segunda-feira, 10 de outubro de 2011

WSW na Quinta do Conde (09-10-2011) - Análise e Reportagem



No último domingo (09 de Outubro) desloquei-me à localidade da Quinta do Conde, concelho de Sesimbra, para assistir a um espectáculo da World Stars of Wrestling (WSW).

Desta vez o espectáculo só começou com 20 minutos de atraso (estava previsto começar às 16:30) e como cheguei mais cedo decidi tirar umas fotografias a mais gravuras expostas nos camiões de apoio ao espectáculo. Vejam só as imagens que podem ter levado as pessoas a interessar-se pelo evento…....

domingo, 9 de outubro de 2011

WSW na Quinta do Conde (08-10-2011) - Análise e Reportagem



No último sábado (08 de Outubro) desloquei-me à localidade da Quinta do Conde, concelho de Sesimbra, para assistir a um espectáculo da World Stars of Wrestling (WSW).

O evento estava programado começar às 21:00 mas só começou perto das 22:00, o que me deu tempo suficiente para ver e fotografar as imagens gravadas no edifício da bilheteira e nos carros de apoio ao evento.......

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Qualificação EURO 2012 | Portugal 5-3 Islândia



Portugal venceu esta noite a Islândia por 5-3 no Estádio do Dragão, no Porto, e deu um passo de gigante para confirmar a sua presença no EURO 2012.


Eis a constituição das equipas:

Portugal



Portugal, como se sabe, teve de preparar este jogo com algumas baixas, sobretudo na defesa onde Pepe, Fábio Coentrão e Sílvio se encontram lesionados, Ricardo Carvalho está suspenso dos jogos da selecção e Bosingwa continua (inexplicavelmente) a não ser chamado.
Para os seus lugares, e completando o quarteto defensivo como João Pereira, entram Bruno Alves, Rolando e Eliseu.
De resto, mantém-se o onze que tem jogado a titular nos últimos jogos oficiais, ainda que alguns suplentes importantes como Danny e Hugo Almeida fossem também baixas devido a lesão.


Islândia



A selecção da Islândia, da qual conheço muito pouco, já se sabia que não podia contar com Gudjohnsen, o seu jogador mais popular, ex-atleta de Chelsea e Barcelona, entre outros.
Para além dele, também jogadores importantes como Helguson (Queen Park Rangers) e Sightórsson (Ajax) estarão ausentes desta partida devido a lesão.


Portugal não entrou tão forte como se esperava, talvez com demasiada confiança, com a ideia de que mais cedo ou mais tarde haveria de marcar e abrir caminho para a vitória, e até foram os islandeses os primeiros a criar perigo, na sequência de um lançamento lateral Solvi Jonsson cabeceou para uma defesa fantástica de Rui Patrício.

A equipa das quinas aprendeu com o erro e foi subindo no terreno, e mesmo sem a justificar, chegou à vantagem. Canto de Moutinho na esquerda batido de uma forma curta para Eliseu que colocou a bola na cabeça de Nani, que desta forma fez golo aos 13’.

O mais difícil já estava feito, e a partir daí Portugal tornou-se completamente dominador e controlador das operações do jogo, assim como assumiu uma postura mais pressionante e intensa, e foi até mesmo devido a essa maior pressão que chegou pouco depois ao 2-0, após um mau atraso de Solvi Jonsson para o seu guarda-redes, Nani interceptou a bola e praticamente na marca de grande penalidade atirou para a baliza com relativa facilidade. Estavam decorridos 21 minutos.

Depois do segundo golo, um senhor chamado Cristiano Ronaldo (que estava muito apagado) decidiu aparecer no jogo e não ficar atrás do seu antigo colega dos tempos do Manchester United e tentou por algumas vezes o golo. Os jogadores do meio-campo, sobretudo Carlos Martins, foram também aparecendo mais no jogo, numa altura em que a Islândia parecia já estar conformada com a derrota.

Mas apesar da insistência do astro do Real Madrid e do maior protagonismo dos centro-campistas, foi Hélder Postiga a conseguir marcar, após um cruzamento de Bruno Alves na direita na sequência de um pontapé de canto, o avançado do Saragoça consegue desviar a bola que caprichosamente acabou por entrar na baliza islandesa.

Pelo meio, um grande susto para os portugueses, não por um remate perigoso da Islândia, mas sim devido a um choque entre o joelho de Rui Patrício e a cabeça de Rolando, fazendo este segundo ficar combalido, e penso que perder os sentidos. No entanto, o central do FC Porto regressou à partida com normalidade.


Na segunda parte, o objectivo era gerir o esforço e a vantagem, tendo em vista o compromisso de terça-feira na Dinamarca.

Portugal até entrou bem no recomeço, com um remate poderoso de Ronaldo após uma diagonal a embater na trave.

