terça-feira, 18 de outubro de 2011

Liga dos Campeões | Basileia 0-2 Benfica



O Benfica foi esta noite à Suiça vencer o Basileia por 2-0, num jogo a contar para a Fase de Grupos da Liga dos Campeões.


Eis a constituição das equipas:

Basileia



É o primeiro jogo que vejo destes suíços esta temporada, por isso, pouco ou nada sabia de como funcionavam, ainda assim, os desempenhos na Liga dos Campeões estavam a ser bastante surpreendidos, com o Basileia a assumir o primeiro lugar no grupo, após vitória por 2-1 ao Otelul Galati e o empate em Old Trafford por 3-3. Esta formação o ano passado venceu o campeonato do seu país e este ano ocupa a 4ª posição, estando a quatro pontos do primeiro classificado. A estrela da companhia é Alexander Frei, ponta-de-lança helvético de 32 anos, já com alguns créditos no futebol europeu, que é o melhor marcador da equipa, tanto na Liga Suiça como na Liga dos Campeões.
Ao que parece, também mudaram de treinador nos últimos dias, o que pode ser um indicador positivo e quererem mostrar trabalho neste jogo ao novo técnico, ou então vão acusar negativamente a mudança.


Benfica



A grande surpresa neste Benfica vai para a titularidade de Rodrigo, em detrimento de Cardozo ou mesmo Saviola. Este pode ser um indicador de que os encarnados vão explorar o contra-ataque e por isso incluíram no onze um jogador mais móvel em detrimento de um mais posicional. Ainda assim, foi surpreendente essa escolha ter recaído no espanhol e não em Saviola por exemplo, que tem mais rotinas como titular.
A eterna dúvida Bruno César/Nolito desta vez recaiu sobre o brasileiro, no entanto, já se sabe, geralmente é quem começa o jogo do banco que acaba por entrar e a melhorar o desempenho da equipa em campo.


O jogo começou bastante equilibrado e com duas equipas muito ambiciosas, com o Benfica a povoar o meio-campo contrário e a chegar junto à baliza adversária sobretudo através de tabelinhas.
O Basileia também quis assumir o jogo e nos primeiros 20 minutos conseguiu criar alguns desequilíbrios e rematar à baliza, no entanto, sem grandes consequências.
Quando os encarnados deram pelo volume de jogo dos helvéticos tentaram pausar mais o jogo, fazendo a bola circular com segurança e lá na frente tentar criar perigo através de tabelinhas e passes rápidos, e foi assim que conseguiram chegar ao golo, aos 20’, após um passe de Gaitán em que Rodrigo leu bem o jogo e saltou sobre a bola permitindo que esta sobrasse para Bruno César que sem grandes dificuldades fez o 1-0.

Com um resultado que lhe convinha, o Benfica foi controlando o jogo com trocas de bola seguras e na qual a mobilidade de Rodrigo foi bastante útil, recuperando a bola em zonas mais atrás do que as que normalmente um ponta-de-lança povoa, participando na troca de passes da equipa e sobretudo arrastando consigo os defesas de forma a deixar um outro jogador livre para receber o esférico.

O Basileia não estava a conseguir ter bola para dar a volta ao assunto, esteve sempre a correr atrás dela e a desgastar-se até que nos últimos minutos da primeira parte conseguiu novamente criar desequilíbrios e fez dois remates muito perigosos, mas que acabaram com duas grandes defesas de Artur como resposta.

Bom jogo de futebol nesta primeira parte, especialmente nos primeiros 20 minutos e nos 10 últimos, em que as duas equipas criaram oportunidades de golo. As equipas tacticamente estavam a fazer um bom jogo, mas devido à qualidade técnica dos jogadores, especialmente os do Benfica, conseguiram criar alguns desequilíbrios que resultaram em bons momentos.


Na segunda parte, o Basileia foi sempre inconsequente, fruto também do controlo de jogo que o Benfica impôs. O ritmo do jogo baixou mas era isso que convinha aos encarnados, que apesar de não terem sido intensos ofensivamente, foram brilhantes em termos tácticos, reduzindo os espaços, mantendo a posse de bola com segurança e basicamente, tornando os suíços totalmente impotentes.

Até aos 75’, Cardozo de livre directo fez o 2-0, mas até aí, mesmo com a vantagem mínima, o Benfica dominava de tal modo as operações que nem os próprios helvéticos mostraram que acreditavam na reviravolta, dada a inconsequência das suas acções ofensivamente, ainda que tenham feito alguns remates com relativo perigo.

Depois, o resto foi para cumprir o tempo de jogo regulamento, com as equipas perfeitamente com a noção de que o jogo iria acabar assim, com a equipa lisboeta a mostrar total segurança e os suíços a estarem conformados com o resultado.

Com esta vitória, o Benfica soma 7 pontos e tornou-se no líder isolado do seu grupo, estando apenas a uma vitória de distância de assegurar a presença nos Oitavos-de-final.
No outro jogo deste conjunto de equipas, o Manchester United foi à Roménia vencer por 2-0.


