quarta-feira, 9 de setembro de 2026

Hoje faz anos o trinco do cabelo oxigenado com mais de 150 jogos pelo Marítimo. Quem se lembra de Wênio?

Wênio passou seis anos no Marítimo e um no Vitória SC
Era relativamente baixo para trinco (1,76 m), mas com qualidade técnica e tática para ano após ano, se manter como titular indiscutível no Marítimo, dando nas vistas com o cabelo oxigenado sobre a pele negra. Depois ainda passou por Vitória de Guimarães e Leixões, mas aí já não tinha o cabelo pintado.
 
Nascido a 9 de setembro de 1979 em Mineiros, no estado brasileiro de Goiás, começou a jogar futebol profissionalmente no Corinthians Alagoano no início de 2002. No verão do mesmo ano assinou pelo Marítimo e, após ter começado os primeiros jogos no banco, foi progressivamente ganhando a titularidade.
 
Ao longo de seis anos, disputou 157 jogos pelos insulares, dos quais 141 na condição de titular, e apontou quatro golos, tendo contribuído para o apuramento para a Taça UEFA em 2004 e em 2008.
 
  
 
No verão de 2008, depois da época menos conseguida a nível individual nos Barreiros, mudou-se para o Vitória de Guimarães, que na altura era orientado por um técnico que havia treinado Wênio no Marítimo, Manuel Cajuda, e ia participar na terceira pré-eliminatória de acesso à fase de grupos da Liga dos Campeões. No Dom Afonso Henriques nunca foi um habitual titular, mas acabou a única temporada que lá passou com 22 jogos em todas as provas.
 
Em agosto de 2009 rescindiu com os vimaranenses e assinou pelo Leixões, mas depois de 13 encontros pelos matosinhenses na primeira metade da época mudou-se para os azeris do Baku FK, interrompendo um percurso de sete anos e meio no futebol português.
 
Depois voltou ao Brasil para representar emblemas modestos como Morrinhos, CRB, Corinthians Alagoano, Mineiros, Chã Grande ou Araguaína.








 
  

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