No entanto, minutos depois, foi a Islândia quem marcou, através de Jonasson que à boca da baliza desviou um cabeceamento de Solvi Jonsson.

Se o golo dos nórdicos foi encarado com alguma naturalidade porque de certa forma era justo e porque o ritmo do jogo estava pouco intenso, e ainda eram dois golos de vantagem e Portugal continuava a criar situações de perigo, aos 67’ surge os islandeses fizeram o segundo, novamente após assistência de Solvi Jonsson para Jonasson que de forma habilidosa fez o 3-2. Fiquei com algumas dúvidas se não houve pé em riste sobre Moutinho, mas aceita-se a decisão do árbitro.

Apesar da vantagem curtíssima, a equipa das quinas não tremeu e não apanhou grandes sustos, e marcou até mais dois golos com alguma naturalidade, primeiro por João Moutinho, num remate à entrada da área após uma assistência de Eliseu pela esquerda.
A falar no lateral do Málaga, foi ele que marcou o 5-2! Após recuperar a bola no seu flanco rematou em jeito de pé direito e fez um golo de belo efeito, estavam decorridos 87 minutos.

A vitória já estava garantida, no entanto, os islandeses ainda marcaram mais um, na marcação de uma grande penalidade, por Gylfi Sigurdsson, aos 90+3’.

Esta vitória coloca a selecção portuguesa com um pé na fase final do EURO 2012, ficando à distância apenas de um empate na Dinamarca, ou então, de uma derrota caso Suécia, Croácia e Grécia não acabem no seu grupo em 2º com mais pontos que Portugal. Mas há condições para vencer na Escandinávia claramente!


Analisando as equipas, creio que Portugal não entrou no jogo como lhe competia, nunca teve uma mudança alta engrenada, no entanto, marcou cinco golos, criou oportunidades para fazer mais e acabou por cumprir o objectivo.
Rui Patrício não tremeu e até fez boas defesas, João Pereira passou despercebido, Rolando falhou nos dois primeiros golos da Islândia mas foi muitas vezes decisivo pela positiva, Bruno Alves esteve bem a defender e até a atacar e Eliseu fez um jogo muito bom, fechou bem na defesa apesar de algumas percas de bola, e apareceu bem no ataque fazendo duas assistências e ainda um golaço! Foi o homem do jogo! É para manter nas convocatórias!
Moutinho e sobretudo Meireles estiveram discretos, e Carlos Martins esteve bem, surpreendeu-me a mim porque não o esperava em tão bom plano.
Nani fez mais um grande jogo, Ronaldo quando apareceu proporcionou grandes momentos de futebol e Postiga, mesmo sem grandes oportunidades, lá marcou o seu golo como de costume.
Os suplentes que entraram tiveram bem, Ruben Micael e Veloso ajudaram à circulação de bola e Nuno Gomes não teve tempo para nada.

No que concerne à Islândia, embora desfalcada mostrou poucos argumentos técnicos, mas mostrou que tem algumas armas, sobretudo o jogo aéreo, e que sabe explorar o que tem de bom para criar situações de perigo.
É uma selecção abaixo da média europeia, que muito dificilmente conseguirá apuramentos para fase finais nos próximos anos, e que é “goleável” por qualquer equipa que tenha a mesma qualidade que a portuguesa.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Qualificação EURO 2013 (Sub-21) | Portugal 1-1 Polónia



Esta noite, a selecção portuguesa de Sub-21 não foi além de um empate a uma bola frente à Polónia, num jogo disputado em Rio Maior.


Eis a constituição das equipas:

Portugal (Sub-21)



Confesso que já há muito tempo não via um jogo dos Sub-21, talvez desde o EURO 2006 em Portugal. No entanto, vi alguns jogos do Mundial Sub-20 do presente ano e fico contente por saber que há alguns vice-campeões do Mundo entre os convocados, especialmente Mika, Cédric, Mário Rui e Saná. Em relação às equipas que participaram nos campeonatos europeus de 2002, 2004 e 2006, actualmente os jogadores da selecção de esperanças não são titulares nas principais equipas de Portugal. Lembro-me de ver Quaresma, Ronaldo, Hugo Viana, Miguel Garcia, Lourenço, Moutinho, Veloso e Custódio a serem presença assídua nos Sub-21 enquanto tinham destaque no Sporting, assim como outros jogadores como Moreira, Raúl Meireles, Jorge Ribeiro, Caneira e Bosingwa, por exemplo, em outros clubes. Actualmente isso pouco acontece, dos titulares desta noite, os jogadores com relações aos grandes de Portugal ou são habituais não convocados (ex: Mika e André Martins) ou estão emprestados (ex: Wilson Eduardo, Cédric e Pedro Mendes). Nota-se um progresso negativo que tem como principais causas o excessivo número de estrangeiros nos grandes clubes (ainda que compreenda, já que traz maior competitividade) mas especialmente o término das equipas B, um conceito que espero que regresse em força na próxima temporada.
Mas tenho esperança quanto a um futuro melhor, estão aqui vice-campeões do Mundo de Sub-20 e Rui Jorge tem conseguido resultados muito positivos.


