dois anos de mãos a abanar.

terça-feira, 4 de fevereiro de 2025

O herói de Alkmaar e desempregado que virou finalista europeu. Quem se lembra de Miguel Garcia?

Miguel Garcia somou 80 jogos e dois golos pelo Sporting entre 2003 e 2007
Defesa alentejano que começou por ser central, mas que fez praticamente toda a carreira como lateral direito, nasceu em Moura e começou a jogar futebol nas camadas jovens do Moura Atlético Clube, de onde saltou em 1997 para o clube do coração, o Sporting, quando tinha 14 anos e era iniciado, depois de ter brilhado no Torneio Lopes da Silva.
 
Em janeiro de 2001 somou a primeira de 39 internacionalizações pelas seleções jovens, no caso a de sub-17, e em 2002-03 integrou a equipa B do emblema leonino, tendo transitado para o plantel principal na época seguinte. Fernando Santos apostou nele e concedeu-lhe a titularidade no lado direito da defesa durante praticamente toda a época, batendo a concorrência do também jovem Mário Sérgio, que havia sido contratado ao Paços de Ferreira.

sábado, 1 de fevereiro de 2025

O central poveiro que ganhou tudo pelo FC Porto. Quem se lembra de Lima Pereira?

Lima Pereira totalizou 265 jogos, 11 golos e 12 títulos pelo FC Porto
Defesa central nascido na Póvoa de Varzim e formado no Varzim, cumpriu sete épocas na equipa principal dos poveiros, entre 1971 e 1978, antes de reforçar o FC Porto numa fase em que já tinha 26 anos.
 
Discreto, foi ganhando o seu espaço aos poucos, tendo vencido o segundo título do bicampeonato de José Maria Pedroto logo na época de estreia, 1978-79, mas foi a partir de 1980-81 que se afirmou verdadeiramente como uma figura imprescindível no onze azul e branco. Nessa temporada de afirmação conseguiu ainda as primeiras de 20 internacionalizações pela seleção nacional A, estreando-se num empate caseiro num particular com a Bulgária (1-1), disputado precisamente no Estádio das Antas, a 15 de abril de 1981.

O campeão europeu pelo FC Porto que devolveu o Sporting aos títulos. Quem se lembra de Inácio?

Augusto Inácio é ídolo tanto no FC Porto como no Sporting
Lateral esquerdo lisboeta formado no Sporting, muito seguro, regular e com capacidade ofensiva, estreou-se pela equipa principal aos 20 anos, a 5 de abril de 1975, tendo sido lançado por Fernando Riera para o lugar do amigo Fernando Tomé nos minutos finais de uma goleada à Académica, em Coimbra, para a Taça de Portugal (1-4).
 
Cerca de mês e meio depois alcançou as primeiras internacionalizações da carreira, pela seleção de sub-21 no Torneio de Toulon.
 
Na temporada seguinte conquistou um lugar no onze como lateral direito, função que desempenhou durante dois anos apesar de ser canhoto, e foi assim que chegou à seleção nacional A, pela qual se estreou numa vitória sobre Chipre em Limassol (1-2) em dezembro de 1976, em partida a contar para a fase de apuramento para o Mundial 1978.

sexta-feira, 31 de janeiro de 2025

Craques, o “novo Messi” e até um central. Os 10 últimos a vestir a camisola 7 do FC Porto antes de William Gomes

Camisola 7 do FC Porto teve dez donos desde 1995-96
Desde que em meados da década de 1990 o FC Porto se associou à tendência de atribuir um número fixo a cada jogador do plantel, em vez de fazer atuar os titulares de 1 a 11, que dez futebolistas vestiram a camisola 7 dos dragões.
 
É um número normalmente destinado a extremos virtuosos, mas no caso dos azuis e brancos já foi envergado por extremos, sim, mas também por um médio ofensivo, um lateral direito e até um… defesa central.
 
Sabia aqui quem foram os 10 últimos futebolistas a envergar a camisola 7 do FC Porto antes de William Gomes (ex-São Paulo), reforço portista neste mercado de inverno.

