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| Alcochetense vai defrontar um adversário de I Liga pela quarta vez |
Na receção deste domingo (15:00)
ao Marítimo em jogo da 3.ª eliminatória da Taça
de Portugal, o Grupo Desportivo Alcochetense vai defrontar pela quarta vez
uma equipa da I
Liga na prova rainha.
Ao longo dos três jogos anteriores, o emblema do distrito de Setúbal venceu uma vez, perdeu outra e foi ainda eliminado no desempate por penáltis noutra ocasião.
Vale por isso a pena recordar os nove confrontos anteriores entre o Alcochetense e equipas da I Liga na Taça de Portugal.
1978-79: 3.ª eliminatória
Alcochetense
0-2 Sporting
(14 de janeiro de 1979)
Depois de vencer no terreno do SL
Olivais na primeira eliminatória e de ter ficado isento na segunda, o
Alcochetense, então na III Divisão Nacional, recebeu o Sporting
orientado pelo jugoslavo Milorad Pavic.Mesmo reduzida a dez homens desde muito cedo, devido à expulsão de João Pinto, a turma de Alcochete resistiu até à reta final do encontro, quando Manuel Fernandes bisou (78 e 87 minutos).
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| Imagem do Alcochetense-Sporting de 1978-79 |
2011-12: 3.ª eliminatória
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| Alcochetense superou a União de Leiria em 2011-12 |
A tarde em que houve
tomba-gigantes em Alcochete. A militar na III Divisão Nacional, o Alcochetense
de Élio
Santos, que já havia afastado o Bombarralense em casa (6-2) e o Penalva do
Castelo fora (3-2), eliminou o primodivisionário União
de Leiria de Manuel
Cajuda, que teve em campo jogadores como Jan Oblak, Ivo Pinto, Shaffer,
André Almeida ou Bruno Moraes.
Os leirienses
até começaram por confirmar o favoritismo, com Diego Gaúcho a inaugurar o
marcador aos 27 minutos, mas os alcochetanos deram a volta no segundo tempo,
graças aos golos de Djão (64’) e Luís Costa (87’). “Senti que o jogo estava
próximo do fim, tínhamos ido ao banco falar com o mister [numa interrupção],
ele disse para nos acalmarmos um pouco, que o resultado já era satisfatório.
Mas senti que se metesse a bola na direção da baliza podia haver um desvio e a
bola podia entrar e ser golo. Estou muito contente mesmo”, contou o autor do
golo decisivo após a partida. “Defrontar uma equipa do escalão principal e
conseguir eliminá-la, independentemente da equipa que é, é um feito histórico
para o clube, para todos estes jogadores”, acrescentou.“Esta vitória deve-se a estes jogadores magníficos, um grupo de jovens super, super amador, mas com muita dignidade e valor. Hoje provámos que também existem valores na III Divisão. Nunca nos desconcentrámos, sempre mantivemos a calma e tranquilidade e conseguimos explorar o ponto mais fraco da U. Leiria, o espaço atrás da sua linha defensiva. Conseguimos dois golos fantásticos e esta vitória deve-se a estes jogadores, que são uns verdadeiros trabalhadores”, afirmou o treinador Élio Santos na altura.
“A União não foi gigante para tombar, mas caiu aos pés do modesto Alcochetense na terceira eliminatória da Taça de Portugal. A três minutos do fim, a equipa da III Divisão garantiu a presença na quarta ronda, eliminando um representante da Liga que não quis vencer”, escreveu o Maisfutebol.
2011-12: 4.ª eliminatória
Mesmo com jogadores como Fabiano, Mexer, Maurício, Wilson Eduardo, Dady ou Salvador Agra, os algarvios foram incapazes de marcar um golo, uma tarefa que ficou ainda mais dificultada após a expulsão do ponta de lança Dady aos 70 minutos, por duplo amarelo.
No desempate por grandes penalidades, a turma de Olhão venceu por 4-2.
“Estivemos muito perto de conseguir um grande sonho. Queríamos muito seguir em frente, no futebol não há impossíveis. Fizemos um jogo fantástico e estivemos muito perto”, comentou o treinador Élio Santos, que lamentou a ansiedade dos seus jogadores. “Não se pode esquecer que este tipo de jogos traz muita ansiedade. Penso que isso traiu os meus jogadores nas situações de golo. A equipa esteve muito bem, mas hoje a sorte sorriu ao Olhanense.”
“Bola a rondar as duas balizas, defesa preciosas, cortes in extremis a evitar golos e um Olhanense que entrou determinado, desapareceu momentaneamente e só a partir dos 20 minutos assumiu total controlo das operações. Antes passou por calafrios. Depois, no segundo tempo, também. Valeu-lhe ter um guarda-redes em grande forma, na baliza, que adiou tudo para grandes penalidades, nas quais o Alcochetense acabou por morrer pelos ferros”, escreveu o Maisfutebol, em alusão aos remates da equipa da casa à trave e ao poste, a partir da marca dos onze metros.
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| Alcochetense caiu apenas nos penáltis diante do Olhanense |




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