quarta-feira, 11 de agosto de 2021

Gold Cup depois da Liga das Nações. A grande retoma dos Estados Unidos

Seleção B norte-americana conquistou Gold Cup
Nos últimos dois meses, a seleção dos Estados Unidos conquistou o par de troféus mais importante da sua conferência, superando em ambas as ocasiões os eternos rivais mexicanos após prolongamento. Se vencer a Liga das Nações com a equipa mais jovem de sempre a disputar uma final já tinha sido suficientemente notável, os norte-americanos conseguiram exceder-se, ao arrecadar a Gold Cup com recurso a um plantel secundário. Está em marcha um novo período auspicioso da história futebolística dos Estados Unidos, em que se olha com propriedade para lá dos limites da conferência, e se coloca em causa o estabelecido domínio regional mexicano. 
 
É verdade que a equipa comandada por Gregg Berhalter acaba de se sagrar campeã da Gold Cup com cinco vitórias pela margem mínima em seis encontros disputados, e esse registo não é particularmente impressionante. No entanto, apresentar em campo um plantel maioritariamente jovem, com pouca ou nenhuma experiência internacional, sem tempo para um desejável entrosamento, constitui uma atenuante considerável. Além de ser uma espécie de seleção B dos Estados Unidos, esta foi a segunda equipa mais jovem de sempre em finais, superada apenas pela final da Liga das Nações, aspeto que vem colocar esta proeza num patamar de relevância superior. 

terça-feira, 10 de agosto de 2021

Os 10 jogadores com mais jogos pelo Estrela de Vendas Novas na II Divisão B

Equipa do Estrela que alcançou a permanência na II B em 2003-04
Fundado a 10 de agosto de 1920, o Estrela Futebol Clube de Vendas Novas tem-se assumido desde o final da década de 1940 como um dos principais clubes do distrito de Évora e um participante assíduo das provas nacionais.
 
Depois de duas presenças na II Divisão Nacional em 1949-50 e 1952-53, o emblema vendas-novense foi alternando constantemente entre a III Divisão Nacional e a I Distrital da AF Évora até meados dos anos 1990, quando subiu pela primeira vez à II Divisão B em 1997.
 
Após uma primeira presença em 1997-98, o clube alentejano voltou a participar no campeonato da II B em 2003-04, 2004-05, 2006-07 e 2011-12. Na primeira de duas temporadas em que alcançou a permanência em campo nesse patamar competitivo, o treinador José Rocha tinha como adjunto um tal… Bruno Lage.
 
Vale por isso a pena recordar os dez jogadores com mais jogos pelo Estrela de Vendas Novas na II Divisão B.

domingo, 8 de agosto de 2021

Os 10 jogadores com mais jogos pelo Oriental na II Divisão B

Dez jogadores que ficaram na história do Oriental
Fundado a 8 de agosto de 1946, o Clube Oriental de Lisboa nasceu da fusão de três clubes da zona oriental da capital, o Chelas Futebol Clube, Marvilense Futebol Clube e Grupo Desportivo "Os Fósforos", com o objetivo de formar um novo e mais pujante emblema lisboeta.
 
 Desportivamente os guerreiros de Marvila viveram o período áureo da sua história na década de 1950, quando somou cinco das sete presenças que tem na I Divisão (1950-51 e 1951-52, 1953-54, 1956-57 e 1957-58). Logo na estreia, em 1950-51, os lisboetas obtiveram a melhor classificação da sua história, o quinto lugar, tendo terminado o campeonato apenas atrás de Sporting, FC Porto, Benfica e Atlético.
 
Após uma travessia de década e meia na II Divisão, o popular C.O.L. voltou à elite do futebol português na década de 1970, participando nos campeonatos de 1973-74 e 1974-75.
 
Desde então que os orientalistas têm estado afastado dos grandes palcos, embora tenham competido na II Liga entre 2014 e 2016.
 
Em termos de II Divisão B, a formação lisboeta contabilizou 18 presenças em 23 possíveis entre 1990-91 e 2012-13, tendo na derradeira edição obtido o 2.º lugar a nível nacional e a consequente subida à II Liga.
 
Vale por isso a pena recordar os dez jogadores com mais jogos pelo Oriental na II Divisão B.

sábado, 7 de agosto de 2021

Os 10 jogadores com mais jogos pelo Real SC no Campeonato de Portugal

Dez jogadores que ficaram na história do Real SC
Fundado a 7 de agosto de 1995, o Real Sport Clube nasceu da fusão do Grupo Desportivo de Queluz com o Clube Desportivo e Recreativo de Massamá com o intuito de criar na cidade de Queluz um emblema eclético e mais representativo.
 
A escolha do nome está relacionada com o Palácio Real de Queluz, ex-libris da cidade, enquanto as cores do clube (azul claro, preto e amarelo) é uma junção dos clubes que lhe deram origem.
 
Apesar da fusão ter acontecido, o Real SC assume como data de fundação a do Grupo Desportivo de Queluz (25 de dezembro de 1951), porque era o clube que tinha a inscrição regularizada na Federação Portuguesa de Futebol e que tinha as instalações que viriam a ser utilizadas pela nova agremiação.

quinta-feira, 5 de agosto de 2021

Os 10 jogadores com mais jogos pelo Pinhalnovense no Campeonato de Portugal

Dez jogadores que ficaram na história do Pinhalnovense
Fundado a 5 de agosto de 1948, fruto da fusão entre o União Foot-Ball Clube e o Sociedade Recreativa, Literária e Instrução Musical Pinhalnovense, o primeiro fundado em 1910 e a segunda em 1938, o Clube Desportivo Pinhalnovense militou entre 1999-00 e 2021-22, sendo que desde 2013-14 a 2021-22 que competiu no Campeonato de Portugal.
 
Até então, era o União Foot-Ball Clube, impulsionado pelo apoio do proprietário agrícola Santos Jorge, que se dedicava ao desporto e ao futebol em particular, ainda que com um percurso irregular. A acumulação de dívida levou a que a que os seus dirigentes tivessem a ideia de se associar à Sociedade Recreativa, Literária e Instrução Musical Pinhalnovense, que gozava de saúde financeira e dispunha de uma boa sede, na Rua Gago Coutinho e Sacadura Cabral.

quarta-feira, 4 de agosto de 2021

A minha primeira memória de… uma Volta a Portugal

Etapa da Volta a Portugal entre Palmela e Odivelas
A minha ligação ao ciclismo é familiar. O meu tio-avô Abilardo Lopes foi um ciclista importante no pelotão nacional durante a década de 1960, tendo representado clubes como Salgueiros e Costa do Sol, pelo que essa era, a seguir ao futebol, a modalidade mais seguida em minha casa. Desde sempre que tenho memória de o meu pai, seu sobrinho e afilhado, não perder uma etapa da Volta a Portugal e da Volta a França, que na altura eram transmitidas pelos canais da RTP em canal aberto.
 
No entanto, se me perguntarem qual foi efetivamente a primeira edição da Volta a Portugal de que tenho memória, digo que é a de 2000, pois recordo-me de Vítor Gamito ter sido o grande vencedor e de ter visto o pelotão ao vivo a meio de uma das etapas, numa zona mais rural do distrito de Setúbal. Com recurso à Internet, tudo me leva a crer que terá sido a etapa 2, uma tirada de 191 quilómetros que ligou Palmela a Odivelas a 25 de julho.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...