Analisando as equipas, posso começar já pela de arbitragem, e como eu só falo desta quando quero tecer algumas criticas, devo dizer que não gostei da excessiva rigorosidade de Viktor Kassai, já que o árbitro húngaro apitava em demasia, lances que em Inglaterra são geralmente considerados como “limpos”.


O Basileia mostrou que tem uma equipa razoável, foi impotente é verdade, mas tem algumas unidades de muito valor e ainda bastante jovens que eu desconhecia, como os extremos Fabian Frei e Shaqiri. O guarda-redes também pareceu ser de bom nível, e embora não tivessem feito o que lhes realmente competia, Alexander Frei e Streller mostraram que têm categoria.

Quanto ao Benfica, devo dizer que a equipa foi fantástica! Não foi aquele jogo de grandes rasgos individuais, no entanto, cumpriram todos com o máximo rigor o que lhes foi pedido tacticamente nos mais diversos momentos do jogo.
Artur esteve espectacular, os centrais foram óptimos, Maxi esteve a bom nível também e Emerson só falhou mesmo numa jogada no final da primeira parte que originou um contra-ataque do Basileia que se poderia ter revelado fatal.
Javi Garcia esteve ao seu nível, Witsel ocupou bem os espaços e ajudou nas trocas de bola que foram pautando o ritmo do jogo, Gaitán foi talvez quem sobressaiu mais individualmente porque foi quem mais vezes trouxe o jogo para próximo da baliza adversária, Bruno César marcou e parece ter ganho créditos para no futuro ser titular mais vezes, e Rodrigo mostrou uma utilidade extrema como avançado mais móvel, por motivos que já adiantei mais acima.
Nolito refrescou a equipa que já sabe que não pode contar para Aimar durante os 90 minutos e Cardozo entrou para marcar, basicamente não fez mais que isso.
Ainda assim, apesar da tranquila vitória, surgiram alguns problemas. Maxi Pereira e Gaitán saíram tocados, Emerson viu o cartão vermelho (e na Liga dos Campeões já se sabe que não há Capdevila) e Jorge Jesus foi expulso do banco, falhando com certeza a recepção ao Basileia e talvez o jogo em Old Trafford.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

sábado, 15 de outubro de 2011

Taça de Portugal | Famalicão 0-2 Sporting



O Sporting foi esta noite ao Minho vencer o Famalicão por 2-0, num jogo a contar para a 3ª eliminatória da Taça de Portugal.


Eis a constituição das equipas:

Famalicão



Deste Famalicão, tal como o Pêro Pinheiro e o Portimonense, nos jogos de FC Porto e Benfica, em termos de equipa este ano só conheço mesmo a estatística. É um clube que subiu este ano à II Divisão e que ocupa uma posição a meio da tabela da Zona Norte. Na Taça de Portugal, esta temporada já eliminou duas equipas madeirenses, o Cruzado Canicense (III) por 3-0 em Famalicão, e na última ronda foi ao Funchal conseguir o apuramento frente à União da Madeira, levando o clube da Orangina às grandes penalidades, vencendo-o por 7-6.


Sporting



O Sporting mexeu muito na equipa face àquele que costuma ser o seu onze inicial. Marcelo Boeck ocupa o lugar que costuma ser de Rui Patrício, Daniel Carriço entra para o eixo da defesa, Evaldo joga no lado esquerdo da defesa e Insúa joga a extremo no mesmo flanco, André Santos substitui o castigado Rinaudo e Matías entra para o lugar de Elias no meio-campo. João Pereira, Onyewu, Schaars e Wolfswinkel são os habituais titulares que mantém o lugar no onze e na sua posição natural.
Esperava-se uma dinâmica diferente na equipa, porque o flanco direito parece bem mais funcional que o esquerdo, ao invés do equilíbrio de volume ofensivo pelos dois lados que temos assistido nos últimos jogos do leão.


Como se esperava a dinâmica dos leões não foi a mesma, houve menos soluções ofensivas do que costume e os jogadores em campo não estavam entrosados o suficiente para se complementarem uns aos outros e serem capazes de conseguir criar uma vantagem.
Capel não teve muita bola, Wolfswinkel teve pouco apoio, os flancos não estavam tão activos como João Pereira/Carrillo e Insúa/Capel nos têm habituado.
No entanto, é preciso dar mérito ao Famalicão que se fechou bem, embora ofensivamente fosse inconsequente.

Ainda assim, o Sporting criou algumas ocasiões de golo eminente. Aos 6’ por exemplo, Insúa cruza para a cabeça de Schaars, permitindo a Rui Forte uma excelente defesa, tanto ao cabeceamento como à recarga de Wolfswinkel.
Aos 17’, um remate violentíssimo de André Santos acertou na trave e já perto da meia hora, João Pereira surge isolado na direita, consegue desviar a bola subtilmente do guarda-redes, no entanto, sobre a linha de golo um defesa do Famalicão consegue evitar o 0-1.

