Era relativamente baixo para
trinco (1,76 m), mas com qualidade técnica e tática para ano após ano, se
manter como titular indiscutível no
Marítimo,
dando nas vistas com o cabelo oxigenado sobre a pele negra. Depois ainda passou
por
Vitória
de Guimarães e
Leixões,
mas aí já não tinha o cabelo pintado.
Nascido a 9 de setembro de 1979 em
Mineiros, no estado brasileiro de
Goiás, começou a jogar futebol
profissionalmente no
Corinthians Alagoano no início de 2002. No verão do mesmo
ano assinou pelo
Marítimo
e, após ter começado os primeiros jogos no banco, foi progressivamente ganhando
a titularidade.
Ao longo de seis anos, disputou
157 jogos pelos
insulares,
dos quais 141 na condição de titular, e apontou quatro golos, tendo contribuído
para o apuramento para a
Taça
UEFA em 2004 e em 2008.
No verão de 2008, depois da época
menos conseguida a nível individual nos Barreiros, mudou-se para o
Vitória
de Guimarães, que na altura era orientado por um técnico que havia treinado
Wênio no
Marítimo,
Manuel
Cajuda, e ia participar na
terceira
pré-eliminatória de acesso à fase de grupos da Liga dos Campeões. No Dom Afonso
Henriques nunca foi um habitual titular, mas acabou a única temporada que lá
passou com 22 jogos em todas as provas.
Em agosto de 2009 rescindiu com
os
vimaranenses
e assinou pelo
Leixões,
mas depois de 13 encontros pelos
matosinhenses
na primeira metade da época mudou-se para os azeris do
Baku FK, interrompendo
um percurso de sete anos e meio no futebol português.
Depois voltou ao Brasil para
representar emblemas modestos como
Morrinhos,
CRB, Corinthians Alagoano,
Mineiros,
Chã Grande ou
Araguaína.
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