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segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

O norueguês que Vale e Azevedo acusou de se ter “mijado nas calças”. Quem se lembra de Rushfeldt?

Rushfeldt durante um treino do Benfica em julho de 1999
Chegou a Lisboa após 80 golos em 83 jogos ao serviço de um Rosenborg que era cliente habitual na Liga dos Campeões. Foi apresentado e treinou mesmo de águia ao peito, mas a transferência não chegou a concretizar-se. O clube norueguês, farto de esperar pelo dinheiro, desviou-o para os espanhóis do Racing Santander, mas Vale e Azevedo deu a sua versão dos acontecimentos durante uma sessão do seu julgamento: “Quando o levei ao relvado da Luz, ele viu aqueles adeptos todos e tivemos de voltar aos balneários, pois ele tinha-se mijado nas calças.”
 
Sigurd Rushfeldt, que aterrou na capital portuguesa com o intuito de reforçar o Benfica em julho de 1999, deu os habituais toques na bola na velha Catedral e juntou-se à equipa então orientada por Jupp Heynckes, a estagiar na Áustria, mas a falta de garantias bancárias abortou o negócio. O então presidente dos encarnados, porém, alegou que a contratação tinha falhado porque o jogador não reunia condições psicológicas, uma versão desmentida pelo próprio e pelos seus representantes.

sexta-feira, 11 de outubro de 2024

O goleador do Tirsense que ainda deu um ar de sua graça no Benfica. Quem se lembra de Marcelo?

Marcelo deu o salto para o Benfica após brilhar no Tirsense
O melhor marcador de sempre do Tirsense na I Divisão, com 17 golos, e uma das figuras da boa equipa que o emblema de Santo Tirso tinha na década de 1990. Um avançado nascido em Niterói, no Brasil, mas desde tenra idade radicado em Portugal, o que levou até que o seu nome fosse falado para a seleção portuguesa, o que só não aconteceu porque António Oliveira não queria ter na equipa das quinas jogadores nascidos em terras de Vera Cruz.
 
Filho de pais portugueses, veio viver para o nosso país aos 12 anos e fez grande parte da formação no Beira-Mar, de onde se mudou para a Académica ainda júnior. Porém, sempre sentiu dificuldades para se afirmar na equipa principal dos estudantes.
 
Só quando se transferiu para o Feirense, em 1991-92, é que começou a mostrar veia goleadora nas ligas profissionais, tendo nessa época apontado 12 golos na II Liga.
 
Seguiu-se o salto para o Gil Vicente, então na I Divisão, mas Marcelo também não conseguiu afirmar-se. Um mal que veio por bem, pois no verão de 1993 rumou ao clube que lhe mudou a carreira, o Tirsense.
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