De resto, até ao intervalo, pouco mais, era preciso que o Sporting procure desgastar os jogadores famalicenses fisicamente e continuar a procurar o golo, porque os níveis de concentração dos minhotos, também devido ao cansaço, não estarão sempre tão altos.


Na segunda parte, creio que por motivos físicos, Onyewu e Carriço foram substituídos ao intervalo, e para os seus lugares entraram Pereirinha e Rodríguez. Com as alterações, Rodríguez e Evaldo passaram a formar a dupla de centrais, Insúa recuou para lateral, Capel foi para o flanco esquerdo e Pereirinha para o direito.

Ainda assim, após o interregno foi o Famalicão a estar primeiro junto da baliza adversária, fazendo dois remates que com maior ou menor dificuldade Marcelo Boeck lá defendeu.

O Sporting retomou o controlo do jogo, especialmente por Capel no lado esquerdo, sendo que nesta fase não havia variação de flancos, era a aposta máxima na capacidade de gerar desequilíbrios do espanhol, e foi nesta fase que os leões chegaram aos golos, primeiro na conversão de uma grande penalidade por Wolfswinkel, aos 60’, após Matías ter sido derrubado na área.

Se o mais difícil já estava feito, logo após o golo a tarefa da equipa de Lisboa ainda ficou mais facilitada quando Jorginho foi expulso e o Famalicão passou a jogar com dez.

Poucos minutos depois, numa rara jogada do Sporting pela direita, Pereirinha num excelente cruzamento coloca a bola milimetricamente na cabeça de Wolfswinkel que fez assim o 2-0.

A partir daí, os jogadores de ambas as equipas sentiram que o jogo já estava decidido e conformaram-se com o resultado, ainda que os homens de Famalicão tenham tentado a todo o custo marcar um golo aos leões, mas sem resultados práticos.

Antes do final do jogo, o árbitro Artur Soares Dias anulou e bem um golo ao Sporting por falta de Matías sobre o guarda-redes Rui Forte, e mais um jogador dos minhotos foi expulso, desta feita Talocha. De resto, o resultado não sofreu alterações.


Analisando as equipas, começo por me referir à de arbitragem. Quem acompanha as minhas análises sabe que não gosto muito criticar os árbitros, até porque aceito os seus erros, aqueles que acontecem por ilusão de óptica e pelos lances serem rápidos demais, mas quando um árbitro tem um critério que não beneficia o jogo, aí tenho de escrever algo. Foram muitas as vezes que Artur Soares Dias apitou quando podia dar a lei da vantagem e os cartões amarelos dados desnecessariamente, e isso condiciona qualquer jogo, é isso que não gosto, é isso que critico e é isso que é preciso corrigir na arbitragem em Portugal.

Quanto às equipas, este Famalicão mostrou alguns argumentos, tanto defensivos como ofensivos. Ontem vi o jogo do Portimonense frente ao Benfica e arrisco-me a dizer que se não soubesse em que escalões jogavam ambos os clubes, provavelmente até diria que jogavam no mesmo o que os famalicenses jogavam num superior.
Defensivamente não estiveram piores que os de Portimão, mantiveram sempre a concentração e nesse aspecto fizeram um jogo que roçou a perfeição até ao 0-1.
No ataque, no inicio da primeira parte sobretudo, quando o jogo ainda estava 0-0, criaram algum perigo para a baliza leonina e estiveram perto de marcar, e mesmo quando o jogo já estava 0-2, tentaram e estiveram perto de fazer o tento de erro.
Individualmente, é sempre injusto mencionar alguém porque há sempre muitos jogadores que correram quilómetros e quilómetros atrás da bola, reduziram espaços, mas que não deram nas vistas como o guarda-redes Rui Forte que fez excelentes defesas, e Gomis e André Claro, dois jogadores de ataque que participaram nas principais oportunidades de golo. Também Flávio Igor mostrou bons pormenores.

Quanto ao Sporting, esta equipa apresentou alguma falta de soluções ofensivas, com o flanco direito a ser pouco explorado, com uma exagerada e previsível utilização do lado direito. Isso mudou um pouco com Pereirinha, mas ainda assim, o português não oferece a dinâmica que um Jeffren ou um Carrillo podem oferecer. O entrosamento entre os jogadores que jogaram hoje também não foi o melhor.
Marcelo Boeck esteve sempre seguro e correspondeu muito bem quando foi chamado, mostrou ser uma alternativa muito boa a Rui Patrício, o português que se cuide!
Na defesa, sobretudo na primeira parte, não há nada a apontar, apenas preocupação pelas saídas prematuras dos centrais que iniciaram o jogo, Evaldo não esteve mal tanto como lateral ou central, Rodríguez mostrou algum cansaço (segundo Domingos, quase fez uma directa para poder estar neste jogo) e João Pereira esteve ao seu nível, ainda que não tenha tido Carrillo do seu lado para ter o brilhantismo das últimas partidas. André Santos cumpriu, Matías esteve muito bem, Schaars foi mais discreto que nos últimos jogos mas não há nada a apontar-lhe.
Capel foi o melhor em campo, o mais mexido, o que criou desequilíbrios, Insúa esteve bem embora pense que como lateral rende mais, até porque penso que o seu forte é a criar situações vindo de atrás, Pereirinha esteve bem, fazendo uma assistência, e claro, Wolfswinkel fez o que é pedido a um ponta-de-lança, que marca golos, que resolva jogos, e o holandês marcou dois no Minho esta noite.

