Verdade seja dita que o contexto
ajudou, porque este médio de características defensivas, que atuou em três
jogos na caminhada
cafetera
até aos quartos de final do
Mundial
2014, estava sem jogar há cerca de meio ano e tinha acabado de rescindir os
franceses do
Toulouse. E também ajudou o facto de o treinador dos
azuis,
o espanhol
Júlio
Velásquez, conhecer bem o jogador. “O
Júlio
conhecia Aguilar dos tempos em que ele jogava em Espanha e até têm amigos em
comum, por isso o mérito é todo do nosso treinador, que fez um excelente
trabalho”, adiantou ao
Diário
de Notícias o presidente da SAD,
Rui Pedro Soares, revelando que as
negociações foram “bastante fáceis” e até… originais. “O empresário do jogador
estava em Londres e as negociações foram todas feitas através de mensagens de
WhatsApp. Nós dissemos o que podíamos oferecer e eles aceitaram de imediato”, contou
o dirigente, acrescentando que “foi determinante a influência do treinador e o
facto de o Abel Aguilar gostar muito de
Lisboa”.