Polónia (Sub-21)



Quanto a esta selecção polaca, é total desconhecida para mim.


O jogo começou muito dividido, Portugal foi dando o “sinal +” mas essencialmente as equipas estavam a tentar encaixar ainda uma na outra, no entanto, a equipa das quinas chegou ao golo logo aos 9’, através de um livre de Josué do lado direito que encontrou na área a cabeça de Pedro Mendes, estava feito o 1-0.

Quatro minutos depois, oportunidade para ampliar a vantagem, após boa jogada individual de Saná no meio-campo, este assiste Wilson Eduardo que teve um bom movimento fugindo aos defesas polacos, mas acabou rematando ao lado.

O jogo foi passando e os polacos foram revelando interesse em chegar ao empate, aproximando-se muito mais da baliza de Mika, embora, até a essa altura, sem criar situações de perigo evidente.

Aos 32’, nova oportunidade para Portugal, com André Martins a cabecear à trave após cruzamento na esquerda por Mário Rui.

Como quem não marca arrisca-se a sofrer, três minutos depois a Polónia marcou mesmo, após um cruzamento no lado direito, a bola sobra para Kucharczyk, que sozinho à entrada da área, não perdoou e fez o 1-1.

Perto do intervalo, Portugal volta a ter uma grande oportunidade. Wilson Eduardo surge isolado após um mau passe de um jogador polaco, no entanto, é derrubado à entrada da área pelo guardião Filip Kurto. O árbitro assinala grande penalidade e expulsa o guarda-redes da Polónia, no entanto, na conversão, o avançado do Olhanense atirou ao poste e assim terminou a primeira parte.


Foram 45 minutos sem grande espectáculo técnico, com duas equipas que pela distribuição dos seus jogadores no terreno actuavam com jogadores muito perto dos seus marcadores e por isso foram frequentes as perdas da bola, poucos passes seguidos e faltas. E se os portugueses ainda tentavam dar um ar da sua graça fruto da sua superioridade técnica, tentando trocar a bola, os polacos respondiam com dureza, com algumas faltas de cariz violento. Houve também muitas situações de parte a parte em que foi visível a falta de maturidade e entrosamento entre os jogadores, algo habitual em selecções jovens.

Na segunda parte, Portugal intensificou a pressão, aumentou a posse de bola, foi trocando o esférico muito mais perto da área da Polónia e fez uso da sua superioridade numérica para aumentar a sua capacidade ofensiva, ao mesmo tempo que mantinha o número de homens no sector defensivo.
Dado o tipo de jogo que se estava a ver, em que só dava Portugal, Rui Jorge resolveu alterar o seu 4-4-2 losango com os avançados muito abertos (com Rui Fonte a aparecer muitas vezes no lado direito para cruzar e Wilson Eduardo na esquerda para as diagonais) para um 4-3-3, fazendo entrar Nélson Oliveira para a saída de Saná.
Com esta alteração, Nélson Oliveira, Rui Fonte e Wilson Eduardo formaram o trio de ataque, alterando muitas vezes o seu posicionamento, começando primeiro o avançado do Olhanense na direita, o do Benfica na esquerda e o do Espanhol no meio, mas variando muitas vezes ao longo da segunda parte, com o intuito de tentar todas as soluções possíveis mas também de confundir a defesa polaca.
Wilson acusou desgaste e foi substituído por Diogo Viana, e André Martins por David Simão, no entanto, mesmo com todas estas alterações, o esforço exercido pelos jogadores, ora por jogadas a partir de diagonais, cruzamentos, tentativas de furar pelo meio e bolas paradas, o 2-1 não foi conseguido e a selecção portuguesa até apanhou um grande susto a aos 79’ quando Kupisz surgiu com espaço isolado perante Mika, no entanto, não conseguiu ultrapassar o guarda-redes português e acabou por rematar ao lado.

Terminou então com um empate este jogo onde se exigiam os três pontos à equipa das quinas, pois todos os jogos em casa são para vencer obrigatoriamente, sobretudo quando se trata de um potencial adversário directo como a Polónia.