Com esta vitória, o Sporting apura-se para a 4ª eliminatória da Taça de Portugal.

Taça de Portugal | Pêro Pinheiro 0-8 FC Porto



Esta tarde, o FC Porto foi à localidade de Pêro Pinheiro, em Sintra, bater a formação local por 8-0, em jogo a contar para a 3ª eliminatória da Taça de Portugal.


Eis a constituição das equipas:

Pêro Pinheiro



Sobre este clube mal tinha ouvido falar, e desta equipa então só conheço a estatística, e o seu guarda-redes, Marco Pinto, um jovem formado nas escolas de Sporting e Belenenses. De resto, esta equipa de Sintra o ano passado foi 1ª classificada na 1ª Divisão da AF Lisboa, conseguindo a promoção aos escalões nacionais, onde este ano ainda não perdeu na Serie E da III Divisão, fruto de duas vitórias e três empates, ocupando a 4ª posição e tendo um dos melhores ataques (12 golos marcados). Na Taça de Portugal, foi a Leça da Palmeira vencer a formação local por 2-0.


FC Porto



Tal como o Benfica, ontem, o FC Porto também apostou na rotatividade frente a um adversário teoricamente muito inferior.
Os únicos jogadores que ainda jogam a titular algumas vezes são Sapunaru, Maicon, Souza, Belluschi e Defour. De resto, Bracali será o guarda-redes, Mangala vai jogar no eixo da defesa, Alex Sandro vai debutar nos dragões no lado esquerdo do sector defensivo, e no ataque o estreante Iturbe (a quem chamam de próximo Messi) e Djalma ocupam as alas, e Walter é o ponta-de-lança.


O Pêro Pinheiro começou o jogo muito motivado, mostrando algum atrevimento, ainda que sem efeitos práticos. Com o tempo foi recuando no terreno, sempre sem se expor muito e sem cometer muitos erros, reconhecendo as suas limitações e a superioridade do adversário, tanto que qualquer bola que aparecesse na sua zona defensiva era fortemente pontapeada para o meio-campo, não arriscando minimamente.

Já o FC Porto, não começou muito forte, esteve a primeira meia hora praticamente em velocidade de cruzeiro, criando apenas uma ocasião de golo quando aos 14’ Alex Sandro surge isolado na cara de Marco Pinto que consegue tapar a baliza e evitar o desbloqueamento do resultado.

No entanto, aos 29’, o Pêro Pinheiro, por intermédio de Rui Janota, perde a bola no meio-campo num momento em que a sua equipa estava em processo de transição ofensiva, e Defour recupera o esférico, e faz uma triangulação com Walter, que culmina em golo pelo belga, isoladíssimo.

O Pêro Pinheiro não mudou muito na estratégia, o empate estava só a um golo de distância, no entanto, o FC Porto percebeu que o mais difícil estava feito e acelerou. Dois minutos depois Belluschi tem uma jogada individual fantástica pela direita, e picou a bola na direcção da cabeça de Walter que fez o 2-0.

Ainda a Sport TV estava a acabar de mostrar a repetição do excelente lance de Belluschi, no campo, Iturbe que jogou na ala direita trouxe a bola para o meio, colocou a bola no desmarcado Djalma que com todo o espaço não foi egoísta e centrou rasteiro para Walter bisar.

Depois de três golos de rajada, o FC Porto descansou cinco minutos e voltou a marcar aos 40’, após mais uma jogada em que Iturbe trouxe a bola para o meio, na tentativa de a colocar em Belluschi, um defesa do Pêro Pinheiro corta-a mas esta sobra para Djalma que aparece isolado pela esquerda e com toda a calma fez o 4-0.

Nos minutos que se seguiram, com a formação de Sintra já conformada com a goleada, Walter tem três oportunidades para fazer o “hat-trick”, falhando as duas primeiras quase escandalosamente mas como à terceira é de vez, lá fez o 5-0 já no período de compensação da primeira parte, picando a bola sobre o guarda-redes Marco Pinto.

O FC Porto chegou ao intervalo com a passagem à próxima eliminatória já garantida, restava saber se na segunda parte iriam abrandar e gerir algum esforço ou se os jogadores iriam querer aproveitar as facilidades para brilhar e construir um resultado histórico.


Os azuis-e-brancos não entraram com muita intensidade na segunda parte, no entanto, voltou a marcar, aos 56’, após uma jogada em Walter aparece isolado, o seu remate foi defendido por Marco Pinto, no entanto, no ressalto a bola sobrou para Djalma que não vacilou: 6-0.

