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sábado, 15 de março de 2025

O trinco com alcunha de craque que subiu a pulso desde os distritais. Quem se lembra de Mozer?

Mozer disputou 127 jogos pelo Sp. Braga e 103 pelo Rio Ave
Possante médio (1,87 m) de características defensivas, protagonizou uma subida a pulso na carreira. Iniciou-se nos campeonatos distritais, mas foi progredindo, progredindo, ao ponto de ter disputado quase 200 jogos na I Liga, dez nas competições europeias, uma final da Taça de Portugal e uma decisão da Supertaça Cândido de Oliveira.
 
Natural de Paranhos, na cidade do Porto, começou a jogar futebol nos iniciados do Pedras Rubras, passando depois pelas camadas jovens de Boavista e Rio Ave. Foi nos juniores vila-condenses que Rui Miguel Batista Araújo passou a ser… Mozer. “Foi o massagista do Rio Ave, o senhor José, quando uma vez joguei com o Benfica. Ele achou que a minha fisionomia coincidia com a do Mozer e colocou-me a alcunha”, revelou o trinco ao Record em dezembro de 2003.

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2025

O guardião bicampeão por Benfica e FC Porto que chegou à seleção no Varzim. Quem se lembra de Fonseca?

Fonseca foi feliz no FC Porto e no Varzim e jogou pela seleção
Guarda-redes natural de Matosinhos, fez toda a formação no Leixões, clube pelo qual se estreou como profissional em 1966-67. Na temporada seguinte tornou-se no dono da baliza dos bebés do Mar e também num internacional sub-21.
 
Em 1969 mudou-se para o Benfica, mas pouco jogou. Não foi além de um total de 16 encontros distribuídos por três épocas passadas na sombra de José Henrique. Ainda assim, sagrou-se bicampeão às ordens de Jimmy Hagan (1970-71 e 1971-72), tendo vencido também uma Taça de Portugal (1971-72).
 
Seguiu-se um empréstimo de um ano ao Leixões e duas temporadas no Ourense, da II Liga Espanhola.

quinta-feira, 16 de janeiro de 2025

O médio que ajudou a mudar o destino do FC Porto na final de Viena. Quem se lembra de Frasco?

Frasco somou 319 jogos e 22 golos pelo FC Porto entre 1978 e 1989
Quando se fala na final da Taça dos Campeões Europeus de 1986-87, na qual o FC Porto bateu o Bayern Munique após ter estado a perder (2-1), refere-se sobretudo o golo de calcanhar de Madjer, o remate certeiro decisivo de Juary ou até a arrancada maradoniana de Paulo Futre que merecia melhor sorte. Mas quem viu o jogo realça o impacto muito positivo que teve uma substituição promovida aos 65 minutos por Artur Jorge: saiu Augusto Inácio, entrou Frasco.
 
Com essa alteração, André recuou para central, Lima Pereira passou para o lado esquerdo da defesa e a equipa melhorou. Frasco, um combativo mas refinado médio franzino e de baixa estatura (1,68 m), fez mesmo a abertura para o cruzamento de Juary que resultou no toque de magia de Madjer no lance do 1-1 (77’). Logo a seguir, os papéis inverteram-se e o argelino serviu o brasileiro para o 2-1 (79’). Depois foi esperar pelo apito final para que Viena se tornasse palco da primeira conquista internacional dos dragões.

sexta-feira, 3 de janeiro de 2025

O lateral raçudo que furou a greve no pós-Saltillo. Quem se lembra de Álvaro Magalhães?

Álvaro Magalhães somou 20 internacionalizações pela seleção A
Os mais novos lembram-se dele só como treinador, nomeadamente como adjunto de José Antonio Camacho e depois de Giovanni Trapattoni num Benfica que venceu a Taça de Portugal em 2003-04 e o título nacional na época seguinte. Mas os mais velhos recordam-no como um lateral esquerdo raçudo e ofensivo, o melhor do seu tempo no futebol português e um dos mais capacitados também a nível europeu.
 
Nasceu em Cambres, concelho de Lamego, distrito de Viseu, numa família de quatro irmãos filhos de um pai militar e de uma mãe doméstica. O pai era portista, o irmão mais velho benfiquista, mas era o Sporting que mais mexia com o coração de Álvaro Magalhães, apesar de idolatrar Eusébio.

quinta-feira, 19 de dezembro de 2024

O pai de quadrigémeos que brilhou no Vitória de Guimarães. Quem se lembra de Fangueiro?

Fangueiro somou 134 jogos e 27 golos pelo Vitória SC entre 1997 e 2004
Extremo natural de Matosinhos, veloz e dotado de qualidade técnica, fez toda a formação no Leixões, clube do qual se fez sócio, por influência do pai, tendo feito a estreia pela equipa principal em fevereiro de 1994, quando tinha apenas 17 anos, numa altura em que era presença assídua nas seleções jovens.
 
No verão de 1997 deu o salto para o Vitória de Guimarães, mas a afirmação no Dom Afonso Henriques não foi propriamente imediata. Na primeira época foi quase sempre uma segunda escolha – saltou 15 vezes do banco, em 21 jogos que disputou – para os treinadores Jaime Pacheco e Quinito, numa campanha em que os vimaranenses alcançaram um brilhante terceiro lugar no campeonato.

segunda-feira, 9 de setembro de 2024

O primeiro estrangeiro a vencer a Bola de Prata. Quem se lembra de Edmur?

Edmur foi o melhor marcador da I Divisão em 1959-60
Só passou três temporadas no Vitória de Guimarães, mas é, ainda hoje, o quarto melhor marcador de sempre dos vimaranenses na I Divisão, com 59 golos – à sua frente, só tem os portugueses Tito, António Mendes e José Brioso.
 
E foi também o primeiro futebolista estrangeiro a vencer a Bola de Prata, o prémio de melhor marcador do primeiro escalão em Portugal, em 1959-60, com 25 golos. 20 anos antes, o jugoslavo Slavko Kodrnja (FC Porto) havia apontado os mesmos 29 golos do sportinguista Peyroteo no topo da tabela dos goleadores, mas foi prejudicado no critério de desempate que favorecia quem tinha disputado menos jogos.
 
Antes de chegar ao Minho, Edmur já era um jogador muito conceituado, depois de ter representado Flamengo, Vasco e Portuguesa no seu país. E também era um internacional A pela seleção canarinha, depois de ter disputado um particular diante do Paraguai em novembro de 1955.

segunda-feira, 22 de julho de 2024

O bósnio que fugiu da guerra e somou mais de 300 jogos em Portugal. Quem se lembra de Besirovic?

Besirovic representou o Farense entre 1997 e 2001
Nail Besirovic foi um bom médio ofensivo de baixa estatura (1,69 m) que deixou marca no futebol português na década de 1990 e no início do século XXI.
 
Nascido na Bósnia a 22 de julho de 1967, começou a jogar futebol a nível sénior no Sloboda, na I Divisão da Jugoslávia, mas a guerra dos Balcãs levou-o a refugiar-se em Portugal e, consequentemente, no futebol português.
 
Começou por jogar na II Liga, ao serviço de Estrela da Amadora, em 1991-92. Seguiu-se uma passagem muito bem-sucedida pelo Académico de Viseu, ajudando o emblema beirão a subir da II Divisão B ao segundo escalão em 1993.
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