quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Copa del Rey | Valência 1-1 Barcelona



Valência e Barcelona empataram esta noite no Mestalla (1-1), na primeira mão das semi-finais da Copa del Rey. Jonas e Puyol apontaram os golos, e Messi falhou uma grande penalidade.



Eis a constituição das equipas:

Valência



Os “che” chegam às meias-finais após na ronda anterior terem eliminado o vizinho Levante com relativa facilidade.
O Valência ocupa a 3ª posição na Liga Espanhola, apenas atrás de Real Madrid e Barcelona e este ano no Mestalla já conseguiu travar os catalães com uma grande exibição e levaram os homens da capital ao limite.


Barcelona



Depois dos intensos duelos com rival Real Madrid nos quartos, o Barça volta ao estádio onde no ano transacto perdeu a final da Copa del Rey.
Pep Guardiola vai apresentar uma equipa bastante alternativa, onde não constam por exemplo, Xavi e Daniel Alves, que iniciaram a partida no banco de suplentes.
Iniesta, como se sabe, lesionou-se no clássico da semana passada em Camp Nou.


Mesmo sem alguns dos seus melhores atletas, foi o Barcelona que entrou melhor em campo, com mais posse de bola e a jogar no terreno do adversário, sendo que a primeira ocasião de perigo foi aos 7’ através da marcação de um livre de Lionel Messi.

Á passagem do quarto de hora de jogo, Pinto corta uma bola com o braço fora da área e o árbitro manda seguir, deixando os adeptos do Valência em fúria.

Aos 26’, após excelente jogada pelo flanco esquerdo, a formação da casa chegou à vantagem através de Jonas, que no coração da área fez um belo golo a passe de Mathieu.

Oito minutos depois, após excelente trabalho de Cuenca, este isola Alexis Sánchez que só não marcou porque Diego Alves fez uma grande defesa, que originou um pontapé de canto. Na sequência desse canto, a bola é colocada ao segundo poste onde apareceu Puyol ao segundo poste para cabecear para o empate.

Já no segundo tempo, logo nos primeiros dez minutos, Miguel comete falta sobre Thiago dentro da área mas Messi não conseguiu converter a grande penalidade em golo, dada a defesa do guardião dos “Che”.

Aos 64’, Abidal rematou forte para nova parada do goleiro brasileiro da formação de Unai Emery.

Já com Daniel Alves em campo, aos 73’, o brasileiro tabela bem com Messi e atira rasteiro ao poste.

Sempre com muita luta mas até sem tantas oportunidades como isso, o jogo terminou empatado 1-1 e fica tudo por decidir em Camp Nou daqui a uma semana, numa partida em que o Barça entrará com ligeira vantagem.
Foi um jogo com diversos períodos, os “blaugrana” começaram melhor, desfrutando da posse de bola no meio-campo adversário, mas o Valência foi equilibrando, chegou a superiorizar-se, conseguiu o golo mas sofreu o empate e a partir daí até ao final do encontro os “culé” foram controlando, ainda que não apresentando grandes situações para marcar, talvez já a pensar que podem decidir tudo em casa, na segunda mão.

Analisando as actuações dos atletas em campo, começando pelo Valência, pode-se atribuir a Diego Alves a nomeação para homem do jogo pelas defesas que fez, incluindo travando uma grande penalidade marcada por Lionel Messi.
Miguel cometeu a falta que deu o “penalty”, Rami não acompanhou Puyol no golo, a Victor Ruiz não há nada a dizer, e no que concerne a Jordi Alba, está mais que encontrado o dono da posição de lateral-esquerdo da selecção espanhola! Juntamente com Mathieu foram explosivos no seu flanco.
Banega foi muito útil a segurar a bola em momentos que o Barça fazia uma pressão muito forte, e a acompanhá-lo no meio-campo defensivo, primeiro teve um Albelda cheio de classe e depois um Tino Costa cheio de raça.
Piatti não brilhou, Jonas marcou o golo dos “Che” e Soldado não conseguiu facturar.

Em relação aos campeões de Espanha, da Europa e do Mundo, Pinto poderia ter visto no mínimo o cartão amarelo quando utilizou as mãos fora da área, e se assim fosse não mostraria tanta disponibilidade para atrasar as reposições já na parte final do encontro.
Puyol foi o melhor do Barça, sempre com a sua raça característica e desta vez até com pormenores técnicos, Piqué e Mascherano foram sólidos como centrais e Abidal esteve ao seu nível.
O meio-campo constituído por Busquets, Fàbregas e Thiago sentiu a falta da melhor capacidade de passe que Xavi e Iniesta oferecem, e no ataque Messi não fez certamente dos melhores jogos da carreira mas ainda fez alguns grandes passes e dribles, Cuenca mostrou serviço e Alexis Sánchez não aproveito as oportunidades que teve para marcar.
Já na fase final do encontro, Pep Guardiola colocou Daniel Alves em campo para ajudar Puyol a fechar o flanco, e Jonathan dos Santos e Tello para os rapazes da “cantera” terem mais uns minutos de jogo.

6 comentários:

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    Um abraço.

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