Cinco minutos depois, novo golo do Porto, desta vez por Varela, que entrou ao intervalo para o lugar de Iturbe (caiu muito mal no relvado com o braço esquerdo na primeira parte), ao aparecer isoladíssimo após um passe a rasgar (creio eu) de Defour, tirou o guarda-redes do Pêro Pinheiro do caminho e com a baliza escancarada fez o sétimo.

Até ao fim do jogo, houve várias oportunidades para os dragões aumentarem a vantagem, sobretudo através de Defour que enviou uma bola à trave. Até a própria equipa de Sintra já sem nada a perder, conseguiu atacar mais e estar próxima da baliza portista, conseguindo mesmo dois ou três cantos consecutivos em determinada fase do jogo.

No entanto, foi já no tempo de compensação que surgiu o último tento no jogo, após uma boa jogada individual de Cristian Rodriguez no lado direito, este assiste Walter que fez o 8-0.


Analisando as equipas, creio que o Pêro Pinheiro fez os possíveis, sobretudo enquanto o jogo esteve 0-0. Foi sempre uma formação que tentou jogar pela certa, tentando não cometer erros, no entanto, quando o fez pela primeira vez sofreu o 0-1 e a partir daí o Porto construiu a goleada, fruto da superioridade que tem.
Destaco duas unidades nesta equipa: Marco Pinto, que não teve culpa nos golos sofridos, fez algumas excelentes defesas e mostra que tem escola de guarda-redes, é jovem e ainda pode aparecer nos escalões profissionais. O outro é Rui Janota, que apesar de muito frágil fisicamente tem boa qualidade técnica e é outro que pode ambicionar outros voos. De resto, uma equipa tacticamente certinha sem jogadores que tecnicamente dêem muito nas vistas.

Quanto a este FC Porto de segunda linha, deu 30 minutos de avanço mas ainda assim quando acelerou, construiu rapidamente uma goleada, que só não chegou aos dois dígitos porque também é preciso gerir esforços e porque não valia a pena.
Bracali foi um espectador assíduo, tal como Kadu, jovem guarda-redes angolano de 16 anos que entrou na fase final do jogo para concretizar o seu sonho.
O melhor do sector defensivo foi Mangala que mostrou sempre muito empenho e concentração, de resto, Sapunaru e Maicon tiveram discretos e tranquilos, Alex Sandro esteve bem a atacar, no entanto, a defender cometeu muitas faltas, fruto da inadaptação ao futebol português.
Souza cumpriu, Defour e Belluschi envolveram-se bem nas jogadas ofensivas dos portistas e participaram em alguns dos golos, Iturbe mostrou qualidade mas falta-lhe ritmo, Djalma mostrou ser uma alternativa muito boa ao painel actual de extremos do plantel, e Walter, em grande nível, fez um “poker”. Já Rodríguez e Varela, não precisaram de fazer muito, mas ainda participaram nos últimos dois golos da equipa.


Com esta goleada, o FC Porto segue para a 4ª eliminatória da Taça de Portugal.

Taça de Portugal | Portimonense 0-2 Benfica



O Benfica foi ontem a Portimão derrotar o Portimonense por 2-0, num jogo a contar para a 3ª eliminatória da Taça de Portugal.


Eis a constituição das equipas:

Portimonense



Quando voltou à Orangina no inicio deste ano, chegou a haver a ameaça de acabar com o futebol profissional, no entanto, isso não se cumpriu mas notou-se um menor investimento, tanto que o clube de Portimão ocupa a última posição da II Liga Portuguesa, onde são igualmente a pior defesa (10 sofridos), embora no ataque até sejam das equipas que marquem mais golos (7 marcados), especialmente por intermédio de Simmy, Traoré e Rafa, um trio de jogadores de características ofensivas à disposição de João Bastos que leva dois golos cada.
Do Portimonense versão 2011/2012, é apenas isso que conheço, a estatística.


Benfica



O Benfica apresenta um onze inédito esta temporada, com Jorge Jesus a poupar alguns jogadores, especialmente aqueles que a meio da semana tiveram compromissos nas selecções.
Artur cedeu o seu lugar a Eduardo, Miguel Vítor e Capdevilla ocupam as laterais normalmente frequentadas por Maxi Pereira e Emerson, Matic e David Simão surgem no meio-campo onde costuma actuar Javi Garcia e Witsel, Bruno César e Nolito jogam em simultâneo em vez de Gaitán e um deles como geralmente acontece, e na frente de ataque, nem Aimar como “10” nem Cardozo como “9” nem Saviola, mas sim Rodrigo e Nélson Oliveira a formarem a dupla de pontas-de-lança.
Os encarnados apresentavam-se aqui com uma versão menos rodada, mas que com certeza iria manter competitividade.


O jogo começou muito fechado, com o Portimonense a fazer uma abordagem bastante defensiva ao jogo, apresentando apenas três jogadores de características ofensivas (Vitor Gonçalves e Rafa nas alas e Fabrício, médio-ofensivo de origem, a jogar no eixo do ataque) e três elementos no meio-campo que pouco ou nada sobem no terreno, fazendo uma primeira barreira perante o jogo do Benfica.

