quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

Hoje faz anos o versátil coreano do Manchester United de Ferguson. Quem se lembra de Park Ji-sung?

Park Ji-sung jogou no Manchester United entre 2005 e 2012
Um dos melhores futebolistas asiáticos de sempre, um jogador que fazia da disciplina tática, inteligência, resistência e versatilidade as suas grandes valências. Mostrou-se ao muito ao serviço da seleção da Coreia do Sul no Mundial 2002, confirmou qualidades no PSV e foi muito útil ao Manchester United de Alex Ferguson ao longo de sete anos.
 
Park Ji-sung nasceu a 25 de fevereiro de 1981, em Suwon, na Coreia do Sul, e jogava preferencialmente como médio, no centro ou nas alas.
 
Iniciou a carreira profissional no Japão, ao serviço do Kyoto Purple Sanga, clube ao serviço do qual rapidamente chamou a atenção pelo seu dinamismo e capacidade de trabalho. Um ano após o Campeonato do Mundo disputado no seu país e no Japão transferiu-se para o futebol europeu, começando pelo PSV Eindhoven, nos Países Baixos. Sob a orientação do treinador Guus Hiddink, que o havia orientado na seleção, tornou-se uma peça-chave da equipa que alcançou as meias-finais da Liga dos Campeões em 2004–05.
 
O auge da sua carreira, porém, deu-se no Manchester United, emblema para o qual se transferiu em 2005. Durante a sua passagem pelo clube inglês, foi companheiro de equipa de Cristiano Ronaldo e Nani conquistou vários títulos importantes, incluindo quatro edições da Premier League (2006-07, 2007-08, 2008-09 e 2010-11) e a Champions League em 2007-08. Descrito como um jogador de equipa exemplar, ganhou a confiança do treinador Alex Ferguson, sendo frequentemente utilizado em jogos de grande exigência tática, especialmente para neutralizar adversários perigosos.
 
Após deixar Old Trafford, em 2012, teve uma passagem pelo Queens Park Rangers e regressou ao PSV antes de anunciar a sua retirada em 2014.
 
A nível internacional, foi uma figura central da seleção da Coreia do Sul, tendo participado em três Campeonatos do Mundo. Destacou-se particularmente no de 2002, no qual ajudou a sua seleção a alcançar um histórico quarto lugar. Depois marcou presença nos Mundiais de 2006 e 2010 e tornou-se capitão da equipa nacional.
 
Após pendurar as botas, manteve-se ligado ao futebol, em funções administrativas e projetos de desenvolvimento do desporto. É frequentemente lembrado como um dos melhores futebolistas asiáticos de todos os tempos, tendo aberto portas para muitos jogadores do seu continente no futebol europeu. 











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