A equipa portuguesa mostrou qualidade técnica e muito esforço e vontade sobretudo na segunda parte, embora faltasse maturidade e entrosamento como é normal neste tipo de situações.
Mika foi sempre muito seguro e foi fundamental a dificultar a acção de Kupisz quando este teve próximo de desempatar o jogo quando este caminhava para o final.
A defesa esteve sólida à excepção do golo sofrido e do tal susto aos 79’, no entanto, os centrais mostraram muita capacidade, tanto defensiva como ofensiva, como se viu pelo golo de Pedro Mendes. Estamos bem servidos nesse posto, até porque ainda há Roderick e Nuno Reis que foram os titulares no Mundial de Sub-20.
Os laterais envolveram-se bem no jogo ofensivo e também defenderam bem, estando Cédric alguns furos acima de Mário Rui.
No meio-campo, houve pouco espaço para os portugueses brilharem, pois tiveram de fazer um jogo de muita luta e em que a sua capacidade técnica não foi muito evidente, no entanto, destaco uma arrancada de Saná a meio da primeira parte, colocando a bola para Wilson Eduardo que atirou ao lado e o pé esquerdo de Josué muito utilizado nas bolas paradas.
Wilson, Rui Fonte e Nélson Oliveira estiveram muito empenhados em marcar, mas não o conseguiram, mas pela qualidade que têm, certamente que noutro jogo conseguirão facturar, como têm feito recentemente nas selecções jovens.

Quanto à selecção polaca, utilizou as suas armas. Procurou o golo quando esteve em desvantagem e assim que reduzido a dez elementos tentou fechar ao máximo para aguentar o empate. Pouco conhecia desta equipa e dada a pouca popularidade e dificuldade de pronúncia do nome dos seus jogadores, pouco melhor fiquei esclarecido, apenas posso dizer que não é superior a Portugal e que tem um estilo de jogo demasiado agressivo, chegando mesmo a atingir um nível violento.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

domingo, 2 de outubro de 2011

Liga ZON Sagres | Vit. Guimarães 0-1 Sporting



O Sporting venceu neste final de tarde o Vitória de Guimarães por 1-0, no Minho, num jogo muito complicado para os leões, sobretudo por terem jogado 3/4 do jogo com menos uma unidade.


Eis a constituição das equipas:

Vitória de Guimarães



Ainda só vi um jogo completo dos vitorianos, foi frente ao Benfica no Estádio da Luz, já eram treinados por Rui Vitória. Tiveram azar nesse jogo devido aos três penaltys a que os encarnados tiveram direito nesse jogo, dois dos quais inexistentes, e mostraram algum atrevimento, assustando mesmo os vice-campeões nacionais.
É uma equipa com jogadores de muita qualidade, no entanto, parece-me que ainda não se encontrou ao ponto de conseguir resultados positivos, que de um momento para o outro podem surgir. Edgar é um ponta-de-lança muito bom que aponta cerca de dezena de golos por temporada, de Nuno Assis já sabemos o que esperar, e ainda tem outros jogadores muito bons. Era de esperar um Vitória a tentar reverter a situação que atravessa no campeonato.


Sporting



O Sporting não apresentou grandes novidades. Rodríguez está lesionado e teve de ceder o seu lugar a Polga e Elias regressou ao onze depois de um jogo a meio da semana para a Liga Europa onde não pode jogar. De resto, tudo na mesma, os leões procuravam a 6ª vitória consecutiva, num dos jogos teoricamente mais difíceis até agora na temporada.


Os vimaranenses já sabem o que a casa gasta e por isso evitaram um inicio forte do Sporting, circulando bem a bola longe dos jogadores da equipa leonina nos primeiros minutos, tendo uma elevadíssima percentagem de posse de bola nesse momento do jogo, mas já se sabe que os leões são superiores e ter bola na zona defensiva perante a pressão alta do Sporting é um risco sério, e um sabor desagradável que Freire teve de provar quando perdeu o esférico para Schaars que assistiu Capel que entrou na área e rematou forte e colocado sem hipóteses para Nilson, estava feito o 0-1 aos 7’.
Notou-se claramente nos festejos que o espanhol ansiava este momento, já o tinha percebido em outros jogos, após ter falhado tantos golos.

O Sporting a partir daí foi assumindo mais o jogo, foi tendo a posse de bola mas teve de enfrentar uma contrariedade quando Rinaudo foi expulso a meio da primeira parte de uma forma muito forçada por Bruno Paixão. Confesso que sobre este árbitro podia escrever um artigo completo, mas vou deixar a minha opinião de uma forma resumida sobre o mesmo lá mais para o fim desta análise.

Os leões tiveram de adoptar um novo desenho táctico, em que Elias jogou a 6 e Capel jogou numa posição mais interior, e diga-se de passagem que ambos se deram muito bem com essa tarefa. O brasileiro foi um exímio recuperador de bolas e com a sua qualidade técnica conseguiu desembaraçar-se bem da pressão a que foi alvo no seu meio-campo defensivo e colocar a bola em homens mais avançados. Já o espanhol, embora se fosse desgastando muito, foi o principal condutor de jogo da equipa, aparecendo tanto na esquerda, na direita ou no meio.
Os jogadores conseguiram desdobrar-se bem, não fazer notar a inferioridade numérica, foram tendo mais posse de bola e tendo um volume de jogo semelhante ao que tinham com Rinaudo em campo, no entanto, já se sabe, jogaram na quinta-feira e mais cedo ou mais tarde iriam acusar desgaste.