O Benfica durante toda a primeira parte esmagou completamente na posse de bola (cerca de 75%), mas em termos de jogo ofensivo organizado não teve muitas oportunidades para marcar, sendo de longe algumas das principais ocasiões de golo, especialmente por Capdevila aos 17’ na sequência de um livre indirecto a enviar a bola ao poste, e também por Matic, com um remate forte aos 27’ permitindo uma grande defesa a Goda.
Foi muito difícil ao Benfica conseguir furar por cerca de sete jogadores muito defensivos, ainda que desse a entender que se aumentasse a intensidade de jogo poderia conseguir expressar de uma forma mais evidente a superioridade sobre a turma algarvia.
Tal era a enorme posse de bola que os encarnados apresentavam e tal era a forma como estavam instalados no meio-campo que muitas vezes pareciam estar a jogar em 3-5-2, com Matic a jogar entre os centrais que abriam nesse momento, e Miguel Vítor e Capdevila a jogarem muito adiantados no terreno nos respectivos flancos.
No meio, David Simão fez, e até com alguma qualidade, a função que geralmente cabe a Aimar que é guiar o jogo ofensivo do Benfica pelo centro do terreno. Mostrou ter uma boa qualidade técnica e é daqueles jogadores que se jogar regularmente (não necessariamente no Benfica) pode vir a ter uma grande carreira.

Quanto ao Portimonense, foi apostando nas suas armas ofensivas, que são os seus extremos rapidíssimos, assim que o Benfica permitia situações de contra-ataque. Rafa então foi uma dor de cabeça para Miguel Vítor, do outro lado Vítor Gonçalves não foi tão incomodativo para Capdevila. No entanto, foi pelo seu homem do eixo do ataque que a equipa de Portimão criou a sua principal ocasião de golo, num remate fortíssimo de Fabrício (124 km/h) que foi desviado para canto por Eduardo aos 15’.


Para a segunda parte, esperava-se um Benfica que iria tentar aumentar a intensidade do seu jogo, e uma equipa do Portimonense, que aos poucos e poucos, se fosse aguentando o 0-0, ganhar alguma confiança e daí surtirem efeitos, positivos ou negativos.

A utilização dos jogadores menos rodados do Benfica estava a resultar em alguma falta de entrosamento e de qualidade, e ao intervalo Jesus começou por trocar Nélson Oliveira por Saviola, no entanto, após 10 minutos sem grandes oportunidades, o treinador das águas volta a mexer, desta vez colocando Witsel em campo para o lugar de David Simão.

Logo depois, na transformação de um livre directo na direita, Bruno César faz golo, estavam decorridos 58 minutos.

Com o golo sofrido, o Portimonense teve de mexer na equipa e subir no terreno, e o seu treinador rapidamente colocou Simmy e Traoré em campo, dois jogadores de características ofensivas, no entanto, ao abrir o jogo contra uma equipa com o Benfica, já se sabe que arrisca-se a sofrer, e foi isso que os encarnados fizeram por intermédio de Rodrigo, aos 72’, após um excelente passe de Bruno César.

A partir daí, o jogo foi muito tranquilo, o Benfica já tinha praticamente o jogo ganho, e os minutos que se seguiram foi apenas para passar tempo, ainda que tenham havido algumas oportunidades de golo, as equipas estavam conformadas com o resultado, os encarnados porque tinham a sua vantagem assegurada e o Portimonense porque não tinha grandes argumentos para recuperar.


Analisando as equipas, o Portimonense não foi muito inferior a outras equipas da 1ª Divisão que jogam contra os grandes. Mostrou solidez a defender sobretudo na 1ª parte, no entanto, ofensivamente criou poucas ocasiões.
Tem alguns jogadores que mereciam talvez jogar no primeiro escalão, como o caso do capitão Ricardo Pessoa, e alguns jovens que podem chegar lá como Rafa, Wakaso ou Vítor Gonçalves, sendo que o primeiro é o que provavelmente chegará aos grandes palcos mais cedo, já que está emprestado pelo Vitória de Guimarães.

Quanto ao Benfica, a segunda linha não tremeu mas também não teve assim tantos argumentos para desbloquear o empate.
Eduardo praticamente foi um espectador, Luisão e Garay foram sólidos, Miguel Vítor revelou algumas fragilidades porque foi por aí que o Portimonense mais atacou e Capdevila mostrou argumentos para disputar a titularidade com Emerson.
Matic esteve ao seu nível, David Simão é um jogador corajoso e que tem qualidade mas precisa de jogar com mais regularidade, Nolito esteve algo apagado e amuou quando lhe foi atribuído o cartão amarelo. Bruno César foi a figura do jogo, tendo feito um golo e uma grande assistência. Nélson Oliveira precisa de ritmo de jogo e Rodrigo ganhou certamente confiança com o golo apontado, um golo só para alguém com dotes de goleador. Saviola mexeu com o jogo, e de resto, quando Witsel entrou, foi numa fase do jogo que o Benfica colocou-se em vantagem e que de uma forma tranquila foi gerindo a vantagem, mesmo não apresentando a tal nota artística a que Jorge Jesus gosta de se referir.


