sábado, 5 de novembro de 2011

Premier League | Manchester United 1-0 Sunderland



O Manchester United venceu esta tarde o Sunderland, por 1-0, num jogo que ficou marcado pelo 25º aniversário de Alex Ferguson à frente da sua equipa.


Eis a constituição das equipas:

Manchester United



Curiosamente, durante todo este tempo como técnico dos “red devils”, Ferguson nunca perdeu em casa frente ao Sunderland.
Após uma derrota pesada em casa com o City há duas semanas atrás (1-6), o campeão inglês reagiu bem e conseguiu três vitórias nos jogos seguintes, frente ao Aldershot (3-0, Carling Cup), Everton (1-0, Premier League) e Otelul Galati (2-0, Liga dos Campeões).


Sunderland



Quanto ao Sunderland, ocupava o 14º lugar à entrada para esta jornada, no entanto, apesar de alguma proximidade da zona de despromoção, tem a particularidade de ter um saldo positivo de golos e tantos tentos consentidos como o United.
Este jogo marca o regresso a Old Trafford de Wes Brown e John O’Shea, que agora representam os forasteiros que contam no seu plantel com alguns internacionais por selecções de nível como Sebastian Larsson (Suécia) e Nicklas Bendtner (Dinamarca).


Logo no inicio do jogo Wickham lesionou-se sozinho e teve de ser substituído pelo coreano Ji Dong-Won, o que foi uma grande quebra no ritmo forte que o United queria impor, no entanto, o azar foi para a formação de Steve Bruce.

Os “red devils” assumiram o controlo, tiveram muito mais posse de bola, mas o Sunderland fechou-se bem e foi impedindo que a equipa de Alex Ferguson chegasse perto da sua baliza.
Foi interessante ver o desenho táctico bastante desdobrável dos homens de Manchester com Rooney e Welbeck a aparecerem várias vezes no flanco esquerdo e Park a “10”, portanto, apesar de os jogadores ocuparem as posições que mostrei no gráfico acima, a sua colocação em campo ía trocando de forma também a confundir os “Black Cats”, embora muitas vezes de forma inconsequente no último terço.

Na primeira parte não houve grandes situações de golo, os forasteiros apenas fizeram um remate perigoso, que foi à malha lateral, e quando ao United, só nos últimos minutos conseguiram criar perigo, primeiro com Phil Jones a rematar por cima da trave aos 42’ e aos 45+1’ após um canto de Nani, Wes Brown ao tentar aliviar a bola de cabeça acaba por introduzi-la na sua própria baliza, dando a vantagem á sua ex-equipa.


Para o segundo tempo, a mesma coisa, um futebol sem grande brilho jogado sobretudo entre um United tacticamente cumpridor mas pouco intenso como já vem sendo costume e um Sunderland defensivo que iria tentar criar algumas oportunidades para marcar.

Nos últimos 45 minutos, poucas mais ocasiões de golo vimos, sendo talvez as mais perigosas para o United aos 52’ quando um livre de Nani não passou longe da baliza de Westwood e aos 70’ quando o próprio guarda-redes do Sunderland fez uma série de grandes defesas a remates consecutivos de Rooney e Evra.

Já para a formação de Steve Bruce, o mais perto que teve do empate foi aos 66’, quando o árbitro marcou uma grande penalidade por suposta mão de Vidic na bola dentro da grande área, mas depois voltou atrás porque o braço que tinha tocado no esférico era o de Ji Dong-Won.


O United volta a ganhar em mais um jogo em que sentiu imensas dificuldades para dominar o adversário e conseguir uma vitória tranquila. A equipa de Manchester continua sem brilho e faz valer da eficácia a sua principal arma.
A colocação de Rooney como médio-ofensivo não me surpreende, é um jogador que gosta de vir buscar jogo atrás, que gosta de jogar longe da baliza, tem qualidade de passe, bom remate a longa distância, no entanto, o colectivo não esteve muito inspirado e ele não pode mostrar o seu valor nessa posição.
Individualmente pouco se pode dizer, Lindegaard se fez uma defesa nem dei por ela e o sector defensivo teve pouco trabalho. Nani foi dos mais inconformados, mas essa até uma das suas principais características quando as coisas não correm bem à equipa.

Quanto ao Sunderland, individualmente parece-me melhor do que o Norwich por exemplo, tem jogadores de categoria, mas não deu assim muito que fazer ofensivamente ao United, embora não é fácil ir a Old Trafford e impor o seu jogo.
Defensivamente estiveram bem.

Com esta vitória, os “red devils” impediram que o Newcastle os ultrapasse, que o Chelsea se aproximasse e colocam pressão no Manchester City cujo jogo começou às 17:30 no terreno do QPR.

4 comentários:

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    Agradecia se fizesse o mesmo.
    Bela obra que esta a fazer aqui. muito bem!
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