O cercalense que jogou pelas seleções jovens e na I Liga. Quem se lembra de Rui Guerreiro?

Rui Guerreiro representou seleções jovens, Gil Vicente e Sp. Braga
O futebolista mais conceituado nascido em Cercal do Alentejo, uma pacata vila do município de Santiago do Cacém, no litoral alentejano.
 
Começou a jogar futebol no Sempre Fixes Cercalense, clube que deu origem ao atual Sociedade da Juventude Cercalense, fundado em 1991 e cuja equipa sénior já competiu nos distritais da AF Setúbal, mas que atualmente joga no INATEL de Beja.
 
Em 1990, quando tinha apenas 15 anos, Rui Guerreiro deu o salto para as camadas jovens do Sporting, tendo crescido ao lado de Beto, Dani, Nuno Valente ou Hugo Porfírio. Paralelamente, somou 20 internacionalizações pelas seleções jovens portuguesas, desde os sub-16 aos sub-18, tendo marcado presença no Campeonato da Europa de sub-18 em 1993.

quinta-feira, 30 de janeiro de 2025

Os 4 jogadores que marcaram 5 ou mais golos numa época pelo Benfica na Liga dos Campeões antes de Pavlidis

Benfica soma 19 presenças nas era Liga dos Campeões
Em 41 presenças na Taça/Liga dos Campeões Europeus, sete das quais com caminhadas até à final e duas coroadas com a conquista do título, o Benfica teve 12 jogadores que marcaram cinco ou mais golos na competição ao longo de uma década.
 
Sete desses futebolistas conseguiram-no ainda na era Taça dos Campeões Europeus. A saber: José Águas (11 em 1960-61 e seis em 1961-62), José Augusto (sete em 1960-61 e cinco em 1964-65), Eusébio (cinco em 1961-62, seis em 1962-63, nove em 1964-65, sete em 1965-66 e seis em 1967-68), José Torres (nove em 1964-65 e cinco em 1968-69), Nené (seis em 1975-76), Iuran (sete em 1991-92) e Isaías (cinco em 1991-92).
 
No entanto, desde que a competição foi remodelada e se tornou na mais elitista Liga dos Campeões (a partir de 1992-93), sem os campeões de países sem expressão futebolistíca, mas com mais representantes das principais ligas europeias, apenas quatro jogadores benfiquistas marcaram cinco ou mais golos numa época na Champions antes de Vangelis Pavlidis, que esta temporada já atingiu essa marca ao faturar diante de Mónaco, Barcelona (três) e Juventus.
 
Saiba aqui quem foram.

O sueco que brilhou em Guimarães e fez 40 jogos num ano no FC Porto. Quem se lembra de Söderström?

Söderström jogou no FC Porto após quatro anos e meio no Vitória SC
Médio esquerdino sueco que até nem era muito alto tendo em conta os padrões nórdicos (1,77 m), despontou no modesto Brage, de onde saltou diretamente para o Vitória de Guimarães em janeiro de 1997.
 
Viria a conquistar a titularidade no final da sua primeira meia época no Dom Afonso Heniques, com Jaime Pacheco no comando técnico, e mantê-la ao longo de quatro anos e meio, perfilando-se como um dos jogadores mais importantes da equipa que em 1997-98 obteve um brilhante terceiro lugar na I Liga.

quarta-feira, 29 de janeiro de 2025

O outro Vidigal campeão pelo Sporting. Quem se lembra de Jorge Vidigal?

Jorge Vidigal chegou ao Sporting após despontar n'O Elvas
Quando pensamos em Vidigal campeão pelo Sporting, o nosso cérebro remete-nos automaticamente para o médio defensivo Luís Vidigal, internacional português com parte significativa da carreira feita em Itália e que foi um dos esteios da equipa que Augusto Inácio guiou à conquista do título nacional em 1999-00.
 