Com esta vitória, o Benfica apura-se para a 4ª eliminatória da Taça de Portugal.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Qualificação EURO 2012 | Dinamarca 2-1 Portugal



Portugal, esta noite, viveu uma das noites de maior desilusão nos últimos anos ao perder por 2-1 em Copenhaga frente à Dinamarca, hipotecando as hipóteses de se qualificar directamente para o EURO 2012.


Eis a constituição das equipas:

Dinamarca



Da Dinamarca como equipa pouco conheço, mas sei, como é óbvio, da qualidade dos seus jogadores. Sorensen (Stoke City), por exemplo, é um conhecido e experiente guarda-redes com algum nome em Inglaterra onde fez grande parte da sua carreira. Eriksen (Ajax) é um jovem de 19 anos que já é uma das figuras do seu clube e da sua selecção, e que poderá dar que falar. Bendtner (Sunderland por empréstimo do Arsenal) é um avançado muito talentoso e de um porte físico intimidador que durante este defeso foi diversas vezes apontado como potencial reforço dos três grandes de Portugal. Rommedahl (Brondby) como se sabe é um avançado muito experiente (33 anos) que ao longo da sua carreira tem jogado em alguns clubes importantes como o PSV, Ajax e Olympiakos, e parece estar de pé quente, pois marcou dois dos quatro golos da Dinamarca em Chipre. De resto, há outros jogadores com menos nome mas que jogam ou já jogaram recentemente em alguns dos principais campeonatos europeus, em clubes que habitualmente ocupam as posições do meio da tabela para cima.


Portugal



Paulo Bento não mexe no onze titular que derrotou a Islândia. Sílvio recuperou da sua lesão, no entanto, a exibição de Eliseu na passada sexta-feira foi convincente para manter o lugar.
De resto, sem novidades, mantendo o sistema de jogo que o seleccionador tem imposto desde que chegou ao comando da equipa AA de Portugal e que de facto melhor se adequa às características dos melhores jogadores do país.


A selecção portuguesa entrou algo apática no jogo, com pouca ambição, e como se isso não bastasse, os dinamarqueses entraram muito fortes, e acabaram por marcar logo aos 4’, mas o golo foi anulado. Após um livre na direita, Rommedahl parece estar em fora de jogo e desvia a bola para Rui Patrício que não consegue agarrar a bola, até por acção de um jogador dinamarquês que a empurra com o joelho para a baliza. Não se percebeu ao certo se o lance foi invalidado por fora-de-jogo ou por falta, mas a verdade é que não contou. Apesar de ser português, há que admitir que a decisão do árbitro deixou muitas dúvidas, não só a mim, como ao próprio que numa primeira instância tinha validado o golo e sem qualquer indicação dos seus assistentes voltou com a palavra atrás e anulou-o.

A Dinamarca continuou por cima e acabou mesmo por marcar a contar aos 13’, por Krohn-Dehli, que após um lance individual em que fez uma diagonal da esquerda para o meio, viu o seu remate tabelar em Rolando em entrar caprichosamente na baliza de Rui Patrício que pouco pôde fazer.

Como se não bastasse, da Suécia surgiu más noticias. A selecção escandinava estava a vencer a Holanda e isso significava que Portugal perdendo já não se poderia qualificar como melhor segundo classificado.

Entretanto, a equipa das quinas foi assentando o seu jogo, foi aumentando a posse de bola e circulando-a mais vezes no meio-campo adversário, e embora com tentativas inconsequentes, os portugueses foram-se aproximando mais da baliza de Sorensen e foram crescendo no jogo, chegando ao intervalo dando a ideia que na segunda parte as coisas poderiam mudar. Da Suécia surgiu novas noticias, a Holanda tinha empatado e Portugal se os jogos terminassem assim, estava qualificado para o EURO 2012.


A segunda parte começou novamente com a Dinamarca ao ataque e de Estocolmo surgiram novas noticias: a Holanda fez 2-1, mas rapidamente a Suécia conseguiu dar a volta aos acontecimentos e colocar o resultado em 3-2.

Portugal, sempre esforçado mais sem criar situações de golo, não conseguia empatar o jogo nem ter oportunidades que permitissem aos jogadores pensar que o tento haveria de chegar, e acabou mesmo por sofrer o segundo golo, num lance de contra-ataque em que Rommedahl do lado direito ultrapassa Eliseu em velocidade e assiste Bendtner que à boca da baliza marcou. Estavam decorridos 63 minutos.

