quinta-feira, 13 de abril de 2023

Olímpico de Turim, Delle Alpi e o novo estádio. Recorde os 10 jogos de equipas portuguesas em casa da Juventus

Novo Juventus Stadium já recebeu visitas de Benfica, FC Porto e Sporting
Desde que há competições europeias que a Juventus já jogou em casa em três estádios: Olímpico de Turim (anteriormente denominado Estádio Benito Mussolini e Estádio Comunale Vittorio Pozzo, 1933-1990 e 2006-2011), Delle Alpi (1990-2006) e Juventus Stadium (desde 2011). Em qualquer um a vecchia signora mostrou-se sempre poderosa, embora também tenha vivido alguns dissabores nas receções às equipas portuguesas.
 
O Olímpico de Turim, propriedade do município, mas atual casa do Torino, era o mais pequeno (lotação inferior a 30 mil lugares), recebeu duas visitas de equipas portuguesas. O Delle Alpi era o maior (69 mil lugares) durou apenas 16 anos, porque se chegou a conclusão que a pista de atletismo arruinava o ambiente criado pelos adeptos, mas foi visitado por três conjuntos lusos. Mais moderno, o Juventus Stadium (41 507 lugares) já foi visitado seis vezes por equipas portuguesas no espaço de pouco mais de uma década – cinco em duelos frente aos bianconeri e a final da Liga Europa de 2013-14 entre Benfica e Sevilha.
 
Nos dez encontros em que a Juventus defrontou em casa conjuntos lusitanos, a turma de Turim averbou sete vitórias, um empate e duas derrotas, ainda que um dos triunfos e a igualdade tenham significado a eliminação bianconera de uma competição.
 
Vale por isso a pena recordar as oito visitas de equipas portuguesas ao terreno da Juventus para defrontar a vecchia signora.
 
 
9 de novembro de 1966 – 1.ª mão da 2.ª eliminatória da Taça das Cidades com Feiras
A primeira equipa portuguesa a defrontar a Juventus nas competições europeias foi o Vitória de Setúbal, que na primeira mão da 2.ª eliminatória da Taça das Cidades com Feiras 1966-67 se deslocou ao Estádio Olímpico de Turim.
Os sadinos de Fernando Vaz até começaram melhor, com um golo de Carlos Manuel logo aos 10 minutos. A vantagem durou mais de uma hora, mas a Juventus, orientada pelo paraguaio Heriberto Herrera e com os futuros campeões europeus de seleções (de 1968) Giancarlo Bercellino, Ernesto Castano e Sandro Salvadore no onze, deu a volta ao resultado nos últimos 20 minutos, graças aos golos de Castano (72’), Erminio Favalli (75’) e Luis del Sol (88’).
Na segunda mão, disputada no Estádio da Luz porque o Estádio do Bonfim ainda não dispunha de iluminação artificial, a vecchia signora voltou a vencer, mas por 2-0, com golos de Adolfo Gori (10 minutos) e Virginio De Paoli (51’).


 
15 de maio de 1968 – 2.ª mão das meias-finais da Taça dos Campeões Europeus
Na época a seguir a defrontar o Vitória de Setúbal na Taça das Cidades com Feiras, a Juventus participou na Taça dos Campeões Europeus, em virtude de se ter sagrado campeã de Itália, e chegou às meias-finais, onde encontrou o Benfica.
Depois de uma derrota por 0-2 – golos de José Torres e Eusébio – no Estádio da Luz, os bianconeri ainda orientados por Heriberto Herrera voltaram a perder diante das águias de Otto Glória no Olímpico de Turim. Eusébio marcou o golo solitário da partida, aos 68 minutos, carimbando a passagem dos encarnados para a final da prova.
“Novamente finalista. A Juventus voltou a ser vencida (1-0) e o Benfica estará em Wembley. Um tiro de Eusébio confirmou a classificação do Benfica e encheu de pasmo milhões de europeus. À fúria e força dos italianos opôs-se a classe e a tranquilidade do Benfica”, podia ler-se na primeira página do Diário de Notícias.