O Vitória ía aparecendo mais vezes na área contrária, com destaque para um cabeceamento de Edgar que passou perto da baliza de Patrício. Perto do intervalo, Rui Vitória retirou Freire e colocou Barrientos, povoando mais o meio-campo ofensivo da sua equipa, procurando criar desequilíbrios, evitar as subidas dos laterais e obrigar Schaars a apoiar mais a sua defesa.


Na segunda parte, Domingos retirou Carrillo e colocou André Santos, com a intenção de organizar melhor a equipa defensivamente, uma vez que jogavam com um homem a menos e acusavam desgaste pelo facto de terem tido um jogo na quinta-feira em que tiveram de lutar muito até ao final e também com menos uma unidade.

O Sporting pouco atacou e muito menos rematou no segundo tempo, a preocupação foi sempre fechar todas as formas do Vitória conseguir criar perigo, de tal forma que Capel foi substituído por Evaldo, e o brasileiro em conjunto que Insúa que jogava à sua frente, foram fechando o flanco esquerdo com muita qualidade.

Os vimaranenses criaram algum perigo, mas diga-se de passagem que apesar de todo o sofrimento que foi a segunda parte, nunca foram capazes de criar sustos para a equipa de Domingos Paciência, na verdadeira acepção da palavra.
Os leões foram aguentar, a defesa esteve sempre muito concentrada, não cometeu erros, houve muito coração, muito espírito de sacrifício e o tempo foi passando, lentamente, mas a vitória acabou por ser conseguida.


Analisando as equipas, creio que o Vitória de Guimarães tem jogadores de muita qualidade, ocupam uma posição que de todo que não é a sua, e tenho a certeza que mais cedo ou mais tarde irão ascender na tabela classificativa rumo a um lugar na primeira metade da tabela.
Nuno Assim, ainda não estando na plenitude da sua forma, é uma dor de cabeça para qualquer defesa, e depois, com um ponta-de-lança como Edgar e homens como Toscano a apoiá-lo, estou convicto que os resultados irão acabar por aparecer, até porque relembro, à 7ª Jornada os minhotos já defrontaram Sporting, Benfica, FC Porto e Sp. Braga.

Já o Sporting, não foi tão espectacular como de costume, porque basicamente o primeiro remate que fez resultou em golo, e no período em que o jogo seu jogo estava a assentar num campo difícil (isto nos dois sentidos: relvado péssimo e estádio com ambiente muito complicado), viu-se reduzido a dez unidades. Para além desse “handicap”, os jogadores acusaram o desgaste de um jogo intenso ocorrido a menos de 72 horas com a Lazio e a segunda parte foi em gestão de esforço, onde a equipa praticamente se limitou a defender e a fechar todos os caminhos possíveis do Vitória criar perigo.
Daí devo dizer que o sector defensivo está de parabéns, estiveram os cinco muito concentrados (estou a incluir Rui Patrício) e nem se deu pela ausência de Rodríguez.
No meio-campo, de Rinaudo não há muito a dizer, Schaars esteve muito bem em todas as funções que lhe foram incumbidas e Elias fez de tudo, jogou como médio-interior, a trinco, a ala e a ponta-de-lança, e em todas as posições que jogou fê-lo com muita qualidade, organizou e criou jogo, destruiu ataques do adversário, ganhou faltas, foi um autêntico “Todo-o-terreno”, demonstrou um espírito de sacrifício enorme e na minha opinião foi o melhor jogador em campo. Capel esteve muito bem e para Carrillo também tenho uma apreciação positiva, embora pense que ele esteja a ganhar demasiada confiança, talvez a concorrência de Jeffren no futuro o faça colocar de novo os pés em terra.
Wolfswinkel esteve menos vistoso do que costume, não marcou, não teve oportunidades e ainda teve um choque com um adversário em que parecia ter perdido os sentidos, exactamente na mesma zona onde há quase oito anos ocorreu uma tragédia naquele mesmo estádio. Evaldo, Carriço e André Santos estiveram bem quando entraram, embora eu tenha ficado com a ideia de que o médio internacional português esteja com a moral em baixo porque perdeu o lugar na equipa e não foi convocado para a selecção.