Mas Luís, nascido em 1973, não foi o único Vidigal campeão de leão ao peito. Também o irmão Jorge, quase cinco anos mais novo, recebeu uma faixa de campeão, mas relativa ao título nacional de 2001-02. Este lateral direito que, ao contrário do mano já nasceu em Elvas, venceu na mesma época uma Taça de Portugal, igualando o número de troféus que Luís ganhou com a camisola verde e branca – venceu também a Supertaça Cândido de Oliveira relativa ao ano de 1995.

O médio do bigode que fez toda a carreira no FC Porto. Quem se lembra de Rodolfo Reis?

Rodolfo Reis atuou em 328 jogos de dragão ao peito
Um dos mais célebres capitães de sempre do FC Porto e ainda hoje um acérrimo defensor do clube nos espaços televisivos em que comenta, Rodolfo Reis fez toda a carreira de dragão ao peito, entre 1972 e 1984.
 
Estreou-se a 12 de março de 1972, aos 18 anos, numa vitória sobre a Académica (1-0) em jogo da I Divisão, e disputou o último encontro de azul e branco uma dúzia de anos depois, aos 30, ao fim de 328 partidas e nove golos em todas as competições. Pelo meio ajudou a quebrar um jejum de 19 anos sem o título nacional, contribuindo para o bicampeonato de 1977-78 e 1978-79. Venceu ainda duas Taças de Portugal (1976-77 e 1983-84) e outras tantas Supertaças (1981 e 1983), perfilando-se como um jogador importantíssimo para vários treinadores, sobretudo José Maria Pedroto.

terça-feira, 28 de janeiro de 2025

Recorde todos os confrontos entre Sporting e Bolonha

Sporting e Bolonha defrontaram-se na Taça UEFA em 1991 e 1998
O Bolonha apenas tinha defrontado equipas portuguesas em dois duplos confrontos até ao início desta época, e ambos foram diante do Sporting para a Taça UEFA durante a década de 1990, com um desfecho favorável para cada lado.
 
Pela primeira vez na história, o conjunto italiano e os leões vão defrontar-se na Liga dos Campeões, num duelo agendado para as 20:00 desta quarta-feira no Estádio José Alvalade e que será absolutamente decisivo para a continuidade dos verde e brancos na competição.
 
Recordemos, então, os dois duplos confrontos anteriores.

Os quatro argentinos que treinaram o FC Porto antes de Anselmi. Nenhum venceu troféus oficiais

Vaschetto, Scopelli, Reboedo e Taioli orientar o FC Porto
Aposta surpreendente por parte da administração portista liderada por André Villas-Boas, Martín Anselmi tornou-se no quinto treinador argentino a orientar o FC Porto, o primeiro desde 1962, o primeiro estrangeiro a passar pelo comando técnico dos azuis e brancos desde Julen Lopetegui em 2015-16 e também o primeiro técnico argentino a comandar uma equipa da I Liga portuguesa desde que Vicente Cantatore dirigiu o Sporting em dois jogos em 1997-98.

Recorde aqui os quatro argentinos que treinaram o FC Porto antes de Anselmi, sendo que nenhum venceu troféus oficiais.

Recorde a última vez em que o Vitória de Guimarães esteve sete jogos sem ganhar na I Liga

Vimaranenses estiveram 12 jogos sem ganhar na I Liga em 2016
Não está fácil para o Vitória de Guimarães o pós-Rui Borges. Os vimaranenses, que arrancaram muito bem a época com uma série de triunfos na Liga Conferência e uma posição que parecia consolidada no primeiro terço da tabela classificativa da I Liga, estão agora a atravessar uma crise de resultados.
 
Além de não vencerem há oito jogos em todas as competições, o que ditou a eliminação na Taça de Portugal às mãos do O Elvas (Campeonato de Portugal), os minhotos não triunfam no campeonato há sete encontros, tendo perdido nas visitas a Benfica (1-0) e Estoril (1-0) e empatado diante de Rio Ave (2-2, fora), Nacional (2-2, casa), Farense (2-2, fora), Sporting (4-4, casa) e Arouca (2-2, casa).
 
Após a 12.ª jornada o Vitória ocupava o sexto lugar, a apenas três pontos do quarto classificado, e agora está na sétima posição, a onze pontos do quarto classificado.
 