 
17 de março de 1993 – 2.ª mão dos quartos de final da Taça UEFA
25 anos depois, a Juventus e Benfica voltaram a defrontar-se nas competições europeias, sendo que ambas as equipas se apresentavam com equipas recheadas de jogadores de qualidade: a vecchia signora de Giovanni Trapattoni com Jurgen Kohler, Gianluca Vialli e Roberto Baggio, os encarnados de Toni com Mozer, João Vieira Pinto, Rui Costa e Paulo Sousa.
Na primeira mão, no Estádio da Luz, as águias venceram por 2-1, com um bis de Vítor Paneira a fazer face ao golo solitário de Vialli na conversão de uma grande penalidade.
No segundo jogo, no recém-inaugurado Delle Alpi, os bianconeri deram a volta à eliminatória, tendo vencido por 3-0. Jurgen Kohler (dois minutos), Dino Baggio (43’) e Fabrizio Ravanelli (67’) marcaram os golos da turma de Turim, que veio mesmo a conquistar a Taça UEFA.
No lance do golo inaugural, Dino Baggio atingiu Silvino com o cotovelo, partindo o nariz ao guarda-redes português, que teve de ser rendido imediatamente por Neno. Contudo, o árbitro dinamarquês Peter Mikkelsen ignorou a infração e validou o 1-0. “O Möller marcou o canto, eu saí para socar e o italiano saltou para não me deixar ver a bola. Partiu-me o nariz com o cotovelo. Tive de sair logo. No final, o árbitro foi pedir desculpas a mim e ao senhor Gaspar Ramos”, contou Silvino ao Sport Europa e Benfica, livro do Maisfutebol. “O Dino Baggio entrou com o cotovelo e estuporou-lhe o rosto todo. O Silvino jorrava sangue do nariz e da boca, não sabíamos se ele estava bem ou não. Ficámos muito abalados”, frisou Mozer, na mesma obra.
“Lembro-me que o Giovanni Trapattoni estava numa posição muito má, sob pressão enorme. Aquele lance aos dois minutos não atirou só o nosso amigo Silvino para fora do jogo. A Juventus tinha uma grande necessidade de ganhar e marcou-nos um golo logo a abrir”, recordou Jesualdo Ferreira, então adjunto de Toni, ao Maisfutebol.
 
 
 
2 de novembro de 1994 – 2.ª mão da 2.ª eliminatória da Taça UEFA
Depois de Benfica e Vitória de Setúbal, foi a vez do Marítimo de Paulo Autuori medir forças com a poderosa Juventus, nesta altura orientada por Marcello Lippi, nas competições europeias.  
Na primeira-mão, no caldeirão dos Barreiros, a vecchia signora de Paulo Sousa, Del Piero e Roberto Baggio, entre outros, venceu por 1-0, graças a um golo de Ravanelli já no derradeiro quarto de hora (78’).
No encontro do Delle Alpi, os madeirenses voltaram a perder pela margem mínima. Depois de Ravanelli ter bisado (34 e 52 minutos), Paulo Alves reduziu para os verde-rubros já na reta final da partida (79’).
“Peruzzi e Ravanelli acabaram com as esperanças que se desenharam no coração dos portugueses face à exibição dos madeirenses em Turim. Se bem que tenha sido Ravanelli a assinar os golos da Juventus – quer em Turim quer no Funchal – a verdade é que foi o guarda-redes transalpino quem impediu que a formação portuguesa não provocasse mais um escândalo dos muitos que fizeram a história desta eliminatória da Taça UEFA”, podia ler-se no Diário de Notícias.
 