Tal como prometido, guarda também algumas palavras para o árbitro, Bruno Paixão.
A minha opinião sobre ele já vem de há muito, creio que é alguém que não tem categoria para estar onde está.
Quem conhece as minhas análises sabe que não costumo comentar arbitragens, penso que um árbitro não se pode julgar por um lance ou outro que é iludido, (acontece, a intensidade é muito alta e se não houvesse a possibilidade do árbitro poder ser iludido, não haveriam jogadores a simular faltas) mas sim pela gestão que faz do jogo, pela forma como deixa que o jogo se decida pelo que os jogadores fazem em campo com a bola, que saiba contribuir para um espectáculo que por algum motivo é conhecido como “Desporto Rei” e nesse campo este árbitro é muito mau.
Não sabe passar discreto, gosta de ser ele a dar espectáculo, de encher ego com uma autoridade muito exagerada que tem, pela forma como interrompe o jogo demasiadas vezes e distribui cartões amarelos e até vermelhos. A entrada de Rinaudo foi dura, mas o argentino tentou disputar a bola, e nem foi a pés juntos, foi uma atitude exagerada deste juiz que aí estragou o espectáculo. A segunda parte foi demasiado táctica e nem sempre bem jogada, por culpa de o Sporting ter um homem a menos, se calhar, noutras condições, os leões tinham marcado mais golos, ou então, porque não teriam tantas preocupações a defender, podia ser que o Vitória tivesse mais espaços e menos portas fechadas para chegar à grande área contrária, podíamos ter visto um espectáculo melhor por parte destas duas boas equipas e em grande parte a culpa recai neste árbitro.
Espero que nunca o coloquem a arbitrar um Benfica vs. FC Porto, porque actualmente é o jogo mais intenso e de maior rivalidade no futebol português, em que já é raro acabar 11 de cada lado, imaginem com Bruno Paixão, o meu prognóstico era o jogo acabar com as equipas acabarem o jogo com tantos elementos como as suas equipas de Andebol.
Fora com este indivíduo da arbitragem!

sábado, 1 de outubro de 2011

Liga ZON Sagres | Benfica 4-1 Paços de Ferreira



O Benfica venceu esta noite o Paços de Ferreira por 4-1, no Estádio da Luz, num jogo a contar para a 7ª jornada da Liga ZON Sagres.


Eis a constituição das equipas:

Benfica



Já se sabia que os encarnados não podiam contar com Javi Garcia, por isso, é Matic quem ocupa naturalmente a sua posição. O Benfica apresenta-se de uma forma diferente do que aquela que actuou no Estádio do Dragão, voltando com o 4-4-2 losango tal como no ano da conquista do título, com Saviola e Cardozo a formarem um dueto na frente de ataque, e com Matic a ser o único médio-defensivo, com Gaitán e Bruno César nas alas, relegando Witsel e Nolito para o banco de suplentes. De resto, não há novidades.


Paços de Ferreira



No que concerne aos pacenses, com as sete ausências já conhecidas, o que me surpreende é a não inclusão de Michel no onze inicial, quando este já o demonstrou várias vezes, inclusivé no jogo frente ao Sporting, que é o jogador mais perigoso da equipa. De resto, um 4-3-3 virado para o contra-ataque.


O jogo começou equilibrado, no entanto, aos 6’, o Benfica viu um golo seu ser duvidosamente anulado, por intermédio de Cardozo.

O jogo não foi disputado de uma forma muito intensa, o Benfica esteve sempre muito tranquilo, e o Paços de Ferreira não foi aquele tipo de equipa atrevida que aparecem de 15 em 15 dias na Luz. Os encarnados foram controlando e chegaram ao golo aos 21’, numa jogada em que Maxi Pereira subiu pelo seu flanco, cruzou a bola para a área onde Cardozo se cabeça assiste Saviola para o 1-0.

O jogo manteve-se com o mesmo ritmo, o Paços manteve-se pouco atrevido e jogou quase como se estivesse 0-0. Aos 35’, escreveu-se direito por linhas tortas e William, lesionado, deu o lugar a Michel, um jogador que mostra uma qualidade acima da média, que pode jogar em várias posições e que estranhamente surgiu no banco de suplentes.

Apesar da alteração, foi mesmo o Benfica que chegou ao golo, novamente por Saviola, após um canto de Bruno César na direita, o argentino surgiu sozinho e rematou de primeira para o fundo das redes de Cássio, um belo golo aos 42’.


Para a segunda parte, a dúvida estava na atitude do Paços, se iam procurar explorar as fragilidades físicas de um Benfica que teve dois jogos muito intensos na última semana, ou se se iam dar por vencidos dada a dificuldade em poder conseguir pelo menos o empate.

Bem, o Benfica entrou forte após o descanso, criou algumas situações de golo que mostravam que a equipa queria despachar o assunto, no entanto, por ironia, foi o Paços quem marcou, através de uma grande penalidade convertida por Michel, aos 49’.

O jogo que aparentemente estava controlado tornou-se algo instável para os encarnados, sobretudo quando Melgarejo cabeceou para uma defesa incrível de Artur, minutos depois

Os vice-campeões nacionais perceberam então que a melhor forma de defender era atacando, e foi assim que chegaram ao 3-1, com Luisão completamente à vontade a dar de cabeça sequência a um livre marcado a meio do meio-campo pacense por Aimar.