Nesta altura, Paulo Bento tirou Eliseu e Carlos Martins (que já se sabe que só dura cerca de 60/70 minutos por jogo) e colocou Miguel Veloso e Quaresma. Com esta alteração, o seleccionar deveria estar a pensar que o jogador do Génova poderia ser útil na marcação de bolas paradas (um lance que apesar da desinspiração colectiva de uma equipa pode desbloquear um resultado negativo) e com a entrada do extremo do Besiktas, procurou continuar a ter jogadores criativos nas alas, mas ao mesmo tempo aproveitar a capacidade de finalização de Cristiano Ronaldo, que se mudou para o centro do ataque.
Mas as coisas saíram completamente ao contrário, Quaresma foi sempre esforçado mas inconsequente e Ronaldo que apesar da dedicação (não esquecer que estava a jogar condicionado por uma lesão) continuava sem brilho e até desapareceu definitivamente do jogo colectivo da equipa.
Por esta altura, tanto eu como os comentadores da RTP, acreditavam que se Portugal se apurasse esta noite para o EURO 2012, mais depressa seria por um resultado em Estocolmo que não desse os três pontos à Suécia do que propriamente por uma reviravolta nos acontecimentos em Copenhaga.

Nos últimos 15 minutos, na sequência de dois cantos, Rolando (de cabeça) e Meireles (de pé esquerdo) em remates completamente desajeitados atiraram para fora, e praticamente esses foram os pontos de exclamação que acabaram por sentenciar a partida.

A partir daí, a Dinamarca até esteve mais próxima do 3-0, e se não o fez, os portugueses bem podem agradecer ao controverso Rui Patrício, que com três grandes defesas evitou golos de Bendtner, Rommedahl e Simon Poulsen.

Quando já ninguém acreditava e o jogo na Suécia já tinha acabado com vitória para a selecção local por 3-2, Cristiano Ronaldo de livre directo fez o 1-2 aos 90+2’.
Faltavam dois minutos de compensação para jogar mas já era tarde, Portugal falhou a qualificação directa e vai precisar de um “Play-Off” para poder (ou não) qualificar-se para a maior competição entre selecções nacionais europeias.


Analisando as equipas, creio que ganhou a que mostrou mais organização, garra e força de vontade, embora como é visível, a que tinha menos atributos técnicos.
Penso que todos os jogadores da Dinamarca estiveram em grande nível, Sorensen esteve sempre seguro, na defesa Kjaer fez uma grande exibição, mostrando ser feito de betão, e o resto do sector também esteve muito bem, não deixando Portugal criar grandes ocasiões para marcar.
Os centro-campistas anularam bem o jogo dos portugueses pelo meio, os extremos, especialmente Krohn-Dehli, estiveram sempre muito irrequietos, tal como Rommedahl que jogou ao lado de um mais posicional Bendtner, que cumpriu a sua missão, que é como quem diz: marcar, resolver jogos. Dos que entraram, destaco uma excelente jogada individual do esquerdino Simon Poulsen que proporcionou uma grande defesa a Patrício na fase final do jogo.

Já a equipa das quinas, colectivamente desiludiu, naquele que foi muito provavelmente o pior jogo e o mais desolador da “Era Paulo Bento”.
Rui Patrício não esteve muito bem na fotografia naquele golo anulado aos dinamarqueses, mas de resto esteve em bom nível. De resto, Rolando mostrou má leitura de jogo e falta de talento para atacar os lances, tanto defensiva como ofensivamente. Bruno Alves também ficou mal na fotografia em algumas jogadas, tal como João Pereira e Eliseu, os responsáveis pelas aberturas de espaço a Krohn-Dehli e a Rommedahl nos golos dinamarqueses.
Meireles esteve algo apagado, Moutinho mostrou-se esforçado mas pouco mais poderia fazer, Carlos Martins lutou mas já se sabe que não é jogador para 90 minutos, Nani, Ronaldo e Quaresma apesar da vontade, foram inconsequentes e estiveram ofuscados.
Já Postiga, alguém deu por ele? Que péssima exibição! Creio que Nuno Gomes mexeu-se mais e procurou ajudar mais a equipa no pouquíssimo tempo que esteve em campo.


Enfim, nada está perdido, creio que este foi apenas um acidente no percurso para já incontestável da selecção desde que Paulo Bento assumiu o cargo de seleccionador, e que isso irá ser demonstrado no “Play-Off”, se o sorteio, obviamente, também ajudar.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

WSW na Quinta do Conde (09-10-2011) - Análise e Reportagem



No último domingo (09 de Outubro) desloquei-me à localidade da Quinta do Conde, concelho de Sesimbra, para assistir a um espectáculo da World Stars of Wrestling (WSW).

Desta vez o espectáculo só começou com 20 minutos de atraso (estava previsto começar às 16:30) e como cheguei mais cedo decidi tirar umas fotografias a mais gravuras expostas nos camiões de apoio ao espectáculo. Vejam só as imagens que podem ter levado as pessoas a interessar-se pelo evento…....

domingo, 9 de outubro de 2011

WSW na Quinta do Conde (08-10-2011) - Análise e Reportagem



No último sábado (08 de Outubro) desloquei-me à localidade da Quinta do Conde, concelho de Sesimbra, para assistir a um espectáculo da World Stars of Wrestling (WSW).

O evento estava programado começar às 21:00 mas só começou perto das 22:00, o que me deu tempo suficiente para ver e fotografar as imagens gravadas no edifício da bilheteira e nos carros de apoio ao evento.......
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