 
 
23 de outubro de 2001 – 5.ª jornada da 1.ª fase de grupos da Liga dos Campeões
Em 2001-02, Juventus e FC Porto ficaram integrados no mesmo grupo da primeira fase de grupos da Champions. À entrada para a penúltima jornada, as duas equipas estavam nos dois primeiros lugares, mas com os escoceses do Celtic e os noruegueses do Rosenborg à espreita.
Ao contrário do que havia acontecido duas semanas antes nas Antas, onde se registou um empate a zero, no Delle Alpi houve golos: três para a vecchia signora de comandada por Marcelo Lippi e com craques como Gianluigi Buffon, Lilian Thuram, Gianluca Zambrotta, Edgar Davids, Pavel Nedved, Alessandro Del Piero e David Trezeguet; um para o FC Porto orientado por Octávio Machado, que tinha em Jorge Andrade, Costinha, Deco e Capucho algumas das referências.
Os dragões até marcaram primeiro, por Clayton, na execução de um livre direto, logo aos 13 minutos. Porém, Del Piero empatou, também de livre direto, pouco depois da meia hora de jogo (32’), tendo Paolo Montero (47’) e Trezeguet (73’) apontado os golos da reviravolta bianconera.
“Começou muito bem e acabou muito mal este FC Porto do Delle Alpi. Esteve a ganhar com um golo madrugador de Clayton, acabou por perder claramente, com uma equipa completamente entregue e sem já saber muito bem o que fazia e, para terminar, um cartão amarelo estúpido a Hélder Postiga tira-o do jogo decisivo com o Rosenborg – e os noruegueses, com a vitória de ontem, ainda vão às Antas com uma esperança. Não era nada fácil a tarefa do FC Porto. A Juventus jogava a primeira final da época – e venceu-a, com a qualificação para a segunda fase – e por isso apostava tudo. Mas vinha de maus jogos, tinha um Del Piero com um dedo empanado, e ainda teve de se confrontar com o golo do FC Porto. Só que a equipa de Octávio fez a pior exibição na Liga dos Campeões e, mesmo durante os 20 minutos que esteve a ganhar, nunca deu ideia de grande poder. Pelo contrário, se a função atribuída a cada jogador era relativamente bem desempenhada, depois falhava o resto – ter a lucidez de colocar a bola onde devia e não de qualquer maneira, ter a calma para fazer a gestão dela. O FC Porto dos primeiros minutos ainda logrou criar dificuldades à Juventus nalgumas iniciativas individuais bem conseguidas, mas nunca foi capaz de ser um coletivo”, escreveu o Record no dia seguinte.
 
 
 
1 de maio de 2014 – 2.ª mão das meias-finais da Liga Europa
Mais de duas décadas depois, mais um duelo entre Juventus e Benfica. A bicampeã italiana, comandada por Antonio Conte, partia como favorita para chegar à final, tendo na equipa jogadores como Gianluigi Buffon, Leonardo Bonucci, Giorgio Chiellini, Paul Pogba, Andrea Pirlo, Arturo Vidal e Carlos Tévez. Além disso, tinha a motivação de poder jogar a final no seu novo estádio.
No entanto, na primeira mão perdeu no Estádio da Luz perante um dos melhores Benfica das últimas décadas, com Jorge Jesus ao leme de uma equipa que tinha Jan Oblak, Luisão, Ezequiel Garay, Enzo Pérez, Nico Gaitán, Lima, Rodrigo e Lazar Markovic. Em Lisboa, Garay e Lima marcaram no triunfo por 2-1 sobre os encarnados, enquanto Tévez, pelo meio, marcou para os bianconeri.
Uma semana depois, em Turim, as águias seguraram o empate a zero que ditou o apuramento para a final, apesar das expulsões de Enzo Pérez aos 67 minutos e de Markovic aos 89’. “E agora algo completamente diferente: conseguir o apuramento para a final da Liga Europa com nove jogadores em campo! Depois de chegar à final da Taça de Portugal com dez e de ter repetido o número para marcar presença no jogo decisivo da Taça da Liga, o Benfica atingiu ontem o zénite em Turim, ao conservar o resultado que desde o início lhe permitiria continuar a construir a sua época de sonho – tentar ganhar todas as competições para a qual estava qualificado”, podia ler-se no jornal Record no dia seguinte.
O Benfica haveria de voltar àquele estádio 13 dias depois, para a final diante do Sevilha, mas foi derrotado no desempate por grandes penalidades (4-2) após um nulo nos 120 minutos de jogo.
 