Ainda os adeptos benfiquistas estavam a festejar o golo, Nolito (que tinha entrado para o lugar de Bruno César), na sequência de uma jogada individual em que os defesas do Paços de Ferreira ficaram especados a olhar, conseguiu fazer o 4-1, estavam decorridos 67 minutos.

O Benfica que tinha acelerado após a entrada do espanhol, volta a reduzir a velocidade, mas desta vez, com três golos de vantagem e com 20 minutos para se jogar, não havia perigo, a vitória estava garantida.


Com esta vitória, os encarnados passam a somar 17 pontos e tornam-se líderes isolados do campeonato, ainda que com mais um jogo que FC Porto e Sp. Braga, que só amanhã cumprem o seu jogo da 7ª jornada.


Analisando as equipas, começando pelos homens da casa, o Benfica pareceu-me algo cansado, em gestão de esforço, mas ao mesmo tempo muito tranquilos e confiantes de que o golo haveria de aparecer, e tanto assim foi que ao intervalo ganhavam por 2-0, e foi com alguma injustiça que apanharam o susto quando o Paços reduziu.
Artur volta a ser batido, tal como todos os outros jogos do campeonato, embora seja sempre das melhores unidades em campo. Do sector defensivo não há nada a dizer, no meio-campo Matic trouxe mais centímetros e qualidade técnica, mas peca por não ter a velocidade, garra, entrosamento e cultura táctica de Javi Garcia. Nas alas, Bruno César e Gaitán não foram tão exuberantes como de costume, e parece mentira que geralmente quando Jorge Jesus opta por dar a titularidade a Bruno César, é o suplente Nolito que aparece para dar algo a mais à equipa (como foi o exemplo de hoje) mas quando acontece o contrário, é o brasileiro quem joga melhor e traz mais utilidade (como no Estádio do Dragão). Uma dor de cabeça que todos os treinadores gostariam de ter. Saviola fez o que lhe foi pedido, e mesmo não marcando, Cardozo esteve muito bem no primeiro golo, é preciso ter muita cultura táctica e técnica para fazer a assistência que ele fez.

Quanto ao Paços, ainda que sejam sete as ausências, não gostei da atitude da equipa, que se continuar com desempenhos do género, será uma séria candidata à descida de divisão.
A defesa tinha telhados de vidro, falharam muitas vezes na marcação e é incompreensível como no golo anulado ao Benfica, na jogada seguinte em que Cardozo criou muito perigo e no golo de Luisão, os jogadores encarnados estavam completamente sozinhos, o central brasileiro então nem preciso de saltar para cabecear.
As transições ofensivas foram uma nulidade, a equipa não conseguia sair a jogar colectivamente, e foram chegando à área contrária através, sobretudo, de algumas jogadas individuais, quer no primeiro como no segundo tempo, ainda que na segunda parte, com Michel em campo, esses lances individuais fossem mais fortes. É inacreditável como nem conseguiram fazer cinco remates e não exploraram melhor o contra-ataque.

Premier League | Manchester United 2-0 Norwich




O Manchester United venceu esta tarde o Norwich por 2-0, em Old Trafford, a contar para a 7ª Jornada da Premier League, num jogo complicadíssimo para a turma de Alex Ferguson.


Eis a constituição das equipas:

Manchester United



Destaque para a rotatividade dos “red devils”. Alguns titulares em outros jogos como De Gea, Ferdinand, Carrick e Giggs ficam no banco, dando lugar a atletas que não jogam tão regularmente de inicio como Lindegaard, Anderson e Park Ji-Sung. No entanto, já se sabe, estamos a falar do Manchester United, das melhores equipas do mundo, e rotatividade não significa perca de qualidade.
Ainda assim, o MU veio de dois jogos seguidos sem vencer, primeiro no último fim-de-semana, frente ao Stoke City, para a Premier League, e na terça-feira frente ao Basileia, empatando ambos os jogos.


Norwich



Do Norwich pouco ou nada conhecia. É uma equipa que subiu este ano à Premier League, e que há dois anos estava no terceiro escalão inglês, sendo promovida por duas vezes consecutivas.
Ainda assim, veio de duas vitórias consecutivas no principal escalão e ocupa uma posição para já tranquila a meio da tabela.


O jogo na primeira parte foi pobre em ocasiões de golo, apenas houve uma, num cabeceamento de Wayne Rooney por volta dos 35’.

O United parece não estar a atravessar um bom momento de forma, depois dos dois empates, entrou com pouca intensidade, imaginação e até mesmo garra, e ainda que se fizesse notar a sua claríssima superioridade em termos técnicos, não conseguiu transformá-la em situações perigosas. Nani, através de algumas diagonais, ainda tentou a sua sorte, mas sem grande perigo.