Uma série de sete jogos sem vencer para o campeonato é algo que não se vê para os lados de Guimarães desde o primeiro semestre de 2016, quando os vitorianos então comandados por Sérgio Conceição estiveram 12 partidas sem triunfar e caíram do quinto para o 11.º lugar.

segunda-feira, 27 de janeiro de 2025

Recorde a última vez em que o FC Porto esteve cinco jogos sem ganhar

Há mais de oito anos que FC Porto não estava cinco jogos sem ganhar
Com o empate na receção ao Santa Clara (1-1), o FC Porto aumentou este domingo para cinco os jogos sem vencer em todas as competições, depois das quatro derrotas consecutivas que sofreu às mãos de Sporting (Taça da Liga), Nacional e Gil Vicente (ambos para o campeonato) e Olympiacos (Liga Europa).
 
É a pior série dos azuis e brancos em mais de oito anos, igualando assim a sequência de cinco jogos sem triunfar da equipa de 2016-17, orientada por Nuno Espírito Santo. Na altura, porém, os portistas somaram cinco empates consecutivos, um mal menor quando comparado com a série atual.
 
Entre 6 e 29 de novembro de 2016, quando os dragões haviam obtido a anterior série de cinco encontros sem ganhar, o mundo era um lugar diferente em várias dimensões. Noutras não. A meio dessa sequência, Donald Trump chocou o mundo ao ganhar pela primeira vez as eleições dos Estados Unidos, a 8 de novembro. Marcelo Rebelo de Sousa já era o Presidente da República, mas António Costa ainda era o primeiro-ministro, com o apoio da geringonça, e Fernando Medina era o autarca de Lisboa. Isabel II ainda era rainha de Inglaterra, país que tinha como campeão nacional de futebol o Leicester. No futebol, Cristiano Ronaldo e Lionel Messi ainda estavam no Real Madrid e no Barcelona, enquanto Rui Vitória e Jorge Jesus eram os treinadores de Benfica e Sporting. E Portugal havia conquistado o título europeu há poucos meses. Parece que já foi há uma eternidade, não é?

Galeno não está só. Saiba quem também falhou dois penáltis num jogo da I Liga nos últimos 20 anos

Três jogadores falharam três penáltis num jogo da I Liga desde 2002-03
Wanderson Galeno protagonizou este domingo um acontecimento raro, mas não inédito, ao desperdiçar duas grandes penalidades diante do Santa Clara.
 
Primeiro ao acertar no poste (71 minutos), depois ao ver o seu pontapé ser defendido pelo guarda-redes Gabriel Batista (90+6'), o flanqueador brasileiro do FC Porto não só se tornou no segundo futebolista portista a falhar dois penáltis num jogo da I Divisão, imitando Vianinha diante do Académico do Porto em 1937-38, como se juntou a um pequeno grupo de jogadores que também falharam um par de castigos máximos numa só partida do primeiro escalão do futebol português nos últimos 20 anos. Saiba quais aqui.

sexta-feira, 24 de janeiro de 2025

O brasileiro que esteve no Mundial 1990 e um ano depois foi para o Tirsense. Quem se lembra de Acácio?

Acácio defendeu as balizas de Beira-Mar e Tirsense em Portugal
Guarda-redes que despontou em modestos clubes do Brasil como o Americano Futebol Clube e Serrano Foot Ball Club, foi praticamente sempre o dono da baliza do Vasco da Gama durante os dez anos que passou no emblema carioca, entre 1982 e 1991.
 
Ao longo desse período no clube do Rio de Janeiro venceu títulos como um Brasileirão (1989) e três campeonatos cariocas (1982, 1987 e 1988), esteve 879 minutos sem sofrer golos em 1988 e passou a fazer parte das contas da seleção brasileira, pela qual somou seis internacionalizações entre 1986 e 1990. Conquistou a Copa América 1989 apesar de não ter jogado, esteve presente também na edição de 1983 e foi igualmente convocado para o Mundial de Itália, em 1990.
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