 
 
14 de março de 2017 – 2.ª mão dos oitavos de final da Liga dos Campeões
Novamente adversários meia década depois, a Juventus de Massimiliano Allegri era favorita a seguir em frente quando defrontou o FC Porto de Nuno Espírito Santo, com futebolistas como Iker Casillas, Felipe, Rúben Neves, Danilo Pereira, Héctor Herrera, André Silva e Yacine Brahimi, e começou por confirmar esse favoritismo na primeira mão, no Dragão. A jogar com mais um desde os 27 minutos, devido à expulsão de Alex Telles, a vecchia signora de Buffon, Chiellini, Khedira, Pjanic, Higuaín, Mandzukic, Dybala e Dani Alves venceu por 2-0 na Invicta, com golos de Pjaca (72 minutos) e Dani Alves (74’) já na reta final da partida.
Na segunda mão, no Juventus Stadium, os bianconeri voltaram a beneficiar de uma expulsão de um jogador do FC Porto ainda na primeira parte, no caso Maxi Pereira aos 40 minutos. Além do cartão vermelho direto, o lateral uruguaio usou a mão para travar uma jogada de ataque dos italianos na área portista, o que levou também ao assinalar de uma grande penalidade que Paulo Dybala converteu em golo (42’).
“63 minutos no Porto, 49 minutos em Turim, para além dos descontos. Em 112 dos 180 minutos destes oitavos de final da Liga dos Campeões, o FC Porto esteve em desvantagem numérica frente à poderosa Juventus. A diferença de nível, já de si evidente, ficou vincada a vermelho (1-0). Na primeira mão, Alex Telles foi punido com duas cartolinas amarelas. Miguel Layún assumiu a posição. Em Itália, Maxi Pereira cometeu uma grande penalidade em cima do intervalo e viu o cartão vermelho direto. Danos laterais no FC Porto”, escreveu o Maisfutebol.
 
 
 
18 de outubro de 2017 – 3.ª jornada da fase de grupos da Liga dos Campeões
Não foi propriamente favorável o sorteio para o Sporting de Jorge Jesus, Jérémy Mathieu, Fábio Coentrão, William Carvalho, Bruno Fernandes, Marcos Acuña e Bas Dost na fase de grupos da Liga dos Campeões. Além da vice-campeã europeia Juventus, o Barcelona de Lionel Messi e o crónico campeão grego Olympiacos.
Nas duas primeiras jornadas, leões e a bianconeri haviam batido os helénicos e saído derrotados pelos catalães, pelo que chegaram pontualmente empatados ao primeiro duelo entre ambos, em Turim.
Os verde e brancos até começaram melhor, abrindo o ativo logo aos 12 minutos, graças a um autogolo do antigo lateral portista Alex Sandro, mas Pjanic empatou o encontro à passagem da meia hora (29’) e Mario Mandzukic (84’) marcou o golo da vitória da vecchia signora.
“O Sporting não sobreviveu ao pior jogo que fez em toda esta caminhada na Liga dos Campeões. Esteve quase, é verdade, mas claudicou mesmo pertinho do fim. O nome de Jonathan Silva tem nesta altura de ser sublinhado a negrito. O argentino começou o jogo no banco, entrou aos 77 minutos quando Fábio Coentrão se estatelou contra um painel de publicidade e sete minutos depois abordou muito mal um cruzamento do flanco oposto, permitiu que Mandzukic lhe ganhasse a frente vindo de trás e cabeceasse para o segundo golo da Juventus. Foi o fim do Sporting”, escreveu o Maisfutebol.
 