Já o Norwich, esteve sempre organizadíssimo durante o primeiro tempo, fechando bem o centro do terreno e obrigando os campeões ingleses a procurar o jogo directo, tipo de jogo que não os favorecia visto que no ataque jogava o não muito alto Rooney e sobretudo Chicharito. Se sem bola os canários estavam concentradíssimos, com bola mostraram que não têm estrelas nem de perto nem de longe, não houve um jogador que desse muitos nas vistas, no entanto, jogaram sempre pela certa, cada jogador tinha sempre uma linha de passe e a verdade é que conseguiram manter uma percentagem de posse de bola semelhante à do United. E se não contra-atacaram mais, não foi por apresentarem um futebol negativo, mas sim porque os “red devils” arriscaram muito pouco e a sua linha defensiva jogava bastante mais recuada que o habitual.
Mérito para os jogadores que estiveram sempre concentradíssimos, mas também para Paul Lambert, treinador do Norwich, que organizou muitíssimo bem a sua equipa.


Na segunda parte, o jogo foi muito mais intenso e partido, com o United a fazer subir as suas linhas, jogando mais perto da área do Norwich, mas ao mesmo tempo, sendo mais permeável lá atrás, e os canários lá iam aproveitando as situações de contra-ataque para criar perigo.
Basicamente, assistimos a um jogo “à inglesa” nos últimos 45 minutos, em que num minuto ambas as equipas têm oportunidades de chegar ao golo, tendo a situação mais evidente ocorrido aos 66’, em que Pilkington está pertíssimo de jogar e no mesmo minuto, após um canto de Giggs e uma série de cabeceamentos, primeiro de Jones, depois de Rooney e finalmente de Anderson, a bola entra na baliza e estava feito o 1-0 para a formação da casa, numa altura em que Nani já tinha sido substituído pelo galês e Chicharito por Welbeck.

Depois, o Norwich foi à procura do empate como lhe competia, sempre com muita concentração e garra de todos os jogadores, mas na hora de rematar à baliza, faltava sempre engenho e arte para empatar a partida. No entanto, o United não se livrou de alguns sustos, e neste capitulo falo em especial de um remate de Pilkington, desviado pelas costas de Anderson e que embateu no poste da baliza de Lindegaard. Estavam decorridos 75 minutos.

Após alguns minutos muito intensos em que parecia que tudo poderia acontecer, o MU fez o 2-0, através de uma excelente combinação entre Park e Welbeck, na qual o coreano assistiu o jovem avançado inglês para uma finalização à boca da baliza. Foi a estocada final.


Os campeões ingleses continuam assim na liderança da Premier League, com os mesmo pontos que o seu rival da mesma cidade, o Manchester City, que esta tarde também venceu, no terreno do Blackburn, por 4-0.
Ainda assim, a exibição dos homens de encarnado não foi muito convincente (também por culpa do adversário é verdade), com muito pouca intensidade, sobretudo na primeira parte, e pelo que vejo nas partidas que já assisti do United, parece-me que acima de tudo são eficazes, porque nem na Luz, nem com o Chelsea, nem esta tarde com o Norwich criaram muitos situações para marcar, mas tiveram sorte de concretizar as poucas que tiveram, apesar do pouco brilhantismo.
Devo dar uma palavra de apreço ao sector mais recuado, no qual Jones e Evans fizeram excelentes exibições, fizeram cortes fundamentais, dificultaram ao máximo a acção dos atacantes contrários, e dada a sua juventude, e como já é conhecido o gosto de Alex Ferguson em trabalhar com jovens, parece-me que esta época Ferdinand e Vidic vão-se sentar muitas vezes no banco, mesmo quando estiverem em plena forma. Estes dois têm grande futuro, tal como Smalling, que hoje não jogou devido a lesão, mas que tem feito boas exibições.
No meio-campo, Anderson que nem estava a fazer um grande jogo acabou por marcar o golo que rompeu com o empate, Fletcher esteve discreto como sempre, Nani esteve menos exuberante que habitual e Giggs foi bem mais útil à equipa. Park embora também não muito interventivo, trabalhou bem e participou na jogada do 2-0.
No ataque, já se sabe que Rooney não sabe jogar mal, Chicharito esteve apagado, até porque este tipo de jogo não o favoreceu, e Welbeck continua com a veia goleadora esta época, apesar do período em que esteve afastado da competição devido a lesão.

No Norwich é difícil destacar nomes, mais uma vez reforço a ideia de que é uma equipa sem estrelas mas com um colectivo muito forte, e tem como principais virtudes a concentração, a entreajuda e o bom posicionamento.
Morison, avançado galês, como homem mais adiantado dos canários foi talvez quem esteve mais vezes presente em situações de perigo, no entanto, não teve um desempenho superior ao dos colegas.
Por fim, deixo uma palavra de elogio ao seu treinador, Paul Lambert, que pelo sucesso que tem tido, não me admiro que se daqui a uns anos estiver num clube maior da Premier League.
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