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sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

O “feijão” que abriu caminho à noite mágica do FC Porto em Gelsenkirchen. Quem se lembra de Carlos Alberto?

Carlos Alberto somou 39 jogos e cinco golos pelo FC Porto
Chegou, viu e venceu no FC Porto de José Mourinho que viria a ganhar a Liga dos Campeões. Marcou até o golo inaugural da vitória sobre o Mónaco, em Gelsenkirchen, na final da Champions. Tinha 19 anos. Era suposto ser apenas o início, mas acabou por ser o ponto alto de uma carreira que ficou muito aquém do esperado.
 
Nascido a 11 de dezembro de 1984 numa clínica no Bairro das Laranjeiras, no Rio de Janeiro, Carlos Alberto fez a formação no Fluminense, clube no qual ganhou a alcunha de “feijão”, devido ao facto de adorar a comida típica brasileira.
 
Em 2002 subiu à equipa principal do tricolor carioca, tendo conquistado o título estadual logo nos primeiros meses. No ano seguinte deu continuidade ao seu desenvolvimento, tendo sido convocado para jogar a Gold Cup pela seleção do Brasil, que se apresentou com uma seleção de sub-23 e foi finalista vencida.

sexta-feira, 18 de julho de 2025

O brasileiro contratado pelo FC Porto contra a vontade de Ivic que virou herói do Bahia. Quem se lembra de Raudnei?

Raudnei representou FC Porto, Deportivo da Corunha e Bahia
Havia pouco por onde melhorar no FC Porto campeão europeu de 1987, apesar das saídas do grande craque Paulo Futre para o Atlético Madrid e do treinador Artur Jorge para o Matra Racing de Paris.
 
Ao plantel às ordens do novo técnico, Tomislav Ivic, chegaram cinco reforços: os portugueses Jorge Plácido, Barriga e Rui Neves e os brasileiros Geraldão e Raudnei. Os dois estrangeiros chegaram juntos, mas o segundo esteve bastante longe do relevo atingido pelo primeiro nas Antas, até porque a sua aventura na Invicta, já se sabia à partida, tinha tudo para não dar certo. “O treinador Ivic não me queria, mas o meu empresário [Delane Vieira] era muito próximo do senhor Pinto da Costa e convenceu-o”, contou o antigo avançado, recrutado à Juventus de São Paulo, ao Maisfutebol em outubro de 2020.

sexta-feira, 26 de abril de 2024

“Só existem três poderes no universo: Deus no Céu, o Papa no Vaticano e Dadá na grande área”

Dadá Maravilha foi internacional brasileiro por cinco vezes
Folclórico, engraçado, narcisista e com faro para o golo. Assim era Dadá Maravilha, o terceiro maior goleador de sempre do futebol brasileiro, apenas atrás de Pelé e Romário. Pelas suas contas, foram 926 remates certeiros ao longo de uma carreira que durou entre 1967 e 1986 e na qual representou clubes como Atlético Mineiro, Internacional de Porto Alegre, Flamengo e Sport Recife.
 
Os muitos golos que marcava davam-lhe uma enorme moral, apesar de ser algo desajeito e pesado. “Só existem três poderes no universo: Deus no Céu, o Papa no Vaticano e Dadá na grande área”, afirmou numa ocasião.
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