 
 
9 de março de 2021 – 2.ª mão dos oitavos de final da Liga dos Campeões
Uma vitória com sabor amargo para a Juventus. Mas vamos por partes.
Numa altura em que ainda não era permitida a presença de público nos estádios, em virtude das restrições relacionadas com a pandemia de covid-19, o FC Porto bateu a vecchia signora por 2-1 num Dragão despido de público na primeira mão. Taremi (1 minuto) e Marega (49’) marcaram para os portistas de Sérgio Conceição, que tinha à disposição Pepe, Corona e um grande Sérgio Oliveira, entre outros – Chiesa reduziu para os transalpinos (82’) de Andrea Pirlo, que contava com jogadores como Chiellini, Matthijs de Ligt, Adrien Rabiot, Bonucci, Dybala, Morata e… Cristiano Ronaldo.
No jogo de Turim, também à porta fechada, o FC Porto resistiu ao maior poderio da Juventus, mesmo quando ficou reduzido a dez devido à expulsão de Taremi aos 54 minutos, e nunca esteve em desvantagem na eliminatória. Sérgio Oliveira inaugurou o marcador na conversão de uma grande penalidade (19’), mas Chiesa bisou (49’ e 63’) e empatou a eliminatória, levando o encontro para prolongamento. A cinco minutos do fim, Sérgio Oliveira fez o 2-2 e obrigou os bianconeri a marcar por mais duas vezes (devido à regra dos golos fora), mas o melhor que o conjunto italiano conseguiu foi chegar ao terceiro golo, por intermédio de Rabiot (117’).
“Histórico! Segue-se uma pausa para respirar fundo. Épico! Outra vez, controle a respiração. Precisamente 17 anos depois da passagem histórica em Old Trafford, o FC Porto encheu-se de coragem e fé para escrever mais uma epopeia na Liga dos Campeões ao eliminar a Juventus, no prolongamento. Este que vos escreve admite ser difícil contar o que se passou em Turim. O jogo apaixonou os mais descrentes, despertou-lhes a chama já apagada. Ao mesmo tempo, fez palpitar os corações – uma e outra vez - dos que nunca deixaram a chama morrer. O FC Porto foi do tamanho da sua história”, resumiu o Maisfutebol.
 
 
 
14 de setembro de 2022 – 2.ª jornada da fase de grupos da Liga dos Campeões
54 anos depois, o Benfica reforçou o estatuto de única equipa portuguesa a vencer a Juventus em Turim.
Depois de na época anterior ter afastado o Barcelona na fase de grupos, na altura sob a orientação de Jorge Jesus, o emblema encarnado ficou à frente da Juventus (e do PSG, também apurado para os oitavos de final). Depois de uma jornada inaugural em que as águias bateram o Maccabi Haifa na Luz (3-0) e os bianconeri perderam em Paris (1-2), a formação orientada por Roger Schmidt arrancar uma surpreendente vitória.
A Juventus de Massimiliano Allegri, já sem Cristiano Ronaldo, mas ainda com Bonucci, Juan Cuadrado, Dusan Vlahovic e um Ángel Di María a meio gás, até começou melhor, abrindo o ativo logo aos quatro minutos, por intermédio do avançado polaco Arkadiusz Milik. Contudo, João Mário empatou pouco antes do intervalo, na conversão de uma grande penalidade (43’), e David Neres marcou o golo da vitória no início da segunda parte (55’).
“Histórico! 54 anos depois de um golo de Eusébio ter dado a vitória em Turim, o Benfica repetiu o feito e bateu a Juventus, em Itália, por 2-1, numa partida da Liga dos Campeões. Segue-se uma pausa para respirar fundo. Os encarnados foram uma equipa de mão cheia. Não abandonaram o plano ao primeiro rude golpe, mostraram personalidade, coragem e uma capacidade tremenda para jogar bem. Por outro lado, a Juventus, que começou bem a partida, é uma sombra da equipa que outrora foi – nem pode ser equacionada para vencer a competição”, escreveu o Maisfutebol.
 





 
 




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